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segunda-feira, 24 de novembro de 2025

PARECER COM DEUS

Quem se aproxima verdadeiramente de Deus sentirá um desejo irresistível de consertar a sua vida para se parecer mais com o Senhor.

A aproximação de Deus levará o indivíduo a entender a seriedade do pecado;

A compreender a necessidade de se tratar o pecador e não agasalhar o seu pecado;

A aceitar a existência de regras estabelecidas por Deus em Sua Palavra;

A buscar a reverência, temor e respeito para com Deus e Sua obra;

A demonstrar graça e misericórdia, sem se deixar confundir com harmonização com o pecado;

A cumprir com fidelidade a vontade Divina; a doar-se em benefício dos outros, e em prol do Reino de Deus.

Quem se aproxima de Deus irá entender o quanto somos falhos e o quanto precisamos buscar a santidade.

A santidade que nos faz parecer mais com Cristo, no meio de uma sociedade entregue ao pecado.

A santidade que nos faz desejar estar com Cristo.

A santidade que nos faz buscar o Reino de Deus e não este mundo.

A santidade que nos faz parecer cada vez menos com o estereótipo estabelecido por um mundo cego espiritualmente.

Estar separado do pecado é buscar ser santo em todos os aspectos.

Que sejamos servos que dão prazer ao Senhor, servos de fato e de verdade, e não apenas de aparência.

Que possamos conduzir o povo até Cristo, e depois disso instruí-los em como proceder.

Que busquemos a Deus para parecermos mais com Ele.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 17 de junho de 2024

PARTICIPAR DA SANTIDADE DE DEUS

Deus não pretende que nos isolemos deste mundo

“Eu lhes dei a tua palavra; e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como Eu não sou do mundo. Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno...” Jo.17.14-21.

Mas que fujamos dos seus pecados “Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” 1Tm.6:1.

Brilhemos como luzes num mundo de trevas

“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa”. Mt.5:14-16.

Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível.

Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado.

Deus nos disciplina para que possamos participar de sua santidade

“É para disciplina que suportais correção; Deus vos trata como a filhos. Pois que filho há a quem o pai não corrige?... para sermos participantes da sua santidade” Hb.12.7,10.

Quando se busca a Deus e a santificação, Ele opera maravilhas na nossa vida;

A santificação é parte fundamental do caráter de Cristo na vida dos cristãos.

“Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1Ts.4.3)

Tudo o mais é secundário para Deus.

Ele está mais interessando no nosso caráter antes da carreira, e nossa maturidade antes do ministério.

Deus está mais interessado na pureza da igreja do que no seu crescimento;

A pureza da igreja é um pré requisito essencial para que ela cresça

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 9 de junho de 2024

CONDIÇÃO DE VIDA

Antes de qualquer grande obra, os escolhidos do Senhor são chamados à santificação;

Ele exige que seus servos sejam santos (Rm 12.1), esta condição os valida a serem instrumentos nas Suas mãos.

Sabemos que quando somos usados, é o Espírito de Deus que nos capacita a fazermos a obra.

“Porque o Espírito Santo vos ensinará, naquela mesma hora, as cousas que deveis dizer.” Lc 12.12

O Espírito usa aqueles que estão limpos, e procuram viver em santidade diariamente. 

Bom frisar que a santidade não é um estado de vida, na verdade é uma condição!

Antes de toda grande obra é exigida a santidade:

“Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3.5).

Se for teu desejo ser um instrumento nas mãos do Senhor, deves iniciar pela consagração real de tua vida no altar.

A permanência no agir errôneo incapacita ao servo ser um vencedor na batalha contra as forças do mal.

Disse o Senhor a Josué: “...Há cousas condenadas no vosso meio, ó Israel: aos vossos inimigos não podereis resistir enquanto não eliminardes do vosso meio as cousas condenadas.” (Js 7.13).

É indispensável que a vida seja totalmente revista, analisada e tudo aquilo que representa condenação sejam retiradas.

Os canais abertos que podem ser usados pelo maligno devem ser extintos.

