Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador cumprimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cumprimento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de agosto de 2023

CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DIVINO

ORAÇÃO SOZINHO ‘… Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. (Mt 6.5-6). 

Tenha um tempo específico para oração (Sl 5.1-3).

O melhor horário para a maioria das pessoas é pela manhã quando existe silêncio e não se começou nenhuma atividade (Lv 6:12; Sl 5:3; 30:5; 59:16; 90:14);

Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca. (Lam 3:25).

Antes de orar por qualquer assunto trate com o coração (Sl 17:3; 19:14: 26:2; 66:18).

Nossa consciência tem que estar completamente limpa.

Devemos ficar sensíveis para perceber a direção e a carga do Espírito Santo.

Todos podemos orar por um mesmo assunto, até que tenhamos coberto todos os detalhes. Todos devemos participar.

Esse aspecto é importante porque a oração da Igreja é primordial para o cumprimento do propósito de Deus.

Coisas importantes aconteceram quando a Igreja orava:

Receberam o batismo com o Espírito Santo (Atos 2:1-4);

O lugar onde oravam tremeu durante a oração e todos foram cheios do Espírito (Atos 4:31);

Pedro foi libertado da prisão (Atos 12:5-9);

Paulo e Barnabé são chamados para o apostolado (Atos 13:1-4)

Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. (Filip 4:6,7)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sábado, 29 de fevereiro de 2020

O CUMPRIMENTO DAS PROMESSAS DE DEUS


Para entender um pouco mais, do que acontece com as pessoas que não sabem porque certas coisas ocorrem, vamos meditar no Salmo número um e, verificaremos que Deus deixa tudo muito claro, cabe a cada um de nós apropriarmos ou não das promessas d´Ele.

Bem-aventurado o homem que NÃO ANDA segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, NEM SE ASSENTA NA RODA DOS ESCARNECEDORES.

Esse não é o caso de pessoas que se dizem convertidas, mas não deixam os envolvimentos com a vida passada, não deixam as praticas do mundo. Ao invés de contaminar, ser luz no mundo, são contaminadas e voltam ás velhas praticas.

Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.

Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e TUDO QUANTO FIZER PROSPERARÁ. Essa é uma das consequências das pessoas que tem compromisso com Deus e com a sua obra.

Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.

POR ISSO OS ÍMPIOS NÃO SUBSISTIRÃO NO JUÍZO, NEM OS PECADORES NA CONGREGAÇÃO DOS JUSTOS. Porque o Senhor conhece o caminho. A ida para o céu ou não, fica bem clara nesse texto.

Quem não tiver um posicionamento correto de acordo com a Palavra do nosso Deus, não pode reclamar das consequências, pois Deus é Fiel e zela por cumprir a sua Palavra.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 6 de setembro de 2015

A LEI NA ANTIGA ALIANÇA

“Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, ATÉ que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita, e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Mas, antes que a promessa viesse, estávamos guardados debaixo da lei e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados. Mas, depois que a fé veio, já não estamos debaixo de aio” (Gl 3.19-25)”. 

“A palavra traduzida “lei” (gr. nomos; hb torah) significa “ensino” ou “instrução”. O termo lei pode referir-se aos Dez Mandamentos, ao Pentateuco ou as qualquer mandamento no Antigo Testamento. O uso por Paulo da palavra “lei” pode incluir o sistema sacrificial do concerto mosaico. A respeito dessa lei, Paulo, declara várias vezes:

(1) ELA FOI DADA POR DEUS “POR CAUSA DAS TRANSGRESSÕES”, isto é, a fim de demonstrar que o pecado é a violação da vontade de Deus, e despertar os homens a verem sua necessidade de misericórdia, graça e salvação de Deus em Cristo (Gl 3.24; cf. Rm 5.20; 8.2).

(2) EMBORA O MANDAMENTO FOSSE SANTO, BOM E JUSTO (RM 7.12), ERA INADEQUADO, porque não conseguiu transmitir vida espiritual nem força moral (Gl 3.21; Rm 8.3; Hb 7.18,19)

(3) A LEI FUNCIONOU COMO “AIO” OU TUTOR DO POVO DE DEUS ATÉ QUE VIESSE A SALVAÇÃO EM CRISTO (Gl 3.22-26). Nessa função, a lei revelou a vontade de Deus para o comportamento do seu povo (Ex 19.4-6; 20.1-17; 21.1 – 24.8), proveu sacrifício de sangue para cobrir os pecados do seu povo (ver Lv 1.5; 16.33) e apontou para a morte expiatória de Cristo (Hb 9.14); 10.12-14).

