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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

JESUS: A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE

Saber quem é Jesus Cristo é algo tão importante quanto o que Ele fez. Muitos acreditam que Ele esteve na Terra, fez muitos milagres e muitas outras coisas. A dificuldade para alguns é: quem é Cristo? Que tipo de pessoa Ele é?

A Bíblia afirma que ela é a autoridade final na determinação de questões doutrinárias (2 Timóteo 3.16-17). A Palavra de Deus não permite novos ensinamentos que possam alterar seu conteúdo ou fazer-lhe acréscimos.

O apóstolo Paulo disse: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos anunciamos, seja anátema” (Gálatas 1.8). Ao considerar a divindade de Cristo, a questão não reside em “se é fácil crer nessa divindade, ou mesmo compreendê-la”, mas se ela é ensinada na Palavra de Deus. A Bíblia ensina que Deus não pode ser compreendido pela mente humana (Jó 11.7; 42.2-6; Salmos 145.3; Isaías 40.13; 55.8-9; Romanos 11.33).

Sendo assim, devemos permitir que Deus dê a última palavra a respeito de si mesmo, quer possamos ou não compreendê-la inteiramente. A Bíblia ensina que Jesus é Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1.1-3; 20.28; Tito 2.13; 1 João 5.20). Jesus Cristo conferiu para si os nomes e títulos dados a Deus no Antigo Testamento e também permitiu que outros assim o chamassem.

Quando Jesus reivindicou esses títulos divinos, os principais dos judeus ficaram tão irados que tentaram matá-lo por blasfêmia. Ele reivindicou para si o nome mais respeitado pelos judeus, tido como tão sagrado que eles nem o pronunciavam: YHWH.

Deus revelou pela primeira vez o significado desse nome ao seu servo, depois de haver-lhe perguntado por qual nome deveria chamá-lo: “Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós” (Êxodo 3.14). “EU SOU” não é a tradução de YHWH.  Todavia, trata-se de um derivado do verbo “ser”, do qual também deriva o nome divino YAHWEH (YHWH) em Êxodo 3.14.

Portanto, o título “EU SOU O QUE SOU” indicado por Deus a Moisés é a expressão mais plena de seu ser eterno, abreviado no versículo 15 para o nome divino YHWH. A Septuaginta traduziu o primeiro uso da expressão “EU SOU” em Êxodo 3.14 por ego eimi no grego.

Em várias ocasiões Jesus empregou o termo ego eimi referindo-se a si mesmo, na forma unicamente usada para Deus. Um exemplo claro está em João 8.57-58: “Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU [ego eimi]. Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo” (João 8.57-59).

Jesus atribuiu esse título a si mesmo também em outras ocasiões. Neste mesmo capítulo Ele declarou: “Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque se não credes que EU SOU [ego eimi], morrereis nos vossos pecados” (João 8.24). Disse ainda: “Quando levantardes o Filho do Homem, então sabereis que EU SOU [ego eimi] e que nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou” (João 8.28).

Quando os guardas do templo, juntamente com os soldados romanos, foram prendê-lo na noite anterior à crucificação, Jesus perguntou-lhes: “A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus de Nazaré. Disse-lhes Jesus: Sou eu [ego eimi]. Quando Jesus lhes disse: Sou eu [ego eimi], recuaram e caíram por terra” (João 18.4-6).

Não resta dúvida quanto a quem os líderes judaicos pensavam que Jesus estava proclamando ser. Fica, portanto, bem claro que, na mente daqueles que ouviram essa afirmação, não havia qualquer dúvida de que Jesus tivesse dito perante eles que Ele era Deus. Essas afirmações foram consideradas blasfêmias pelos líderes religiosos, e resultaram em sua crucificação “porque se fez filho de Deus” (João 19.7).

Diante do exposto, o estudo da pessoa de Cristo se reveste de congruência por causa da relação vital que Ele sustém com o cristianismo. Concluímos que durante esta vida podemos e devemos conhecer Deus até o ponto necessário para a salvação, confraternização, serviço e maturidade, mas na glória do céu passaremos a conhecê-lo mais plenamente…

Assim, pois, de forma bem real, o estudo da vida de Jesus Cristo e sua importância é, ao mesmo tempo, uma sondagem na significação da nossa existência e uma previsão de nosso destino. Por certo todos nós deveríamos nos interessar nessa inquirição.

Extraído do Módulo 1 de Teologia da Editora Betesda

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Quem é D E U S ?

O homem está sempre buscando explicações que provem a existência de Deus, porém não há provas que satisfaçam o incrédulo.

A Bíblia não se preocupa em apresentar “provas” da existência de Deus. Ela simplesmente reconhece a Sua existência, principalmente como “Deus Criador”. Gênesis 1.1 – “No principio criou Deus os céus e a terra”.

Qualquer definição humana para Deus é sempre limitada, pois Ele é infinito e nós todos, finitos.

A origem do nome de Deus ocorreu quando, Deus se apresentou a Moisés, no deserto de Midiã, Ele disse de si mesmo: “Eu sou o que sou” – (Êxodo 3.13 a 15). Isto significa que a Fé Bíblica afirma que Deus existe por si só, Único, Perfeito, Infinito, Imutável e Eterno, Todo poderoso Onisciente e Onipresente. Ele é origem, sustento e fim de todas as coisas.

A Bíblia afirma que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, ao mesmo tempo. Por isso damos o nome de “Trindade”. Apesar desta expressão não estar nas Escrituras, a verdade da Trindade está nela contida, claramente.

A TRINDADE em Mateus 3.16 e 17 que diz: “E sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. Eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. Aparecem aqui as três pessoas da divindade. 1.Jesus = Homem ; 2. Espírito Santo = Pomba; 3. Deus Pai = Voz

Mateus 28.19 – “Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

Como Paulo abençoava as Igrejas no passado? “A graça do Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos” (II Coríntios 13.13)

Leia, ainda, Gênesis 1.1 a 3 com João (Evangelho) 1.1 a 3 e verifique que Deus é o Criador, Jesus Cristo–A Palavra, participava da obra da criação; e o Espírito Santo se movia por cima das águas (Gênesis.1.2)

Podemos ilustrar a Trindade, de forma bem simples usando a figura do homem: corpo, alma e espírito, ou mesmo a água que é encontrada no estado sólido, líquido e gasoso.

A doutrina da criação é baseada na fé e não nas conclusões da razão humana, ou nas provas científicas. A Doutrina não é contra a razão, nem contra a ciência; todavia, em Apocalipse 4.11 lemos: “Digno é o Senhor, de receber glória, e honra, e poder, porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas”.

A fé cristã tem afirmado quatro verdades sobre Deus criador:

1)- Que Deus criou o universo do nada: “Pela Fé entendemos que o universo foi formado pela Palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.”(Hebreus 11.3)

2)- Que Deus criou o universo em 6 dias:
“E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã: o dia sexto”(Gênesis 1.31).:

3)- Que Deus criou o universo para a sua própria glória: “ Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis”(Romanos 1.20).

4)- Que Deus criou o universo, “Tudo muito bom”: “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã: o dia sexto”(Gênesis 1.31), outros textos Gênesis 1.10,12,18,21,25.


Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.