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quinta-feira, 26 de outubro de 2023

MISERICÓRDIA E COMPAIXÃO

A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu.

Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor.

O benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido.

Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada.

“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”. (Mt 5.25,26)

A falta de perdão prende o ofendido e pode prender a vida de mais alguém.

Devemos perdoar como Deus nos perdoou: 

“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. (Ef 4.32)

Nosso perdão e reconciliação deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco.

Nosso ofensor também não precisa fazer por merecer.

O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento.

Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 8 de maio de 2021

A COMPAIXÃO DE JESUS

 Tenho compaixão desta multidão (Mt 15.32)

O Evangelho registra que Jesus, em suas andanças “por todas as cidades e povoados”, ao ver as multidões, tinha compaixão delas “porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9.35-38). Pouco adiante, Mateus volta a registrar: “Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes” (Mt 14.14).

Jesus mesmo expressa verbalmente esse sentimento por ocasião da segunda multiplicação de pães e peixes: “Tenho compaixão desta multidão” (Mt 15.32).

Porque Jesus não só enxergava, mas também se compadecia do sofrimento alheio, muitos clamavam e gritavam diante dele: “Filho de Davi, tem misericórdia de nós. A compaixão de Jesus pelo sofrimento alheio ia muito além do mero sentimento. Ele se entregava ao ministério de aliviar os outros de suas dores. O povo lhe trazia “todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos” e ele os curava (Mt 4.23-25).

Como o sofrimento humano se estende além da doença e da morte, o ministério de Jesus era tríplice. “A atividade de Jesus junta e unifica ensinamento, proclamação da boa notícia ou evangelho e curas”

As pessoas sofridas iam a Jesus em busca de alívio por iniciativa própria: a mulher por 12 anos hemorrágica (Lc 8.43-48), os dez leprosos (Lc 17.11-19), o cego de Jericó (Lc 18.35-42).

As pessoas sofridas eram levadas a Jesus por parentes e amigos: o paralítico de Cafarnaum (Mc 2.1-12), a filha da mulher cananéia (Mt 15.21-28), a sogra de Pedro (Lc 4.38-40), o servo do centurião (Lc 7.1-10), a filha de Jairo (Lc 8.40-56), o menino endemoninhado (Lc 9.37-45).

As pessoas sofridas eram enxergadas pelo próprio Jesus, que tomava a iniciativa de aliviá-las: o homem da mão atrofiada (Lc 6.6-11), a viúva de Naim (Lc 7.11-17), o endemoninhado de Gerasa (Lc 8.26-39), a mulher encurvada (Lc 13.10-17), o servo do sumo sacerdote (Lc 22.51), o paralítico de Betesda (Jo 5.1-15), o cego de nascença (Jo 9.1-12).

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 20 de abril de 2021

ENTÃO ELE NOS SALVOU

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares (Sl 46.1-2)

Para que saibais, e me creiais, e entendais que Eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. (Is 43.10)

Não porque fôssemos suficientemente bons para sermos salvos, mas por causa da sua bondade e compaixão - quando nos lavou dos nossos pecados e nos deu a nova alegria de sermos a morada do Espírito, que Ele derramou sobre nós com maravilhosa abundância - e tudo por causa daquilo que Jesus Cristo nosso Salvador fez. – (Tito 3.5-6)

Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de cânticos; então, se dizia entre as nações: Grandes coisas fez o Senhor a estes! Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres. (Sl 126.2-3)

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação que nós mesmos somos consolados por Deus (2 Co 1.3-4)

Porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração. (1 Sm 16.7)

Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz, no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo (João 16.33)

O qual (Cristo) é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades, tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. (Col 1.15-17)

Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade, porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra, teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste sobre todos como chefe. E riquezas e glória vêm de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder, e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. (1Cr 29.11-12)

Aquele que nem mesmo ao seu próprio filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas? (Rm 8.32)

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

O SEGREDO DA COMPAIXÃO


A compaixão e o manto com o qual todo cristão deve se revestir para cultivar e desenvolver relacionamentos saudáveis, sendo um imitador do caráter de Cristo nesta terra. 

