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sábado, 22 de junho de 2024

OS ENSINAMENTOS DE MESTRE

Um dos adjetivos mais gloriosos a respeito do nome de Jesus é sem sombra de dúvida a expressão Mestre.

Ele veio ao mundo para salvar os pecadores e dar ao homem um novo parâmetro de vida, e Ele sabia que era necessário ensiná-los.

Todo ensinamento visava levar o homem a um novo estado de vida, por isso não podemos negligenciar este aspecto do ministério de Jesus.

Jesus servia muitas vezes as pessoas através de sermões;

Combateu os céticos, desafiou os indivíduos, curou os doentes, falou com os necessitados;

Ele encorajou os desanimados e deu exemplo de um estilo de vida santo.

Em seus contatos com o povo, ele compartilhou exemplos tirados de situações reais

Buscou constantemente estimular outros a pensarem e agirem de acordo com os princípios divinos.

Se observarmos a multiforme doutrina ensinada por Cristo veremos que Ele ministrou a respeito de vários assuntos.

Jesus apesar de ser o filho do Deus vivo sempre esteve orando, estudando e se dedicando com afinco.

Em toda Bíblia vemos Jesus dando exemplos e parâmetros para seus seguidores e para a humanidade.

O Senhor ao vir a este mundo assumiu a nossa natureza e na forma humana venceu o pecado;

Quando Jesus foi batizado no rio Jordão logo após sair da água o céu se abriu e Ele foi batizado com o poder do Espírito Santo.

Devemos buscar a mesma unção de poder para realizarmos com sucesso o ministério.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

ENSINAMENTOS DE DEUS

Há sempre um propósito e um aprendizado por detrás de tudo o que Deus faz!

Deus não é Deus de acasos, coincidências; acidentes; ou surpresas.

Há um propósito em Suas ações; em Suas palavras; e em Seus milagres...

Há sempre ensinamentos a aprender com Deus e Suas obras.

Não há limites para Deus.

Todo milagre tem um preço.

O milagre da Ressurreição de Lázaro.

O preço para Jesus foi à morte. A ressurreição de Lázaro resultou em uma conspiração para matar a Jesus, (João 11.45-53).

“E daquele dia em diante, resolveram tirar-lhe a vida” (João 11.53).

O preço para Lázaro foi à perseguição e a ameaça de morte.

A sua ressurreição fez com que muitos se afastassem dos judeus e cressem em Jesus (João 12.9-11).

Diante desse fato “os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também a Lázaro” (João 12.10).

Todo milagre tem um resultado positivo.

O resultado positivo para Jesus foi à oportunidade de consumar a Sua missão.

O caminho para a redenção da humanidade seria aberto com a Sua morte.

Ele nos justificaria diante do Pai e tomaria sobre Si os nossos pecados.

Ele sofreria a nossa morte para que vivêssemos a Sua vida.

O resultado positivo para Lázaro foi à oportunidade de ser testemunha viva de um milagre.

Muitos Judeus creram em Jesus por causa do milagre que Ele realizará ressuscitando a Lázaro (João 12.11).

Todos os salvos são testemunhas vivas de um milagre.

Devemos nos alegrar e testemunhar sobre as maravilhas de Deus e sobre o grande e maior milagre que ocorreu em nossa própria vida: O milagre da transformação, do perdão de pecados e da salvação.

Deus pode e faz muitas outras maravilhas, mas nenhuma outra pode ser comparada a está a transformação do ser humano em uma nova criatura.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 4 de março de 2021

ENSINAMENTOS DE JESUS

SOBRE DEUS.

Jesus ensinou que o homem deve crer em um único DEUS. Mt 6:24

Jesus ensinou aos homens como falar com Deus através da oração. Mt 6:9-15 - Não usar de vãs repetições: Mt 6:7-8

Jesus ensinou que o AMOR é a suprema lei de DEUS. Mt 5:44-48; Mt 22:36-40

Jesus ensinou que DEUS não se agrada do pecado. João 8:34 - Deus enviou Jesus para vencer o pecado. João 1:29

SOBRE O HOMEM

Jesus ensinou que os homens são criaturas de Deus. Mc 16:15 - Jesus se refere a todos os HOMENS como sendo criados.

Jesus ensinou que os homens podem mudar de NATUREZA. João 3:5-7; Lc 19:1-8 - O NOVO NASCIMENTO é a conversão do HOMEM. Atos 2:38; Mc 1:15.

