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segunda-feira, 6 de junho de 2022

O BOM PASTOR ESTÁ PROCURANDO VOCÊ

Lembre-se que a obra de Jesus é buscar aquele que se perdeu. Isso se refere a você, também.

Duvidar da possibilidade da salvação é duvidar do poder redentor dAquele que o comprou por preço infinito.

Deixe que a fé substitua a descrença. Contemple as mãos que foram traspassadas e alegre-se no poder da salvação.

Lembre-se que Deus e Cristo estão interessados em você e que o Céu está envolvido no trabalho de salvação dos pecadores.

Enquanto Jesus esteve na Terra, mostrou, através de Seus milagres, poder para salvar até os que haviam ido longe demais.

Ao curar as doenças do corpo, mostrou que era capaz de limpar o pecado do coração.

Ele fez o coxo andar, o surdo ouvir, e o cego ver.

Purificou os miseráveis leprosos, curou o paralítico e os enfermos com todo tipo de doença.

Por Sua palavra até os demônios eram expulsos daqueles a quem subjugavam.

Os que presenciavam Seus poderosos milagres maravilhavam-se, dizendo: "Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder, ordena aos espíritos imundos, e eles saem?" Lc. 4:36.

Ao comando de Jesus, Pedro foi capaz de andar sobre as águas; mas, ele deveria manter os olhos no Salvador.

Quando desviou o olhar, começou a duvidar e a submergir. 

Então gritou: "Salva-me, Senhor!" (Mt. 14:30) e Jesus estendeu-lhe Sua forte mão para sustê-lo.

Assim, ainda hoje, quando alguém clama por auxílio, essa poderosa mão se estende para salvar.

O Salvador ressuscitou mortos. Quando Jesus voltar à Terra, Sua voz há de soar poderosa rompendo as paredes dos sepulcros, e os mortos em Cristo hão de ressurgir para uma vida gloriosa e imortal, e estarão "para sempre com o Senhor." I Tes. 4:17.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

O BOM PASTOR

“Eu sou o bom Pastor” (Jo 10.11). O Pastor governa, guia, alimenta e protege as ovelhas, as ovelhas, seguem obedecem, amam, e confiam no Pastor.

O nosso bom Pastor sabe o que precisamos antes que lho peçamos e Ele vai à nossa frente, preparando exatamente aquilo de que necessitamos, no momento da nossa necessidade.

O bom Pastor, aquele que colocou as estrelas no seu lugar, firmou os montes e, que rege o universo importa-se com os nossos problemas.

“Ele me faz repousar em pastos verdejantes” (Sl.23.2). Isto é, um oásis em meio à terra deserta. As ovelhas se recusam a deitar-se enquanto estão com fome. Só o fazem quando estão satisfeitas em seu apetite.

Deus nos conduz dia a dia exatamente àquilo de que precisamos. Pastos verdejantes, e águas tranquilas descrevem do que as ovelhas precisam. O pastor sabe disto e está em constante procura de bebedouros nos quais as ovelhas possam matar a sede a fim de descansar.

Com comida, água fresca e descanso, o Senhor restaura nossas capacidades enfraquecidas.

“O Senhor é” (Sl.23.1) Nossa relação com Ele é baseada num dar de mim a Ele. Precisamos ter uma relação com Deus baseada em entrega: Ele me faz, Ele me leva para a vida, Ele me refrigera, Ele me guia, ele me prepara, Ele me unge, logo nada me faltará.

O Senhor nunca prometeu que não sofreríamos dificuldades, nem que não teríamos inimigos, pelo contrário, eles estão lá; mas, é na presença dele que Ele nos serve. Ser ungido por Ele é ter sua mão amorosa sobre nós, enchendo-nos com seu Espírito.

Deus faz nossa vida transbordar, quando Ele unge com seu precioso óleo, para deixarmos as outras pessoas beberam também. (Jo 7.38). As chuvas que caem nas mais altas montanhas também vão correndo para baixo para dar refrigério nos vales profundos.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

OVELHA FORA DO APRISCO

Se algum de vocês se desviar da verdade… (Tg 5.19)

Parece que há diferença entre o desviado e o desertor. O caso do desertor é muito mais sério. Ele faz mais do que desviar-se: ele abandona resolutamente o evangelho.

O crente desviado é também chamado de crente afastado, crente extraviado, crente distante do evangelho.

Em algum lugar, em algum tempo e em alguma denominação cristã, pode haver mais crentes desviados do que crentes firmes.

O crente desviado é aquele que se desvia da verdade de Deus, da fé, do bom caminho, do primeiro amor, do compromisso assumido no batismo.

