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terça-feira, 22 de julho de 2025

FELIZES E VITORIOSOS

Nosso sucesso ou fracasso na vida cristã depende da quantidade de conhecimento bíblico que armazenamos em nossa mente, com regularidade, e de nossa obediência às suas verdades.

É certo que uma pessoa pode ir para o céu sabendo pouco mais que João 3:16, ou Romanos 10:9, 10, pois esse maravilhoso dom de Deus, que é a salvação, é tão gratuito, que tudo que precisamos fazer é recebê-lo pela fé

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome; (Jo 1:12).

Mas se desejarmos ser cristãos felizes e vitoriosos, teremos que nos alimentar regularmente da Palavra de Deus, e isso requer aplicação de nossa parte.

Quanto mais nos dedicarmos a isso, tanto mais rápido e melhor cresceremos na vida espiritual.

E descobriremos depois que vale muito a pena o preço que temos que pagar.

Jesus enunciou a fórmula do sucesso pessoal, quando afirmou:

"Ora, se sabeis estas cousas, bem-aventurados sois se as praticardes" (Jo 13:17).

A felicidade, portanto, resulta de se conhecer a vontade de Deus revelada na Bíblia, e obedecê-la.

O problema de muitos é que não se aplicam ao estudo dos princípios bíblicos, e por isso não sabem o que Deus espera deles.

Não é de se admirar que não recebam todas as bênçãos da vida cristã.

Extraído do Livro COMO ESTUDAR A BÍBLIA SOZINHO de autoria de Tim LaHaye

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

ABENÇOADOS E FELIZES

Abraão decidiu obedecer sem saber exatamente para onde ia, só sabia que era "para uma terra que Deus ainda iria lhe mostrar" (Gn 12.4)

Ele obedeceu sem questionar, sem reclamar nada, sem murmurar, apenas obedeceu a Deus.

A sua vida, aos 75 anos de idade, deu uma grande virada.

O mesmo Deus que chamou Abraão para ser feliz, é o mesmo que nos chama hoje por meio de Jesus Cristo, para sermos abençoados e felizes.

Obedeça. Entregue a sua vida a Jesus e seja feliz e abençoado!

Atualmente Ur é uma estação de estrada de ferro, 180 km ao norte de Baçorá, próximo ao Golfo Pérsico, no Iraque, uma região desértica.  

Foi daquele lugar de pobreza e idolatria que Deus tirou Abrão para fazer dele um grande líder (Gn 12.4,5)

Mas para isso, Abrão precisou crer em Deus, precisou largar todo e qualquer envolvimento com o paganismo e idolatria e obedecer exclusivamente a Deus.

Não sabemos o que você precisa largar, abandonar para poder obedecer, servir e seguir a Deus, mas sabemos que vale a pena crer em Deus.

Ele conduziu a sua vida adorando a Deus, servindo a Deus com toda a sua fidelidade. (Gn 12.7-9)

Podemos afirmar que Abraão gostava de adorar a Deus, de invocar o nome do Senhor e isso o fez uma pessoa feliz, próspera e grandemente abençoada por Deus.

Se queremos ter uma vida feliz, alegre, próspera e abençoada por Deus, devemos aprender a adorar a Deus e a glorificá-lo em tudo o que fizermos, entregando a Ele, a Jesus, a nossa vida, os nossos sonhos e Ele nos fará felizes e abençoados.

Abraão tem até hoje um nome honrado e respeitado.

A Bíblia nos diz que se somos de Cristo, somos descendentes de Abraão e herdeiros das promessas de Deus (Gl 3:29).

Transcrito por Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 14 de julho de 2020

FELIZES SÃO OS HUMILDES DE ESPÍRITO


Jesus começa sua exposição no monte dizendo: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.” (Mt 5.2) A humildade ou “pobreza de espírito” como é traduzida em outras versões da Bíblia, não se refere à pobreza material

Ser humilde de espírito é se colocar na total e exclusiva dependência de Deus. Precisamos deixar de lado a autoconfiança e dependemos mais de Deus. Quando esse ensinamento é praticado, a jactância em nosso ego cede lugar à gratidão eterna a Deus, fazendo-nos verdadeiros discípulos do Senhor Jesus Cristo. Pois, um cidadão do reino dos céus é reconhecido por ter essa virtude.

Hernandes Dias Lopes: “Normalmente, quem tenta vender uma imagem de modéstia e humildade, esconde atrás dessa máscara uma personalidade altiva, soberba e valiosa.” Portanto, a humildade consiste na negação da autopromoção e no reconhecimento autônomo de outrem. 

Outra importante lição que podemos retirar deste preceito divino: presente à humildade – ausente à soberba. Os humildes de espírito além de viver uma vida ausente de soberba, sentem repulsa deste sentimento sorrateiro. Nada mais repulsivo do que o comportamento de uma pessoa soberba e jactanciosa.

O sábio Salomão já exteriorizava seu pensamento sobre os soberbos: “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda. A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.” (Pv 16.18, 29.23) Devemos fazer diferente: humilhar-nos sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em seu tempo oportuno nos exalte. (1 Pe 5.6)

Mas como observar esta beatitude? A única maneira de alguém tornar-se “humilde de espírito” é voltando os olhos para Deus. Que Deus seja o centro em nossa busca de sermos “humildes de espírito”. Jean-Jacques Rousseau estava enganado quando disse que o homem é essencialmente bom. O ensinamento bíblico é que o homem é essencialmente mal, e suas faculdades todas foram afetadas pelo pecado. Por isso, o homem precisa de Deus para se tornar um ser melhor através de uma mudança em seu interior.