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade  (colossenses 3.12-14). essas virtudes são para nós, cristãos, precisamos ter em nossos relacionamentos com o próximo. porém, somente desenvolveremos essas qualidades morais se Cristo estiver no centro de nossa vida.

MAS, O QUE SIGNIFICA SER UMA PESSOA COMPASSIVA?
E aquela que é sensível ao sofrimento alheio; que se compadece do problema do outro e sofre com ele; que é solícita diante das necessidades do próximo e cuida dele; e demonstra empatia e consideração. 

A pessoa compassiva procura aliviar a carga do próximo, sua dor, suas frustrações e sua vergonha. Quanto mais exercemos compaixão, mais nos libertamos do egocentrismo ou individualismo, são inerentes ao ser humano.

Deus é o nosso maior exemplo. teve compaixão do ser humano pecador e, por amor à nos, enviou o que tinha de mais precioso, o seu filho, Jesus Cristo, para redimir o ser humano do pecado e nos garantir uma vida abundante e eterna. 

Mas tu, Senhor, és um Deus cheio de compaixão, e piedoso, e grande em benignidade e em verdade  (Salmos 86.15).  Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o pai das misericórdias e o Deus de toda consolação  (2 coríntios 1.3). 

Nosso Deus não é indiferente ás nossas necessidades. Ele não nos abandona nem nos decepciona. ao contrário, manifesta sua misericórdia e compaixão diariamente.

Quando compartilhamos a dor dos outros manifestamos o caráter de Cristo, sendo um canal de bênção nesta terra. e a lei da semeadura sempre irá operar em nosso favor.

O Apóstolo Paulo, em suas últimas exortações à igreja da Galácia, deixa bem claro a importância da compaixão: levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo: não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará (gálatas 6.2,7). 

Infelizmente, a postura de muitos cristãos tem sido de indiferença e nao de compaixão. agem como se dissessem: "não me importo com o que passa com você, porque nao tenho nada a ver com o seu problema" é"cada um por si, e Deus por todos".

Quando compreendemos o quanto Deus se compadece de nós, quando recebemos sua graça e misericórdia a cada manhã, exercitamos essa compaixão através de nossas ações, e demonstramos maturidade espiritual e emocional.

Seja uma pessoa de ação. não apenas de palavras, pois nossa vida cristã é feita do fazemos e não do que falamos.

Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 25 de novembro de 2018

JESUS ERA TOMADO DE COMPAIXÃO PELO SOFRIMENTO ALHEIO


Tenho compaixão desta multidão (Mt 15.32)

O Evangelho registra que Jesus, em suas andanças “por todas as cidades e povoados”, ao ver as multidões, tinha compaixão delas “porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9.35-38). Pouco adiante, Mateus volta a registrar: “Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes” (Mt 14.14).

Jesus mesmo expressa verbalmente esse sentimento por ocasião da segunda multiplicação de pães e peixes: “Tenho compaixão desta multidão” (Mt 15.32).

Porque Jesus não só enxergava, mas também se compadecia do sofrimento alheio, muitos clamavam e gritavam diante dele: “Filho de Davi, tem misericórdia de nós”. É o caso dos dois cegos (Mt 9.27), da mulher cananéia cuja filha estava endemoninhada e sofrendo muito (Mt 15.22), do homem cujo filho também estava endemoninhado e era jogado ora no fogo ora na água para ser morto (Mc 9.22), do cego Bartimeu, que pedia esmola numa rua de Jericó (Mc 10.47).

A compaixão de Jesus pelo sofrimento alheio ia muito além do mero sentimento. Ele se entregava ao ministério de aliviar os outros de suas dores. O povo lhe trazia “todos os que estavam padecendo vários males e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos” e ele os curava (Mt 4.23-25).

Como o sofrimento humano se estende além da doença e da morte, o ministério de Jesus era tríplice. “A atividade de Jesus junta e unifica ensinamento, proclamação da boa notícia ou evangelho e curas” (Bíblia do Peregrino).

