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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

JESUS – O CRISTO QUE ME TRAZ VIDA.

Quando o evangelho de João foi escrito o conhecimento da vida e obra de Jesus não eram mais desconhecidos, restrito apenas a um pequeno grupo, o Evangelho já havia sido pregado, já se iniciara a grande comissão, e como nos dias atuais, surgiu naquele período falsos mestres, negando que Jesus Cristo fosse o filho de Deus.

Muitas vezes, mesmo nos dizendo cristãos, deixamo-nos levar por ensinos errados, superstições, coisas que aparentemente são inofensivas, mas que vão de encontro a Palavra de Deus.

Jesus veio proclamar a verdade, e qual é esta verdade? Amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos. E o Nazareno ensina que amar a Deus sobre todas as coisas, é não prestar culto ao dinheiro, ao prestígio, a influência, ao poder. Orienta que não devemos nos relacionar bem com as pessoas, apenas para tirarmos algum proveito posteriormente.

Para podermos viver a verdade de amar ao nosso irmão precisamos compreender suas fraquezas, respeitar seus defeitos, pois sabemos que tão grandes são os nossos erros, talvez até bem maior do que aquele em que temos vontade de criticar. Este Cristo, nos ajuda a evitar ser igual a Nicodemos, que como conhecedor da Lei de Deus, não viveu conforme o amor explicitado.

Descreve este Evangelho que o Filho de Deus, ao ser preso, portanto, em sua hora de maior necessidade, foi abandonado por todos os discípulos, exceto João. Todos caminharam com o Nazareno, comeram, beberam, todavia o abandonaram.

Jesus é a verdade, e a verdade nos diz que devemos primeiro tirar a trave do nosso olho antes de olhar o cisco no olho do nosso irmão. Sentimentos mesquinhos só trazem trevas, o verdadeiro cristão anda na luz, pois tem a Jesus, e quem tem o Cristo tem o Pai e crendo tem a Vida Eterna.

Quando me sinto abatido, triste por minhas ações, Qual o Jesus que preciso? Jesus – o Cristo que me traz Vida?

Todos nós temos escolhas a fazer: Como filhos da desobediência podemos querer continuar a criar um deus particular, que atenda as nossas necessidades, compatível com os nossos sonhos e anseios, mesmo que desta forma continuemos com a alma doente, em estado de morte, ou poderemos escolher buscar a cura através de Cristo, o Filho do Deus vivo.

Em qualquer tempo ou em qualquer lugar: É JESUS DE QUEM SEMPRE PRECISO.

Joseane Pires

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz


sábado, 17 de dezembro de 2016

O QUE SIGNIFICA CRER NO EVANGELHO?

Crer envolve em primeiro lugar, aceitar como verdade, aquilo que não é demonstrável imediatamente e aceitável pelo simples raciocínio, ou apreciável pelos sentidos.  Jesus estabeleceu uma condição fundamental para a complementação do arrependimento: a de que o homem aceite como verdadeiro o que lhe é pregado pelo próprio Cristo.

Crer é aceitar e demonstrar esta aceitação pelo depositar confiança. Em todo o pano de fundo na história do povo de Israel a convocação divina nunca é a de que o povo acredite em certas verdades a respeito de Deus, mas a de confiar nele. O imperativo “crede”, para Jesus tem este mesmo sentido. É preciso confiar e assim comprovar que se acredita.

Crer é uma atitude possível somente a quem está aberto ao que é surpreendente. Crer naquilo que é possível ou costumeiro não envolve qualquer significado. Não se pode dizer com propriedade: “eu creio que amanhã nascerá o sol”. Isto não envolve qualquer fato surpreendente. Se alguém disser, no entanto: “amanhã o sol nascerá no oriente” ai sim, será uma afirmação contrário ao que é usual.
 
Ainda que Cristo não nos convide a fazer uma declaração deste tipo é importante perceber que só uma pessoa disposta a aceitar o surpreendente pode realmente ter fé.  Quando Natanael duvidou que Jesus fosse anunciado pelos profetas, por ser ele de Nazaré, estava com razão. De lá se acreditava que nada poderia vir de bom. Mas ao ser convidado a crer (vem e vê) ele aceitou a possibilidade do impossível. Foi e creu. Jo 1.43-51.

EM QUEM DEVEMOS CRER?
A determinação de que o ser humano deve crer, segundo Jesus, precisa ser examinado em uma outra direção. Crede, diz Jesus. Mas em que? No Evangelho, acrescenta ele. E o que é o Evangelho?

Evangelho é a proclamação de uma notícia. Mas uma notícia adjetiva. É uma notícia boa. Trata-se de uma informação trazida de Deus aos seres humanos.

Deus aceita a todos aqueles que se arrependem visto que é amor em essência. Assim, o primeiro conteúdo da fé é primeiramente uma afirmativa que se proclama verdadeira. É preciso que a pessoa aceita essa afirmativa. Não há comprovações científicas.

