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sexta-feira, 25 de março de 2016

CRISTO COMO A PÁSCOA

Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi imolado (1Co 5:7) “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”. Cristo fez o seu grande e eterno sacrifício, que é o nosso agente de nossa purificação moral. Cumpri-nos abandonar nossa velha maneira de viver.

PÁSCOA, OU A CEIA DO SENHOR?
O próprio Senhor Jesus, quando instituiu a Santa Ceia, que se deu no dia da páscoa “No primeiro dia da festa dos pães asmos, os discípulos se aproximaram de Jesus e lhe perguntaram: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? Respondeu-lhes ele: Ide a cidade ter com certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo. Em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos. Os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa” Mt 26:17-19; e não foi pela Sua ressurreição que Ele a instituiu, e sim, em memorial a Ele, e anunciando a Sua morte, até que Ele venha a nos buscar  “Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha”I Co. 11:26. 

Isto é, a Ceia do Senhor se deu justamente na páscoa porque, a verdadeira páscoa era Ele (I Co.5:7), que estava preparado para morrer pelos nossos pecados - a de ser crucificado. Por isso que foi chamado de Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo: “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” João 1:29, porque Ele é o Cordeiro a ser sacrificado, a páscoa, para derramar o Seu sangue pelos nossos pecados; pois, sem tal sacrifício, nenhum homem poderia aproximar de Deus, e entrar em comunhão com Ele, ganhando assim a vida eterna.

Razão pelo qual, uma vez feito tal sacrifício, o único verdadeiro e perfeito, deixaria de ter sentido a páscoa, uma vez que o antigo pacto foi consumado. Foi por essa razão que o Senhor Jesus se reuniu com os seus discípulos, para realizar a última páscoa - a válida - e estabelecer o novo pacto, mais abrangente, e debaixo da graça: a Ceia do Senhor.

A IMPORTÂNCIA DA PÁSCOA PARA NOSSOS DIAS

O cordeiro imolado para libertação do povo representa Cristo que foi morto por nossos pecados para nos livrar da escravidão do pecado e da morte.

-  Deveria ser um cordeiro sem nenhum defeito: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” II Co. 5:21; “Mas com o precioso sangue de Cristo, como um cordeiro sem defeito e sem mancha” I Pedro 1:19.

- O cordeiro deveria morrer para que os homens pudessem viver “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a sua boca; como cordeiro foi levado ao matadouro, e como ovelha muda perante os tosquiadores, ele não abriu a sua boca” Isaías 53.6,7

Páscoa é a comemoração do livramento da morte e da escravidão.

Se a morte de Cristo não for uma realidade em sua vida de que adianta sua comemoração neste dia?

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sexta-feira, 29 de março de 2013

Jesus Cristo, nosso Cordeiro pascal


Porque isto é o meu sangue, que é derramado em favor de muitos para o perdão dos pecados, o sangue que garante a aliança feita por Deus com o seu povo” (Mt 26.28, NTLH).

 A Páscoa, comemorada pelos judeus, significa passagem. É realizada com o objetivo de fazer o povo recordar a libertação da escravidão egípcia e também a libertação da escravidão do pecado.

Na antiga Páscoa judaica, antes da Festa dos Pães Asmos, as famílias removiam de sua casa todo o fermento ou os alimentos e bebidas fermentados. De acordo com o ensino bíblico, o fermento e tudo o que era preparado com ele simbolizavam o pecado.

Hoje, nossa Páscoa é representada pela Ceia do Senhor, uma das principais ordenanças da Igreja. Nessa festa, celebramos a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, pois o cordeiro que era sacrificado na festa da Páscoa dos judeus apontava para o sacrifício de Cristo, o único Cordeiro que tira o pecado do mundo.

Cristo é a nossa Páscoa, aquele que nos propiciou a passagem da morte — vida de pecado, engano, mentira, inveja, orgulho, miséria, rivalidade, ressentimento, ódio, maldade e escravidão — para a vida. Por meio de Sua ressureição, Ele nos garantiu o direito à vida eterna e plena.

Quando o aceitamos, reconhecemos a importância e o significado de Seu sacrifício na cruz do Calvário e o confessamos como nosso Senhor, tornando-nos novas criaturas. Ele é o nosso caminho, a nossa Páscoa. Deus, por intermédio de Seu Filho, livrou-nos do domínio da morte e do pecado e concedeu-nos uma vida plena e saudável. Como Jesus mesmo disse: Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância (Jo 10.10b).

