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segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

ATRAVESSANDO AS TEMPESTADES

Quem sabe você está enfrentando algum temporal em sua vida.

Caso esteja você precisa aprender algumas coisas acerca das tempestades para poder vencê-las ou passar por elas sem afundar.

Tempestades sempre aparecem. É impossível viver sem elas.

Se puder, não enfrente a tempestade, amarre o barco da sua vida em um porto seguro e espere a tempestade passar.

Se estiver em meio a uma tempestade, procure logo abrigo, nenhum é melhor do que Cristo.

Quando não der para buscar abrigo imediatamente, enfrente a tempestade.

Se ficar se lamentando ou sem fazer nada o barco afunda.

Reme com todas as suas forças, ficar parado não vai tirar você do meio do temporal.

Não tenha medo. Assim diz o Senhor, Eu estou contigo.

Deus não nos deu espírito de medo, mas de coragem, poder, amor e domínio próprio.

Os grandes marinheiros sabem usar os ventos contrários a seu favor. Aprenda a lidar com a tempestade. Nem sempre ela aparece para nos afogar, mas para mudar o rumo da nossa vida.

Quando a tempestade for maior do que sua capacidade de lidar com elas, lembre-se que você serve ao Cristo que os ventos e o mar obedecem.

Jesus acalma as tempestades da vida.

Descanse em Jesus, ele vai guiar seu barco a salvo para terra firme.  

Dependa de Deus e não de você mesmo.

São as tempestades que fazem os grandes barcos.

Dr. Silmar Coelho

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 16 de junho de 2023

ATRAVESSANDO OS DESERTOS DA VIDA

O sobrenatural é o poder de Deus que transforma o homem perdido em nova criatura.

Ressuscita mortos. Cura o incurável. Faz da estéril mãe de filhos.

Sobrenatural é o favor imerecido de Deus, manifestado através da Sua graça, do Seu amor, do Seu cuidado para com nossa vida todos os dias.

Somente o poder sobrenatural e inexplicável de Deus é capaz de nos fazer atravessar os desertos da vida sem desfalecer e nos faz vencer as tribulações que tentam roubar nossa paz e comunhão com o Senhor.

É o sobrenatural de Deus que nos tira do vale, da escuridão, do desânimo, da depressão, da falta de esperança.

Esse sobrenatural é ativado em nós através da fé, pois quando colocamos nossa fé em ação, barreiras são rompidas, ultrapassamos os limites do nosso pensamento e passamos a viver uma vida que agrada ao Senhor.

Então entramos em uma dimensão de vida que não pode ser explicada, mas que transforma e faz toda diferença em nosso caminhar diário com o Senhor.

Além da fé, o poder de Deus nos conduzirá à obediência e total dependência do Senhor.

Buscaremos a Jesus e Ele nos revelará Seus propósitos para nossa vida.

O invocaremos e seremos atendidos, pois Ele responde a todos que O buscam com um coração sincero e quebrantado.

Viveremos o sobrenatural e nossa vida nunca mais será a mesma!

Denise Tomaz de Souza / Lagoinha

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 11 de abril de 2019

ATRAVESSANDO O SOFRIMENTO


"Sofrimento é o intervalo possível e inevitável..." ...entre a aniquilação merecida e a redenção graciosa.

Tudo o que existe, existe em Deus (At 17.28), quando rompemos com Deus perdemos o local da existência. Nós deveríamos ter deixado de existir. Deus, porém, não o permitiu, manteve-nos.

Para isso arcou com o custo que a justiça impunha:esvaziou-se no Deus Filho. E foi o primeiro movimento da história da redenção, antes da criação de qualquer criatura. (1Pe 1.18-20) O esvaziamento é a morte de um Deus: não perde a sua natureza, mas abre mão de suas prerrogativas divinas. (Fl 2.5-8)

A cruz, na história humana, é a manifestação, possível, desse esvaziamento que, satisfazendo o princípio da justiça, permitiu que a Trindade atuasse por graça.

