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quinta-feira, 11 de setembro de 2025

SUPERANDO O SENTIMENTO DE CULPA

Não é difícil pecar, decepcionar a Deus e a nós mesmos.

Difícil é conviver com a culpa que o pecado traz.

O sentimento de culpa é uma das forças mais poderosas que podem agir sobre nossas emoções.

E ele está, de alguma forma, presente em todas as enfermidades interiores.

Diante da culpa, alguns esquivam-se como Adão (Gn.3.11,12); endurecem-se como Caim (Gn. 4.8,9); fogem como Moisés (Ex 2.11-15); enlouquecem como Saul (1Sm. 16,14); consomem-se como Davi (Sl. 32.1-5); choram como Pedro (Mt. 26.75); suicidam-se com Judas (Mt. 27.3-5).

O primeiro passo para superar o sentimento de culpa é reconhecer o pecado.

A menos que amoleçamos o coração e assumamos nossas falhas, culpas e pecados, não poderemos ser transformados pelo Senhor.

É absolutamente indispensável que reconheçamos as culpas.

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv. 28.13).

Assumir as responsabilidades. Deixar de negar, projetar, esconder.

Confessar os erros humildemente ao Senhor.

Expor a Jesus as impurezas do coração, a fim de que Ele tenha a oportunidade de lavá-lo.

Arrepender, e apossar do perdão.

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm. 8.1)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

domingo, 2 de março de 2025

PENSAMENTO E SENTIMENTO

Existem dois fatores principais que norteiam o comportamento humano: pensamento e sentimento.

Via de regra, nós fazemos o que achamos certo ou o que queremos fazer.

As crises de consciência ocorrem quando desejamos o que condenamos, ou não queremos fazer o que acreditamos que deve ser feito.

O problema maior e mais complicado é que nossos desejos são perversos, são decaídos e pecaminosos, contrários à essência e ao desejo de Deus...

Somos pecadores, e vendidos sob a escravidão do pecado (Rm.7 e 8)

Personalidade é o conjunto de certo e errado, de bom e de ruim, de bonito e feio, de louvável e reprovável que cada um ser humano tem dentro de si.

Quando o ser humano peca, quando faz alguma coisa que seja errada ou condenável pela bíblia, nada estará fazendo contrária à sua natureza.

O natural é cometer pecado, e ter as obras da carne presentes em nossa vida. O sobrenatural é vencer a carne.

Se não lutarmos contra a nossa natureza vil e perversa, seremos dominados por ela, e as obras da carne se farão presentes em nossa vida.

Quando as obras da carne se fazem presentes em nossa vida, significa que nosso espírito carnal está dominando nosso ser. Então, o Espírito de Deus se entristece, deixando-nos um vazio, e uma angústia em nossas almas e em nossos corações.

É necessário saber que a carne deve ser extirpada, ou vai nos tirar dos caminhos do Senhor mais cedo ou mais tarde...

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

SIGA A DIREÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

O Espírito Santo é Deus, um Ser divino com mente, emoções e vontade.

Ele está sempre conosco (Sl 139:7-8).

Seus propósitos incluem interceder por nós (Rm 8:26–27) e dar dons para beneficiar a igreja (1 Co 12:7–11).

O Espírito Santo deseja nos encher (Ef 5:18) e produzir em nós o Seu fruto (Gl 5:22-25).

Não importa quais decisões estejamos tomando no dia-a-dia, não podemos errar quando exibimos amor, alegria, paz, etc., para a glória de Deus.

Quando temos um pensamento aleatório surgindo em nossas cabeças, devemos aprender a “provar os espíritos” (1 João 4:1).

Será que seguir essa inclinação levará a mais semelhança com Cristo?

Será que me debruçar sobre esse pensamento produzirá mais fruto do Espírito em mim?

O Espírito Santo nunca nos levará a satisfazer os desejos pecaminosos da carne (Gl 5:16);

Ele sempre nos guiará para a santificação (1 Pe 1:2).

A vida na terra é uma batalha espiritual.

O inimigo está ansioso para fornecer distrações a fim de nos desviar da vontade de Deus (1 Pe 5:8).

