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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

DEUS NOS SUSTENTA

O autor do Salmo 73 confessa que teve o seu entendimento embrutecido pela raiva e amargura.

Isso quase o levou a afastar-se de Deus e à derrota espiritual.

Faltou pouco para ele se desviar dos caminhos do Senhor e dar lugar ao mal.

Isso só não ocorreu porque Deus o sustentou, “Tu me sustentaste pela minha mão direita” (Sl 73.23b).

Então, ele se reaproximou do Senhor, e foi restaurado à comunhão

Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor Deus, para anunciar todas as tuas obras. (Sl 73.28.).

Quando o salmista percebeu que estava sendo influenciado por algo que o levaria à derrota e a uma vida infeliz, deu três passos decisivos para vencer a inveja;

Controlou os seus impulsos, fez uma análise introspectiva, para entender a situação em que estava envolvido, e entrou no templo para buscar Deus.

Então, o Senhor o guiou com Seu conselho

Guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás na glória. (Sl 73.24)

Seja grato pelo modo como Ele lhe fez e pela missão que lhe confiou.

Não tenha em teu coração inveja dos pecadores; antes, sê no temor do SENHOR todo o dia (Pv 23.17).

Com certeza, Ele não lhe deixará faltar nada se você permanecer fiel a Ele!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

RESSENTIMENTO PRODUZ AMARGURA

“Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Hb 12.15)

A amargura provoca problemas nervosos, Insônia, dor de cabeça, esgotamento, Artrite, Pressão alta, Palpitações, Úlceras...

Esses problemas podem ser involuntário, emocional, não quero sentir mas sinto.

Normalmente ocorre quando nos magoamos com pessoas que amamos.

Ou voluntário, não quero perdoar e causa enfermidade física.

É uma sentimento negativo, uma amargura que aflora cada vez que vemos ou recordamos alguém que nos feriu.

O ressentimento pode ser manifesto ou oculto, as vezes não admitimos.

O ressentimento é uma brecha para os demônios, impede Deus de agir.

O perdão é a única maneira de quebrar este domínio.

Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. (Cl 3:13).

Nós não temos perdão em nós mesmos, mas o perdão de Deus que habita em nós nos capacita a perdoar.

Quando Deus nos perdoa Ele lança nossos pecados nas profundezas.

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

COMO SE LIBERTAR DA AMARGURA

Dando ouvidos a palavra do Senhor

Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; (Mt 6.14)

Perdoar é libertar as pessoas, que você prendeu no seu cativeiro emocional, liberando-as, fazendo assim você vai livrar-se da ruína da amargura.

“Se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas” (Mt 6.15)

Se você não libera, não é liberado.

Às vezes ficamos questionando; mais se eu perdoar e esta pessoa fizer tudo outra vez?

Quem responde agora é Jesus.

“Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”.(Mt 18.21)

Muitas vezes não perdoamos porque não entendemos o perdão.

Achamos que perdoar é esquecer, quando na realidade perdoar é curar as feridas da alma.

Quando você sofre um corte profundo, mas cuida direito, faz tratamento, ele sara.

Porem costuma ficar uma cicatriz e todas as vezes que você olha para aquela cicatriz você lembra do corte, mas não dói mais porque já sarou.

Assim também é, quando você perdoa pode até continuar lembrando mais não vai doer.

Precisamos combater a amargura em nós mesmos, resistindo a ela com todas as nossas forças.

Corte-a pela raiz! Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas.

Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade.

Busque regozijar-se com aqueles que são mais abençoados do que você.

Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 7 de abril de 2024

DESNUTRINDO O RESSENTIMENTO

Como cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (Gn.39.9)

Venceu as dificuldades porque se recusou a ficar amargurado.

Seria muito fácil e até compreensível que José ficasse amargurado por causa das maldades impostas a ele.

Muitas pessoas, quando são alvos de mentira ou injúria, ficam profundamente magoadas com quem as maltrataram.

O ressentimento fermenta o espírito e cria uma raiz de amargura.

Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados” (Hb.12.15)

Muitos se tornam amargos quando o sofrimento é prolongado.

José se recusou tornar-se amargo.

Quando teve dois filhos, deu-lhes os nomes de Efraim e Manassés; seus nomes significam:

“Deus me fez próspero na terra da minha aflição”, e “Deus me fez esquecer da minha dor”.

