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sábado, 27 de novembro de 2021

DISCIPLINAR É ENSINAR

Deus nos olha como pessoas justas, porque toda a punição dos nossos pecados recaiu sobre Jesus. Se tivermos que ser punidos pelos nossos pecados, o sacrifício de Jesus foi incompleto e imperfeito. Mas, isso não é verdade!

“Agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).

Disciplina é educação, para o nosso bem.

Deus nos olha como justos quanto à nossa posição, mas quanto à nossa condição, somos injustos. Precisamos aprender a viver de forma justa e por isso ele precisa nos disciplinar.

Disciplinar não é punir, muito embora muitos achem que sim. Disciplinar é ensinar!

O capítulo 12 de Hebreus é o famoso capítulo sobre disciplina, e aqui nós podemos perceber que Deus disciplina seus filhos quando eles tiram os seus olhos de Jesus.

Os capítulos 1 a 11 de Hebreus apresenta Jesus como aquele que é superior a todas as pessoas ou coisas que nós podemos considerar boas para olhar e crer.

Ele é superior aos profetas, aos anjos, e a Moisés.

Ele é o Sumo Sacerdote perfeito e a oferta perfeita pelo pecado.

O capítulo 11 fala dos heróis da fé que foram vitoriosos porque viveram sem tirar os olhos do Senhor e creram em sua palavra.

Estes são mencionados na abertura do capítulo 12: “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas [os heróis da fé], livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve...”.

Pelo contexto, o que nos atrapalha e o pecado que nos envolve, aqui mencionados, é a incredulidade, que resulta de termos tirado os nossos olhos de Jesus e de suas instruções. Por isso, o autor completa seu pensamento dizendo: “tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé”.

Deus nos disciplina com amor para o nosso bem. É o que nos diz o texto de Hebreus: “Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor, mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos de sua santidade” (Hb 12.10)

“Como é feliz o homem a quem disciplinas, Senhor, aquele a quem ensinas a tua lei”. (Sl 94.12)

Na verdade, a disciplina de Deus é uma bênção em nossas vidas, pois ela revela o cuidado e o amor que ele tem por nós. Ele deseja que vivamos uma vida santa, pois isso é bom e seguro para nós.

Quando tiramos os olhos de Jesus e começamos a viver como nós achamos melhor, vamos sofrer e Deus quer nos poupar disso.

A disciplina de Deus produz um sofrimento – “Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas de tristeza” (Hb 12.11a) – mas ela é incomparavelmente melhor que o sofrimento causado pela nossa vida de incredulidade.

Além disso, o texto diz que “mais tarde, porém, [a disciplina] produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados” (Hb.12.11b).

Alexandre Tempel

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 9 de julho de 2019

DEUS USA O SOFRIMENTO E AS PROVAÇÕES PARA NOS DISCIPLINAR


Deus usa o sofrimento e as provações para nos disciplinar.

Jesus disse, em Apocalipse 3:19:"A quantos eu amo repreendo e castigo."

Deus tem o Seu plano divino para moldar nossas vidas e esse plano muitas vezes inclui o sofrimento. O fogo do castigo purifica nossas vidas e aprofunda nosso espírito.

Se o Salvador alcançou "a perfeição pelos sofrimentos" (Hebreus 2:10), como podemos esperar fugir?

Você já pensou que o aço é ferro mais fogo, que o solo é rocha mais a força da corrosão do tempo e que o linho é fibra mais o pente que separa e o mangual que soca e o tear que tece?

Quando falo em sofrimento, que inclui todos os elementos de dor e angústia conhecidos do homem, não apenas dor física, não sou diferente de vocês. Gostaria de levar uma vida livre de problemas, livre de dores, livre de severa disciplina pessoal, mas tive tantas pressões na minha vida que houve horas em que também tive vontade de "sumir" – ou estive tentado a pedir ao Senhor que me levasse para o céu.

Como escreveu C.S. Lewis, em The Problem of Pain (pág. 93): "Vocês querem saber como me comporto quando sinto dor, não apenas quando estou escrevendo a respeito. Pois não precisam adivinhar, eu mesmo vou contar: sou um grande covarde... Mas, de que vale falar-lhes de meus sentimentos? Vocês já os conhecem, pois são os mesmos que os seus. Não estou discutindo que a dor não seja dolorosa. A dor dói.