Jesus ensinou que os HOMENS precisam de salvação. Lc 19:9-10; Mt 18:11

Jesus ensinou que Deus cuida de toda a sua criação, inclusive do HOMEM. Mt 6:26-34

Jesus ensinou que existe dois tipos de HOMENS. - Os salvos: Mt 25:31-34; - Os perdidos: Mt 25:41; Mt 25:46

SOBRE O PERDÃO

Jesus ensinou que todos os homens precisam de PERDÃO. Lc 6:37; Lc 23:34

Jesus ensinou que não há limites para o perdão. Mt 18:21-22

Jesus ensinou que o perdão é para todos que se arrependem. Atos 2:38; Mc 1:15

Jesus ensinou que a prática do perdão deve ser exercida por todos. Mt 5:38-39

O perdão é uma necessidade humana, Jesus, o filho de Deus veio ao mundo para que os homens despertassem para esta necessidade ESPIRITUAL.

SOBRE A ORAÇÃO

Jesus ensinou que devemos orar particularmente com DEUS. Mt 6:6; Mt 6:17-18

Jesus ensinou a exaltarmos o nome de Deus ao orarmos. Mt 6:9; Jo 17:1

Jesus ensinou a orarmos para que Deus supra as nossas necessidades. Mt 6:11; Mt 7:7-11

Jesus ensinou que através da oração devemos confessar os nossos pecados a Deus. Mt 6:12; Mt 6:14; IJo 1:9

Jesus ensinou a orarmos também coletivamente. Mt 18:19-20; Mt 26:36-44

Jesus ensinou que devemos orar até pelos inimigos. Mt 5:44-45

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 30 de junho de 2020

PAI ÁGUIA

"Como a águia desperta o seu ninho, adeja sobre os seus filhos e, estendendo as suas asas, toma-os, e os leva sobre as suas asas. assim só o Senhor o guiou, e não havia com ele deus estranho". (Dt.32.11,12)

O texto fala de como Deus Pai tirou seu povo do Egito. Assim como a Águia coloca seus filhotes sobre suas costas e levanta voo acima das nuvens, assim Deus fez com seu filho Israel.

Deus Pai aniquilou os demônios do Egito que oprimiam seus filhos e os levou à salvo para um lugar onde eles estariam protegidos.

Adonai é o Pai Águia que nos ensina nos versículos acima, como um pai deve proceder com os seus filhos. Numa época como esta, que os inimigos tentam roubar e matar nossos filhos com artimanhas devemos aprender o que Deus nos ensina através dos pais Águias.

As garras das águias foram feitas por Deus de tal forma que quando elas seguram algo ninguém consegue “tirar” de suas mãos. Assim que elas são: Ninguém consegue tirar os filhotes de suas mãos.

Quando os Hebreus estavam no Egito, oprimidos por Faraó Deus desceu lá e com mão forte os tirou da escravidão e esmagou os egípcios. “Vistes o que fiz aos egípcios e como vos levei sob asas de águia e vos trouxe a mim” (Ex. 19, 4).

Assim devem ser os pais de hoje: Protejer seus filhos e não deixar que nada nem ninguém os prejudiquem. É dever dos pais ensinar os filhos e nunca deixar que eles escutem vozes estranhas. Ou ainda que escutem, eles devem ser adestrados a não dar ouvidos, a não seguir, não acreditar em falsos ensinamentos, sabendo distinguir entre o certo e o errado. Essa fé no que o pai diz vem do amor, o mandamento mais importante da Bíblia. Quanto mais um filho se sentir amado, mais ele irá dar crédito.

O Pai Águia cuida dos filhotes protegendo-os dos predadores e nós, seguindo Seus ensinamentos sábios, iremos conseguir criar os nossos filhos ensinando-os o caminho que devem andar, para que futuramente, não se desviem dele (Pv. 22:6).

Joel Engel

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 26 de maio de 2016

FAZEI DISCÍPULOS

“E, tendo-o achado, o levou para Antioquia. E durante um ano inteiro reuniram-se naquela igreja e instruíram muita gente; e em Antioquia os discípulos pela primeira vez foram chamados de cristãos”. (Atos 11:26).

A igreja primitiva era uma igreja de discípulos. E esta igreja nos trás um exemplo de como conquistar. Nosso papel é ensinar a guardar os mandamentos de Cristo. Enquanto a igreja não guardar estes mandamentos ela terá problemas.

É preciso a igreja voltar ao início de tudo, resgatar o mover do Espírito. Tudo que aconteceu na igreja primitiva deve fazer parte da igreja atual.

