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sábado, 12 de setembro de 2020

AS EVIDÊNCIAS DE UM ENCONTRO SALVADOR COM JESUS


Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria. Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador. Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. (Lc.19.5-8)

1. PRONTIDÃO PARA OBEDECER O CHAMADO DE CRISTO– V. 6
Zaqueu desceu depressa. Ele obedeceu sem questionar e sem adiar. Ele recebeu Jesus em sua casa e em seu coração. Ele abriu o seu coração e o seu lar para Jesus. Ele levou Jesus para dentro da sua casa. Ele abriu sua vida, seu coração, sua consciência, seu cofre E deixou que Jesus entrasse em cada área da sua vida.

2. ALEGRIA EM RECEBER A CRISTO – V. 6
Jesus quer lhe dar a vida eterna. Ele veio para lhe salvar. Ele veio para perdoar os seus pecados. Para libertar você das algemas eternas. Para limpar o seu coração. Para fazer de você uma nova criatura. Ele veio para que você pudesse ter vida abundante, maiúscula, eterna.

3. CORAÇÃO ABERTO PARA AMAR E SOCORRER OS NECESSITADOS – V. 8
Zaqueu demonstrou profunda mudança em sua vida. Jesus transformou seu coração, sua vida, seu caráter e seu bolso.

O primeiro sinal de conversão na vida de Zaqueu foi o amor, a generosidade, a disposição da dar. “Eu resolvo dar”. Até então sua vida era marcada pelo receber e tomar o que era dos outros. Ele que sempre tomou, agora quer dar. O eixo da sua vida mudou. Ele que queria sempre levar vantagem em tudo, quer ajudar. Ele que sempre pensava em si mesmo, agora pensa nos outros. Agora não é a ganância, mas o amor que governa a sua vida.

Zaqueu não dá para ganhar a salvação. Ele dá porque recebeu a salvação.

4. PRONTIDÃO PARA CORRIGIR AS FALTAS DO PASSADO – V. 8
Zaqueu desviou muita coisa de gente inocente. Pisou nos menos favorecidos. Ganhou muita propina por cambalachos que fazia para os ricos. Um dia, porém, sua consciência transbordou e ele não aguentou mais. Ao encontrar-se com Jesus, ele se dispôs a corrigir as faltas do seu passado.

O caráter de Zaqueu é curado por Cristo. Ele abandona a mentira, a esperteza comercial, as vantagens fáceis do enriquecimento ilícito. Ele agora quer andar na luz.

Não há salvação sem abandono do pecado. “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas aquele que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Pv 28:13).

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 31 de julho de 2020

PASTOR USA EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS PARA COMPROVAR A VERACIDADE DA BÍBLIA


Diante da incredulidade da sociedade em relação aos fatos apontados pela Bíblia Sagrada, o pastor e jornalista Michelson Borges disse que, em algumas ocasiões, argumentos extra bíblicos são utilizados para comprovar sua autenticidade.

“Devido ao ceticismo da sociedade pós-iluminista, às vezes, temos que fazer uso de argumentação extra bíblica para dar às pessoas pelo menos o benefício da dúvida”, disse ele durante o Encontro Nacional de Universitários.

Para atestar a veracidade da Palavra de Deus, Borges apresentou inúmeras evidências históricas sobre a criação do universo, a queda do homem, o dilúvio, a Torre de Babel, o êxodo, Sodoma e Gomorra e os milagres de Jesus.

“O relato da queda pelo engano da serpente é sugerido também em outras culturas não bíblicas”, disse ele, citando o selo mesopotâmico do terceiro milênio a.C. “Resquícios dessa história são encontrados em relatos de outras culturas”.

Já o dilúvio foi registrado por mais de 200 culturas espalhadas pelo mundo, de acordo com Borges, conforme registros de Gilgamesh e Platão em Timeu. “Os detalhes vão sendo alterados, mas sempre coincidem — todos dizem que a água inundou a Terra, um barco grande promoveu um escape e uma família foi preservada para manter a raça humana”, conta o pastor.

Os zigurates encontrados na antiga cidade de Ur, localizada hoje no Iraque, atestam que o povo de Babel construiu torres com propósitos religiosos, observa Borges, falando sobre as evidências da Torre de Babel. “Além disso, estudos linguísticos têm demonstrado que os idiomas remontam a um tronco comum, à medida que nós recuamos no tempo”, explica.

