Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador Faraó. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Faraó. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de agosto de 2014

Somos administradores de Deus

O sonho de Faraó foi dúplice, porque a coisa é estabelecida por Deus, e Deus se apressa a fazê-la.


Agora, pois, escolha Faraó um homem ajuizado e sábio e o ponha sobre a terra do Egito. Faça isso Faraó, e ponha administradores sobre a terra, e tome a quinta parte dos frutos da terra do Egito nos sete anos de fartura. Ajuntem os administradores toda a colheita dos bons anos que virão, recolham cereal debaixo do poder de Faraó, para mantimento nas cidades, e o guardem. Assim, o mantimento será para abastecer a terra nos sete anos da fome que haverá no Egito; para que a terra não pereça de fome.

O conselho foi agradável a Faraó e a todos os seus oficiais. Disse Faraó aos seus oficiais: Acharíamos, porventura, homem como este, em quem há o Espírito de Deus? Depois, disse Faraó a José: Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu. Administrarás a minha casa, e à tua palavra obedecerá todo o meu povo; somente no trono eu serei maior do que tu. Disse mais Faraó a José: Vês que te faço autoridade sobre toda a terra do Egito. Genesis 41:32-41

Administrar significa: Governar, dirigir, gerenciar, comandar… No latim administrar significa: Dar direção. Se prestarmos atenção no texto acima, vamos ver que José, não só interpretou o sonho de Faraó, mais também lhe deu uma tremenda direção. Ele mostrou para Faraó o que ele tinha que fazer.

O que chama muito atenção, é que Faraó e seus oficiais, eram pessoas instruídas em toda a ciência do Egito. Eles pertenciam à civilização mais adiantada do tempo. Mais ninguém foi capaz de mostrar um plano tão perfeito de organização, de planejamento, de execução e de controle.

Hoje em dia, para uma pessoa administrar uma boa empresa, ela precisa ter uma boa faculdade, alguns cursos de especialização, MBA, uma pós-graduação, falar outros idiomas e outros…

Para Deus, um bom administrador é aquele aprende a superar os desafios, as dificuldades que se apresentam em nossa vida. José aprendeu a fazer isto, ele superou vários desafios, dentre eles:

1º José aprendeu a superar a dor
José foi vendido pelos seus irmãos, em nenhum momento ele se sentiu inferior a ninguém, e muito menos sentia pena de si mesmo. Ele não ficava se lamentando pelo fato de ter sido traído e desprezado por seus irmãos, ele simplesmente ignorou o que seus irmãos fizeram e seguiu enfrente. Ele não ficou remoendo o que lhe havia acontecido, ele simplesmente ignorou a dor.

2º José aprendeu a superar o desânimo.
Naquele tempo, ninguém comprava um escravo que não tivesse uma boa aparência. José se manteve atraente e com uma boa aparência. Ele não ficou andando amargurado e carrancudo. A dor que ele passou não transcendeu para o seu corpo.

3º José aprendeu a superar a injustiça.
Na casa de Potifar, a sua mulher, tentou seduzir a José, mais ele não se deixou levar. E isto fez com que esta mulher inventasse uma grande mentira acerca de José, e esta mentira o levou para a prisão. Sendo que na prisão, José continuou exercendo a sua função de administrador, ele não parou de trabalhar!

Quantos de nós, por muito menos, largamos ministérios, igrejas e até mesmo a família, quando algumas injustiças nos sobrevêm!

Jesus foi uma pessoa que antes de ser crucificado passou por muitas dores, foi injustiçado, contudo ele não desanimou, continuou caminhando pela via dolorosa, até local onde ele seria crucificado e depois glorificado.

Autor: Eloysio Barreto
Por Litrazini

Graça e Paz



domingo, 16 de setembro de 2012

Quem, eu?


Quem fez a boca do homem? ou quem faz o mudo ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca, e te ensinarei o que hás de falar. Êxodo 4:11,12

Sempre que você imaginar o que Deus poderia estar pen­sando quando chamou alguém como você para uma aven­tura tão extraordinária de fé, lembre-se de um pastor idoso, mal-humorado e com um registro de trabalhos malfeitos. Seu nome era Moisés. Um dos maiores líderes do Antigo Testa­mento foi também um dos mais relutantes.