Se o teu desejo é servir a Deus, o primeiro passo e a santificação!

Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

DO PECADO PARA A SANTIDADE

Os filhos de Deus são santificados mediante a fé  

“...a fim de que recebam a remissão dos pecados e sorte entre os santificados pela fé em mim”. At.26.18.

Pela união com Cristo na sua morte e ressurreição

“Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor” Rm.6.11.

Pelo sangue de Cristo, Forma de santificação eterna, absoluta e posicional.

O pecador é transformado de impuro em adorador santo.

“Mas se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” 1Jo.1.7

Pela Palavra – Santificação externa e prática

Quando dão importância à Palavra arrependendo-se e crendo em Cristo, são purificados pela Palavra

“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” Jo.17.17.

Pelo poder regenerador e santificador do Espírito Santo no nosso coração, Santificação interna

“...Mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus” ICo.6.11.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

COMO AGRADAR A DEUS

“Não deis lugar ao diabo” (Ef 5:27); “Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.” (2 Co 2:11)

A santidade nas Escrituras é algo que é constantemente falado. 

A palavra “santo” e seus derivados, aparecem em 464 versículos. 

Portanto, é mais que evidente que o crente deve buscar a santidade cada vez mais em sua vida.

No entanto, precisa-se observar a motivação pelo qual deve-se buscar a santificação. 

Creio que a santificação, que é fruto do trabalhar do Espírito santo na vida do crente, tem como fim maior o agradar a Deus. (Lv 11:44; 19:2; Ef 1:4; Hb 12:14; 1 Ts 4:7) 

A santidade trás os benefícios de estar em paz com Deus e consigo mesmo. 

Quando as Escrituras escrevem exortando-nos a buscar a santidade, ela o faz pensando no sucesso do relacionamento entre o homem e um Deus santo e, também, pensando no nosso bem estar. 

Quando buscamos a santidade, o fazemos porque amamos o Senhor e não para que o diabo não tenha legalidade. 

Quando nossa conduta não está de acordo com os padrões de Deus para nós, nós temos que nos ver com Deus e não com o diabo. 

É por isso que somos exortados a buscar o arrependimento.

Pensemos no pecado de Davi com Bate-Seba (2 Sm 11). Davi adulterou e cometeu homicídio. 

Este pecado horrendo trouxe grandes males para Davi, sua família e seu povo. 

A vida de Davi ainda pertencia a Deus e Este o tratou conforme seu pecado (2 Sm 12: 10, 11, 15)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

AGRADAR O CORAÇÃO DE DEUS

Sabe o que me dá esperança?

É que estou falando de pequenas mudanças, não de santidade ou perfeição absoluta.

Sabe qual é o problema das igrejas?

Elas criam um patamar de santidade tão elevado que ninguém consegue atingir.

O Senhor não age assim. Ele tem paciência conosco e nos guia e ensina como um pai faz com o filho.

O nosso anseio deve ser aprender do Senhor e fazer o que agrada ao seu coração, e não sermos "gigantes" espirituais.

"Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim.

Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.

Espero, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre". (Sl 131.1-3)

Mudemos nas pequenas coisas. Então, Deus vai nos dar forças para modificarmos nossas atitudes até que a santidade divina opere maravilhosamente em nossa vida.

"Mas a vereda dos justos e como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." (Pv 4.18)

Pr. Silmar Coelho

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 13 de março de 2022

NOS PASSOS DE JESUS

Deus não pretende que nos isolemos deste mundo: “Eu lhes dei a tua palavra; e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. Eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade.

Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviarei ao mundo. E por eles eu me santifico, para que também eles sejam santificados na verdade. E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste”. Jo.17.14-21.

Mas que fujamos dos seus pecados “Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” 1Tm.6:1.

Brilhemos como luzes num mundo de trevas: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa”. Mt.5:14-16.

Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível. Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado.

É nossa responsabilidade seguir seus passos: "Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1Pe.2:21,22).