Discípulos são pessoas comprometidas com o Reino e que tem aliança com o Senhor. “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”, (Atos 1: 8), observe bem, “ser Suas testemunhas”, e isso só é possível quando somos discípulos.

Ser discípulo é seguir o mestre, é saber de fato quem é Jesus. Discípulo é ser aprendiz, aquele que segue os ensinamentos de um mestre. Todo discípulo é…:

CHAMADO: É ser chamado para estar com Ele. Jesus só tem discípulos chegados. E somos chamados a caminhar com Ele. Ele não ensina à distância. E em Seus ensinamentos há descanso.

Jesus não perdeu tempo em chamar os seus discípulos e isto é uma dica importante para nós. E o caminho desse chamado começa no monte da Oração. “E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus. E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos...”, (Lucas 6:12-16). Jesus orou, e depois chamou os doze.

FEITO: Discípulo é feito, não é “pego” pronto. Discípulo não se encontra pronto, é feito. Quando estamos dispostos a sujeição, aí vemos as coisas acontecerem. Servir é mais que obediência. E o discípulo só sabe fazer porque foi “feito” para fazer.

O discípulo nasce pela oração. Sem oração não acontece o chamado verdadeiro. Ser discípulo é ser chamado e designado.

Discípulo chamado e escolhido tem um propósito. E a “Coroa da Vida é para aqueles que investem no reino”, não só financeiramente. “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”, (Mateus 28:19-20).

Deus nos confiará pessoas para cuidar. Você é um discípulo, e está pronto para fazer discípulos parecidos com Jesus?

Pr Wanderley D Aparecida

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

POR QUE NÃO ORAMOS

Ou se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem! (Mateus 7.10-11)

As nossas necessidades urgentes deveriam ser motivo suficiente para nos fazer orar. Mas, como se isso não bastasse, Jesus usa uma bela ilustração da vida familiar para nos persuadir a orar.

Nem uma criança muito problemática receberia dos seus pais uma cobra em vez de um peixe. Com essa ilustração, Jesus está dizendo: “A sua natureza humana é corrupta. Você não chega nem perto de ter a bondade de Deus, mas, ainda assim, você dá bons presentes aos seus filhos. Pelo fato de Deus, o seu Pai celestial, ser perfeito, ele não lhe daria boas coisas se você lhe pedisse?”.

Se analisarmos bem essa ilustração, desejaremos orar.

Entretanto, quando entendemos o que Deus diz em sua Palavra, começamos a viver de acordo com ela e a ensinamos a outros, começamos a enfrentar muitas tentações e frequentes oposições.

A nossa natureza pecaminosa é inimiga da oração. Rapidamente ela fica entediada, descuidada e indiferente ao que Deus diz e à vida boa que ele nos dá.

Por isso, nunca teremos tanta sabedoria, conhecimento da Palavra de Deus, fé, amor e paciência como deveríamos ter.

Todos os dias a nossa natureza pecaminosa nos pega pelo pescoço e nos arrasta para longe da oração.

O mundo também é um inimigo da oração. Ele é tão invejoso que basta termos fé e a preciosa Palavra de Deus para ele se recusar a tolerar qualquer uma delas, não importa quão fracos possamos ser.

O mundo nos condena, tenta tirar o que temos e não nos dá paz.

Esses são os dois inimigos da oração: nossa natureza pecaminosa e o mundo.

Por dentro, eles tentam diminuir nosso desejo de orar e, por fora, tentam nos afastar da oração.

Tudo o que podemos fazer é continuar clamando a Deus. Devemos clamar por força e por um melhor entendimento da sua Palavra.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 6 de outubro de 2015

AMOR E OBEDIÊNCIA

Se obedecemos aos ensinamentos de Deus, sabemos que amamos a Deus de todo o nosso coração. (1Jo 2.5a)

Podemos provar aos outros e a nós mesmos que não somos mentirosos nem hipócritas. Essa certeza pessoal nos fará muito bem e nos ajudará a repelir as setas da desconfiança e da dúvida que o causador inescrupuloso e mentiroso atira contra o nosso peito (Ap 12.10).

No que diz respeito ao nosso relacionamento com Deus, o amor e a obediência precisam estar sempre juntos.

A desobediência nega o amor e a obediência afirma o amor. A ordem correta é o amor antes da obediência. Isso porque é ele que vai produzir e proteger a obediência.

O amor é a força motriz da obediência.

