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quinta-feira, 23 de abril de 2020

A RAIVA E A IRA


A raiva é uma emoção violenta de caráter penoso, geralmente caracterizada na Bíblia como um grave pecado (Mt 5.22; Ef 4.31; Col 3.8), ainda que algumas vezes é ocasionada por um justo motive (Ef 4.26). Neste caso, o apóstolo Paulo adverte sobre o perigo de passar-se facilmente para o injusto e pecaminoso.

A raiva (ou ira) é uma obra da carne (Gl 5.19-20), um impulso, ou hábito, procedente da velha maneira de viver (Col 3.5-9), da qual devemos despojar-nos.

A IRA É DANINHA E PECAMINOSA.
Gera contendas, ofensas, gritarias, blasfêmias, pleitos, inimizades, homicídios (Ef 4.31; Col. 3.8; Tg 3.13,18; Sl 37.8;  Ecl 7.9).  Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós.

É o pecado que atenta contra o amor ao próximo. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; I Co 13.5; Pv 22.24-25). 

Cristo denuncia a ira como um pecado grave e digno de juízo “…Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.” (Mateus 5.21-25).

COMO LIVRAR-NOS DA IRA.
a). Devemos nos despojar do velho homem com seus feitos e revestir-nos do novo (Col 3.8-15).
b). Devemos fazer morrer, pelo Espírito, as obras da carne (Col 3.5; Rm 8.13).
c). Cada vez que incorremos neste pecado devemos confessá-lo sem deixar passar o tempo (Ef 4.26-27; I Jo 1.9; 2.9).
d). Devemos reconciliar-nos com as pessoas afetadas e com Deus (Mt 5.22-26). De outro modo a nossa comunhão fica prejudicada (I Tm 2.8; I Pe 3.7).

A ATITUDE CORRETA DO DISCÍPULO.
a). O fruto do Espírito é o amor, paz, paciência, etc (Gl 5.22-23).
b). O Espírito Santo opera em nossas vidas transformando nosso caráter a fim de que sejamos semelhantes a Cristo (II Co 3.18). Ele nos faz pacientes, amáveis (II Tm 2.24), mansos (I Tm 3.3).
c). Devemos reagir com amor frente a injustiças “Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo. Porque melhor é que padeçais fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal. Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito…” (I Pedro 3.8-18).

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 18 de setembro de 2016

A RAIVA E A IRA

A RAIVA E A IRA

A raiva é uma emoção violenta de caráter penoso, geralmente caracterizada na Bíblia como um grave pecado (Mateus 5.22; Efésios 4.31; Colossenses 3.8), ainda que algumas vezes é ocasionada por um justo motive (Efésios 4.26). Neste caso, o apóstolo Paulo adverte sobre o perigo de passar-se facilmente para o injusto e pecaminoso.

A raiva (ou ira) é uma obra da carne (Gálatas 5.19-20), um impulso, ou hábito, procedente da velha maneira de viver (Colossenses 3.5-9), da qual devemos despojar-nos.

A IRA É DANINHA E PECAMINOSA.
Gera contendas, ofensas, gritarias, blasfêmias, pleitos, inimizades, homicídios (Efésios 4.31; Colossenses 3.8; Tiago 3.13,18; Salmo 37.8;  Eclesiastes 7.9).  Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós.

É o pecado que atenta contra o amor ao próximo. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; I Coríntios 13.5; Provérbios 22.24-25). 

Cristo denuncia a ira como um pecado grave e digno de juízo “…Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.” (Mateus 5.21-25).

COMO LIVRAR-NOS DA IRA.
a). Devemos nos despojar do velho homem com seus feitos e revestir-nos do novo (Colossenses 3.8-15).
b). Devemos fazer morrer, pelo Espírito, as obras da carne (Colossenses 3.5; Romanos 8.13).
c). Cada vez que incorremos neste pecado devemos confessá-lo sem deixar passar o tempo (Efésios 4.26-27; I João 1.9; 2.9).
d). Devemos reconciliar-nos com as pessoas afetadas e com Deus (Mateus 5.22-26). De outro modo a nossa comunhão fica prejudicada (I Timóteo 2.8; I Pedro 3.7).

A ATITUDE CORRETA DO DISCÍPULO.
a). O fruto do Espírito é o amor, paz, paciência, etc (Gálatas 5.22-23).
b). O Espírito Santo opera em nossas vidas transformando nosso caráter a fim de que sejamos semelhantes a Cristo (II Coríntios 3.18). Ele nos faz pacientes, amáveis (II Timóteo 2.24), mansos (I Timóteo 3.3).
c). Devemos reagir com amor frente a injustiças “Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo. Porque melhor é que padeçais fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal. Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito…” (I Pedro 3.8-18).