Devemos estar vigilantes para garantir que aquilo que estamos guardando seja mais do que um sentimento, mas realmente vem do próprio Deus.

Lembre-se, Deus quer nos mostrar o caminho certo a seguir.

Ele não tem o objetivo de esconder a Sua vontade daqueles que O buscam.

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 28 de junho de 2024

SENTIMENTO DE CULPA

Deus, por intermédio do Seu Espírito que reside em nós está nos transformando diariamente à imagem de Jesus.

Jesus mesmo prometeu: “De maneira alguma te deixarei, jamais te abandonarei” (Hb. 13:5).

Jesus “vive sempre para interceder por nós”, por conta disso, podemos “achegar-nos confiadamente junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb. 4:16)

Depois que Satanás nos acusa perante Deus, e não faz progresso; começa a acusar nossas consciências.

Ele nos coloca em uma roda-viva: pecar, fazer voto de não repetir, tentar não pecar, e então pecar novamente.

O problema não é se Deus vai nos perdoar, mas se vamos crer que Ele já nos perdoou, confiar para obter a força interior e deixar do pecado.

Deus quer que vejamos nosso pecado como Ele o vê – é pecado. Ele não quer que perecemos.

Se concordarmos com Deus a respeito de nosso pecado, então também temos de vê-lo como já perdoado. É desse modo que Deus o vê.

Finalmente, voltar do pecado, confiar Nele para nos capacitar à alcançar vitória sobre o pecado no futuro.

Se não julgamos nosso pecado deste modo, aceitando Seu perdão, Satanás entra e segura com força o cabo da culpa.

Ele fará que tentemos compensar nossos pecados, punindo a nós mesmos ou a outrem por tentar aliviar a culpa.

Temos acesso à presença de Deus. “Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo os corações purificados de má consciência, e lavado o corpo com água pura” (Hb. 10:22).

Quando pecamos conscientemente, Deus quer que nos aproximemos dEle “com sincero coração”, para sermos honestos “em plena certeza de fé” (isto é, no que Cristo fez).

“Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (Hb. 10:10).

DEUS NOS AMA E NOS ACEITA.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 13 de julho de 2023

PERDOAR NÃO É SENTIMENTO, É DECISÃO

Se não perdoarmos aqueles que nos ofendem, viveremos angustiados e sob opressão demoníaca, até que os perdoemos e os libertemos.

Se não perdoarmos, continuaremos atormentados;

Mesmo que os melhores homens e/ou mulheres de Deus orem por nós.

A libertação acontecerá após a decisão de perdoar.

Jesus “Foi entregue (à morte) por causa das nossas transgressões” (Rm. 4.25),

Não apenas pelos pecados que os outros cometem contra nós;

Mas também pelos que nós cometemos contra ele.

Portanto, “sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos unas aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef. 4.32)

Quando perdoamos o nosso ofensor, entregamos essa pessoa nas mãos de Deus;

Abrimos mão de nosso direito de revidar.

Quando agimos assim criamos condições para gozar de experiências sobrenaturais.

A paz de Deus, que excede todo entendimento, guarda nossa mente;

Depois disso o próprio Deus, na hora certa, e à sua maneira, se encarrega de todas as coisas

“TOME A DECISÃO DE PERDOAR QUEM PECAR CONTRA VOCÊ HOJE.”

Lidiomar T. Granatti / Litrazini

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Graça e Paz

 

quinta-feira, 30 de março de 2023

SENTIMENTO DE INSEGURANÇA

A ansiedade é um grave problema para qualquer pessoa porque limita nosso nível de vida, interrompe nossas conquistas e piora nossos relacionamentos.

Ela traz consigo um conjunto de comportamentos limitadores.

No dicionário Aurélio, ansiedade quer dizer: “Estado afetivo em que há o sentimento de insegurança”.

Isso quer dizer que, quando damos vazão à ansiedade em nossos corações, estamos cultivando o sentimento de insegurança, que é algo que não vem de Deus.

Na realidade, o ansioso não confia que Deus possa agir em tal área de sua vida.