O mandamento do amor supera o mandamento da obediência.

O amor está subentendido nas tábuas da lei, porque ela só seria cumprida se houvesse amor.

Mesmo no regime da lei, Moisés já falava em amor: “O Senhor, nosso Deus, vai pôr vocês à prova, para ver se, de fato, o amam com todo o coração e com toda a alma” (Dt 13.3).

No discurso de despedida, no limiar da Terra Prometida, Moisés, aos 120 anos, associou os verbos amar e obedecer: “Se vocês obedecerem aos mandamentos do Senhor…e o amarem…” (Dt 30.16).

Muitos anos depois, quando um de seus ouvintes, por sinal um fariseu, perguntou-lhe qual era o mais importante mandamento da lei, Jesus responde: “Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma e toda a mente” (Mt 22.37). E ainda acrescenta: “Toda a lei de Moisés e os ensinamentos dos profetas [isto é em todo o Antigo Testamento] se baseiam nestes dois mandamentos” (v. 40; o primeiro é o amor a Deus e o segundo, parecido com o primeiro, é amar os outros).

Portanto, João tem toda razão quando diz que “se obedecemos aos ensinamentos de Deus, sabemos que amamos a Deus de todo o nosso coração”.

A prova que Deus mais requer é o amor!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ser Vencedor

Não fomos chamados para ser perdedores. Passamos por conflitos espirituais, mas, isto não significa derrota: Se andarmos com o Senhor, sempre seremos vitoriosos. Nenhum atague do inimigo é tão forte que Deus não nos dê força para vencer.

Uma das virtudes que nos capacita para a batalha espiritual é a confiança. Somos revestidos de autoridade por Jesus Cristo para enfrentar o mundo espiritual. O filho de Deus mostrou o seu poder sobre espíritos imundos, e, esta autoridade foi delegada a todos quantos o servem. Quando nos convertemos morremos para a velha natureza (Rm. 6.11; 1 Co. 15.31) e somos vivificados em Cristo. “Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o reino de seu filho amado” (Cl. 1.13).

O mesmo poder que ressuscitou a Jesus dentre os mortos está em nós (Ef. 1-19,20). Deus nos protege, acima de tudo, confiemos no Senhor, e, ele nos ajudará e sempre nos dará a vitória. “Não os deixei órfãos; voltarei para vocês” (Jo. 14.18). “E eu pedirei ao Pai, e Ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre” (Jo. 14.16). Ele caminhará conosco como fez com seus discípulos, enquanto esteve aqui na terra.

O mesmo ensinamento que Cristo deu aos discípulos, o Espírito Santo nos ensinará nestes dias, para que sejamos revestidos da mesma autoridade de Jesus. Nossa confiança está em Cristo e no que Ele fez por nós. O Espírito Santo é o nosso ajudador diário (Jo 14.26).

Cremos que a confiança em Cristo aumentará a cada dia, basta depender única e exclusivamente dele e a vitória virá. E poderemos dizer: “Deus nos ajudou na batalha!  Precisamos também de coragem para dizer: “Com Jesus venceremos!”

Aprisionados, ameaçados e proibidos de falar sobre o nome de Jesus Cristo, os cristãos da igreja primitiva precisavam de coragem. E, em vez de ficarem calados, esconder de todo mundo a fé que tinham em Jesus. Após serem cheios do Espírito Santo, mesmo diante da oposição, não pararam de proclamar a palavra do Senhor.

Deus nos dá coragem para enfrentar todo tipo de batalha espiritual. Porém, não podemos lutar sozinhos, precisamos de Deus. “Tudo posso em Cristo que me fortalece”. Jesus demonstrou grande humildade e confiança diante do Pai e sempre fez a vontade de Deus.

Em qualquer batalha, devemos olhar par o Senhor e, em oração, humildemente, confessar que dependemos exclusivamente dele. Não somos mais donos de nós mesmos, estamos sob as ordens de um novo Senhor. Ele pagou um alto preço por nossas vidas e sairá em nossa defesa, se dele dependermos para tudo. Nele repousamos e descansamos.

Não devemos nos preocupar com os ataque demoníacos, mas, sim, confiar em Jesus Cristo e em seu poder libertador. É ele quem liberta as pessoas das garras do inimigo.