Ele perdoou aos irmãos e os sustentou na fome.

Não nutriu o ressentimento ou adubou a amargura.

Tampouco esperou o melhor momento para vingar-se

Silmar Coelho / Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 29 de julho de 2021

SINTOMAS DA AMARGURA

Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem. (Hb.12.15)

O nosso modo de vida cristã precisa ser um modelo da graça de Deus. Nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe; por ela muitos se contaminam.

Amargura é angústia, aflição, dor, oculta, ou melhor, encoberta na nossa alma, que nos torna amargos, tristes, depressivos, cheio de ressentimentos por alguém.

Uma pessoa amargurada, além de prejudicar a si mesma, e de ficar impedida de receber as bênçãos do Senhor, acaba corrompendo os outros a sua volta. Torna-se uma pessoa de difícil convivência

A amargura surge quando sou ofendido e não perdoo, a ofensa se transforma em ira. Posteriormente a ira se transforma em ressentimento. E o ressentimento dar lugar à amargura. A amargura surge em nossos corações atingindo até mesmo os nossos relacionamentos mais puros e sinceros.

A alma amarga dá lugar ao diabo (Ef.4:26-27)

A alma amarga contamina a outros. Por meio de suas palavras o amargurado busca adeptos à sua causa. E quem concorda com o amargurado é seu amigo, e quem não concorda é seu inimigo (Tg.3:5-6).

A alma amarga impede que entendamos os verdadeiros propósitos de Deus para a nossa vida.

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.

Perdoar é deixar estes sentimentos irem embora, essa é a única forma de trazer de volta a paz e calma.

Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas. Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade. Busque regozijar-se com aqueles que são mais abençoados do que você. Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

A palavra do Senhor diz que é necessário nos prevenirmos, e ficarmos atentos, para que nenhum de nós seja impedido, preso ou embaraçado, não recebendo o favor ou os benefícios de Deus, por causa da raiz de amargura: Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Tendo o cuidado que ninguém vos prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”. (Hb 12:14 e 15).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 6 de dezembro de 2020

COMO SE LIBERTAR DA AMARGURA.

A Palavra do Senhor que diz em Mateus 6:14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Perdoar é libertar as pessoas, que você prendeu no seu cativeiro emocional, liberando-as, fazendo assim você vai livrar-se da ruína da amargura.

Se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas. (Mt.6.15) Se você não libera, não é liberado.

Às vezes ficamos questionando; mais se eu perdoar e esta pessoa fizer tudo outra vez?

Quem responde agora é Jesus. Mateus 18:21 “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete?, Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”

Muitas vezes não perdoamos porque não entendemos o perdão. Achamos que perdoar é esquecer, quando na realidade perdoar é curar as feridas da alma.

Quando você sofre um corte profundo, mas cuida direito, faz tratamento, ele sara. Porem costuma ficar uma cicatriz e todas as vezes que você olha para aquela cicatriz você lembra do corte, mas não dói mais porque já sarou.

Assim também é, quando você perdoa pode até continuar lembrando mais não vai doer.

Precisamos combater a amargura em nós mesmos, resistindo a ela com todas as nossas forças. Corte-a pela raiz! Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas.

Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade. Busque regozijar-se com aqueles que são mais abençoados do que você. Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

A palavra do Senhor diz que é necessário nos prevenirmos, e ficarmos atentos, para que nenhum de nós seja impedido, preso ou embaraçado, não recebendo o favor ou os benefícios de Deus, por causa da raiz de amargura:

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Tendo o cuidado que ninguém vos prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”. (Hb 12:14 e 15).

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz

terça-feira, 7 de julho de 2020

PERDÃO


Muitas mensagens já foram escritas e pregadas a respeito das sete frases que Jesus proferiu enquanto estava na sendo crucificado. Jesus havia passado a noite anterior com seus discípulos mais próximos. Foi açoitado, humilhado, carregou a pesada cruz até o Gólgota. Agora estava pendurado naquela cruz diante de zombadores que cuspiam nele.

Mas qual foi a primeira palavra de Jesus naquele momento? Veja qual foi a primeira palavra de Jesus em Lc 23.34: “Jesus disse: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo...”.