“O pai de vocês, que está nos céu sabe que vocês precisam de tudo isso” – Mt 6.32.

Uma das principais características da paternidade de Deus é cuidar dos seus filhos e filhas.

Por isso, Jesus inicia o verso 25 dizendo que não devemos nos preocupar com a nossa vida, com o que vamos comer, beber e vestir, porque temos um motivo relevante para deixarmos a ansiedade: Deus é o nosso Pai Celestial.

Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?

Cada pessoa que conseguir viver esta realidade estará livre da ansiedade e das necessidades também, porque Deus cuida de seus filhos, conforme afirma Jesus.

Pela fé temos que crer, pois para Jesus, quem vive sempre na ansiedade, em busca das realizações terrenas, é aquele que não crê (Mt 6.31-32).

Creia que nosso Pai Celestial nos abençoa com coisas boas e supre as nossas necessidades reais para o cumprimento de nossa missão aqui na terra

Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem? (Mt 7:11).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 21 de novembro de 2021

AMOR A DEUS, E ISSO BASTA

Jesus não teve a menor hesitação em afirmar que o primeiro, o maior e principal dos mandamentos era este: “Amarás teu Deus...” (Mc 12.30). Para o Senhor era a obediência a este mandamento que dava à fé que ele pregava toda a sua novidade.

É o amor a Deus que cria uma atmosfera nova para a relação entre o ser humano e o criador, permite a pessoa, um relacionamento de intimidade e de estar à vontade na presença de seu Deus.

Este caráter distintivo da fé cristã se torna mais claro, quando comparado com outras religiões que tem um relacionamento entre o indivíduo e a divindade, como uma espécie de troca comercial.

A pessoa oferece seu culto a seu deus ou porque precisa receber algum benefício ou então para agradecer o que recebeu, para que seu deus não se ire e retire o benefício.

O cristão é aquele que ama a Deus e, por isso, alegra-se em sua presença e no fazer sua vontade. Não tem que apaziguar um deus iracundo e propenso ao castigo.

Ele o busca porque o ama e tem prazer em encontrar-se com Ele e em manter comunhão com Ele através do Espírito Santo.

É evidente que este amor não está preso ou condicionado a benefícios recebidos ou sujeito a flutuações da vida.

O amor a Deus é um sentimento que envolve toda a vida da pessoa.

A descrição que Jesus faz deste amor é até certo ponto a mesma que é feita por Dt 6.5 onde este mandamento se encontra originalmente: é algo que envolve todo coração, toda alma e toda a força.

Isto quer dizer que envolve o sentimento e se prolonga por toda a vida e alcança todas as ações da pessoa. Mas Jesus acrescentou algo que não se encontra no texto original: “todo o teu entendimento”.

Não era algo desvinculado do raciocínio, é um amor consciente de si mesmo, de sua existência, que reflete sobre a sua razão de ser, na natureza e sobre suas consequências na vida de cada dia.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 7 de agosto de 2021

REVESTIMENTO DE HUMILDADE

A humildade é um sentimento que leva a pessoa a reconhecer suas próprias limitações; modéstia; ausência de orgulho”.

“Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos”. Fp 2.3).

É a nossa obrigação, como filhos de Deus, procurarmos a humildade e nos revestirmos com ela

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição”. Cl 3.12-14), para que a vejam em nossos passos e ações

“Por isso eu, que estou preso porque sirvo o Senhor Jesus Cristo, peço a vocês que vivam de uma maneira que esteja de acordo com o que Deus quis quando chamou vocês. Sejam sempre humildes, bem educados e pacientes, suportando uns aos outros com amor”. Ef 4.1,2). E glorifiquem ao Senhor.

Na Bíblia encontramos uma série de homens que são mostrados como exemplos da verdadeira humildade. Vejam alguns:

CRISTO: “Sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso”. Mt 11.29;

ABRAÃO: “Abraão voltou a dizer: —Perdoa o meu atrevimento de continuar falando contigo, pois tu és o Senhor, e eu sou um simples mortal”. Gn 18.27;

JACÓ: “Eu, teu servo, não mereço toda a bondade e fidelidade com que me tens tratado”. Gn 32.10;

DAVI: “O rei Davi entrou na Tenda Sagrada, sentou-se e orou assim: —Ó SENHOR, meu Deus, eu não mereço tudo o que fizeste por mim no passado, e a minha família também não merece”. 2Sm 7.18;

PAULO: “O ensinamento verdadeiro e que deve ser crido e aceito de todo o coração é este: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior”. 1Tm 1.15; etc.