(4) A LEI FOI DADA PARA NOS CONDUZIR A CRISTO A FIM DE SERMOS JUSTIFICADOS PELA FÉ (Gl 3.24). Mas agora que Cristo já veio, finda está a função da lei como supervisora (v.25). Por isso, já não se deve buscar a salvação através das provisões do antigo concerto, nem pela obediência às suas leis e ao seu sistema de sacrifícios. A salvação. AGORA, tem lugar de conformidade com as provisões no NOVO CONCERTO, a saber, a morte expiatória de Cristo, a sua ressurreição gloriosa e o privilégio subsequente de pertencer a Cristo (vv. 27-29)”. 
“Não cuides que vim destruir a lei ou os profetas; não vem ab-rogar, mas cumprir” (Mt 5.17). 

“O propósito de Cristo é que as exigências espirituais da lei de Deus se cumpram na vida dos seus seguidores (Rm 3.31; 8.4). O relacionamento entre o cristão e a lei de Deus envolve os seguintes aspectos:

(1) A lei que o cristão é OBRIGADO a cumprir consiste nos princípios éticos e morais do Antigo Testamento (Mt 7.12; 22.36-40; Rm 3.31; Gl 5.14), bem como nos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos (Mt 5.28.20); 1 Co 7.19; Gl 6.2). Essas leis revelam a natureza e a vontade de Deus para todos e continuam hoje em vigor. As leis do AT destinadas diretamente à nação de Israel, tais como as leis sacrificiais, cerimoniais, sociais ou cívicas, já não são obrigatórias (Hb 10.1-4; e.g., Lv 1.2,3; 24.10). 

(2) O cristão não deve considerar a lei como sistema de mandamentos legais através do qual se pode obter mérito para o perdão e a salvação (Gl 2.16, 19). Pelo contrário, a lei deve ser vista como um código moral para aqueles que já estão num relacionamento salvífico com Deus e que, por meio da sua obediência à lei, expressam a vida de Cristo dentro de si mesmos (Rm 6.15-22). 

(3) A fé em Cristo é o ponto de partida para o cumprimento da lei. Mediante a fé nEle, Deus torna-se o nosso Pai (cf. Jo 1.12). Por isso, a obediência que prestamos como crentes não provém somente do nosso relacionamento com Deus como legislador soberano, mas também do relacionamento de filhos para com o Pai (Gl 4.6).

(4) Mediante a fé em Cristo, o crente, pela graça de Deus (Rm 5.21) e pelo Espírito Santo que nele habita (Gl 3.5,14; Rm 8.13), recebe o impulso interior e o poder para cumprir a lei de Deus (Rm 16.25,26; Hb 10.16). Nós a cumprimos, ao andarmos segundo o Espírito (Rm 8.4-14). O Espírito nos ajuda a mortificar as ações pecaminosas do corpo e a cumprir a vontade de Deus (Rm 8.13). Por isso, a conformidade externa com a lei de Deus deve ser acompanhada pela transformação interior do nosso coração e espírito (cf. Mt 5.21-28).

(5) Os cristãos, tendo sido libertos do poder do pecado, e sendo agora servos de Deus (Rm 6.18-22), seguem o princípio da “fé”, pois estão “debaixo da lei de Cristo” (1 Co 9.21). Ao fazermos assim, cumprimos “a lei de Cristo” (Gl 6.2) e em nós mesmos somos fiéis à exigência da lei.

(6) Jesus ensinava enfaticamente que cumprir a vontade do seu Pai celeste é uma condição permanente para a entrada no reino dos céus (Mt 7.21). 

“Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou de entre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus” (Rm 7.4). 

“MORTOS PARA A LEI – Já não dependemos da Lei e dos sacrifícios do AT para sermos salvos e aceitos diante de Deus (cf. Gl 3.23-25; 4.4,5). Fomos alienados da antiga aliança da Lei e unidos a Cristo para a salvação. Devemos crer em Jesus (1 Jo 5.13), receber o seu Espírito e a sua graça e, assim, receber perdão, ser regenerados e capacitados para produzir fruto para Deus (Rm 6.22,23; 8.3,4; Ef 2.10; Gl 5.22,23; Cl 1.5,6)”. 

(Os comentários acima foram extraídos da Bíblia de Estudo Pentecostal). 