Lidiomar T Granatti / Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 11 de março de 2022

O PERFUME DE CRISTO

Uma igreja cheia do Espírito Santo tem compromisso com a Palavra de Deus – Atos 2.42
Eles tinham prazer de estudar a Palavra. Eles tornaram-se crentes firmes nas Escrituras. Eles perseveravam na doutrina dos apóstolos.

Uma igreja cheia do Espírito tem prazer na vida de oração – Atos 2. 42

Uma igreja cheia do Espírito ora com fervor e constância. É impossível ser uma pessoa cheia do Espírito e não ter vida de oração.

Uma igreja cheia do Espírito tem profunda comunhão – Atos 2.42,44,45,46

Uma igreja cheia do Espírito é um lugar onde os irmãos se amam profundamente.

Eles gostavam de estar juntos (v. 44). Eles partilhavam seus bens (v. 45). Eles gostavam de estar na igreja (v. 46) e também nos lares (v. 46b). Havia um só coração e uma só alma.

Uma igreja cheia do Espírito que adora a Deus com entusiasmo – Atos 2. 47

Uma igreja cheia do Espírito canta com fervor. Ela louva a Deus com entusiasmo. Ela louva a Deus de todo o coração e bane do seu meio toda murmuração.

Uma igreja cheia do Espírito teme a Deus e experimenta os seus milagres – Atos 2. 43

Uma igreja cheia do Espírito é formada por um povo cheio de reverência. Ela tem compreensão da santidade de Deus.

Ela se curva diante da majestade de Deus. Ela tem a agenda aberta para as soberanas intervenções de Deus. Ela crê nos milagres de Deus.

Uma igreja cheia do Espírito é uma igreja que tem a simpatia dos homens e a bênção do crescimento numérico por parte de Deus – Atos 2. 47

Essa igreja é simpática, amável. Ela é sal e luz. Ela é perfume de Cristo. Ela é carta de Cristo. Ela é boca de Deus e monumento da graça de Deus no mundo.

Essa igreja tem qualidade e também quantidade. Ela cresce para o alto e também para os lados. Ela tem vida e também números.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz
 

terça-feira, 26 de novembro de 2019

LASCÍVIA


“Porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus”: Rm.8.13,14.

A lascívia é a prática de atos sexuais sem a pureza e a santidade bíblicas Gn.2.24.

Original grego aselgeia = sensualidade, é a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência: 2Co.12.21

O relacionamento sexual não tem fins meramente reprodutivos, como querem alguns, e não deve ser mera fonte de prazer como muitos o consideram.

O relacionamento sexual tem vários objetivos que foram instituídos pelo próprio Deus. Este é um lado da moeda. O outro é a lascívia, a escravidão sexual, a degradação, o excesso, o mau uso da sexualidade.

Isto é, se por um lado temos uma total condenação e repressão da utilização de sexualidade humana, de outro, temos um excessivo e desregrado uso, que é igualmente destrutivo e fonte de angústias e sofrimentos.

Num relacionamento sexual, os pares devem se preocupar mais com o prazer que podem proporcionar do que o prazer que querem e podem obter.

A lascívia faz com que a pessoa se preocupe somente com o próprio prazer, e isto de uma forma excessiva, desregrada (sem regras, sem limites e sem medir as consequências).

Pessoas há que se relacionam com animais, com vários parceiros, com pessoas do mesmo sexo, usando objetos, assistindo filmes e vendo revistas pornográficas, tudo isto é lascívia.

A lascívia é uma água que não sacia, é uma água que dá mais sede, e cada vez que as pessoas se entregam à lascívia, mais são envolvidas por ela, mais são tragadas, são viciadas, controladas, dominadas, escravizadas. É uma escada que leva as pessoas cada vez mais para baixo.

A pessoa que é dominada pela lascívia é aquela que está sempre "em busca de novas emoções", porque o que tem logo perde o gosto e a graça. E nessa busca, deixa sua humanidade para se tornar menos e pior do que os animais.

Os filmes, as novelas, as propagandas estão cheios de elementos que acalentam a lascívia, que sempre começa com um "pequeno desvio" que descamba para longe da presença de Deus.

