Como é bom e agradável quando os
irmãos convivem em união! (Sl 133.1.)
Todos brigam. Marido e mulher.
Pai e filho. Irmão e irmão. Sogra e nora. Crente e crente. Presbítero e presbítero.
Igreja e igreja. Nação e nação.
Mas, no fundo, é bem provável que
todo mundo prefira a paz e não a guerra, a harmonia e não a briga, a
convivência e não a dissidência, o amor e não o ódio, o aperto de mão e não o
tapa, o ósculo santo e não o beijo de Judas.
Um dos cânticos de peregrinação
celebra exatamente a comunhão dos irmãos
“Como é bom e agradável quando os
irmãos convivem em união!” (Sl 133.1).
Em vez de “como é bom e
agradável”, poderíamos dizer: “que prazer, que felicidade!” ou “que maravilha,
que coisa boa!”
De fato é muito além de bom
quando não há o menor atrito entre irmãos.
No sentido mais restrito, irmão
quer dizer filho do mesmo pai e da mesma mãe.
No sentido mais elástico, irmão
quer dizer aquele que é companheiro de fé e de outros laços.
Na história bíblica, o ideal da
convivência saudável entre irmãos carnais é desanimador.
Temos os exemplos de Caim e Abel,
Esaú e Jacó, Raquel e Lia, José e seus irmãos, Amnom e Absalão, Maria e Marta.
Quando os irmãos convivem em
união “É como óleo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba, a
barba de Arão, até a gola das suas vestes” (Sl 133.2).
A ausência de briga perfuma tudo,
o ambiente todo, o grupo todo!
Aquele óleo santo que era feito
de cinco diferentes especiarias (mirra líquida, canela, cana aromática, cássia
e azeite) vai descendo de cima para baixo, da cabeça para o rosto, do rosto
para os ombros, dos ombros para as vestes e perfuma tudo!
Retirado de “Refeições Diárias
com o Sabor dos Salmos” (Editora Ultimato, 2006
Transcrito por Litrazini
https://www.kairosministeriomissionario.com/
Graça e Paz

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