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 8 de julho de 2016

ALEGRIA E TRISTEZA

Digo-lhes que certamente vocês chorarão e se lamentarão, mas o mundo se alegrará. Vocês se entristecerão, mas a tristeza de vocês se transformará em alegria. (João 16.20)

Devemos ver a tristeza, o choro e o lamento descritos nesta passagem de uma perspectiva cristã, não mundana. Essa tristeza acompanha todas as posições que possamos ter na vida que são ordenadas por Deus.

Deus projetou o mundo de tal maneira que coloca pessoas em certas posições na vida antes que elas entendam tudo que se relaciona com aquelas posições.

Por exemplo, os jovens são precipitados no casamento com música e dança. Eles abordam o casamento alegremente e imaginam que será tão doce quanto o açúcar.

Da mesma maneira, Deus dá grande honra e glória a príncipes e senhores. Ele pendura correntes de ouro ao redor dos seus pescoços, coloca-os em almofadas de veludo e permite que as pessoas se encurvem diante deles e lhes chamem “vossa alteza”. Ele lhes dá grandes castelos e muita fama.

Aqueles que não experimentaram esse estilo de vida pensariam que a vida dessas pessoas é repleta de nada mais do que alegria e prazer. Depois, tendo lhes capturado, é como se Deus lançasse uma corda sobre os seus chifres. Quando eles estão presos em suas posições, descobrem que a vida é muito diferente do que pensavam que seria.

A emoção se dissipa. O infortúnio e a tristeza arruínam a alegria e o prazer.

Isso não é nada comparado às grandiosas verdades a respeito das quais Cristo está falando nesta passagem.

É assim que a vida se desdobra. Ela alterna bom e ruim, alegria e tristeza, verão e inverno, sol e chuva, bons anos e anos ruins, tempos de tristeza e tempos de riso e depois tempos de problemas novamente.

É assim que acontece a todas as pessoas em suas posições na vida. É muito difícil e desagradável, mas todos nós devemos suportar pacientemente parte da punição colocada sobre Adão.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 11 de julho de 2012

AS ESCRITURAS PODEM SURPREENDER VOCÊ!


Em Efésios 4:26, 27 temos dois versos relativos à ira: Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.

A Bíblia Viva interpreta esses versículos da seguinte maneira:
Quando estiverem irados, não pequem alimentando sua própria ira. Não deixem que o sol se ponha com vocês ainda irados — resolvam isso logo; porque quando vocês estão irados oferecem um fortíssimo ponto de apoio ao diabo.

A Nova Versão Internacional diz o seguinte:
Apazigúem a sua ira antes que o sol se ponha, e não dêem lugar ao diabo.

A primeira vez que examinei com cuidado esse verso tive uma reação estranha. Você percebeu que Deus está lhe dizendo: "Fique irado"? Isso mesmo. Se esse fosse o final do verso 26, poríamos um ponto de exclamação de­pois da palavra irado. Fique irado! Que tal? Quando foi a última vez em que você obedeceu às Escrituras e "perdeu a calma"?

Vejo três coisas importantes nesses versos. A primeira é simples e clara. A ira é uma emoção dada por Deus. Há algo desumano na pessoa que nunca fica irada. Ela tem uma composição estranha. Poderíamos dizer que a pessoa que não é compassiva não tem coração. A que não ama — bem, há algo terrivelmente errado com ela. Essas emoções são dadas por Deus, e ele diz que devemos expressá-las. O mesmo se aplica à ira. Deus diz: "Irai-vos."

A segunda observação acompanha a primeira. A ira não é necessariamente pecaminosa. Deus diz: "Irai-vos e não pe­queis." Nem toda expressão de ira é errada. É como se eu dissesse a meus filhos: "Vocês podem sair esta noite e di­vertir-se. Aproveitem, mas não façam mau uso do seu hu­mor." Ou, como quando o Senhor diz: "Quero que amem, mas não amem o mundo. Quero que amem, mas restrinjam esse amor a certas coisas." Este é o mesmo pensamen­to. Fiquem irados, mas não levem essa ira até o ponto onde se transforme em pecado.

Alguns de vocês podem estar duvidando de que algu­ma vez seja certo ficar irado. Você sabia que no Antigo Testamento "a ira do Senhor" é mencionada nada menos que dezoito vezes?

No Novo Testamento temos alguns exemplos clássi­cos da ira de Jesus! Quando os cambistas estavam no templo, ele não entrou e disse: "Ouçam, companheiros, não quero ofendê-los, mas estão agindo errado." Pelo contrário, fez um chicote de cordas e expulsou-os do tem­plo. A expressão dele foi de pura indignação. Ele ficou furioso!

Jesus nunca falou a ninguém com mais ira do que aos hipócritas religiosos em Mateus 23, onde, em um caso após outro, ele disse: "Ai de vós." Até os chamou de "sepulcros caiados" e "víboras"!