O mundo incentiva e alardeia o mau uso de nossa sexualidade, e, em alguns atos, dá a entender que seria uma forma de ser feliz. Mas são apenas umas flores que se colocam sobre as correntes que prendem as pessoas que se tornam escravas da lascívia.

A impureza é o começo da lascívia e o fim do caminho é a escuridão das trevas, a frustração, a angústia, a dor e o sofrimento. "Ainda que o mal lhe seja doce na boca, ainda que ele o esconda debaixo da sua língua, ainda que não o queira largar, antes o retenha na sua boca, contudo a sua comida se transforma nas suas entranhas; dentro dele se torna em fel de áspides”: Jó 20:12-14

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 14 de julho de 2019

SAL DA TERRA


“Vocês são o sal da terra… Vocês são a luz do mundo… Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” Mateus 5.13-16

Esse texto muitas vezes é citado como se fosse um mandato para a igreja se engajar em ativismo político – fazendo lobby, juntando eleitores, organizando protestos e mobilizando o movimento evangélico para a atividade política. Recentemente ouvi um líder evangélico bem conhecido dizer “precisamos fazer as nossas vozes ouvidas pela urna eleitoral, ou não seremos sal e luz como Jesus mandou”.

Essa visão é bem comum. Diga a frase “sal e luz”, e o evangélico típico vai começar a falar de política como se por instinto e/ou reflexo.

Mas olhe com atenção para a afirmação de Jesus dentro de seu contexto. Ele não estava organizando um boicote, protestou ou campanha política. Ele estava chamando seus discípulos para uma vida de santidade.

O discurso do sal e luz é o parágrafo decisivo da introdução de Jesus ao Sermão do Monte. Ele vem logo após as Bem-Aventuranças.  Jesus vinha propondo formalmente várias bênçãos para aspectos-chave de uma piedade autêntica.

O que é mais notável nas Bem-Aventuranças é que as qualidades que Jesus abençoa não são os mesmos atributos que o mundo normalmente considera dignos de louvor. O mundo glorifica o poder e o domínio, a força física, o status e a classe.

Por outro lado, Jesus abençoa a humildade, o pacifismo, a misericórdia, o choro, a pureza de coração e até mesmo a perseguição por causa da justiça. Coletivamente, essas qualidades estão no extremo oposto do poder político e partidário.
Em outras palavras, Jesus abençoou as pessoas que estavam dispostas a serem oprimidas e desprovidas por causa da justiça – pacificadores, não protestantes; pobres de espírito, não orgulhosos; pessoas que são perseguidas, não os ambiciosos e pomposos.

Isso é consistente com o ensinamento de Jesus por todo o Novo Testamento. Ele disse:
Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. Mateus 20.25-28

Note, mais ainda, que as afirmativas “Vocês são o sal da terra” e “Vocês são a luz do mundo” são afirmações de fatos, não imperativos. Ele não nos ordena que sejamos sal; Ele diz que somos sal e nos alerta contra a perda do sabor. Ele não nos ordena que sejamos luz; Ele diz que nós somos luz e nos proíbe de nos escondermos.

Jesus estava dizendo que uma sociedade corrupta e manchada pelo pecado é abençoada e influenciada para o bem pela presença da igreja quando os crentes são servos fiéis de seu Mestre.

 A chave para entender o que Jesus queria dizer é o verso 16: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”. A santidade pessoal, não o domínio político, é o que leva os homens a glorificarem nosso Pai que está no céu.

O sal tem muitas propriedades. Talvez a mais importante delas seja o de agir como conservante. A carne crua pode ser curada e preservada com o sal. Cristãos em meio ao mal e à sociedade decaída têm um efeito conservante e purificador semelhante. Deus disse a Abraão que preservaria Sodoma do julgamento se houvesse apenas dez justos lá – um pouco de sal – no meio deles.

O sal também é anti-séptico, e pode ser usado no tratamento de ferimentos. Água salgada é um bom remédio – apesar de dolorido – para bolhas e calos abertos. Pode ser que haja um pouco dessa ideia também, na metáfora de Jesus. 