Se Deus nos ama tanto, por que permite coisas como o câncer, tumores, ou inúmeras moléstias e doenças?

Enquanto reescrevia este capítulo, soube que a mulher de um amigo meu na Austrália está com um tumor maligno no cérebro. Soube também que a mulher de um de meus amigos mais queridos, um conhecido evangelista, está com câncer.  Muitas vezes somos tentados a perguntar: por quê? 

Recentemente, ouvimos falar de bandidos que estupraram uma missionária, depois de matarem seu marido no jardim de sua casa. Ela ficou dois dias trancada na casa com as crianças, temendo a volta dos bandidos. Só então teve coragem de ir lá fora para enterrar o marido.

Quando minha mulher ouviu esta história, ficou profundamente perturbada durante três dias. Estudou a Santa Escritura. Perguntou a si mesma: "Senhor, onde estavam as promessas?" Então, chegou a Hebreus 11, onde há uma lista de grandes heróis da fé. Muitos deles foram gloriosa e maravilhosamente salvos por causa de sua fé.

Havia pessoas "que pela fé venceram reinos, praticaram justiça, alcançaram as promessas, taparam as bocas dos leões, extinguiram a violência do fogo, evitaram o fio da espada, de fracos tornaram-se fortes, fizeram-se poderosos na guerra, puseram em fuga os exércitos estrangeiros. As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos." (Hebreus 11:33-35)

Mas espere. Será que todos aqueles fiéis de antanho escaparam às provações?

Não. No meio do 35º versículo, ocorre uma mudança dramática e drástica. Diz ele: "Uns foram torturados, não aceitando o seu livramento para melhor ressurreição, e outros experimentaram escárnios, açoites e ainda grilhões e prisão; eles foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio da espada; eles andaram errantes, vestidos de peles de ovelhas e cabras, necessitados, aflitos, maltratados, uns homens (de quem o mundo não era digno) errantes nos desertos, nos montes, nas covas e nas cavernas da terra." (vv. 35.38, grifo do autor)

Alguns foram salvos, outros não foram salvos, segundo a "vontade e o plano de Deus". Temos aqui a Sociedade Divina da "Medalha de Ouro". Por que esses outros não foram salvos?

Os dois últimos versículos de Hebreus explicam: "Todos estes, tendo alcançado bom testemunho pela sua fé, contudo não alcançaram a promessa, tendo Deus provido alguma coisa melhor no tocante a nós, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados (ou seja, antes que pudéssemos nos reunir a eles)." (vv. 39,40)

Em outras palavras, a Escritura diz que Deus tem algo melhor para eles. A Santa Escritura indica que as recompensas deles poderão até ser maiores na vida futura, pois, na época em que sofreram, ainda não havia nenhuma promessa para recompensá-los. Acreditaram e confiaram mesmo sem terem sido salvos.

Temos que nos dar conta de que, quando Deus permite que tais coisas aconteçam, existe um motivo que acabara sendo do conhecimento do indivíduo – mais provavelmente só quando formos para o céu.
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Extraído do Livro: A SEGUNDA  VINDA  DE  CRISTO de autoria de Billy  Graham / Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

2° dia de um jejum de 21 dias - Texto de John Bevere e Lisa Bevere

Até quando choro e jejuo, tenho que suportar zombaria; Salmo 69:10, NVI

Para corrigir é preciso "disciplinar, purificar, aperfeiçoar, esclarecer e melhorar." Disciplina é treinamento, e às vezes temos que reprogramar.

Para que haja correção é necessário educar e cultivar um novo eu.

Correção pelo jejum começa com a purificação e aperfeiçoamento da alma e das motivações.

O esclarecimento traz discernimento, para que possamos ver mais nitidamente.

Assim como os pais disciplinam seus filhos para ajudá-los a crescer e discernir o certo do errado, nossas almas têm que ser disciplinadas para que nos tornemos mais sábios.

Este aperfeiçoamento de nossas almas trabalha de dentro para fora e ultrapassa nossos corpos naturais e apetites. Nós podemos ser refinados e purificados pela negação. Uma vez que os anseios de nossa alma são dominados, os desejos da nossa carne também serão.

(O acima é um trecho de "You Are Not What You Weigh", publicado pela Sociedade Siloé Strang, 2007).

Por Lidiomar




POSTADO POR MENSAGEIRO INTERNACIONAL - Blog John e Lisa Bevere


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.