Em razão do que vimos, não se pode dissociar os Dez Mandamentos da Lei de Moisés. As Dez Palavras fazem parte integrante da lei mosaica; inserem-se no Pentateuco como vontade expressa de Deus. Moisés escreveu sob inspiração divina, porque toda a Escritura é divinamente inspirada (2 Tm 3.16). Da mesma forma, todo o Novo Testamento foi escrito sob o poder do Espírito Santo. Não mais vivemos sob a tutela da Velha Aliança, pois “dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelheceu, perto está de acabar” (Hb 8.13). Se a primeira aliança fosse irrepreensível, “nunca se teria buscado lugar para a segunda” (Hb 8.7). 

Fonte: Palavra da Verdade

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Capacitação para o Ministério

“... E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.” (II Co. 3.4-6)

Toda a capacitação de qualquer cristão para o cumprimento do seu ministério espiritual vem da parte de Deus.

Porque é Ele quem habilita seus ministros a serem capazes para a obra do ministério do Novo Testamento, que não é uma mera exposição da letra das Escrituras, ou mera transmissão de palavras, como ocorria no Velho Testamento, mas a ministração do Espírito aos espíritos, porque somente a letra sem o Espírito, produz morte, porque não pode gerar a vida de Cristo nos corações.

Os sacerdotes do Antigo Testamento não foram capacitados e chamados a cumprir um tal ministério em todas as nações, mas é exatamente este o ministério desde que Cristo inaugurou um Novo Testamento (aliança), no Seu sangue.

Não foi Paulo que inventou a doutrina de que é o espírito que vivifica, mas isto foi uma revelação de nosso Senhor Jesus Cristo em seu ministério terreno:

“O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida.” (Jo 6.63)

Quando Jesus disse que as palavras que ele havia dito eram espírito e vida, isto significa que Suas palavras foram inspiradas e proferidas pelo Espírito, pois tudo quanto fazia e ensinava era mediante o Espírito Santo.

É fácil observarmos isto quando lemos os discursos que Ele proferiu e que foram registrados nos evangelhos. Nós logo vemos que há espírito e vida, por exemplo, nas palavras do Sermão do Monte, nos discursos do evangelho de João e em tudo mais que o Senhor fez e ensinou, não somente porque se trata da verdade, mas também porque foram proferidas pelo espírito e não pela carne.

Esta é a razão de muitos lerem a Bíblia no culto público, ou pregarem a verdade, e não transmitirem vida aos seus ouvintes, porque o fazem na carne, e não no espírito.

O que podemos entender então é que sempre que as palavras que são proferidas forem procedentes de um espírito liberado em comunhão com o Espírito Santo, o resultado será que a palavra transmitirá vida espiritual àqueles que as lerem ou ouvirem.

Por exemplo, os sermões de Spurgeon ainda falam com vida porque Ele andava no Espírito e pregava no Espírito, e ainda hoje nós podemos sentir o espírito e a vida que há nos seus sermões, porque foram pregados com palavras ensinadas pelo Espírito e com a unção do Espírito.

O mesmo pode ser dito dos escritos da quase totalidade dos puritanos, especialmente de John Owen, Richard Sibbes, Richard Baxter, Thomas Manton, Thomas Watson, dentre outros.

Não há nada de influência ressecante nestes escritos, ao contrário, eles transmitem vida espiritual porque foram produzidos em espírito, pela inspiração do Espírito Santo, em pessoas cujos espíritos estavam santificados.

Então é um excelente critério para nortearmos a seleção dos louvores e dos sermões que ouvimos, dos livros e das mensagens que lemos, procurar identificar se é a carne ou o espírito que os produziram. Se foi a carne, gerará o que é carnal, natural, desta criação, porque o que é nascido da carne é carne. Mas se foi o espírito, gerará vida espiritual.

Por isso se diz que o ministério da Igreja é o ministério do espírito (veja que é usado espírito com inicial minúscula no texto de II Cor 3.6,8):

“o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.” (II Cor 3.6).

Como não será de maior glória o ministério do espírito?” (II Cor 3.8).

Devemos ter o cuidado de não cometer o mesmo pecado dos escribas e fariseus que não reconheceram o ministério do Messias e O rejeitaram, porque é possível estar totalmente alheio ao fato de que há um ministério do Espírito Santo acontecendo desde o Pentecostes ocorrido em Jerusalém, neste período que chamamos de dispensação da graça, que podemos também chamar de dispensação do Espírito Santo.

Havia e ainda há um véu no Antigo Testamento, que impedia que se visse claramente o significado das realidades espirituais relativas ao evangelho de Cristo, que está revelado no Velho Testamento em sombra, mas claramente revelado no Novo Testamento.

É somente quando o Espírito Santo remove este véu que podemos entender o mistério de Deus para o homem, que é Cristo, pela conversão de suas almas a Ele.

Autor: Silvio Dutra

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.