A primeira palavra de Jesus não foi de decepção, não foi de maldição, não foi de ódio. A primeira palavra de Jesus na cruz foi de perdão. É preciso, contudo, estabelecer o que essa frase de Jesus não significou:

NÃO SIGNIFICOU PERDÃO AUTOMÁTICO AOS IGNORANTES DO PECADO.
Ninguém pode isolar esse texto do resto da Bíblia, mesmo do resto das palavras ditas por Jesus em seu ministério para estabelecer uma doutrina que ensine que os ignorantes estão sempre perdoados. Não é isso que essa oração de Jesus ensinou. O Salvador estava, naquele momento, estabelecendo, não uma doutrina, mas apresentando o seu caráter e o caráter do Pai. Se aqueles homens não fossem perdoados pela ignorância do que estavam fazendo, seriam consumidos ali mesmo.

NÃO SIGNIFICAVA QUE ELES ESTAVAM ISENTOS DA CULPA.
Também não significou absolvição dos seus pecados. Alguém, cometendo o erro de isolar o texto do contexto, tendem a acreditar que aqueles que estavam crucificando o senhor Jesus estavam perdoados daquela culpa. Não é isso que os apóstolos entenderam disso, pois eles continuaram a afirmar a culpa dos que o crucificaram.

Pedro em At 2.36 fala como se todo Israel tivesse crucificado a Jesus e que precisavam de arrependimento (At 2.38). Eles continuavam culpados. Eles estavam perdoados da ignorância, apenas. Não significou salvação aos algozes de Jesus apenas pelo fato de não saberem o que estavam fazendo.

Com essa frase Jesus não garantiu o céu aos seus algozes. Ele não disse, como o fez para o ladrão arrependido, que eles entrariam no paraíso. Eles não o aceitaram como o Messias, o Salvador de suas almas.

Então é preciso saber o que significou a primeira palavra de Jesus na cruz: A primeira palavra de Jesus na cruz estabeleceu a razão de tudo aquilo que estava acontecendo: PERDÃO.

Jesus faz isso. Ao falar sobre perdão na sua primeira frase da cruz, Jesus destaca que o sacrifício na cruz tinha a ver tão somente com PERDÃO. Era ali que o perdão dos pecados de todos os homens aconteceria. Não é de se admirar que Jesus falasse de perdão primeiro.

A primeira palavra de Jesus na cruz mostrou a ignorância do homem a respeito da abrangência do Reino de Deus e das consequências do pecado. Jesus fala da ignorância dos homens sobre o que estava acontecendo. Eles não sabiam quem eles estavam crucificando. Não sabiam o tamanho e alcance do seu Reino. Não tinham ideia de quão grande ele seria.

Outra coisa que eles ignoravam era as consequências do pecado. Eles estavam matando o Deus encarnado. Isso era pecado. Mas isso estava dentro dos planos de Deus desde o início dos tempos. O pecado sempre tem suas consequências terríveis. O pecado, em última análise, é destruição da vida e do relacionamento com Deus.

A primeira palavra de Jesus na cruz é uma expressão da Sua compaixão e graça sem limites para com os pecadores. Qual seria a minha e sua reação a tamanha humilhação e provocação? E se você tivesse todo o poder para responder a tudo aquilo?

Mas Jesus proferiu perdão. Isso apenas ele foi capaz de demonstrar, de expressar a qualidade, a natureza sem limites da compaixão, misericórdia e graça do Senhor Jesus Cristo.

Aquele pedido de perdão de Jesus nos atinge. Isso nos enche de esperança e alegria. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça"  (1 Jo 1:9) 

O PROBLEMA DA FALTA DE PERDÃO Mt 18.23-35
Falta de perdão é um dos maiores problemas do ser humano. Essa incapacidade resseca e deixa amargura. Todos nós precisamos de perdão, Temos sempre alguma culpa. Fomos perdoados na nossa maior dívida. Cristo padeceu deixando-nos o exemplo

O perdão está no âmago da nossa fé em Deus; Perdoar é não fazer julgamento, É um ato de fé em Deus. É deixar nas mãos de Deus o julgamento. Perdoar liberar  de todas as dividas, E colocar tudo nas mãos de Deus

O perdão é fruto do amor, esse é o sentimento maior que norteia nossa fé por amor pode-se perdoar no mínimo 490 vezes. Quando não perdoamos alguém Estamos aprisionando essa pessoa. Um vínculo de ódio é formado, e a Benção se torna impossível. Como não perdoar meu irmão, se Cristo me deu perdão, nossa dívida era muito maior, Tendo experimentado o amor de Deus, não poderemos agir sem o espírito do perdão.