A presença dos crentes no mundo aflige a consciência dos incrédulos porque é um doloroso lembrete de que Deus requer santidade e que o salário do pecado é a morte.

Mas o sal também dá sabor à comida, e causa sede – e eu acredito que essa é a principal idéia que Jesus tinha em mente quando usou essa metáfora, por ele fala do “sabor”. Lembre-se, Jesus havia acabado de abençoar aquele que “têm fome e sede de justiça” (v. 6), e essa figura sugere que a presença de pessoas genuinamente piedosas na sociedade terá um efeito natural de estimular o apetite por Deus e a sede de justiça.

A presença de pessoas genuinamente piedosas na sociedade terá um efeito natural de estimular o apetite por Deus

A luz, é claro, simultaneamente, afasta as trevas e ilumina o que estiver ao seu alcance. Quando deixamos corretamente nossa luz brilhar sobre os outros, eles vêem nossas boas obras e glorificam a Deus.

Então isso não tem a ver com poder político. Não tem a ver com organizar protestos contra a impiedade. Não é sobre como podemos fazer a sociedade mais justa através da legislação.

Tem a ver com nosso viver. Tem a ver com demonstrar os mesmos traços que Jesus abençoou nas Bem-Aventuranças. É assim que deixamos nossa luz brilhar, e é assim que salgamos uma sociedade outrora apodrecida e sem gosto.

Autor: Phil Johnson - Traduzido por Filipe Schulz – iPródigo / Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 15 de abril de 2019

SANTIDADE DO SEXO


Referência: I Corintios 7.3-5

INIMIGOS DA SANTIDADE DO SEXO
1. Traumas de infância = abuso sexual
2. Orientação distorcida = sexo é sujo ou é só para procriação
3. Sentimento de culpa = pecados do passado
4. Amargura = espinhos no colchão, fuga, Tv, não ir juntos para a cama
5. Distorções doentias = sexo anal, masoquismo, sadismo, fitas pornôs
6. Frigidez – ejaculação precoce – ausência de orgasmo – freqüência diferente
7. Não se preparar para o sexo = o jogo idílico – sexualidade – toque – palavras.

I. A SEXUALIDADE FORA DOS PADRÕES DE DEUS
1. Por ter se afastado de Deus o homem se corrompeu sexualmente. Há desvios, patologias, aberrações, taras.
2. Sodoma e Gomorra – Gn 19.5
3. Os cananitas se perverteram sexualmente – Culto a baal (prostitutas cultuais) – Oséias
4. A situação dos gregos
4.1. Os grandes personagens da história tinham amantes
4.1.1. Alexandre Magno = Tinha THAIS que depois casou-se com Ptolomeu e tornou-se mãe de reis.
4.1.2. Aristóteles = Tinha a sua HERPÍLIA
4.1.3. Platão = Tinha sua ARQUENESSA
4.1.4. Péricles = Tinha ASPÁSIA que escrevia seus discursos
4.1.5. Sólon = Quando Sólon legalizou a prostituição e abriu prostíbulos do Estado, os lucros eram usados para erigir TEMPLOS aos deuses.
5. A situação dos romanos – A frouxidão moral grega invadiu Roma
5.1. Sêneca = “As mulheres se casam para divorciar e se divorciam para casar. A inocência não é rara, é inexistente.”
5.2. A corte real era devassa como o povo
5.2.1. Messalina = a imperatriz, esposa de Cláudio servia toda noite em um prostíbulo (Juvenal).
5.2.2. Calígula = Vivia em incesto habitual com DRUSILA, sua irmã
5.2.3. Nero = Nem sequer poupou sua mãe AGRIPINA, a quem depois assassinou.
5.2.4. Gibbon = afirmou que dos 15 primeiros imperadores, Cláudio, o traído pela mulher, foi o único imperador não homossexual.
6. A reação do Cristianismo = Paulo enfrentou três dificuldades:
6.1. Não havia forte frente de opinião contra a imoralidade = A imoralidade sexual era vista como algo natural.
6.2. O prevalecimento das idéias gnósticas = o corpo (matéria) é mau e não importa o que você faz com ele. O gnosticismo defendia a imoralidade.
6.3. A prostituição era vinculada com a religião = Os cultos a baal; templo de Afrodite em Corinto; o deus Eros na Grécia – estatuetas indecorosas nos Souveniers.
7. O alerta de Paulo
7.1. Aos Romanos – Rm 1.24-28
7.2. Aos Gregos – I Ts 4.1-8
8. A nova moralidade sexual
8.1. A liberação sexual na década de 60
8.2. A Tv, cinema, teatro, literatura pornográfica
8.3. O sexo no namoro
8.4. Os vídeos – as aberrações sexuais no leito conjugal

