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segunda-feira, 3 de abril de 2023

DO LEGALISMO À TRANSFORMAÇÃO

“Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos” (Oseias. 6.6)

Já no antigo testamento Deus já desejava que os princípios de sua Lei, de seu Reino, estivesse nos corações dos homens.

Por isso ele determinou a Lei, para que os corações estivessem familiarizados com os princípios.

Mas infelizmente, como naqueles tempos, ainda muitos têm vivido sobre o julgo do legalismo.

A Bíblia nos orienta que devemos buscar uma profunda transformação de nosso ser

E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. (Ef 4:24)

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rm 12:2).

Cristo não nos quer condicionados a regras que observamos inconscientemente, mas nos quer transformados, vivendo sobre Seus princípios, não sob regras.

E com o nosso ser transformado, não somos “obrigados” a fazer algo, mas sentimos o desejo de fazê-lo por princípio, por amor.

Isso deve ser espontâneo, nunca forçado.

Se verdadeiramente buscarmos o Reino de Deus e o que Ele representa, vivermos em comunhão com o Espírito Santo e humildemente aceitarmos Seu direcionamento.

Estaremos obedecendo e vivendo por princípios, não por regras.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 11 de maio de 2019

LEGALISMO, UM CALDO MORTÍFERO


"Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus"

Malcon Smith definiu legalismo como um caldo mortífero. Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência, mais importância à tradição do que a verdade, valoriza mais os ritos religiosos do que o amor.

O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente.

O legalista é aquele que rotula como infiéis e hereges todos aqueles que discordam da sua posição.

O legalista é impiedoso. Ele julga maldosamente com seu coração e fere implacavelmente com sua língua e espalha contenda entre os irmãos.

As maiores batalhas, que Jesus travou foram com os fariseus legalistas. Eles acusavam Jesus de quebrar a lei e insurgir-se contra Moisés. Vigiaram os passos do Mestre, censuravam-no em seus corações e desandaram a boca para assacar contra o Filho de Deus as mais pesadas e levianas acusações. Acusaram-no de amigo dos pecadores, glutão, beberrão e até mesmo de endemoniado.

Na mente doentia deles, Jesus quebrava a lei ao curar num dia de sábado, mas não se viam como transgressores da lei quando tramavam a morte de Jesus com requinte de crueldade nesse mesmo dia. 

O legalismo não morreu. Ele ainda está vivo e presente na igreja. Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus.
Há muitas igrejas enfraquecidas e sem entusiasmo sob o jugo pesado do legalismo. Há muitos cultos sem vida e sem qualquer manifestação de alegria, enquanto a Escritura diz que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente.

J. I. Packer em seu livro Na Dinâmica do Espírito diz que não há nada mais solene do que um funeral. Há cultos que são solenes, mas não há neles nenhum sinal de vida.

PRECISAMOS NOS ACAUTELAR CONTRA O LEGALISMO E ISSO, POR TRÊS RAZÕES:

1. PORQUE DÁ MAIS VALOR À APARÊNCIA DOQUE AO CORAÇÃO.
Os fariseus gostavam de tocar trombeta sobre sua santidade. Eles aplaudiam a si mesmos como os campeões da ortodoxia. Eles eram os separados, os espirituais, os guardiões da fé. Mas por trás da máscara de santidade escondiam um coração cheio de ódio e impureza. Eram sepulcros caiados, hipócritas.

2. PORQUE DÁ MAIS VALOR AOS RITOS DO QUE ÀS PESSOAS.
Os legalistas são impiedosos com as pessoas. Censuram, rotulam, acusam e condenam implacavelmente. Não são terapeutas da alma, mas flageladores da consciência. Colocam fardos e mais fardos sobre as pessoas.Atravessam mares para fazer um discípulo, apenas para torná-lo ainda mais escravo do seu tradicionalismo.

Os legalistas trouxeram uma mulher apanhada em flagrante adultério e lançaram-na aos pés de Jesus. Não estavam interessados na vida espiritual da mulher nem nos ensinos de Jesus. Queriam apenas servir-se da situação para incriminar Jesus.

Os legalistas ainda hoje não se importam com as pessoas, apenas com suas idéias cheias de preconceito.