Muitos cristãos se preocupam com o que o demônio pode fazer, mas, devemos estar preocupados com o que o Senhor deseja fazer. Enquanto fazemos a vontade o Senhor, o inimigo tentará impedir, mas, a cada momento Deus nos ajudará e jamais nos abandonará. Ele nos tornará bons soldados de seu exército. Quando a pressão aumentar, fique a sós em comunhão com o Senhor, Ele é o nosso refúgio e esconderijo.

Muitos ainda não sabem que uma guerra espiritual foi travada e vencida por Cristo na cruz Há mais de dois mil anos. As pessoas estão tão confusas e atormentadas pelo inimigo que vivem apenas para o dia de hoje. Acham que a vida será cada vez mais cruel. O inimigo de nossas almas, ocupa-se em cegar as pessoas, para que não vejam a redenção que Cristo garantiu para elas no Calvário.

Muitas, pessoas, até membros de igrejas, não entendem a obra que Jesus realizou na cruz. Algumas pessoas zombam da morte de Cristo. Jesus é a pessoa mais ridicularizada na música rock. Nenhuma outra é tão atacada quanto Ele.

A verdade é que este mundo é um território ocupado pelo inimigo. O Cristianismo é a história de como o verdadeiro rei chegou, disfarçadamente, Ele nos convoca para fazermos parte de seu plano de retomar o poder.

Por Litrazini:


Graça e Paz

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Desenvolva a resiliência


E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança (Rm 5.3,4, NTLH).

Desse texto, podemos extrair o seguinte ensinamento do apóstolo Paulo: se dependermos de Deus e soubermos administrar os momentos de adversidades, conquistaremos virtudes importantes para o nosso viver, como a paciência, a experiência e a esperança, e seremos exemplo, estímulo e bênção para outras pessoas.

Essa é uma grande verdade, pois estamos sujeitos a enfrentar circunstâncias difíceis, dolorosas e por vezes traumáticas, situações que, infelizmente, causam desequilíbrio emocional a muitas pessoas. A maioria destas, por não saber lidar com as dificuldades, desiste de viver, comete suicídio ou permite que sua vida fique paralisada.

As pessoas resilientes têm mais facilidade para suportar o sofrimento porque nos momentos de adversidade não perdem a esperança, o otimismo, a fé e a coragem, virtudes que as mantêm mais saudáveis mental e emocionalmente. Elas se tornam mais fortes após vivenciarem situações traumáticas. Leia o que está escrito em Filipenses 4.12,13.
Os que têm essas características desenvolvem uma postura que demonstra energia, entusiasmo, domínio próprio e autoconfiança. Reconhecem que o ser humano está sujeito a enfrentar adversidades em sua trajetória.

Jesus Cristo nos ensinou a sermos resilientes, conforme lemos em João 16.33 (NTLH): Eu digo isso para que, por estarem unidos comigo, vocês tenham paz. No mundo vocês vão sofrer; mas tenham coragem. Eu venci o mundo.

Nesse texto, o Senhor destaca que a paz e a coragem geram em nós uma grande vontade de viver e de superar todos os reveses, pois elas são sentimentos essenciais para vencermos o medo, a insegurança e o desânimo.

Em geral, a resiliência depende de algumas condições psicológicas internas e externas.

Resilientes são pessoas otimistas e positivas, que assumem as suas responsabilidades, prezam a autonomia, estabelecem vínculos sociais e familiares construtivos e são flexíveis no que diz respeito à mudança de posicionamentos, sentimentos e pensamentos.

O âmbito das condições externas estão as relações que promovem suporte afetivo, material, acolhimento e cumplicidade. Pessoas assim estão abertas para o novo e aprendem a vivenciar a lei do desapego.

O mundo é dos fortes. Podemos considerar como fortes aqueles que dependem de Deus, que creem que com fé, coragem, otimismo, confiança e esperança superarão os obstáculos, aprenderão a recomeçar e não desistirão de seus objetivos. Indivíduos assim sabem o desígnio do Senhor para sua vida.Quanto maior for nossa resiliência, maiores serão as condições para o nosso desenvolvimento pessoal, profissional, espiritual e material. Por isso, não se deixe abater pelo desânimo. Tenha sua fé firmada nas promessas de Deus e não abra mão dos princípios em Sua Palavra.

Haja o que houver, seja fiel e leal ao Senhor, pois com Ele somos mais do que vencedores!

Prª Elizete Malafaia 

Por Litrazini

Graça e Paz





quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

AS QUATRO FALHAS ESPIRITUAIS


Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não des­truídos... 2 CORÍNTIOS 4:8, 9

O que a vida cristã não é. Existem quatro concepções errôneas sobre a espiritualidade e a maturidade cristã que simplesmente não são à prova d'água.