O ódio produz tormento, tornamo-nos escravos de quem odiamos. A vida se torna amarga, a amargura injeta veneno nas veias. A pessoa que não perdoa fere-se muito mais do que a que não foi perdoada. Se não consigo perdoar meu inimigo, será que Deus me Perdoou realmente?

Perdoar não é dizer que não houve culpa, nem que não houve sentimentos feridos, Mas é liberar o devedor da dívida real que lhe pesa, como fez Jesus

Perdoe todos quantos o abandonaram quando você mais precisou, seu vizinho, amigos, perdoe os mexericos, os lideres que o feriram com palavras e ações

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 3 de fevereiro de 2019

NÃO DEIXE A AMARGURA CRIAR RAÍZES EM SEU CORAÇÃO


Amargura é algo muito ruim. É o primeiro passo para uma derrota espiritual, pois o desejo de vingança embutido dentro do coração ferido é real. Ela leva ao isolamento, à falta de prazer em ambientes alegres ou até mesmo à loucura.

Esse sentimento é como uma bactéria que tem vida e vai comendo a nossa alma, a nossa alegria. Você começa a adoecer e remédios não surtem efeito. Satanás usa pessoas para alimentar nossa amargura.

Em Hebreus 12.12-17, a Bíblia nos orienta, como se fossem placas de advertências, a levantarmos as mãos cansadas e os joelhos trôpegos, bem como nos manda tomar cuidado com a amargura. Deus está dizendo: “Tome cuidado para que a amargura não ache lugar em sua vida!”.

Temos, na Bíblia, alguns relatos de personagens que tinham uma vida com Deus, mas permitiram que a amargura dominasse seus corações e, assim, sofressem sérias consequências.

Em Lamentações 3.15, o profeta Jeremias diz que se encheu de amargura. Dos versos 26 a 31, ele diz a Deus que está amargo, triste, coberto de cinzas. Contudo, ele lembra que bom é ter esperança e aguardar em silêncio a salvação do Senhor, pois Ele não o rejeitaria para sempre.

Em Provérbios 31.6-7 diz que a pessoa liberta não precisa de bebida alcoólica para se livrar da amargura. Por isto, pessoas amarguradas se embriagam, mas nós temos um novo vinho e uma nova alegria: o Espírito Santo.

No livro de Mateus 26.75 é dito que a amargura pode ser resultado de uma ação pessoal e não externa. Jesus dissera ao apóstolo Pedro: “Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente.”

Já, no livro de Tiago 3.11, temos a afirmação de que Jesus não quer que nossa boca seja uma fonte de água amarga. Nós, crentes, não podemos jorrar dois tipos de água. Nos versos 13 a 18, Tiago diz que onde há ciúmes e sentimentos facciosos há todo tipo de obra má.

Então, o que temos que fazer?
É preciso ter consciência que o amargurado é uma pessoa de difícil convivência e é necessário tratá-la com amor. Não permita que a amargura se aprofunde na sua alma.

Portanto, devemos combater a amargura crendo na graça de Deus, pois somente ela pode nos salvar e nos fazer prosperar.

Confesse sua amargura e fale com Deus sobre os seus problemas. Só Ele pode ouvi-lo e responder ao seu clamor.

Peça, ainda, perdão. Se você não admitir suas falhas, Deus não poderá ajudá-lo. Falar com Deus é arrancar raiz de amargura. Entregue seu desejo de vingança a Deus para que Ele seja o justo juiz na sua vida.

Seja cheio do Espírito Santo e não deixe o Diabo usar a amargura para prejudicar você. Por essa razão, a Bíblia nos instrui a nos enchermos do Espírito, porque n’Ele não há contenda.

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 27 de novembro de 2011

Perdido dentro da igreja

E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.

E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou, e não queria entrar. 

E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;

Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.

E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se. Lucas 15:25-32

O texto aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões: 

1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) 

Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. 

Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.

2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30)
 
O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. 