3. PORQUE DÁ MAIS VALOR AO TRADICIONALISMO DO QUE À VERDADE.
Precisamos fazer uma distinção entre tradição e tradicionalismo.

A tradição é a fé viva daqueles que já morreram enquanto o tradicionalismo é a fé morta daqueles que ainda estão vivos. A tradição, fundamentada na verdade, passa de geração em geração e precisa ser preservada. Mas, o tradicionalismo, filho bastardo do legalismo, conspira contra a verdade e perturba a igreja.

Que Deus nos livre do legalismo. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

RELIGIOSIDADE, LEGALISMO!!


Que coisa linda! Maravilhosa!

Ao abrir a janela do meu quarto, enquanto fazia o meu devocional diário, fiquei deslumbrada; o Senhor me proporcionou um momento de êxtase completo, pois da janela do 16° andar, onde moro, pude contemplar uma festa maravilhosa de tesourinhas (pássaros) que iam e vinham, davam vôos rasantes, entrecortavam os céus, com uma dança perfeita com seus chilreios de alegria por todos os lados, suas asas azul marinho pareciam ainda mais brilhantes. Quanta alegria! 

Nessa atmosfera mágica de prazer e êxtase, ao olhar, abaixo, contemplando as mangueiras em flor, parecia-me ouvir os sons das flores se abrindo.

Um pouco mais adiante, pude vislumbrar a construção da Rodovia Ayrton Senna, o famoso chão preto sendo formado e destruindo o verde dos campos e arrancando árvores, algumas centenárias. 

Neste momento uma grande tristeza invadiu o meu ser, meus olhos se encheram de água e, em meio ás lágrimas eu comparava aquela cena mágica das tesourinhas com o avançar do progresso em um contraste difícil até de se imaginar.

Todavia, do nada, com uma rapidez incrível, surge um gavião perseguindo uma das tesourinhas e dispersando as demais. Umas se esconderam nas árvores, outras voaram para longe. O alarido dos pássaros acabou, restou somente o barulho do motor das máquinas. 

A festa acabou, o silêncio da natureza voltou, um ou outro latido de cão podia se ouvir ora aqui, ora mais longe, mas o barulho das máquinas continuaram fortes. O que era mágico e belo se transformou em mais um dia comum, frio, insensível, onde as pessoas se cruzam e nem aos menos se cumprimentam.

Continuo na mesma janela, em questão de minutos tudo mudou. Agora, a tristeza toma conta da minh’alma. 

Deus criou tudo tão perfeito e maravilhoso, mas o homem que nunca se contenta com nada esta conseguindo destruir a simplicidade, a beleza, a magia e o amor.

O Senhor me constrange a fazer uma comparação com a sua igreja, a igreja de Cristo. Outrora, no início, em Atos, tão cheia de Poder, de amor, de unção. Pessoas dispostas a qualquer sacrifício por amor do Evangelho. Pessoas comprometidas com Deus. Curas, transformações, libertações, pelo simples passar da sombra de um homem. Lenços ao tocar as pessoas provocavam milagres maravilhosos. 

Com o passar do tempo, os valores foram mudando, o caráter foi se corrompendo, o amor esfriando, a indiferença, tomando conta, a frieza sendo uma constante, o impuro tomando o lugar do puro, o profano substituindo o santo.

Hoje, temos mais um clube do que uma igreja, aonde as pessoas vão, se abraçam, se beijam, se cumprimentam no templo. Quanta espiritualidade! Quanta religiosidade! Terminou o culto, cada um vai para a sua casa. 

No dia seguinte, as mesmas pessoas se transformam, parecem camaleões, alguns, fazem de conta que nem nos conhecem. A religiosidade, a insensibilidade estão tão manifestas, e o pior vamos aderindo a ela, pois nos acovardamos e nos acostumamos a isso.

Pai cadê os valores? Cadê o amor? Cadê o companheirismo? Cadê aquele ombro de ontem na igreja. Cadê o irmão? Cadê os pássaros? Cadê a alegria, o farfalhar das asas.... 

Só o chão preto, o asfalto, o barulho das máquinas trabalhando, os passos apressados, o barulho dos carros indo e vindo, A indiferença.Até o gavião sumiu!

Pai cadê o Espírito Santo dentro de nós?

