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domingo, 15 de março de 2026

PRAZER E FELICIDADE

Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! (Sl 133.1.)

Todos brigam. Marido e mulher. Pai e filho. Irmão e irmão. Sogra e nora. Crente e crente. Presbítero e presbítero. Igreja e igreja. Nação e nação.

Mas, no fundo, é bem provável que todo mundo prefira a paz e não a guerra, a harmonia e não a briga, a convivência e não a dissidência, o amor e não o ódio, o aperto de mão e não o tapa, o ósculo santo e não o beijo de Judas.

Um dos cânticos de peregrinação celebra exatamente a comunhão dos irmãos

“Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” (Sl 133.1).

Em vez de “como é bom e agradável”, poderíamos dizer: “que prazer, que felicidade!” ou “que maravilha, que coisa boa!”

De fato é muito além de bom quando não há o menor atrito entre irmãos.

No sentido mais restrito, irmão quer dizer filho do mesmo pai e da mesma mãe.

No sentido mais elástico, irmão quer dizer aquele que é companheiro de fé e de outros laços.

Na história bíblica, o ideal da convivência saudável entre irmãos carnais é desanimador.

Temos os exemplos de Caim e Abel, Esaú e Jacó, Raquel e Lia, José e seus irmãos, Amnom e Absalão, Maria e Marta.

Quando os irmãos convivem em união “É como óleo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão, até a gola das suas vestes” (Sl 133.2).

A ausência de briga perfuma tudo, o ambiente todo, o grupo todo!

Aquele óleo santo que era feito de cinco diferentes especiarias (mirra líquida, canela, cana aromática, cássia e azeite) vai descendo de cima para baixo, da cabeça para o rosto, do rosto para os ombros, dos ombros para as vestes e perfuma tudo!

Retirado de “Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos” (Editora Ultimato, 2006

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

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