Advertência: Elas podem ser uma surpresa para você, talvez até um choque; portanto, fique firme.

Primeira Falha: Por ser cristão, todos os seus problemas serão resolvidos.
Prestamos um grande desserviço a um in­crédulo quando o fisgamos com a frase: "Venha a Cristo e todos os seus problemas vão acabar". A Bíblia nunca diz isso. Ela promete que seremos novas criaturas, garante que teremos um destino seguro, mas não pressupõe uma desci­da suave ladeira abaixo uma vez que Cristo entre na vida da pessoa. De fato, em alguns casos os problemas aumen­tam e a estrada fica mais difícil!

Segunda Falha: Todos os problemas que terá de enfrentar estão mencionados na Bíblia.
Não estão. É bem pouco sábio fazermos declarações amplas, abrangentes, em relação a pontos sobre os quais as Escrituras não falam. Muitas ve­zes não encontramos uma resposta explícita na Escritura para o nosso problema específico. Nessas ocasiões, somos forçados a andar pela fé, confiando no Senhor para mos­trar-nos o próximo passo conforme necessário.

A Bíblia simplesmente não oferece uma resposta específica para cada problema da vida.

Terceira Falha: Se você está tendo problemas é porque lhe falta espiritualidade.

Não é triste que essa ideia seja anunciada em muitos lugares hoje?

A existência de um problema simplesmente mostra que você é humano!

Todos temos problemas e você não deixa de ser espiri­tual porque luta com um dilema. Na verdade, muitos dos homens e mulheres mais espirituais que conheço enfrentaram alguns dos mais difíceis problemas que a vida oferece.

Pense em Jó e no seu sofrimento. Ele não tinha uma resposta. Ele não compreendia o porque. Seus conselheiros, com suas declarações rígidas e precipitadas, estavam total­mente enganados; eles também não sabiam as respostas. Embora Jó fosse espiritual, tinha problemas enormes.

Quarta Falha: A exposição a ensinamentos bíblicos sólidos resolve automaticamente os problemas.
A instrução bíblica por si só não resulta em soluções instantâneas dos problemas. Por mais confiável que seja o ensino, ou quão talentoso o professor, a declaração da verdade não proporciona a re­moção das dificuldades.

Pense nas Escrituras como um mapa absolutamente exa­to. O mapa lhe diz como chegar a um determinado desti­no. Mas o fato de apenas olhar um mapa não irá transportá-lo automaticamente ao Arizona, à Inglaterra ou ao Peru. Para chegar a esses lugares você terá de se esforçar... pagar o preço... arranjar tempo para a viagem... permanecer nela até chegar ao destino.

O mesmo acontece na vida cristã. O mapa de Deus é confiável e está disponível. Ele também é claro e direto. Não há, porém, nenhum artifício em suas páginas que en­vie automaticamente o leitor ao seu destino por meio de um tapete mágico.


Extraído do livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll

Por Litrazini:

Graça e Paz





segunda-feira, 16 de abril de 2012

O ministério de Jesus


Jesus em sua missão glorifica o Pai no amor aos seres humanos, na misericórdia, na compaixão que tinha para com todos, de modo preferencial os empobrecidos. Vem a terra, sendo Deus se torna também humano, para salvar a humanidade dos pecados. Como homem sentia tudo o que nós sentimos: dor, angústia, alegria, chorava às vezes, orava. 

Seus ensinamentos através de parábolas, milagres, curas, discursos, enfim, todo seu projeto missionário estava em realizar a vontade de Deus. 

Em seu nome se perseguiu e se assassinou, mas também se evangelizaram continentes inteiros. Séculos de teologias e manipulações não conseguiram apagar as marcas deixadas pelo personagem real e extraordinário de Cristo. 

No capítulo 61 de Isaias é traçado o projeto de vida de Jesus na sua plenitude. Podemos assim reconhecer a missão de Jesus:

Jesus – profeta – anuncia a salvação a todos os homens de boa vontade, com a missão de salvar a humanidade decaída, iniciando aqui o novo Reino.

Jesus – sacerdote – Ele é o sacrifício perfeito, dado em holocausto por toda a humanidade.

Jesus – como rei – Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, o líder que conduz a humanidade para Deus. É o Reino de Deus, implantado por Jesus para restaurar a justiça, a verdade e banir a opressão, a mentira, a violência e o ódio. Jesus traz algo totalmente novo até então, porque era vontade de Deus que Ele libertasse, curasse, enfim realizasse o reinado de Deus já e aqui.