Na religião dele não havia agenda para o amor. 

Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. 

Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora. 

3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) 

Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. 

Muitos também estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa. 

4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31)

Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. 

Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração. 

O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. 

O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro,ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido. 

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes. 

Por Litrazini 

Graça e Paz 



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Lidando com a Decepção

Perdoar não é uma tarefa das mais fáceis para o ser humano. No entanto é mais difícil ainda perdoar a alguém que amamos, que nos entregamos, uma pessoa em quem confiamos e nos traiu. Toda decepção machuca, mas o desapontamento causado por um amigo, um irmão, um amor, nos machuca muito.

O coração decepcionado pode atirar-nos num estado de decepção e rancor, passando a abrigar feridas profundas e lembranças amargas, tornando-se difícil para nós confiarmos de novo em alguém.

Gostaríamos de evitar os desapontamentos, mas não há como ser feliz sem confiar, e não há como confiar sem correr o risco da desilusão. Amar é abrir-se, é tornar-se acessível, é oferecer-se ao encontro, é ficar vulnerável, é arriscar-se.

As pessoas que foram mais felizes, as que deixaram marcas mais positivas na história da raça humana, foram as que mais amaram a muitos com muita intensidade. Foram, também, as que experimentaram o sofrimento e o desapontamento.

No momento em que Jesus Cristo mais precisou de seus amigos, eles o abandonaram. Depois de tudo o que fizera por eles, tudo o que lhes ensinara, tudo o que passaram juntos, eles o deixaram.

O Senhor não pode contar com a solidariedade dos discípulos nos momentos mais difíceis de toda a sua vida. Enquanto o Mestre orava e agonizava no Getsêmani, eles dormiam (Lc. 22.39-46).

Enquanto ele era preso e agredido pelos soldados, eles fugiam (Mc. 14.43-52).

Enquanto as autoridades o inquiriam, eles o negavam (Jo 18.13-27).

Que decepção!

Que triste retribuição ao carinho e à confiança do Senhor!

Que recompensa negativa para a sua disposição de morrer no lugar deles na cruz!

Não obstante, Jesus foi capaz de transformar aquela provação em vitória. Superou aquele desapontamento sem permitir que isso destruísse seu relacionamento com os amigos.

Jesus não desanimou porque ele não esperava o reconhecimento por parte dos homens. Esperava-o de Deus. E o Pai não decepciona nunca.

Devemos estar cientes de que o desapontamento é uma das possibilidades em nossos relacionamentos humanos, já que estamos lidando com pessoas, que, como nós, são falhas e limitadas.

Quantas vezes não decepcionamos o Senhor?

Quantas vezes não desapontamos nós mesmos?

Assim também podemos desapontar os outros, ou com eles decepcionarmo-nos. Mas se vivemos, trabalhamos, amamos e ajudamos, esperando apenas o reconhecimento de Deus, então a vida se enche de um novo significado. “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo.” (Cl. 3.23,24).

Jesus enfrentou a decepção com ânimo e confiança porque contemplava o Pai. Se os nossos olhos estiverem firmados em Deus e neles brotarem lágrimas provenientes do abandono, da ingratidão ou da desilusão. O Senhor as enxugará. Ele é o único do qual podemos esperar o reconhecimento e o galardão. O único que nunca decepciona. “O que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão, separa os maiores amigos” (Pv. 17.9).

A amargura pode criar raízes profundas. Amizades podem ser perdidas. O orgulho cobra um preço alto pela sua manutenção: a nossa infelicidade. “Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” (Hb. 12.15).

“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, põe sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier Ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lc. 17.3,4).

Deus, que é rico em perdoar, exorta-nos a que perdoemos também.

Podemos enfrentar a decepção com os que amamos, sempre tão dolorosa e temida. É só encará-la com ânimo e confiança, seguir em frente, apesar das dificuldades.

É só Ter disposição de perdoar, tomar a iniciativa, reconquistando ou ganhando o irmão.

Não podemos evitar a decepção com os que amamos. Mas podemos transformá-la numa experiência positiva para com Deus, para com o próximo e para conosco.

Podemos torná-la numa oportunidade de crescimento e enriquecimento pessoal que nos deixará ainda mais habilitados para as vitórias que nos tem reservado o Senhor.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.