O cumprimento do principio de justiça não poderia ser relativizado, sob pena de perda de credibilidade por parte de Deus. (Ez 18.20)

Todo mau uso da liberdade impõe uma consequência. Para que a criação não desaparecesse o Deus Filho se esvaziou.

Quando, ao romper com Deus, não fomos aniquilados, nos tornamos malvados, porque ao dizer não a Deus, dissemos não a tudo o que Deus disse de nós: que seríamos sua imagem e semelhança. O mal que, antes, só podia ser pensado como tese, agora tinha manifestação histórica.

Se a maldade, porém, se tornasse o tom determinante de nossa história, nossa sobrevivência estaria ameaçada da mesma forma, há um limite para a expansão do mal (Gn 6.5-7; 15.16).

Deus, então, por graça, empresta as suas qualidades a nós, o que garante sobrevida com qualidade mínima, para que possamos sobreviver na nova história, enquanto Deus faz o que tem de ser feito para salvar a nossa história e a nós, nela. (At 14.17)
E nos tornamos paradoxos (Rm 7), carregamos o bem e o mal em nós. E o paradoxo é estado de sofrimento. Os opostos deveriam se aniquilar, mas, a graça divina não o permite.

O esvaziamento do Deus Filho, num primeiro momento, pela deflagração da graça, permitiu o desaceleramento do caos, estabelecendo o paradoxo em toda a criação. E o paradoxo é estado de sofrimento.

Deus, aliás, criou um mundo pronto para o paradoxo, onde convivem o bem e o mal, o dia e a noite, a vida e a morte. Um mundo cuja estabilidade está, portanto, na ação graciosa da Trindade. (Hb 1.3)

Deus criou um mundo temporário para o intervalo do sofrimento, que é, por definição, temporário.

Um mundo temporário, porque o mundo definitivo só tem bem, vida, luz e bem-aventurança. (Ap 21.1; 22.1-5)

Deus, de várias formas falou pelos pais e pelos profetas e, finalmente, pelo Filho, ensinando-nos a conviver nesse e com esse intervalo, de modo a torná-lo menos insuportável. A chave é o amor como moto de tudo e para todos os atos.

A graça, com que Deus socorre a todas as criaturas, desacelera a volta para o caos, para onde tudo teria de ir imediatamente após a ruptura humana. O aniquilamento dá lugar ao sofrimento, resultado da ação restauradora dessa graça, que estabelece o paradoxo pela infusão de vida num ambiente que deveria ser só morte, se a morte pudesse ser, e que, também, torna possível passar por esse intervalo: o sofrimento.
O esvaziamento do Deus Filho, que, num primeiro momento, permitiu o desaceleramento do caos, tornou o caos uma impossibilidade.

Na ressurreição, o Filho do homem teve comprovada a eficácia do esvaziamento do Deus Filho. A ressurreição é a comprovação da vitória sobre o aniquilamento e o caos. (1 Co 15.54,55)

Na ascensão o Filho de Deus retomou (o que nunca perdera na essência) sua condição de Deus Filho. (Jo 17.4,5). Tudo estava consumado e o fim da história é a Vida!

É nessa certeza que atravessamos o intervalo, que é estado inevitável de sofrimento; inevitável, mas, administrável, e que pode ter a intensidade diminuída pelo amor. Portanto, amar é nosso desafio e missão.

Ariovaldo Ramos

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 1 de março de 2011

Atravessando o sofrimento

Sofrimento é o intervalo possível e inevitável... ...entre a aniquilação merecida e a redenção graciosa. 

Tudo o que existe, existe em Deus (At 17.28), quando rompemos com Deus perdemos o local da existência.

Nós deveríamos ter deixado de existir. Deus, porém, não o permitiu, manteve-nos.