Jesus começou a revelar sua missão especial com 30 anos de idade. João Batista, seu primo, preparava o caminho para Ele, pregando o arrependimento dos pecados e batizando os que aceitavam sua mensagem. Jesus foi ter com João Batista para ser batizado. Vemos em João 1: 35-37 – “No dia seguinte João estava outra vez ali, na companhia de dois dos seus discípulos. E vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus. E os dois discípulos ouviram-no dizer isso e seguiram a Jesus.”

E sem precisar de batismo Jesus foi batizado por João Batista no rio Jordão. Nessa hora aconteceu um milagre: a manifestação divina. Sobre sua cabeça surgiu uma pomba – o Espírito Santo – enquanto se ouvia uma voz: “Tu és meu Filho amado em quem me comprazo”.(Marcos: 1:11). Dessa forma, Jesus provou ser o Messias prometido, o Salvador esperado.

Após o batismo Jesus foi para o deserto onde passou 40 dias e 40 noites, orando e jejuando, sendo sempre tentado por Satanás, que o provocou oferecendo riquezas e duvidando de seus milagres, porém, Jesus com todo o amor que sentia por Deus venceu a tentação e afastou o mal de perto de si, pois Satanás queria desviá-lo de sua missão aqui na terra.

Depois do batismo e do tempo passado no deserto Jesus escolheu Cafarnaum, perto do mar da Galiléia, para o centro de suas atividades. Logo vieram juntarem-se a Jesus os primeiros apóstolos: Simão Pedro, André, Tiago e João. Depois escolheu ainda para ajudá-lo: Bartolomeu, Tiago Menor, Judas Iscariotes, Tadeu, Mateus, Filipe, Simão e Tomé.


Jesus desenvolveu na Galiléia a maior parte de seu Ministério. Mas esteve também na Samaria, em Jerusalém e em outros pontos no norte da Galiléia. Anunciava o Reino de Deus e afirmava ter o poder de perdoar os pecados.

Após passar um tempo em Cafarnaum, dirigiu-se a Jerusalém, para a festa de Páscoa que era realizada todos os anos. Ali pela primeira vez, despertou a ira contra si dos sacerdotes hebreus e, sobretudo fariseus, quando enxotou os vendilhões do templo como vemos em João 2: 13-16: – “E estava próxima a Páscoa dos Judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambiadores assentados. E tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, bem como os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e derribou as mesas. E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes e não façais da casa de meu Pai casa de vendas.”

Jesus Cristo demonstrou sua origem divina com muitos milagres e profecias. Ressuscitava mortos, exorcizava demônios e curava enfermos. Para suas necessidades jamais recorreu ao seu infinito poder. Todos os seus milagres acham-se transpassados por profunda comiseração para com os homens. Seu milagre supremo sem dúvida foi sua própria ressurreição dos mortos. Com esse fato subjugou o poder da morte e deu início a nossa ressurreição que ocorrerá quando Jesus voltar.

 

Depois do batismo e do tempo passado no deserto Jesus escolheu Cafarnaum, perto do mar da Galiléia, para o centro de suas atividades. Logo vieram juntarem-se a Jesus os primeiros apóstolos: Simão Pedro, André, Tiago e João. Depois escolheu ainda para ajudá-lo: Bartolomeu, Tiago Menor, Judas Iscariotes, Tadeu, Mateus, Filipe, Simão e Tomé.

A vida pública de Jesus durou cerca de 3 anos. Com seu poder sobre a natureza e seu conhecimento sobre o futuro, sendo que todas as profecias realizadas anteriormente se cumpriram, Cristo comprovou a verdade sobre seus ensinamentos, bem como que é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus.

Jesus combatia especialmente a crueldade e a hipocrisia para com os fracos, não desprezava os pecadores e estava sempre disposto a perdoar e curar os enfermos e ainda morreu de forma cruel para salvar a humanidade do pecado.

Fonte: Gospel Prime

Por Litrazini

Graça e Paz





quarta-feira, 11 de abril de 2012

As Parábolas de Jesus


Podemos ter um conceito de parábolas (em latim) ou palavras (em português), quando ela consiste em explicar, ou antes, fazer descobrir uma verdade profunda, uma realidade espiritual, por meio de comparações figuradas que tocam nosso espírito.