Quando participamos da Ceia do Senhor, proclamamos ao mundo nossa fé no sacrifício expiatório de Cristo e em Sua segunda vinda. É o momento em que reconhecemos o quanto éramos e estávamos escravizados pelo pecado e pelo mundo, assim como o quanto necessitávamos de um Salvador, Jesus Cristo.

Pelo grandioso ato de amor de morrer por nós, Jesus se fez maldição em nosso lugar, presenteando-nos com a vida eterna e com o fortalecimento de nossa fé. A Sua oferta nos permitiu uma vida na qual o triunfo, o amor, a criatividade, a fecundidade e a crença na ressurreição eterna nos possibilitem viver a ressurreição do amor, da graça, da paz, da unção, da unidade, da alegria, da esperança, da comunhão e da fé em nossos relacionamentos.
 
Que você sempre comemore com sua família e em sua igreja essa ordenança tão especial e importante para nossa vida espiritual e física, pois, quando participamos da Ceia do Senhor, somos purificados e curados no corpo, na alma e no espírito.

Um grande abraço.

Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 8 de abril de 2012

A PÁSCOA E JESUS CRISTO


Para os cristãos, a Páscoa contém rico simbolismo profético a falar de Jesus Cristo. O NT ensina explicitamente que as festas judaicas 'são sombras das coisas futuras' (Cl 2.16,17; Hb 10.1), i.e., a redenção pelo sangue de Jesus Cristo.

Note os seguintes itens em Êxodo 12, que nos fazem lembrar nosso Salvador e seu propósito para conosco.

(1) O âmago do evento da Páscoa era a graça salvadora de Deus. Deus tirou os israelitas do Egito, não porque eles eram um povo merecedor, mas porque Ele os amou e porque Ele era fiel ao seu concerto (Dt 7.7-10). Semelhantemente, a salvação que recebemos de Cristo nos vem através da maravilhosa graça de Deus (Ef 2.8-10; Tt 3.4,5).

(2) O propósito do sangue aplicado às vergas das portas era salvar da morte o filho primogênito de cada família; esse fato prenuncia o derramamento do sangue de Cristo na cruz a fim de nos salvar da morte e da ira de Deus contra o pecado (12.13, 23, 27; Hb 9.22).

(3) O cordeiro pascal era um 'sacrifício' (12.27) a servir de substituto do primogênito; isto prenuncia a morte de Cristo em substituição à morte do crente. Paulo expressamente chama Cristo nosso Cordeiro da Páscoa, que foi sacrificado por nós (1Co 5.7).

(4) O cordeiro macho separado para morte tinha de ser 'sem mácula' (12.5); esse fato prefigura a impecabilidade de Cristo, o perfeito Filho de Deus (Jo 8.46; Hb 4.15).

(5) Alimentar-se do cordeiro representava a identificação da comunidade israelita com a morte do cordeiro, morte esta que os salvou da morte física (1Co 10.16,17; 11.24-26). Assim como no caso da Páscoa, somente o sacrifício inicial, a morte dEle na cruz, foi um sacrifício eficaz. Realizamos em continuação a Ceia do Senhor como um memorial, 'em memória' dEle (1Co 11.24). 

(6) A aspersão do sangue nas vergas das portas era efetuada com fé obediente (12.28; Hb 11.28); essa obediência pela fé resultou, então, em redenção mediante o sangue (12.7, 13). A salvação mediante o sangue de Cristo se obtém somente através da 'obediência da fé' (Rm 1.5; 16.26).


(7) O cordeiro da Páscoa devia ser comido juntamente com pães asmos (12.8). Uma vez que na Bíblia o fermento normalmente simboliza o pecado e a corrupção (ver 13.7 nota; Mc 8.15 nota), esses pães asmos representavam a separação entre os israelitas redimidos e o Egito, i.e., o mundo e o pecado. Semelhantemente, o povo redimido por Deus é chamado para separar-se do mundo pecaminoso e dedicar-se exclusivamente a Deus.  (Bíblia Pentecostal) 

Os festejos da Páscoa em todo o mundo possuem variações em suas origens e significados.

Na China
O "Ching-Ming" é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos ancestrais e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para deixá-los satisfeitos com os seus descendentes.

Na Europa
As origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar.

Nos países da Europa Oriental, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia
A tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos".


Nos Estados Unidos
A brincadeira mais tradicional ainda é a "caça ao ovo", onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a "caça ao ovo" é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos.

No Brasil e América Latina
O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho" também é utilizada.

Para os Cristãos:
"Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como sois sem fermento. Pois Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que celebramos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade" (ICo.5.7,8)

Transcrito

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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