Para isso arcou com o custo que a justiça impunha: esvaziou-se no Deus Filho. E foi o primeiro movimento da história da redenção, antes da criação de qualquer criatura. (1Pe 1.18-20)

O esvaziamento é a morte de um Deus: não perde a sua natureza, mas abre mão de suas prerrogativas divinas. (Fil 2.5-8)

A cruz, na história humana, é a manifestação, possível, desse esvaziamento que, satisfazendo o princípio da justiça, permitiu que a Trindade atuasse por graça.

O cumprimento do principio de justiça não poderia ser relativizado, sob pena de perda de credibilidade por parte de Deus. (Ez 18.20)

Todo mau uso da liberdade impõe uma consequência. Para que a criação não desaparecesse o Deus Filho se esvaziou.

Quando, ao romper com Deus, não fomos aniquilados, nos tornamos malvados, porque ao dizer não a Deus, dissemos não a tudo o que Deus disse de nós: que seríamos sua imagem e semelhança. O mal que, antes, só podia ser pensado como tese, agora tinha manifestação histórica.

Se a maldade, porém, se tornasse o tom determinante de nossa história, nossa sobrevivência estaria ameaçada da mesma forma, há um limite para a expansão do mal (Gn 6.5-7; 15.16).

Deus, então, por graça, empresta as suas qualidades a nós, o que garante sobrevida com qualidade mínima, para que possamos sobreviver na nova história, enquanto Deus faz o que tem de ser feito para salvar a nossa história e a nós, nela. (At 14.17)

E nos tornamos paradoxos (Rm 7), carregamos o bem e o mal em nós. E o paradoxo é estado de sofrimento.

Os opostos deveriam se aniquilar, mas, a graça divina não o permite.

O esvaziamento do Deus Filho, num primeiro momento, pela deflagração da graça, permitiu o desaceleramento do caos, estabelecendo o paradoxo em toda a criação. E o paradoxo é estado de sofrimento.

Deus, aliás, criou um mundo pronto para o paradoxo, onde convivem o bem e o mal, o dia e a noite, a vida e a morte. Um mundo cuja estabilidade está, portanto, na ação graciosa da Trindade. (Hb 1.3)

Deus criou um mundo temporário para o intervalo do sofrimento, que é, por definição, temporário.

Um mundo temporário, porque o mundo definitivo só tem bem, vida, luz e bem-aventurança. (Ap 21.1; 22.1-5)

Deus, de várias formas falou pelos pais e pelos profetas e, finalmente, pelo Filho, ensinando-nos a conviver nesse e com esse intervalo, de modo a torná-lo menos insuportável. A chave é o amor como moto de tudo e para todos os atos.
 
A graça, com que Deus socorre a todas as criaturas, desacelera a volta para o caos, para onde tudo teria de ir imediatamente após a ruptura humana. O aniquilamento dá lugar ao sofrimento, resultado da ação restauradora dessa graça, que estabelece o paradoxo pela infusão de vida num ambiente que deveria ser só morte, se a morte pudesse ser, e que, também, torna possível passar por esse intervalo: o sofrimento.

O esvaziamento do Deus Filho, que, num primeiro momento, permitiu o desaceleramento do caos, tornou o caos uma impossibilidade.

Na ressurreição, o Filho do Homem teve comprovada a eficácia do esvaziamento do Deus Filho. A ressurreição é a comprovação da vitória sobre o aniquilamento e o caos. (1 Co 15.54,55)

Na ascensão o Filho de Deus retomou (o que nunca perdera na essência) sua condição de Deus Filho. (Jo 17.4,5)

Tudo estava consumado e o fim da história é a Vida!

É nessa certeza que atravessamos o intervalo, que é estado inevitável de sofrimento; inevitável, mas, administrável, e que pode ter a intensidade diminuída pelo amor.

Portanto, amar é nosso desafio e missão.

Autor: Pr. Ariovaldo Ramos

Por Lidiomar

Graça e Paz





Reflexões Evangélicas

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