Razões insondáveis levaram Jesus Cristo a não escrever o que ensinava, por isso, os ensinamentos por meio de parábolas tornaram-se os mais adequados, para que pudessem ser guardados pelos Apóstolos, homens de poucos recursos intelectuais. É indubitável que as suas palavras fossem proferidas de modo direto, sem o recurso das parábolas, a sua assimilação seria muito mais difícil.

O Mestre criava personagens que davam vida às narrações de suas parábolas, as quais passavam assim a ter profundeza e extensão necessárias para que pudessem atravessar os séculos, chegando incólumes às várias gerações que o sucederiam.

Vamos enumerar algumas parábolas proferidas por Jesus:

1 – A Parábola do Semeador (Marcos 4: 3-8)
Esta parábola mostra o que acontece quando diferentes tipos de pessoas ouvem o Evangelho. Em alguns o Evangelho cria raízes, alimenta-se através do esforço do crente e se aprofunda no compromisso. Para outros o Evangelho se enraíza, mas nunca é nutrido e a fé morre. Em outros o Evangelho é pregado aos ouvidos surdos e corações duros, que apresentam um ambiente inóspito para o testemunho crescer.

2 – Do Trigo e do Joio (Mateus 13: 24-30)
O Senhor permite que o justo e o ímpio cresçam em maturidade juntos, até que estejam completamente maduros em qualquer situação: bondade ou maldade. Ele vai separar o trigo que representa os justos do joio que significa os ímpios, sendo que os primeiros vão para o Reino de Deus e os segundos para o inferno.

3 – Do Grão de Mostarda (Lucas 13: 18-22)
O grão de mostarda é uma semente minúscula, mas, uma vez lançada a terra, germina, deita raízes, através das quais assimila os elementos de que necessita; projeta-se para o ar livre, ramifica o seu caule, emite folhas até reproduzir a planta de onde provem, tornando-se a maior das hortaliças. Assim acontece com a implantação do reino dos céus na alma humana.

4 – Da Ovelha Perdida (Lucas 15: 4-7)
O Senhor se preocupa com seus filhos, tanto quanto o pastor se preocupa com suas ovelhas. Um bom pastor deixa o rebanho e vai procurar a ovelha perdida. O Senhor se alegra quando esta é encontrada e trazida de volta ao rebanho. Isso acontece em nossa vida quando abandonamos a Deus e depois voltamos a encontrá-lo pedindo perdão.

5 – Do Filho Pródigo (Lucas 15: 11-24)
Nos fala da alegria de um pai que vê o filho retornar a sua casa, pois tinha pedido ao pai que lhe entregasse sua herança, foi correr o mundo e voltou arrependido. Jesus usou esta parábola e seus dons especiais para mostrar o amor e o perdão de Deus aos pecadores que se arrependem.


6 – A dos Talentos (Mateus 25: 14-30)
Deus vai fazer-nos responsáveis pelos dons que Ele nos deu. Devemos usar esses dons para servir em seu reino terreno, especialmente para atender aos nossos semelhantes. O Senhor diz: “muito bem, servo bom e fiel; tens sido fiel sobre poucas coisas, vou te fazer reinar sobre grandes coisas.”

7 – Do Bom Samaritano (Lucas 10: 30-37)
Eis aí a demonstração clara e precisa de que os chamados hereges são muitas vezes aqueles que propiciam melhores demonstrações de amor; a prova de que não adianta ser portador de títulos relevantes no seio das religiões, se não existir a humildade e o desprendimento.

8 – Do Rico Insensato (Lucas 12: 16-20)

Pode ser vista como uma severa admoestação aos usurários e avarentos. Os bens terrenos que possuímos não têm valor algum perante os tesouros espirituais que levaremos para a eternidade.

9 – Casamento do Filho do Rei (Mateus 22: 1-14)
O rei convida todos os tipos de convidados para o casamento de seu filho. Muitos se recusam a ir. Alguns matam seus servos que ele enviou para convidá-los. Outros vêm, mas são indignos ou despreparados.

Esta parábola termina assim: “Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos.” O Senhor nos convida para tornar-nos parte do Seu Reino, mas poucos se qualificam para a vida eterna em Sua presença.

Por meio das parábolas, Cristo levou a todos a mensagem da salvação, incentivando seus ouvintes a se arrependerem e crerem, a praticar sua fé e se sentia a vontade em todos os níveis sociais e sabia ministrar sabiamente a todos independente de formação ou profissão.

Fonte: 4IEQ

Por Litrazini


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Reflexões Evangélicas

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