II. A SANTIDADE DO SEXO VISTA PELA ÓTICA DE DEUS
1. O sexo foi criado pelo Deus Santo – Gn 1.27-28; I Co 12.18 = Tudo que Deus faz é santo. Deus criou as partes do corpo e não criou algumas boas e outras más. O sexo é ordenado antes do pecado. O fruto proibido não é o sexo.
2. O sexo é bom – Gn 1.31
3. O sexo é recomendado por Deus – Gn 2.22-25; 4.1
4. Jesus ratifica a santidade do sexo – Mt 19.5
5. O sexo no casamento é honroso – Hb 13.4 = A palavra grega é “KOITE”= coabitar – “O coito no casamento é honroso e sem mácula.”
6. O sexo no casamento é importante e traz felicidade – Dt 24.5 = um ano de lua de mel
7. O sexo no casamento é para prazer do casal – Pv 5.15-21; Ec 9.9
8. O sexo no casamento requer carícias – Gn 26.8; Ef. 5.29 (I Ts 2.7)
9. O sexo no casamento requer entrega – I Co 7.3-5

III. A SANTIDADE DO SEXO EXPRESSADO NA BELEZA DO AMOR CONJUGAL
1. O amor tem gosto – Ct 1.2 (Sl 104.15) = O amor conjugal deve ser um banquete de alegria e prazer. O amor é delicioso Ct 7.6
2. O amor conjugal precisa ser fiel
2.1. É como fortaleza inexpugnável – Ct 8.10
2.2. É como jardim/ fechado, fonte selada – Ct 4.12
2.3. O êxtase pleno vem da comunhão – Ct 4.9
3. O amor conjugal precisa ser santo
3.1. Precisa ser puro – Ct 5.2; Ef 5.26
3.2. Precisa ser exclusivo – Ct 6.9; 2.2,3; 5.9,10; Pv 31.29
3.3. Precisa existir pertencimento – entrega – mutualidade – Ct 6.3; 2.16

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

CONFORME-SE, É COMUM SER TENTADO

Cansado de prometer santidade e acabar oferecendo mais e mais erros? Cansado de garantir que não cometerá novamente os mesmos pecados e, de repente, fracassadamente, lá está você cometendo os mesmos deslizes?
Bem-vindo, somos todos pecadores associados do mesmo clube. Portanto, somos todos sujeitos a cair, cair, cair e cair. Mas também alvos de Cristo para levantar, levantar, levantar e levantar.

Em alguns momentos de nossa carreira cristã somos levados a fazer orações do tipo “Senhor, livra-me de pecar...”, “Senhor, faz eu esquecer tudo de errado que fiz para eu não ser tentado novamente...”, “Senhor, faça com que os desejos da minha carne sejam exterminados para que eu não sinta mais nada...”. Ah, são orações que até compreendemos, porém não se justificam.

E não se justificam por alguns motivos.
Primeiro porque somos pecadores, essa é nossa luta e batalha até que Ele venha.
Segundo porque apagar nosso passado seria o mesmo que apagar a nossa história, visite alguém que perdeu a memória e perceba o drama e o desespero envolvidos.
E terceiro porque todas as sensações que temos em nossa carne são bênçãos que Deus nos deu, se vividas dentro da vontade dEle, passam a fazer parte de todas as coisas que fazemos para glória do Seu nome.

