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sexta-feira, 24 de julho de 2026

CAPACIDADE DE AMAR

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê (em Jesus Cristo) não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8)

O maior desejo de Deus é que nos juntemos a Ele em Seu lar eterno, o céu.

Ele tornou isto possível pagando o preço por nossos pecados.

Ele nos ama por sua própria escolha, um ato de Sua própria vontade.

“Está comovido em mim o meu coração, as minhas compaixões a uma se acendem” (Os 11:8b).

O amor perdoa. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9).

O amor (Deus) não Se impõe a ninguém. Os que vêm a Ele o fazem em resposta a Seu amor.

O amor (Deus) demonstra bondade a todos.

O amor (Jesus) andou espalhando o bem a todos, sem favoritismos.

O amor (Jesus) não desejou o que pertencia a outros, vivendo uma vida humilde, sem reclamações.

O amor (Jesus) não se vangloriou de quem Ele era em carne, mas poderia ter demonstrado força a qualquer um com quem teve contato.

O amor (Deus) não impõe a obediência.

Deus não exigiu a obediência de Seu Filho, mas ao invés disso, Jesus voluntariamente obedeceu a Seu Pai nos céus.

“Mas, assim como o Pai me ordenou, assim mesmo faço, para que o mundo saiba que Eu amo o Pai.” (João 14:31).

O amor (Jesus) sempre esteve e está cuidando dos interesses de outros.

Esta pequena descrição do amor revela uma vida sem interesses centrados em si mesmo, em contraste com a vida egoísta do homem natural.

Surpreendentemente, através do Espírito Santo, Deus deu a capacidade de amar, como Ele ama, àqueles que recebem Seu Filho Jesus como seu Salvador pessoal de pecados

Fonte: GotQuestions

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/?m=1

Graça e Paz 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

A ARTE DE AMAR E DEIXAR DE AMAR

Não amem o mundo, nem as coisas que há nele. Se vocês amam o mundo, não amam a Deus, o Pai. (1Jo 2.15)

A capacidade de amar deve estar sob controle. O fato é que não deveríamos amar algumas das coisas que amamos. Do mesmo modo, algumas coisas que não amamos deveriam ser amadas por nós.

O controle sobre o amor é um exercício extremamente necessário (e difícil), pois nunca ficamos sem amar. Amamos errado, mas amamos.

Não devemos amar o mundo e nós o amamos. Não devemos amar o dinheiro e nós o amamos. Não devemos amar as obras da carne e nós as amamos.

O homem não deve amar a mulher de outro, assim como a mulher não deve amar o marido de outra, mas isso acontece. Não devemos amar o supérfluo e nós amamos.

Portanto, a palavra de João é corajosa e oportuna: “Não ame o mundo, nem as coisas que há nele”. Primeiro, porque se amamos o mundo, não amamos o Pai (o Pai e o mundo são completamente antagônicos). Segundo, porque o que há no mundo não merece o nosso amor: “a cobiça sensual, a cobiça do que se vê, o gabar-se da boa vida” (1Jo 2.16, BP). Terceiro, porque o mundo passa com todas essas coisas más e nós ficaremos sem nada.

Essa capacidade de amar tem que ser usada positivamente. É só virar o leme.

Precisamos amar a Deus sobre todas as coisas, pois ele é digno desse amor e esse amor nos faz bem.

Precisamos amar o próximo tão intensamente quanto amamos a nós mesmos, pois isso soluciona vários problemas e esse amor nos faz bem.

Precisamos amar o inimigo, pois isso impede a pena do talião que nunca dá certo, e impede o crime, impede a guerra, e esse amor nos faz bem.

A questão toda é saber o que não amar e o que amar!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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