Jesus se encontrava com os sofredores nas sinagogas (caso da mulher encurvada, do paralítico de Cafarnaum, do homem da mão atrofiada), em lugares públicos (caso do paralítico junto ao tanque de Betesda, do homem da orelha decepada no Getsêmani) e em ruas e estradas (caso do cego de nascença, da viúva de Naim, do endemoninhado de Gerasa, do cego Bartimeu).

As pessoas sofridas iam a Jesus em busca de alívio por iniciativa própria: a mulher por 12 anos hemorrágica (Lc 8.43-48), os dez leprosos (Lc 17.11-19), o cego de Jericó (Lc 18.35-42). As pessoas sofridas eram levadas a Jesus por parentes e amigos: o paralítico de Cafarnaum (Mc 2.1-12), a filha da mulher cananéia (Mt 15.21-28), a sogra de Pedro (Lc 4.38-40), o servo do centurião (Lc 7.1-10), a filha de Jairo (Lc 8.40-56), o menino endemoninhado (Lc 9.37-45).

As pessoas sofridas eram enxergadas pelo próprio Jesus, que tomava a iniciativa de aliviá-las: o homem da mão atrofiada (Lc 6.6-11), a viúva de Naim (Lc 7.11-17), o endemoninhado de Gerasa (Lc 8.26-39), a mulher encurvada (Lc 13.10-17), o servo do sumo sacerdote (Lc 22.51), o paralítico de Betesda (Jo 5.1-15), o cego de nascença (Jo 9.1-12).

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 25 de maio de 2018

COMO DERROTAR NOSSOS INIMIGOS


Aos doze anos o príncipe Luidwig, assumiu o trono da França. No decorrer da sua juventude, era a sua mãe que governava a nação. Muitos inimigos do príncipe tentaram roubar-lhe o trono, todavia, a sua mãe derrotava a todos. Quando enfim o jovem assumiu o poder, todos os seus opositores, os quais tentaram tirar-lhe o trono, com grande medo fugiram da França para outro país, pois ouviram boatos que o príncipe havia feito uma lista com os nomes de todos eles, e depois de cada um pôs um sinal da cruz.

Quando Luidwig soube o motivo da fuga de seus inimigos, enviou mensagens a todos eles, pedindo que voltassem, pois explicou: “O sinal da cruz que fiz depois de vossos nomes, é para lembrar-me de que devo perdoar aos meus inimigos, pois a cruz lembra o meu Salvador que também me perdoou”.

O reverendo (in memorian) Richad Wurmbrand, fundador da Missão A Voz dos Mártires, sofreu num cárcere comunista, na Romênia, durante catorze anos. Lá ele experimentou toda espécie de tortura e sofrimento. No entanto, como prova do seu grande amor, em um de seus artigos, ele escreveu: "Quem não ama a seus inimigos, não é cristão. Porém, amamos tanto àqueles que nos amargam a vida, quanto a noiva apaixonada ama seu noivo? Se não, o nosso amor é deficiente".

Em um outro texto, continuou: "Ser traído ou ferido por alguém é um desafio, uma chamada de Deus para nós. A pessoa que faz injustiça par nós, foi mandada por Deus, para nos preocuparmos com a salvação de sua alma".

Já o cristão soviético, Cherew, que passou vinte anos na prisão por amor a Deus, escreveu: "Nesse lugar aprendi amar meus torturadores a tal ponto como um noivo ama a sua noiva.

Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos de pessoas que assumiram o compromisso de amar aos inimigos. Mas o maior de todos os exemplos foi demonstrado por Jesus. Ele, mesmo sendo Deus, não obstante ser o criador do mundo, embora fosse continuamente glorificado nos céus pelos anjos, ainda assim ele se dispôs a vir a este mundo de caos. E aqui, muito mais do que se humilhar, ele morreu numa vergonhosa cruz. E isso ele fez por amar demais às nossas vidas.

Enquanto aqui esteve, Cristo ensinou aos seus discípulos como deveriam agir diante dos inimigos: "Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam. Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses" (Lc. 6:27-29).