Os judeus buscam sinais. Os gregos querem a sabedoria (ciência). Mas o que prega o Evangelho? Uma afirmativa que precisa ser aceita pela fé. Deus vem ao mundo para salvar os homens que se arrependem de seus pecados e voltem para ele.

O conteúdo da fé é mais do que simples palavras. Jesus não se contenta que os homens creiam nas suas palavras, mas quer principalemnte que creiam nele. Não é pois meramente simples religião ou filosofia que se proclama. O imperativo de Jesus é que creiam na sua pessoa, de uma forma tão natural como dizem crer em Deus. Jo 14.1.

Assim o Evangelho que Jesus proclama se identifica com ele mesmo. Não tem sentido aceitar as palavras de Jesus ou os seus ensinos sem a aceitação dele mesmo. Por isso que o Evangelho é revolucionário à mente humana e de difícil aceitação por muitos. Jo 6.66-69.

Nossa fé tem que ter base no Evangelho e não nas pessoas que pregam o Evangelho, ou na igreja que o ensina.

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O Outro Evangelho

“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema [amaldiçoado]” (Gálatas 1.8).

Falsos mestres foram aos gálatas, procurando persuadi-los a rejeitar os ensinos de Paulo e aceitar “outro evangelho”. Este evangelho diferente consistia não somente em crer em Cristo, mas também ligar-se à fé judaica mediante a circuncisão (Gl 5.2), as obras da lei (3.5) e a guarda dos dias santos judaicos (4.10).

(1) A Bíblia afirma claramente que há um só evangelho, “o evangelho de Cristo” (v.7).

Este evangelho nos veio pela revelação de Jesus Cristo (v.12) 

(2) Quaisquer ensinos, doutrinas, ou ideias que, originados em pessoas, igrejas ou tradições, e que não estejam expressos ou subentendidos na Palavra de Deus, não podem ser incluídos no evangelho de Cristo (v.11).

Misturá-los com o conteúdo original é “transtornar o evangelho de Cristo” (v.7).

SEJA ANÁTEMA – A palavra “anátema” (gr anathema) significa alguém que está sob maldição divina, condenado à destruição e que será alvo da ira divina e da condenação eterna.

(1) O apóstolo Paulo revela a atitude, inspirada pelo Espírito Santo, de julgamento e indignação para com aqueles que procurar perverter o evangelho original de Cristo e mudar a verdade do testemunho apostólico.
Igual atitude evidenciava-se em Jesus Cristo, em Pedro (2 Pe 2), em João (2 Jo 7-11) e em Judas (Jd 3, 4,12-19), e se achará no coração de todo seguidor de cristo que ama o seu evangelho, conforme é revelado na Palavra de Deus, e crê que o evangelho é a imprescindível boa nova da salvação Pra o mundo perdido no pecado (Rm 10. 14 15).

(2) Malditos (“anátema”) são todos que pregam um evangelho contrário à mensagem que Paulo pregava de acordo com a revelação que Cristo lhe dera.
Quem acrescenta ou tira algo do evangelho original e fundamental de Cristo e dos apóstolos, fica sujeito à maldição divina: “Deus tirará a sua parte do livro da vida” (Ap 22.18,19). 

(3) Deus ordena os crentes a defenderem a fé, a corrigirem os errados com amor (2 Tm 2.25,26) e a se separarem dos mestres, pastores e outros que na igreja negam as verdades bíblicas fundamentais ensinadas por Jesus e os apóstolos (Gl 1.8,9; Rm 16.17,18; 2 Co 6.17). Essas verdades incluem:
a) A deidade de Cristo e seu nascimento virginal (Mt 1.23);
b) A plena inspiração e autoridade da Palavra de Deus em tudo quanto ela ensina;
c) A historicidade da queda de Adão e Eva (Rm 5.12-19);
d) A corrupção inerente na natureza humana (Gn 6.5; 8.21; Rm 1.21-32; 3.10-18; 7.14,21);
e) A condição perdida da raça humana sem Cristo (Rm 1.16-32; 10.13-15);
f) A salvação pela graça mediante a fé em Cristo como senhor e Salvador efetuada pela expiação através de sua morte e do seu sangue (Rm 3.24-25; 5.10);
g) A ressurreição corporal de Cristo (1 Co 15.3,4);
h) A realidade histórica dos milagres, tanto do AT como do NT (1 Co 10.1);
i) A realidade da existência de Satanás e dos demônios como seres de ordem espiritual (Mt 4.1; 8.28; 2 Co 4,4; Ef 2,2; 6.11-18; 1 Pe 5.8);
j) O ensino bíblico a respeito do inferno;
l) A volta literal de Jesus Cristo à terra (Jo 14.3; At 1.11). 

Outros textos que advertem sobre os falsos mestres: Rm 16.17; 2 Pe 2.17-22; 2 Jo 9,11; Jd 12, 13). 

Comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.