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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

AMIGOS DE DEUS

Fomos feitos para viver na presença divina, mas, a queda do homem rompeu o relacionamento ideal.

Somente umas poucas pessoas no A T. tiveram o privilégio de uma amizade com Deus.

Moisés e Abraão foram chamados amigos de Deus Davi foi chamado um homem segundo o coração de Deus e Jó, Enoque e Noé eram amigos íntimos de Deus (Ex. 33.11,17; 2 Cr.20.7; Is.41.8; Tg.2.23; At. 13.22; Gn.6.8; 8.22; Jô 29.4; Rm.5.11).

Entretanto medo de Deus e não amizade eram mais comuns no A T.

Todavia Jesus mudou a situação quando pagou nossos pecados na cruz. O véu da separação foi rasgado e o acesso direto a Deus estava novamente disponível.

Conhecer e amar a Deus é nosso maior privilégio e sermos conhecidos e amados é o maior prazer de Deus.

Conversando constantemente. Uma forma de orar continuamente é utilizar orações de um fôlego ao longo do dia.

Escolha uma frase curta que pode ser repetida para Jesus em uma respiração. Tu estás comigo; Eu recebo a tua graça; Eu dependo de ti; Eu quero conhecer-te; Eu pertenço a ti; Ajuda-me a confiar em ti; Eu quero conhecer-te; Eu pertenço a ti; Ajuda-me a confiar em ti;

Você também pode usar uma frase curta da Bíblia: Para que eu viva em Cristo; jamais me deixarás; Tu é o meu Deus.

Faça essas orações com a maior frequência possível, para que fiquem profundamente enraizadas no seu coração. Mas a sua motivação tem que ser de honrar a Deus e não controlá-lo.

Através da meditação contínua. A Bíblia nos exorta repetidamente a meditar quem Deus é, o que ele fez e o que ele disse. É impossível amar a Deus deixando de lado o conhecimento do que ele diz.

As orações permitem que você fale com Deus; as meditações permitem que Deus fale com você. Ambas são essenciais para se tornar amigo de Deus.

Transcrito Por Litrazini                         

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O AMIGO DE DEUS

E Abraão foi chamado de “amigo de Deus”. (Tg 2.23)

Apesar de uma ou duas mentirinhas (Gn 12.13; 20.5), apesar de ter tomado Agar como sua concubina (Gn 16.3) e apesar de alguns tropeços na fé (Gn 15.3), Abraão é chamado de “amigo de Deus”.

Sabe-se disso por causa de Josafá. A certa altura, o rei disse ao Senhor: “deste a terra deles para sempre a nós, os descendentes de Abraão, teu amigo” (2Cr 20.7).

Sabe-se disso também por causa da palavra do próprio Deus dirigida ao povo na época do profeta Isaías: “Vocês são descendentes de Abraão, meu amigo” (Is 41.8).

Seria Abraão o servo predileto de Deus? Por que não Enoque, que “viveu sempre em comunhão com Deus” (Gn 5.24)? Por que não Noé, o pregoeiro da justiça?

Por que não Davi, o homem segundo o coração de Deus? Por que não Moisés, o homem que preferiu “sofrer com o povo de Deus em vez de gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado” (Hb 11.25)?

Por que não o profeta Elias, o profeta Isaías, o profeta Jeremias, ou qualquer um dos outros profetas? Por que não João Batista, o precursor de Jesus? Por que não João, o discípulo amado de Jesus? Por que não Paulo, aquele que confessa “para mim viver é Cristo” (Fp 1.21)?

Essa distinção dada a Abraão tem muito a ver com a sua fé. Isso porque a Bíblia diz que “sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor” (Hb 11.6).

Uma fé crescente, uma fé robusta, uma fé precisa, uma fé corajosa, uma fé continuada, uma fé viva, uma fé teórica e prática, uma fé que crê e faz – só pode agradar a Deus.


Deus não pode deixar de se agradar de um homem disposto a sacrificar para ele o filho que custou a nascer, o filho que ele tanto amava, o filho que seria seu herdeiro.

Abraão amou tanto a Deus que lhe deu seu único filho e Deus amou tanto o mundo que lhe deu seu único Filho!

– Ser amigo de Deus é mais do que ser servo de Deus!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 20 de março de 2012

Oração para cura


Nas minhas aulas da escola de medicina nós discutimos o lugar da oração no hospital. Como você pode imaginar, ouvimos fortes opiniões de ambos os lados.

Quais são as suas considerações? Qual é o propósito da oração para cura?

Nós tendemos a um dos dois extremos deste assunto: fanatismo ou ceticismo. Os fanáticos veem a cura do corpo como o objetivo de Deus e a medida da fé. Os céticos consideram qualquer ligação entre a oração e a cura como coincidência no melhor caso e enganoso no pior.

Um fanático pode procurar a oração excluindo a medicina; um cético pode procurar a medicina excluindo a oração.

Um equilíbrio saudável pode ser encontrado. O médico é amigo de Deus. A oração é amiga do médico. 

O exemplo de Jesus é importante. 

 “E veio ter com ele grandes multidões, que traziam coxos, cegos, mudos, aleijados, e outros muitos, e os puseram aos pés de Jesus, e ele os sarou. De tal sorte, que a multidão se maravilhou vendo os mudos a falar, os aleijados sãos, os coxos a andar, e os cegos a ver; e glorificava o Deus de Israel”(Mt.15.30-31)

O que as pessoas faziam com os doentes? Elas os colocavam aos pés de Jesus.

Este é o propósito de orar pelos enfermos. Colocamos o doente aos pés do Médico e pedimos seu toque.

Esta passagem também nos mostra o resultado da oração para cura. “Glorificava o Deus de Israel”. O objetivo final da cura não é apenas um corpo saudável, mas um reino maior.

Se o objetivo de Deus for conceder uma saúde perfeita para todos os seus filhos, ele falhou, porque ninguém goza de uma saúde perfeita e todos morrem. Mas se o objetivo de Deus for expandir as fronteiras do seu reino, então ele teve sucesso. Pois cada vez que ele cura, mil sermões são pregados.

Falando em sermões, você percebeu o que está faltando neste texto?

Pregação. Jesus ficou com estas quatro mil pessoas por três dias e, até onde sabemos, nunca pregou um sermão. Nenhuma vez ele disse, “Posso ter a atenção de vocês?” Mas milhares de vezes ele perguntou “Posso ajudá-lo?” Que compaixão ele tinha por elas.
 
Você pode imaginar a fila de pessoas? De muletas, usando tapa olhos, carregadas por amigos, embalada pelos pais.

Por setenta e duas horas Jesus fitou rosto após rosto ferido, e então disse, “Tenho compaixão da multidão” (versículo 32). A inesgotável compaixão de Jesus. Marque isto. Dor na terra causa dor no céu. E ele se levantará e receberá o doente desde que o doente vá com fé até ele.

E ele fará o que for certo todas as vezes. “Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?”(Lucas 18.7).

A oração para cura suplica para que Deus faça o que for certo. O meu amigo Dennis, um capelão, oferece esta oração aos pacientes: “Deus, o senhor colocaria as luvas cirúrgicas primeiro?”

Eu gosto disso.

Autor: Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.