Será que este é o preço do progresso? Será que a chegada dele está nos destruindo, ou nós estamos nos tornando tão hipócritas a ponto de dizer que temos um único Senhor e Salvador Jesus Cristo, somente dentro dos templos de tijolos. A indiferença do progresso infelizmente está refletindo no coração do chamado Povo de Deus.

A insensibilidade das máquinas está refletindo em nossas personalidades.

Há! Senhor, m’alma chora, anseia, as lágrimas me impedem de continuar a escrever. Meu desejo é chorar, chorar... Tenho impressão que estou escorrendo pelo ralo.

Mas ainda bem que temos o Senhor, que podemos vir chorar e indagar aos teus pés. Ensina-nos a te buscar mais e a nos preocupar menos com nós mesmos. Restaura em nós ousadia para dizer não á religiosidade, retire de nós toda covardia, toda omissão. Faz-nos resgatar os seus valores.

Escrevi essa mensagem a alguns anos, infelizmente ela continua atual

Lidiomar T. Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Legalismo, um caldo mortífero

"Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus"

Malcon Smith definiu legalismo como um caldo mortífero. Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência, mais importância à tradição do que a verdade, valoriza mais os ritos religiosos do que o amor.

O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente.

O legalista é aquele que rotula como infiéis e hereges todos aqueles que discordam da sua posição.

O legalista é impiedoso. Ele julga maldosamente com seu coração e fere implacavelmente com sua língua e espalha contenda entre os irmãos.

As maiores batalhas, que Jesus travou foram com os fariseus legalistas. Eles acusavam Jesus de quebrar a lei e insurgir-se contra Moisés. Vigiaram os passos do Mestre, censuravam-no em seus corações e desandaram a boca para assacar contra o Filho de Deus as mais pesadas e levianas acusações. Acusaram-no de amigo dos pecadores, glutão, beberrão e até mesmo de endemoniado.

Na mente doentia deles, Jesus quebrava a lei ao curar num dia de sábado, mas não se viam como transgressores da lei quando tramavam a morte de Jesus com requinte de crueldade nesse mesmo dia.

O legalismo não morreu. Ele ainda está vivo e presente na igreja. Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus.

Há muitas igrejas enfraquecidas e sem entusiasmo sob o jugo pesado do legalismo. Há muitos cultos sem vida e sem qualquer manifestação de alegria, enquanto a Escritura diz que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente.

J. I. Packer em seu livro Na Dinâmica do Espírito diz que não há nada mais solene do que um funeral. Há cultos que são solenes, mas não há neles nenhum sinal de vida.

Precisamos nos acautelar contra o legalismo e isso, por três razões:

1. Porque dá mais valor à aparência doque ao coração.

Os fariseus gostavam de tocar trombeta sobre sua santidade. Eles aplaudiam a si mesmos como os campeões da ortodoxia. Eles eram os separados, os espirituais, os guardiões da fé. Mas por trás da máscara de santidade escondiam um coração cheio de ódio e impureza. Eram sepulcros caiados, hipócritas.

2. Porque dá mais valor aos ritos do que às pessoas.

Os legalistas são impiedosos com as pessoas. Censuram, rotulam, acusam e condenam implacavelmente. Não são terapeutas da alma, mas flageladores da consciência. Colocam fardos e mais fardos sobre as pessoas.Atravessam mares para fazer um discípulo, apenas para torná-lo ainda mais escravo do seu tradicionalismo.

Os legalistas trouxeram uma mulher apanhada em flagrante adultério e lançaram-na aos pés de Jesus. Não estavam interessados na vida espiritual da mulher nem nos ensinos de Jesus. Queriam apenas servir-se da situação para incriminar Jesus.

Os legalistas ainda hoje não se importam com as pessoas, apenas com suas idéias cheias de preconceito.

3. Porque dá mais valor ao tradicionalismo do que à verdade.

Precisamos fazer uma distinção entre tradição e tradicionalismo.

A tradição é a fé viva daqueles que já morreram enquanto o tradicionalismo é a fé morta daqueles que ainda estão vivos.

A tradição, fundamentada na verdade, passa de geração em geração e precisa ser preservada.

Mas, o tradicionalismo, filho bastardo do legalismo, conspira contra a verdade e perturba a igreja.

Que Deus nos livre do legalismo.

Foi para a liberdade que Cristo nos libertou!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.