Foram servos que não se preocuparam com a própria vida, antes, o seu prazer estava exclusivamente no Senhor e deixava-se mover pelo Espírito Santo, reconhecendo que nada eram e que tudo provinha do Eterno.

Hoje, no meio denominado cristão nos deparamos com uma triste verdade, são raras as exceções, a falta de humildade tem entrado e se fincado raízes nos corações, uma situação que contradiz claramente as ordenanças do Senhor Deus.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 2 de junho de 2021

CARÁTER SEMELHANTE AO DE CRISTO

 Somos como jóias moldadas com o martelo e o cinzel da adversidade. Se o martelete do joalheiro não for forte o suficiente para aparar nossas arestas, ele usará uma marreta. Se formos obstinados, ele utilizará uma britadeira. Usará o que for necessário.

Cada problema é uma oportunidade para edificação do caráter, e, quanto mais difícil for, maior será o potencial para o desenvolvimento de músculos espirituais e de fibra moral: “...Sabemos que essas dificuldades produzem paciência, e a paciência produz caráter”: Rm.5.3,4. O que acontece exteriormente em nossa vida não é tão importante quanto o que acontece dentro de nós. As circunstâncias da vida são temporárias, mas o caráter durará para sempre.

O plano de Deus é bom. Ele sabe o que é melhor para nós e visa apenas o nosso bem. Deus disse a Jeremias: Os planos que tenho para vocês são planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro”: Jr.29.11.

José compreendeu essa verdade quando, falando aos seus irmãos que o venderam com escravo disse: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem” Gn.50.20. Ezequias expressou os mesmos sentimentos em relação à doença que ameaçava sua vida: “Foi para o meu benefício que tanto sofri” Is.38.17. Sempre que Deus disser não ao nosso pedido de alívio, lembremo-nos: Deus está fazendo o que é melhor para nós, treinando-nos para viver o melhor de sua santidade: Hb.12.10.

É vital manter concentrado no plano de Deus, não no problema ou sofrimento. Se olharmos para o mundo, ficaremos aflitos.

Se olharmos para nós mesmos, ficaremos deprimidos. Mas, se, olharmos para Cristo ficaremos descansados. Nosso enfoque determinará nossos sentimentos.

O segredo da resistência é lembrarmos de que o sofrimento é temporário, mas a recompensa é eterna.

Exultemos e agradeçamos

A Bíblia diz: “Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”: 1Ts.5.18. Como é possível? Repare que Deus nos manda dar graças em todas as circunstâncias e não por todas as circunstâncias.

A construção do caráter é um processo lento. Sempre que tentamos evitar ou escapar das dificuldades da vida, invalidamos o processo, atravessamos nosso crescimento e na verdade acabamos com um tipo de sofrimento ainda pior, o tipo inútil, que acompanha a negação e a rejeição.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

domingo, 31 de janeiro de 2021

COMO SE LIVRAR DO SENTIMENTO DE CULPA

“Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias...” (Sl.51.1..)

Um dos problemas da vida que mais aflige o homem è o sentimento de culpa. Tem levado milhares a depressão ao desespero e até mesmo ao suicídio. Foi o caso de Judas.

O sentimento de culpa pode produzir o medo Gn 3:10.

ATITUDES DO HOMEM DIANTE DO PROBLEMA DA CULPA

TRANSFERÊNCIA DA CULPA. Gn 3:11-13

Mesmo no meio da igreja, há aqueles que dificilmente querem assumir o seu erro e ficam a transferi-lo a um outro irmão a liderança e até a denominação.