Terceira, a ira deve ter salvaguardas. Está notando as duas salvaguardas que Paulo nos deu nesta passagem?

Salvaguarda número um: "Não se ponha o sol sobre a vossa ira" (Efésios 4:26).
Não deixe que a ira se prolongue noite afora. Nos dias de Paulo, o pôr do sol era o término do dia e o começo do seguinte. No fim do dia, tenha a certeza de que seu pro­blema de ira está resolvido.

Se houve períodos de desentendimento ou ira durante o dia, esclareça-os à noite. Quando puser a cabeça no travessei­ro, fique certo de que esses sentimentos negativos de ira foram eliminados. Certifique-se de que haja perdão, uma purificação da consciência. Maridos e esposas, não dur­mam de costas um para o outro. Não se dêem ao luxo de sentir que vão cuidar do caso mais tarde.

Paulo disse para não permitir que o pecado se insinue ao prolongar a sua ira. Há provavelmente algu­mas cicatrizes em sua vida que surgiram por não ter resol­vido a ira quando ela ocorreu. Como sabe, 99% dos pro­blemas não se resolvem sozinhos. Nunca! Eles permanecem como uma saliência na sela, até que se forme uma ferida e você fique doente.

Salvaguarda número dois: "Nem deis lugar ao dia­bo" (Efésios 4:27).
O sentido é exatamente esse. Não permita que a sua ira se expresse de maneira a enfraquecê-lo e o diabo então reproduza o seu caráter através de você.

Jesus Cristo quer reproduzir o seu caráter por nosso intermédio. Quando estamos sob o controle do Espírito Santo, o caráter de Cristo flui livremente — seu amor, sua bondade, sua compaixão, sua alegria, seu cuidado por outros.

O diabo, porém, é um mestre da simulação, e quando nos entregamos às coisas de Satanás, seu objetivo é fazer com que nos comporte­mos como ele.

Esse é o ponto de Paulo. Não permita que a ira tome conta de você e o enfraqueça, a fim de que outras áreas de pecado, ou até envolvimento satânico, entrem em sua vida. Tenha isso em mente se tem facilidade para enraivecer-se. A ira sustentada, incontrolável oferece ao inimigo da nos­sa alma uma porta aberta. Isso é grave.

Vamos enfrentar a realidade: Cada um de nós é dife­rente. Alguns são mais emotivos do que outros. Alguns têm muito mais dificuldade em controlar a ira do que ou­tros. Você sabe como foi feito, sabe quais são seus pontos fracos. Quando sentir que está chegando a um ponto além do seu controle, saiba que o Senhor não está envolvido. Não dê uma oportunidade ao diabo.

Extraído do Livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 26 de julho de 2011

Arrependimento, a manchete do evangelho


João Batista foi o precursor de Jesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito, conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. 

Não se trata de arrepender e novamente se arrepender, mas de arrepender e dar frutos de arrependimento. 

Arrependimento significa mudar de mente e de direção. Implica em mudança. Exige transformação. Impõe um novo rumo com novas atitudes. 

Aqueles que permanecem no erro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nem demonstram seus frutos. 

Arrependimento é um tema ausente na maioria dos púlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores a chamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para a morte, do que levá-los ao choro do arrependimento para a vida. 

O arrependimento exige mudanças em três áreas vitais da vida: 

1. A razão 

Arrependimento significa mudar de mente. O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mente e faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam.

Uma pessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contra Deus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, do pecado. 

Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida, mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seu pecado não demonstram um genuíno arrependimento. 

Os frutos do arrependimento só podem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, a convicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta do pecado como o maior de todos os males.

2. A emoção 

Arrependimento significa sentir tristeza segundo Deus pelo pecado. É demonstrar um profundo pesar por ofender a santidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhos daquele que é puro.

A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz o homem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. 

A tristeza do mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso, mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mas também cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão.


Arrependimento não é remorso que leva à morte, mas é choro pelo pecado que conduz à vida. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados no pecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque o pecado é mau aos olhos de Deus.

3. A vontade 

Arrependimento significa dar meia volta, mudar de direção e adotar um novo comportamento. Não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento.

Aqueles que verdadeiramente se arrependem não vivem mais na prática do pecado. Não são mais escravos do pecado. Não vivem mais com o pescoço na coleira do diabo. 

Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se na santidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reino da luz. 

Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo que falamos apenas, mas aquilo que fazemos. 

Não é discurso diante dos homens, é mudança de vida diante de Deus. 

Não é um desempenho teatral para impressionar as pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus. 

Não é rasgar as vestes, mas o coração. 

O arrependimento é a manchete do evangelho, a porta de entrada no reino de Deus, uma exigência inegociável para a salvação. 

Fonte: Hernandes Dias Lopes 

Transcrito por Lidiomar 

Graça e Paz 


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.