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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

ATENTOS E À ESPERA DE DEUS

"Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus" (Sl 46:10).

A ordem é dada a pessoas de todas as ra­ças, de toda cor de pele, toda cultura, todos os tempos, a pessoas que estejam empregadas ou de­sempregadas, solteiras ou casadas, com ou sem fi­lhos, a todos cujo Deus é o Senhor.

A ordem que nos é dada é para que paremos (li­teralmente!)... Para que descansemos, relaxemos, larguemos tudo, e tenhamos tempo para Ele.

É uma situação em que nós devemos estar parados, quie­tos, atentos a Ele, à sua espera.

Uma experiência es­tranha para nós, nestes tempos tão agitados!

Não obstante, conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer tal disciplina.

O silêncio é indispensável se quisermos alcançar profundidade em nossa vida espiritual.

Ele "man­tém o fogo dentro de nossas almas"... "o silêncio nos torna peregrinos" escreveu alguém que advo­ga prolongados e ininterruptos períodos de quietude.

O silêncio afia os cantos vivos de nossa alma, sensibilizando-nos para sentirmos os leves toques de repreensão de nosso Pai celestial.

O barulho, as palavras e os programas alucinantes, agitados, insensibilizam os nossos sentidos, fechando os nos­sos ouvidos à sua voz tranquila, suave, tornando-nos insensíveis ao seu toque.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo-Poderoso - Charles R. Swindoll

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

CALMA E TRANQUILIDADE



Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim. (Sl 131.1.)

Por que nunca estamos satisfeitos? Por que estamos sempre correndo de um lado para outro? Por que estamos sempre agitados?

Uma das principais razões é porque estamos sempre à procura de “coisas grandiosas e maravilhosas demais” para nós (Sl 131.1). Ou atrás de coisas grandes e extraordinárias que estão fora do nosso alcance, ou por causa do desejo incontido de nos fazermos de entendidos em coisas muito difíceis e grandiosas, como registram outras versões das Escrituras.

O salmista pôs um ponto final nessa ambição desmedida: “Acalmei e tranquilizei a minha alma” (Sl 131.2).

Depois de ter investido contra ele mesmo, contra as suas ambições pessoais, contra o seu temperamento, o poeta pode declarar: “Senhor, o meu coração não é orgulhoso, e os meus olhos não são arrogantes” (Sl 131.1). Ele está descrevendo uma experiência pessoal do tipo “eu era mas não sou mais”.

É preciso descobrir o que Deus quer de nós e respeitar os limites impostos por Ele. Ninguém tem todos os dons, que Deus distribui a seu bel-prazer (Rm 12.6-8).

Precisamos aprender a lidar com o sucesso, para que ele, depois de nos embriagar, não nos jogue nas sarjetas da vida (Pv 16.18).

Quando o orgulho toma conta de nós, o desejo pecaminoso de competição toma o lugar do desejo saudável de servir a Deus da melhor maneira possível! 

Retirado de  Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz 

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.