Portanto, encontramos a verdadeira felicidade nos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. E somos verdadeiros “humildes de espírito“ quando deixamos de lado a nossa rebeldia e colocamos  em prática os seus preceitos.

Moisés Soares

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 20 de junho de 2017

FELIZES SÃO OS HUMILDES DE ESPÍRITO

Jesus começa sua exposição no monte dizendo: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus 5.2) A humildade ou “pobreza de espírito” como é traduzida em outras versões da Bíblia, não se refere à pobreza material

R.N. Champlin um dos maiores interpretes do Novo Testamento faz uma importante observação: Ainda que Jesus deva ter proferido essas palavras a pessoas reais e literalmente pobres, espezinhados sob a autoridade de Roma e desprezados pelos próprios líderes religiosos, entretanto, a sua ligação é de natureza essencialmente espiritual.[1]

Martyn Lloyd-Jones um dos maiores expositores bíblicos do século XX reforça nossa interpretação: Um homem pobre não está mais próximo do reino dos céus do que um homem rico, se é que estamos falando deles como homens naturais. Não há mérito nem vantagem na pobreza. A pobreza não serve de garantia da espiritualidade. Assim sendo, é patente que essa passagem não pode estar ensinando tal conceito.[2]

Então quem são os “humildes de espírito”? Eles são os que reconhecem de coração ser “pobres” no sentido de não poderem realizar nenhum bem sem a assistência divina e que não têm nenhum poder em si mesmos que os ajude a fazer o que Deus requer deles. O reino dos céus a estes pertence, pois deste reino os orgulhosos por sua autossuficiência são inevitavelmente excluídos. [3]

Ser humilde de espírito é se colocar na total e exclusiva dependência de Deus. Precisamos deixar de lado a autoconfiança e dependemos mais de Deus. Quando esse ensinamento é praticado, a jactância em nosso ego cede lugar à gratidão eterna a Deus, fazendo-nos verdadeiros discípulos do Senhor Jesus Cristo. Pois, um cidadão do reino dos céus é reconhecido por ter essa virtude.

Martyn Lloyd-Jones conta que em certa oportunidade foi convidado a ministrar em uma cidadezinha do interior, e ao chegar à estação de trem um diácono estava a sua espera. Após quase que arrancar as malas de sua mão disse: – sou um diácono da igreja, não sou nada, sirvo apenas para carregar bagagens.  Lloyd-Jones diz que ele disse essas palavras com o intuito de deixar bem claro que o mesmo era um cristão humilde. Quando uma pessoa põe em pratica o preceito da humildade de espírito não faz alarde para que seus pares vejam essa virtude em si. Entretanto, é percebida através de um testemunho alheio sem a influência da autopromoção daquele suposto “humilde de espírito”. 
    
Nesse sentido, observa Hernandes Dias Lopes: “Normalmente, quem tenta vender uma imagem de modéstia e humildade, esconde atrás dessa máscara uma personalidade altiva, soberba e valiosa.” [4] Portanto, a humildade consiste na negação da autopromoção e no reconhecimento autônomo de outrem. 

Outra importante lição que podemos retirar deste preceito divino: presente à humildade – ausente à soberba. Os humildes de espírito além de viver uma vida ausente de soberba, sentem repulsa deste sentimento sorrateiro. Nada mais repulsivo do que o comportamento de uma pessoa soberba e jactanciosa.

O sábio Salomão já exteriorizava seu pensamento sobre os soberbos: “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda. A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.” (Provérbios 16.18, 29.23) Devemos fazer diferente: humilhar-nos sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em seu tempo oportuno nos exalte. (1 Pedro 5.6)

Mas como observar esta beatitude? A única maneira de alguém tornar-se “humilde de espírito” é voltando os olhos para Deus.[5] Que Deus seja o centro em nossa busca de sermos “humildes de espírito”. Jean-Jacques Rousseau estava enganado quando disse que o homem é essencialmente bom. O ensinamento bíblico é que o homem é essencialmente mal, e suas faculdades todas foram afetadas pelo pecado. Por isso, o homem precisa de Deus para se tornar um ser melhor através de uma mudança em seu interior.

Portanto, encontramos a verdadeira felicidade nos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. E somos verdadeiros “humildes de espírito“ quando deixamos de lado a nossa rebeldia e colocamos  em prática os seus preceitos.

1 CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.  Volume 1. Editora Hagnos. São Paulo, SP 2014: p. 301.
2  LLOYD-JONES, Martyn, Estudos no Sermão do Monte. Editora Fiel. São José dos Campos, SP 2013: p. 38
3 TASKER, R.V.G, Mateus Introdução e Comentário. Editora Vida Nova. São Paulo, SP 1999: p. 49.
4 LOPES, Hernandes Dias, Removendo Máscaras. Editora Hagnos. São Paulo, SP 2004: p. 53.
5 LLOYD-JONES, Martyn, Estudos no Sermão do Monte. Editora Fiel. São José dos Campos, SP 2013: p. 46.

Moisés Soares

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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