Na antiga aliança, o mandamento também era esse: "Se encontrares o boi do teu inimigo, ou o seu jumento, desgarrado, sem falta lho reconduzirás. Se vires o jumento, daquele que te odeia, caído debaixo da sua carga, deixarás pois de ajudá-lo? Certamente o ajudarás a levantá-lo" (Êx. 23:4, 5). Salomão, um dos homens mais sábios de toda a história, nos incentivou a fazer exatamente isto: "Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar...

Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o Senhor to retribuirá" (Pv. 24: 17; 25:21, 22). O mesmo ensinou o apóstolo Paulo: "Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça" (Rm. 12:20)

Sim, a melhor forma de tratarmos àqueles que nos desejam o mal, não é revidando, não é fazendo também o mal, mas amando-os, amando-os de todo o coração. Quando nos dispomos a amá-los, quando adquirimos uma profunda compaixão pela vida dos nossos inimigos, algo maravilhoso e inexplicável acontece ao coração deles, que não conseguem resistir por muito tempo ao nosso amor. É assim que devemos derrotar aos nossos inimigos.

Jaime Nunes Mendes

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O SEGREDO DA COMPAIXÃO

A compaixão E o manto com o qua TODO Cristão desen se revestir parágrafo cultivar e desenvolver Relacionamentos Saudáveis, Sendo hum imitador do carater de Cristo Nesta terra. 

Revesti-vs, pois, Como eleitos de Deus, santos e Amados, de entranhas de Misericórdia, de benignidade, humildade, Mansidão, longanimidade  (Colossenses 3.12-14). Essas virtudes São that Nós, cristãos, precisamos ter em NOSSOS Relacionamentos com o Próximo. Porem, SOMENTE desenvolveremos essas qualidades morais se Cristo não estiver centro de Nossa vida.

Mas, o Que significa Ser uma pessoa compassiva?
E Aquela Que É Sensível Ao Sofrimento alheio; Que se compadece fazer Problema do Outro e sofre com ELE; Que É solícita Diante das Necessidades fazer Próximo e cuida DELE; e demonstra empatia e consideração. 


A pessoa compassiva Procura ALIVIAR uma carga fazer Próximo, SUA dor, SUAS frustrações é Sua vergonha. Quanto Mais exercemos uma compaixão, Mais nsa libertamos do egocentrismo UO não individualismo, that São inerentes Ao Ser Humano.


Deus é O Nosso Maior Exemplo. He Teve compaixão fazer Ser Humano pecador e, por amor à nos, enviou O Que tinha de Mais precioso, o Seu Filho, Jesus Cristo, parágrafo redimir o Ser Humano do Pecado e nsa garantir Uma vida abundante e eterna. 

Mas tu, Senhor, és um Deus Cheio de compaixão, e Piedoso, e sofredor, e grande em benignidade e em Verdade  (Salmos 86.15).  Bendito SEJA o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das Misericórdias EO Deus de Toda Consolação  (2 Coríntios 1.3). 

Nosso Deus Não É indiferente As Nossas Necessidades. ELE NÃO nsa abandona NEM nsa decepciona. Ao contrario, o manifes Sua Misericórdia e compaixão Diariamente.

QUANDO compartilhamos a dor dos Outros manifestamos o carater de Cristo, Sendo hum canal de Bênção Nesta terra. E a lei da semeadura sempre IRA operar em Nosso favorecer.

O apóstolo Paulo, em SUAS Últimas exortações à Igreja da Galacia, Deixa Bem claro a importancia da compaixão: Levai como cargas uns dos Outros e ASSIM cumprireis a lei de Cristo. De: Não erreis: Deus Não Se Deixa escarnecer; Porque Tudo O Que o homem semear, ISSO TAMBÉM ceifará (Gálatas 6.2,7). 

Infelizmente, uma postura de muitos cristãos TEM Sido de indiferença e nao de compaixão. Agem Como se dissessem: "Não me importo com O Que passa rápido você, Porque nao tenho nada a ver com o Seu problema" e "Cada hum POR si, e Deus POR todos".

QUANDO compreendemos o Quanto Deus se compadece de Nós, o Quanto recebemos Sua graça e Misericórdia A Manhã Cada, exercitamos ESSA compaixão atraves de Nossas Ações, e demonstramos Maturidade espiritual e emocional.