FUGA. Êxodo 2:11-15

Fugir, renunciar ou recuar não é o caminho apropriado para o cristão vencer o seu erro. Pessoas que se afastam da igreja por não quererem enfrentar suas falhas. Assumindo a responsabilidade pelo ato e assim vencer.

ENCOBRIR A SUA CULPA. II Samuel 11:12

Advertência Bìblica. Marcos 4:22

CONSEQUÊNCIAS DA CULPA NA VIDA DO HOMEM

REGRESSÃO ESPIRITUAL. Pv 28: 13

O homem que encobre a sua culpa. Vive sob constante tormento de acusação de sua consciência. Por isso logo começará a regredir espiritualmente e a temer a presença de Deus, como fez Adão.

ANGUSTIA DE ALMA. Sl 32:4

Sob o sentimento de culpa o homem perde a alegria espiritual e a angústia passa a tomar conta do seu coração. Sl 51:12

PERDA DA COMUNHÃO COM DEUS. I Jo 3:21-22. Ex. Adão

COMO SE LIVRAR DO SENTIMENTO DE CULPA

Confessando a culpa. Pv 28:13 – I Jo 1:9

Abandonando a prática do pecado. Pv 28:13 – Jo 8:11

Assumindo as consequências do seu erro. Davi errou mas assumiu as consequências e triunfou.

Esquecendo o fracasso. Fp 4:13 e aceitando o que Jesus fez por nós.

O esquecimento è uma das principais defesas da mente e um poder curativo natural para a mesma. Isaias 43:25

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

O QUE É O AMOR ÁGAPE?


A palavra grega ágape é frequentemente traduzida como “amor” no Novo Testamento. Como é o amor ágape diferente dos outros tipos de amor? A essência do amor ágape é boa vontade, benevolência e deleite intencional no objeto do amor. 

Ágape não é usado no Novo Testamento para se referir ao amor romântico ou sexual. Também não se refere à amizade íntima ou amor fraternal, para o qual a palavra grega philia é usada. O amor ágape envolve fidelidade, compromisso e um ato da vontade. Distingue-se dos outros tipos de amor pela sua elevada natureza moral e caráter forte. O amor ágape é maravilhosamente descrito em 1 Coríntios 13.

Fora do Novo Testamento, a palavra ágape é usada em vários contextos, mas no Novo Testamento assume um significado distinto. Ágape é usado para descrever o amor que se origina em Deus e é de Deus, cuja própria natureza é o amor em si: "... Deus é amor" (1 João 4:8). Deus não apenas ama; Ele é o amor em si. Tudo o que Deus faz flui do Seu amor. Ágape também é usado para descrever nosso amor por Deus (Lucas 10:27), o fiel respeito de um servo a seu mestre (Mateus 6:24) e o apego de um homem a esse mundo (João 3:19).

O tipo de amor que caracteriza Deus não é um sentimento puramente emocional como o que costumamos ver sendo retratado. Deus ama porque essa é a Sua natureza e a expressão do Seu ser. Ele ama os que não são amáveis e os que não amam, não porque merecemos ser amados ou por causa de qualquer excelência que possuímos, mas porque é da Sua natureza amar e Ele deve ser fiel à Sua natureza.

O amor ágape é sempre mostrado pelo que faz. O amor de Deus é exibido mais claramente na cruz. "Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos" (Efésios 2:4-5) . Não merecemos tal sacrifício, “mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8).

O amor ágape de Deus é imerecido, gracioso e está constantemente buscando o benefício daqueles que Ele ama. A Bíblia diz que somos os recebedores indignos do Seu amor ágape (1 João 3:1). O amor ágape de Deus culminou com o sacrifício do Filho de Deus por aqueles que Ele ama (João 3:16-18).

Devemos amar os outros com amor ágape, sejam eles irmãos crentes (João 13:34) ou inimigos amargos (Mateus 5:44). Jesus deu a parábola do Bom Samaritano como um exemplo de sacrifício pelo bem dos outros, mesmo por aqueles que talvez não se importem conosco de forma alguma. O amor ágape, tal como modelado por Cristo, não é baseado em um sentimento; ao contrário, é um ato determinado da vontade, uma decisão alegre de colocar o bem-estar dos outros acima do nosso.