É aquele que se desprende do grupo, que se transfere do caminho estreito para o caminho largo.

Todavia, isso não significa obrigatoriamente que seu nome nunca foi escrito no Livro da Vida. Não se pode afirmar prematuramente que o crente desviado nunca tenha se convertido.

Tiago está responsabilizando os não desviados a trabalhar com os desviados. O propósito é trazer de volta o irmão no momento afastado da comunhão por algum motivo, há pouco ou há muito tempo.

Os irmãos que permanecem firmes na fé têm de usar “laços de amor e carinho” (Os 11.4) para reconduzir as ovelhas ao rebanho.

Nesse ministério de reconciliação, a oração intercessória é o melhor instrumento.

Assim como o bom pastor procura saber quantas ovelhas não estão no aprisco e vai atrás delas até Zachá-las e reconduzi-las ao rebanho, assim também devem fazer os pastores de almas e os crentes da comunidade em favor daqueles irmãos que foram salvos pelo precioso sangue de Cristo.

Naturalmente, Tiago não está se referindo àquelas pessoas que conheceram o caminho, experimentaram o gosto da salvação e, depois, abandonaram tudo, voltando à estaca zero ou ao seu próprio vômito ou à lama, como é dito na Epístola aos Hebreus (6.4-8) e na Segunda Carta de Pedro (2.20-23).

— Asafe quase perdeu a confiança em Deus, mas conseguiu recuperá-la!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.


Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 17 de setembro de 2013

A água da vida

“... Eu vim para que tenham vida” (João 10.10)

A busca humana por vida é ansiosa e, quase sempre, frenética! Sabemos que algo está errado quando nossa vida se torna aprisionada pelo casulo da falta de sentido. Desejamos, então, libertar-nos deste aprisionamento de uma vida massificada, insípida, sem cor e paradoxalmente “sem vida”.

Precisamos de vida! Carecemos de vida! Ansiamos por vida! Tal necessidade é a mais forte que se impõe sobre nós!  Há um desejo incontido de se viver uma vida autêntica e não apenas existir; de “ser” e não apenas “estar” ou ser reduzido ao “ter”.

Esta sede de vida faz com que procuremos por uma fonte que jorre a água capaz de dessedentar-nos. Nesta busca pela fonte, contudo, logo descobrimos que inclusive neste âmbito há muita propaganda enganosa. A experiência frustrante com as fontes que não dessedentam nossa sede vida faz com que nos acostumemos com o “quase” ou que desistamos da busca.

A “quase vida” é o estado no qual a maioria das pessoas vive ou sobrevive. Em um belíssimo texto cujo título é “Acostumar-se”, Clarice Lispector expressa bem este estado no qual acostumamo-nos com menos, com o pouco, com o nada. Ela conclui o texto assim: “A gente se acostuma para poupar a vida/Que aos poucos se gasta e se gasta de tanto se acostumar, e se perde em si mesma." E em uma frase da qual gosto muito, e a qual estou sempre repetindo, o teólogo, médico, músico, missionário e prêmio Nobel da Paz, Albert Schweitzer, expressou: “A tragédia do homem é o que morre dentro dele enquanto ele ainda está vivo”. O que Luis Fernando Veríssimo escreveu de uma outra forma: “embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu”.

No texto de João 10.10, Jesus adverte sobre os poderes geradores de morte que matam, roubam e destroem a vida. Conhecemos bem estes poderes, haja vista que os enfrentamos constantemente em nosso dia-a-dia. Alguns há que, de tão feridos, tornam-se cambaleantes e mortalmente feridos!

Você já parou para avaliar quais os poderes à sua volta estão minando sua vida?

No mesmo texto de João 10, versos 10-11, Jesus apresenta o antídoto contra os poderemos geradores da morte: a sua própria vida: “(...) eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. "O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”.  Jesus é o “pão da vida” (João 6.48); a fonte da vida (João 4.14; 7.38); o doador da vida (João 3.16, 36; 10.28; 17.2); a própria vida (João 1.4; Colossenses 3.4; I João 1.2).

Para dessedentar nossa sede de vida precisamos da vida de Jesus em nós.

Não se trata, contudo, “de viver com a ajuda de Cristo”, mas de um nascimento do alto (João 3.5, 2 Coríntios 5.17) que faz com “Cristo viva a Sua viva em nós"

“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2.19-20).

Viver a vida de Cristo é a única forma de dessedentar a sede que temos por vida.

Autoria: Ézio Martins de Lima

Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.