SEJA uma pessoa de Ação. NÃO APENAS de Palavras, pois Nossa Vida Cristã E Feita fazer that fazemos e NÃO fazer that Falamos.


Dra. Elizete Malafaia

Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Anjos Sem Asas



Amizade faz bem: equilibra batimentos do coração, afasta cansaço, depressão, infecções, e doenças cardíacas. Crianças saram depressa, se brincam e convivem com amiguinhos. Afeto de amigos provoca descarga de interleucina e endorfina, substâncias que fortalecem as defesas do organismo. Conclusão: gente fechada e sem amigos adoece mais fácil.




Separação é sinônimo de doença, indicando que algo não vai bem. Biblicamente, somente os que sofriam de algo contagioso praticavam quarentena. (Levítico 13:46) Mesmo assim, porque não existiam os recursos preventivos ao contágio existentes hoje.



Aprendera se abrir a respeito dos fracassos e sucessos é imprescindível para uma vida saudável. Sem este tipo de honestidade, criamos uma falsa imagem acerca de nós mesmos que produz pressões desnecessárias. Quando encontramos alguém que vê nossas falhas, aceitando-nos tal qual somos, e nos amando apesar dos tropeços, somos muito abençoados.(João 15.15) Ouvir, entender, e permanecer amigo daqueleque erra, é da mesma forma indispensável.(Jó 6.14)



Um amigo é uma porta aberta, introduzindo o coração alquebrado a um lugar de refúgio e descanso. O ferido encontra nos braços de um amigo apoio, consolo, e cura. O lugar de maior realização de um homem não é o assento de honra no meio dos poderosos; pois não existe lugar de maior honra do que a aceitação docoração de quem nos ama.(Pv.17.17)



Porto da a minha vida Deus me tem enviado anjos, mas nunca os vi face a face.Todavia, Deus me tem enviado seres maiores do que anjos, e a estes eu encontro frente a frente. Deus me envia amigos.



Por mais que o ser humano revele segurança e força, existem certos momentos que o desejo de desistir é incontrolável. Inúmeras vezes nos vestimos de festa e tentamos ornamentar o rosto com um radiante sorriso. Porém, no interior, um sentimento de perda e impotência escurece com as nuvens pesadas do desânimo o nosso labutar. Nestas horas, o que mais precisamos é de um amigo.



Existem momentos quenecessitamos não somente do divino, mas do socorro humano.



No fim de uma reunião na cidade de Malboro, nos Estados Unidos, Gustavo veio ao meu encontro com um sorriso. Estendi-lhe minha mão, a qual ele apertou amigavelmente, a medida que seu rosto era iluminado pela felicidade. Com sinceridade e lágrimas nos olhos, ele disse: “Fui muitíssimo abençoado em sua última visita a Boston”. Encarei seus olhos e indaguei: “De que maneira,através da mensagem?” “Não”, respondeu ele enfático. “Quando cantei ou toquei?” Insisti. Novamente a resposta foi negativa.

“Como afinal você foi abençoado?” Perguntei curioso. Sua voz, embargada e cheia degratidão revelou: “Ao terminar a mensagem, o senhor desceu da plataforma, atravessou o corredor, e se dirigiu ao hall de entrada. Eu era a última pessoa; estava quase na saída, de pé, ao lado da porta. Quando o senhor ia passando por mim, parou, me olhou, caminhou em minha direção, me abraçou, e me deu um beijo no rosto. Nem meu pai nunca me beijou. Aquele foi o dia mais abençoado da minhavida!”.



Um gesto de amor e lealdade fortalece muito além das palavras. Um amigo compartilha sonhos e problemas; ele está ao nosso lado, ouvindo, encorajando, e entendendo. Deus precisa da compaixão de um amigo.



A compaixão o faz enxergar o sofrimento do próximo; ela o leva a perguntar, “comovai você?” Ao mesmo tempo, a compaixão o faz parar, permanecer ao lado do ferido, e esperar a resposta. A compaixão é a mãe de todos os milagres. Ela constrói seu lar no coração de um amigo.