O amor ágape não é algo que podemos oferecer naturalmente. Por causa de nossa natureza decaída, somos incapazes de produzir tal amor. Se quisermos amar como Deus ama, esse amor - aquele agape - só pode vir da sua Fonte.

Este é o amor que “é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” quando nos tornamos Seus filhos (Romanos 5:5; cf. Gálatas 5:22). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3:16). Por causa do amor de Deus para conosco, somos capazes de amar uns aos outros.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

SENTIMENTO DE CULPA? LIVRE-SE DELE!


Se você ainda se sente culpado depois de confessar seu pecado e lembrou-se de que está perdoado, adivinhe quem está lançando a culpa sobre você.

É o velho ambulante da culpa, ele mesmo, Satanás. Ele não deseja que você se lembre de que Deus acabou com seu pecado na cruz. É por isso que precisamos de um advogado de defesa diante do Pai. O nome Satanás significa “O Acusador”.

Cristo não tem de nos defender contra o Pai; Ele nos defende contra Satanás, perante o Pai.

Aqui está uma cena que PROVAVELMENTE ocorreu no céu, na presença de Deus, hoje. Podemos agradecer a Jó por este pedaço de conhecimento da tática de Satanás.

O inimigo foi para lá hoje com uma pasta de documentos sobre cada um dos filhos de Deus. Ele levou um dossiê sobre João, Pedro, Luiz e Karina, e especialmente um grande arquivo sobre Hal.

- Ele acusa e aponta:
- “Ah, ah! Temos aí o Hal. Ele é um de Seus filhos, pois não? Viu o que ele acaba de fazer?”

Satanás começa a acusar.Então Jesus se aproxima e diz:
- “Pai, o Hal creu em Mim em 1958. O perdão que eu adquiri na cruz foi então aplicado a ele. Esta é nossa única justificativa”. E o Pai diz:
- “Acusação rejeitada! Caso encerrado!”

Deus não permitirá que ninguém discipline Seus filhos senão Ele mesmo. Ele o fará em amor porque Ele é livre para lidar conosco em graça. Deus, à base de Seu Espírito que reside em nós, em quem Ele confia e instalou na vida de cada crente, está nos produzindo diariamente à imagem de Jesus.

Jesus mesmo prometeu: - “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” : Hebreus 13.5.

Graças a Deus que Ele “vive sempre para interceder por nós”, e por causa disso podemos “Achegar-se confiadamente junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna”: Hebreus 4.16

Depois que Satanás nos acusa perante Deus e não faz qualquer progresso ali, ele começa a acusar nossas consciências. Ele nos coloca como que numa roda-viva: pecar, fazer voto de que não repetiremos, tentar pecar, e então pecar novamente.

Não podemos esquecer que o problema não é se Deus vai nos perdoar, mas, se vamos crer que Ele já nos perdoou e confiar Nele para obter a força interior para voltar do pecado.

Antes de mais nada, Deus quer que vejamos nosso pecado como Ele o vê – é pecado. Mas Ele não quer que perecemos aí. Se realmente concordamos com Deus a respeito de nosso pecado, então nós também temos de vê-lo como já perdoado.

Deus quer que nos voltemos do pecado e comecemos a confiar Nele para capacitar-nos a alcançar vitória sobre o pecado no futuro.

Se não julgamos nosso pecado deste modo, aceitando Seu perdão, Satanás entra e segura com força aquele cabo da culpa. Ele fará que tentemos compensar nossos pecados e terminaremos punindo a nós mesmos ou alguém mais por tentar aliviar a culpa.

Pense nisso! Temos acesso à presença de Deus. “Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo os corações purificados de má consciência, e lavado o corpo com água pura” : Hebreus 10.22.

Deus nos ama e nos aceita. Estamos perdoados!

Ele quer que confessemos o que temos feito e lhe demos graças por seu perdão.

Lidiomar T Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 4 de agosto de 2019

O QUE SIGNIFICA PERDOAR?


Em Mateus 6:12 está escrito: “Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam”(Bíblia NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Como podemos ver neste versículo, é necessário que liberemos perdão a todos aqueles que nos ofenderam; mas, o que significa perdoar?

Perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa recebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição (pt.wikipédia.org/wiki/Perdão).

A Bíblia enfatiza, por várias vezes, a necessidade do perdão, senão vejamos:

Em Efésios 4:32 está escrito: “…e perdoem uns aos outros, assim como Deus, por meio de Cristo, perdoou vocês” (Bíblia NTLH).

Em Mateus 18:35 está escrito: “E Jesus terminou dizendo: É isso o que o meu Pai, que está no céu, vai fazer com vocês se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão” (Bíblia NTLH).

Em Colossenses 3:13 está escrito: “Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa.Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros” (Bíblia NTLH).

Em Lucas 17:3-4 está escrito: “Tenham cuidado! Se o seu irmão pecar, repreenda-o; se ele se arrepender, perdoe. Se pecar contra você sete vezes num dia e cada vez vier e disser: Me arrependo, então perdoe” (Bíblia NTLH).

O perdão é bíblico e não há como negar isto. Inclusive, a Bíblia nos mostra que o perdão de Deus só se manifesta na vida daqueles que também perdoam; ou seja, quem não perdoa o seu próximo, não terá o perdão de Deus. É algo condicional: Deus perdoa aquele que também sabem perdoar. Não há como fugir disto. No entanto:

PERDOAR, NÃO SIGNIFICA QUE CONSEGUIREMOS ESQUECER O FATO OCORRIDO: perdoar independe de esquecer. Uma coisa não tem nada a ver com a outra; ambas são coisas distintas. Nós temos no cérebro uma memória que registra todos os fatos e por isto, quem perdoa não tem que necessariamente, esquecer do agravo sofrido. O que é preciso é diluir a mágoa, a raiva ou o ressentimento que o fato gerou.

Em outras palavras, não devemos ter apego à ofensa feita. Isto não é algo fácil. No entanto, uma coisa é certa: por mais que tiremos a mágoa de nosso coração, O AGRAVO QUE SOFREMOS, NUNCA SERÁ REALMENTE ESQUECIDO; ISSO É IMPOSSÍVEL, POIS, NÃO TEMOS UMA TECLA “DELETE” EM NOSSA MENTE. ALÉM DISSO, OS BONS E OS MAUS MOMENTOS FAZEM PARTE DA NOSSA HISTÓRIA DE VIDA.
PERDOAR, NÃO IMPLICA SEMPRE EM RECONCILIAÇÃO: há situações que mesmo depois do perdão, não será possível a convivência tal como era antes do fato ocorrido. Quando alguém passa por uma ofensa ou agravo muito traumatizante, não há como haver reconciliação. Como exemplo, podemos citar o caso de um estupro, uma situação de violência física ou de calote financeiro. Nestes casos, e em alguns outros, não há como confiar novamente na pessoa causadora do mal; inclusive, nos casos citados anteriormente, dar um novo voto de confiança ao causador do dano é até perigoso. Cuidado para não arriscar a sua vida e a de seus familiares. PERDOAR NÃO SIGNIFICA COLOCAR-SE EM RISCO.

PERDOAR NÃO SIGNIFICA BANCAR O PALHAÇO: uma vez eu ouvi um pastor dizendo que crente de verdade é aquele que pede perdão ao ofensor, mesmo que tenha sido você a parte ofendida. Isto é um absurdo. Quem tem que pedir perdão é aquele que nos ofendeu e não nós que fomos ofendidos.

Nós temos de estar prontos para liberar o perdão, mas quem tem que pedir perdão é o ofensor. Se nós pedirmos perdão ao ofensor, isso fará com que ele se estimule a continuar nos maltratando, pois, ele não será cobrado por isso.
A MISERICÓRDIA, NESTE CASO, TAMBÉM CORROMPE. Eu vou mais longe ainda: A FACILIDADE DE PERDÃO AO OFENSOR, NESTE CASO, O INCENTIVA AO CRIME. Devemos agir como cristãos, é claro, mas não temos de ser bobos; quem tem que pedir perdão é quem ofende e a parte ofendida tem que somente liberar o perdão. Não invertam esta ordem nunca. Pedir perdão a quem te ofendeu não é cristianismo; é fanatismo.