Então devemos simplesmente nos conformar?
Evidente que não. Mas termos a dimensão exata do poder da tentação sobre nós pode nos ajudar a compreender que temos condições de vencê-la. A primeira carta de Paulo aos Coríntios no capítulo 10, versículo 13, nos dá um texto bastante claro: “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; Ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar.” Ou seja, Deus colocou um limite as tentações que sofremos: nossas próprias forças. Portanto mais vigília e menos desculpa.

Na Inglaterra, em 1876, foi aprovada uma lei que obrigava a todos os navios a terem uma marca pintada na lateral, ela indicava o seu limite de frete. Quando o navio baixava na água até aquela marca, ficava proibido que se embarcasse mais mercadorias. O uso desta marca tornou as viagens marítimas daqueles dias bem mais seguras.

Deus também colocou limites em nossa vida. Limites que nos dão segurança, paz, amor, esperança, fé. Se obedecermos, navegaremos, se não obedecermos, os riscos de naufrágio serão enormes e reais.

Não brinque, não se renda, não se jogue, não se afogue nas tentações. Respeite os limites que Deus estabeleceu para sua bênção e felicidade. Encare as ondas, navegue, descubra novas terras, não permita que tentações tornem você refém de ciladas que prendem, paralisam e impedem um navegar seguro e tranquilo. Enfim, por mais comum que possa parecer, Ele não permitirá nenhuma tentação acima das suas forças. Pode acreditar, Ele é fiel para cumprir o que prometeu.

Edmilson Ferreira Lemos

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 12 de junho de 2016

GRAÇA E PAZ!

Que vocês tenham, mais e mais, a graça e a paz de Deus! (1Pe 1.2b)

Mais e mais dinheiro, mais e mais fama, mais e mais poder – nada disso combina com o espírito do evangelho. Mais e mais consagração, mais e mais humildade, mais e mais amor a Deus, ao próximo e ao inimigo – estas coisas, sim, dizem respeito à prática cristã.

No primeiro caso, corre-se atrás de ter; no segundo, corre-se atrás de ser. Por causa da cultura de pecado, é muito mais comum o “mais e mais dinheiro” do que o “mais e mais dedicação a Deus”. Superar esse hábito deveria ser o alvo de todos os crentes.

O desejo de crescer na fé, no temor do Senhor, na santidade, no amor, na disponibilidade é virtude e não pecado.

Veja-se, por exemplo, a oração do autor do Salmo 71 – embora se declare idoso (v. 9), humildemente ele abre o coração diante de Deus: “Eu sempre porei a minha esperança em ti e te louvarei mais e mais” (v. 14).

A declaração de Jesus “eu vim para que tenham vida e a tenham em abundânciaou “com plenitude” (Jo 10.10) nos ensina que essa ambição não é frívola, mas santa.

O que Pedro deseja aos seus leitores logo no início é: “Que vocês tenham,mais e mais, a graça e paz em abundância!” ou “graça e paz multiplicadas”. Não é apenas Pedro que deseja essas duas preciosidades aos seus leitores.

Paulo faz o mesmo nas suas cartas, bem como os outros escritores do Novo Testamento. É provável que eles tenham aprendido essa saudação, que é ao mesmo tempo uma bênção, com o próprio Jesus Cristo.

Tanto na reunião da quarta-feira da Paixão (Jo 14.27) como na reunião do domingo da ressurreição, Jesus disse aos discípulos: “Que a paz seja com vocês” (Jo 20.21).

Graça e paz!  Duas bênçãos extraordinárias! E a ordem das palavras está correta – sem a graça, não poderia haver paz. Esta é consequência daquela.

Paulo explica que Deus “trouxe a paz por meio da morte de seu Filho na cruz” (Cl 1.20).

E a morte vicária de Jesus é a mais pura graça: “pela graça de Deus vocês são salvos” (Ef 2.5).

Graça e paz ontem, graça e paz hoje, graça e paz amanhã!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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