Outra característica da amizade é a franqueza. Ela faz o ser humano dizer ou ouvir qualquer coisa sem rodeios ou melindres; dá o poder de olhar no fundo dos olhos e repreender sem magoar (Pv.27.6).



Nas vitórias ou mancadas, o riso de um amigo se solta na gargalhada feliz ou brincalhona. Nos fracassos e tristezas, mesmo os amigos altos, fortes, e másculos, ficam ternos e choram em simpatia e emoção.(Pv.27.9)Amigos estão sempre prontos a perdoar, pois só através do perdão a amizade é renovada.(Pv.17.9



Terrível coisa é quando já não mais se pode falar o que vem a mente espontaneamente. A amizade que mede palavras, medrosa das reações e críticas do outro, ou mascarada pelo sorriso amarelo, certamente está se deteriorando.(2Reis 10.15) Neste caso, ela precisa ser revista. Faz-se necessário um confronto, um tête-à-tête aberto, sincero, e restaurador.(Mt. 18.15)

Ser irmão não basta, é preciso ser amigo. Ninguém tem amigos deste quilate, a não ser que ele mesmo seja um amigo assim. Somente aqueles que são amigos de verdade encontram de verdade amigos.



Um bom amigo é um tesouro que não tem preço. Quando Deus nos dá um amigo, ele nos presenteia com um companheiro para toda a vida. De fato, nas horas cruciais, Deus geralmente nos envia anjos sem asas; Deus nos envia amigos.(Hb.13.2)



Autor: Dr. Silmar Coelho



Por Litrazini



Graça e Paz






















terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Quer receber perdão? Perdoe!!

Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim que eu lhe perdoe? Até sete vezes?”

O que você responderia?

Cristo respondeu: “Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mt. 18.21,22)

Jesus esta ensinando que devemos perdoar os outros todas as vezes que nos ofenderem, pois é isso que ele faz quando pecamos.

Por meio da parábola narrada em Mateus 18.23-35, Jesus ensina que Deus perdoou nosso grande débito de pecado, uma dívida vultuosa que nunca teríamos condições de pagá-la. O servo mencionado na parábola devia ao rei 10 mil talentos, equivalente a 60 milhões de denários. Mas o rei o perdoou e cancelou sua dívida fabulosa.

Um colega deste servo também tinha com ele uma dívida de cem denários. Mas este decidiu que não lhe perdoaria a dívida. E acabou por lançá-lo na prisão.

Jesus ensina que nossa dívida com Deus é muito maior do que a que outras pessoas possam ter conosco, e que, quando nos recusamos a perdoar outrem, estamos colocando-o numa prisão.

Quando o rei ficou sabendo do fato, perguntou ao servo “Não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?” (V. 33) Isso quer dizer que ao perdoarmos devemos fazer na mesma proporção que Deus perdoa.

Ao nos dar conta do quanto fomos perdoados por Deus, poderemos perdoar liberalmente a outros.

Jesus conclui a parábola falando da cólera do rei contra o servo sem compaixão, entregando-o aos verdugos. Isso quer dizer que receberemos o perdão na proporção que decidamos perdoar outros.

Se não perdoarmos aqueles que nos ofendem, viveremos angustiados e sob opressão demoníaca, até que os perdoemos e os libertemos. Se não perdoarmos, continuaremos atormentados, mesmo que os melhores homens e/ou mulheres de Deus orem por nós. A libertação acontecerá após a decisão de perdoar.

Jesus “Foi entregue (à morte) por causa das nossas transgressões” (Rm. 4.25), não apenas pelos pecados que os outros cometem contra nós, mas também pelos que nós cometemos contra ele. Portanto, “sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos unas aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef. 4.32)

Quando perdoamos o nosso ofensor, entregamos essa pessoa nas mãos de Deus; abrimos mão de nosso direito de revidar. Quando agimos assim criamos condições para gozar de experiências sobrenaturais. A paz de Deus, que excede todo entendimento, guarda nossa mente, e depois disso o próprio Deus, na hora certa, e à sua maneira, se encarrega de todas as coisas

TOME A DECISÃO DE PERDOAR QUEM PECAR CONTRA VOCÊ HOJE.”

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.