O objetivo do texto é demonstrar que nem sempre será possível esquecer o fato ocorrido; que nem sempre haverá o restabelecimento das condições anteriores ao agravo, como conviver juntos, por exemplo, e finalmente, demonstrar que o perdão deve ser pedido por aquele que ofendeu e nunca por aquele que foi ofendido; a parte ofendida tem que liberar o perdão e somente isso. O pedido de perdão deve vir sempre do ofensor e não o contrário.

Fonte: bereshit / Gospel Mais / Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 17 de fevereiro de 2019

REJEITANDO O SENTIMENTO DE CULPA


Se você ainda se sente culpado depois de confessar seu pecado e lembrou-se de que está perdoado, adivinhe quem está lançando a culpa sobre você. É o velho ambulante da culpa, ele mesmo, Satanás. Ele não deseja que você se lembre de que Deus acabou com seu pecado na cruz. É por isso que precisamos de um advogado de defesa diante do Pai. O nome Satanás significa “O Acusador”.

Cristo não tem de nos defender contra o Pai; Ele nos defende contra Satanás, perante o Pai.
Aqui está uma cena que PROVAVELMENTE ocorreu no céu, na presença de Deus, hoje. Podemos agradecer a Jó por este pedaço de conhecimento da tática de Satanás.
O inimigo foi para lá hoje com uma pasta de documentos sobre cada um dos filhos de Deus. Ele levou um dossiê sobre João, Pedro, Luiz e Karina, e especialmente um grande arquivo sobre Hal.
- Ele acusa e aponta:
- “Ah, ah! Temos aí o Hal. Ele é um de Seus filhos, pois não? Viu o que ele acaba de fazer?”
Satanás começa a acusar.
Então Jesus se aproxima e diz: - “Pai, o Hal creu em Mim em 1958. O perdão que eu adquiri na cruz foi então aplicado a ele. Esta é nossa única justificativa”.
E o Pai diz: - “Acusação rejeitada! Caso encerrado!”

Deus não permitirá que ninguém discipline Seus filhos senão Ele mesmo. Ele o fará em amor porque Ele é livre para lidar conosco em graça. Deus, à base de Seu Espírito que reside em nós, em quem Ele confia e instalou na vida de cada crente, está nos produzindo diariamente à imagem de Jesus.

Jesus mesmo prometeu: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei”: Hebreus 13.5. Graças a Deus que Ele “vive sempre para interceder por nós”, e por causa disso podemos “Achegar-se confiadamente junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna”: Hebreus 4.16

Depois que Satanás nos acusa perante Deus e não faz qualquer progresso ali, ele começa a acusar nossas consciências. Ele nos coloca como que numa roda-viva: pecar, fazer voto de que não repetiremos, tentar pecar, e então pecar novamente.

Não podemos esquecer que o problema não é se Deus vai nos perdoar, mas, se vamos crer que Ele já nos perdoou e confiar Nele para obter a força interior para voltar do pecado.

Antes de mais nada, Deus quer que vejamos nosso pecado como Ele o vê – é pecado. Mas Ele não quer que perecemos aí. Se realmente concordamos com Deus a respeito de nosso pecado, então nós também temos de vê-lo como já perdoado.

Deus quer que nos voltemos do pecado e comecemos a confiar Nele para capacitar-nos a alcançar vitória sobre o pecado no futuro.

Se não julgamos nosso pecado deste modo, aceitando Seu perdão, Satanás entra e segura com força aquele cabo da culpa. Ele fará que tentemos compensar nossos pecados e terminaremos punindo a nós mesmos ou alguém mais por tentar aliviar a culpa.

Pense nisso! Temos acesso à presença de Deus. “Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo os corações purificados de má consciência, e lavado o corpo com água pura” : Hebreus 10.22.

Deus nos ama e nos aceita. Estamos perdoados! Ele quer que confessemos o que temos feito e lhe demos graças por seu perdão.

Lidiomar T Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.