Sua história começou nos cafundós de Midiã, uma região desolada do leste da península do Sinai. Depois de um começo promissor como filho adotado na corte de Faraó, as coisas começaram a degringolar rapidamente.

Um dia observou um capataz egípcio batendo em um israelita. Enraivecido e pensando que ninguém o via, Moisés matou o egípcio e o enterrou na areia. No dia seguinte, quan­do tentou separar dois israelitas que brigavam, um deles dis­se: "Quem o nomeou líder e juiz sobre nós? Quer matar-me como matou o egípcio?" (Êx 2:14, NVI)

Sentindo-se rejeitado pelo próprio povo e denunciado como assassino, Moisés foge. Durante quarenta anos fica es­condido no deserto pastoreando ovelhas, um homem que fugia do fracasso e da vergonha.

Mas Deus ainda tinha planos para Moisés. Um dia lhe fala de uma sarça ardente, e o que apresenta é uma proposta: "Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó", diz Deus, "para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egi­to" (Êx 3:10).

Diante das circunstâncias e de seu passado, a reação de Moisés é compreensível. "Quem sou eu?", ele pergunta. Qua­se podemos ver sua boca se escancarando. O futuro divino extraordinário para ele lançou-o em uma crise de identidade total.

Você reconhece esse tipo de reflexo? Deus planta uma se­mente em seu espírito — um plano fora do comum, estimu­lante, para alargar seu território em nome dele. Mas você vê algumas coisas que Deus deve ter esquecido.

Você vê, por exem­plo, o que os "outros" que foram bem-sucedidos parecem ter e você não tem. Você vê o que seria necessário para o sacrifí­cio pessoal. Você vê sua própria existência triste, passado ques­tionável, personalidade difícil e habilidades enferrujadas...

Por que os planos extraordinários de Deus para você não o lançariam em uma crise de identidade?

Se você examinar a narrativa da conversa entre Moisés e Deus (Êxodo 3-4), verá Moisés apresentando uma objeção após outra para o destino que Deus tem em mente para ele:

• Quem sou eu para ir?
• Quem sou eu para liderar?
• Quem direi que me enviou?
• E se não acreditarem em mim?

Depois de dizer a Deus que sua falta de qualificação prin­cipal é que ele não é um bom orador, Moisés finaliza sua defesa com um pedido desesperado: "Ó Senhor, por favor, mande outra pessoa para fazer isso!"

Mas Deus insiste. E prevalece.

Espero que você não ignore este impasse do deserto, como se fosse uma dramatização na Escola Dominical, apresenta­da com sandálias de plástico, barbas de algodão e ovelhas de papelão. Esta é uma crise de identidade, e é o momento de definição na vida de Moisés. Veja, todas as suas perguntas e preocupações são boas. E todos os seus sentimentos de falta de adequação são reais. Mas, depois que Moisés diz sim, Deus usa esse pastor tímido e relutante para realizar um dos feitos de liderança mais espantosos da história.

Se você ainda não chegou a esse ponto decisivo, vai che­gar um dia. Como posso saber? Porque para realizar a mila­grosa obra do reino por seu intermédio, Deus vai ter de chamá-lo, apesar da verdade a seu respeito, e lhe mostrar que o que realmente importa é a verdade a respeito dele. Ele vai lhe dizer, como disse a Moisés: "Eu sou Deus". "Eu o estou enviando." "Meu poder e minha presença vão acompanhá-lo." "Eu nunca o abandonarei."

Esse será o início de sua nova identidade — um herói im­provável cujo Deus é forte, amoroso, confiável e presente o bastante para realizar qualquer coisa para a qual ele o chama a fazer.

Caso um dia fique imaginando o que Deus poderia estar pensando quando chama alguém como você, leia o eloquente discurso de despedida do pastor (todo o livro de Deuteronômio). Encontrará um homem tão transformado por toda uma vida observando o que Deus pode fazer que não passa um minuto falando do que ele pode ou não pode fazer.

Extraído do Devocional A Oração de Jabez de Bruce Wilkinson e David Kopp

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.