O êxodo é confirmado através de estudos que indicam a existência de escravos hebreus no Egito, conforme atestam as pinturas das pirâmides de Beni Hasam. Já as pragas do Egito foram descritas no papiro do sacerdote egípcio Ipuwer, descrito a seguir:

“Os estrangeiros [hebreus] vieram para o Egito. Eles têm crescido, estão por toda a parte. O Nilo se tornou sangue. As casas e as plantações estão em chamas. A casa real perdeu todos os seus escravos. Os mortos estão sendo sepultados pelo rio. Os pobres [escravos hebreus] estão se tornando donos de tudo. Os filhos dos nobres estão morrendo inesperadamente. O nosso ouro está no pescoço dos escravos. O povo do Oásis [terra de Gósen] está indo embora e levando as provisões para o seu festival”, conforme texto traduzido pelo arqueólogo brasileiro Rodrigo Silva no livro “Escavando a Verdade”, p.99.

Borges observa que há uma predisposição para a descrença em relação à Bíblia. “A história de Cristo começou a ser registrada entre 40 e 60 anos depois de sua ressurreição. Havia muitas testemunhas oculares vivas ainda e, mesmo assim, há quem duvide que Jesus tenha existido.

A história de Alexandre, o Grande começou a ser escrita de 300 a 400 anos depois dos eventos registrados, e ninguém duvida”.

O pastor observa que ninguém morreria por uma mentira inventada, mas os cristãos foram martirizados por causa do Evangelho. “Os cristãos só perderam do ponto de vista humano por causa dessa história, porque eles sabiam que Cristo era real”, disse Borges.

Luana Novaes

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

AS EVIDÊNCIAS DE UM ENCONTRO SALVADOR COM JESUS

Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria. Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador. Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. (Lc.19.5-8)

1. PRONTIDÃO PARA OBEDECER O CHAMADO DE CRISTO– V. 6
Zaqueu desceu depressa. Ele obedeceu sem questionar e sem adiar. Ele recebeu Jesus em sua casa e em seu coração. Ele abriu o seu coração e o seu lar para Jesus. Ele levou Jesus para dentro da sua casa. Ele abriu sua vida, seu coração, sua consciência, seu cofre E deixou que Jesus entrasse em cada área da sua vida.

2. ALEGRIA EM RECEBER A CRISTO – V. 6
Jesus quer lhe dar a vida eterna. Ele veio para lhe salvar. Ele veio para perdoar os seus pecados. Para libertar você das algemas eternas. Para limpar o seu coração. Para fazer de você uma nova criatura. Ele veio para que você pudesse ter vida abundante, maiúscula, eterna.

3. CORAÇÃO ABERTO PARA AMAR E SOCORRER OS NECESSITADOS – V. 8
Zaqueu demonstrou profunda mudança em sua vida. Jesus transformou seu coração, sua vida, seu caráter e seu bolso.

O primeiro sinal de conversão na vida de Zaqueu foi o amor, a generosidade, a disposição da dar. “Eu resolvo dar”. Até então sua vida era marcada pelo receber e tomar o que era dos outros. Ele que sempre tomou, agora quer dar. O eixo da sua vida mudou. Ele que queria sempre levar vantagem em tudo, quer ajudar. Ele que sempre pensava em si mesmo, agora pensa nos outros. Agora não é a ganância, mas o amor que governa a sua vida.

Zaqueu não dá para ganhar a salvação. Ele dá porque recebeu a salvação.

4. PRONTIDÃO PARA CORRIGIR AS FALTAS DO PASSADO – V. 8
Zaqueu desviou muita coisa de gente inocente. Pisou nos menos favorecidos. Ganhou muita propina por cambalachos que fazia para os ricos. Um dia, porém, sua consciência transbordou e ele não aguentou mais. Ao encontrar-se com Jesus, ele se dispôs a corrigir as faltas do seu passado.

O caráter de Zaqueu é curado por Cristo. Ele abandona a mentira, a esperteza comercial, as vantagens fáceis do enriquecimento ilícito. Ele agora quer andar na luz.

Não há salvação sem abandono do pecado. “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas aquele que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Pv 28:13).

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 14 de outubro de 2017

AS EVIDÊNCIAS DA SALVAÇÃO

Acerca da salvação, existem muitas teorias e linhas de pensamento, entretanto só existe um caminho que conduz o homem a salvação: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6). Portanto o Cristianismo é um relacionamento todo-suficiente com um Cristo todo-suficiente, sendo que assim como Cristo é absolutamente santo e divino, também nós somos totalmente suficientes nele, pois quando o adoramos em espirito e em verdade, não precisamos de nada além dele.

NOSSA SUFICIÊNCIA EM CRISTO
Contudo alguns querem impor o legalismo e a religiosidade como condição de salvação, mas esquecem de que Cristo já conquistou a nossa salvação na Cruz e para isso basta crer e confiar. Contudo, como crentes em Cristo e estudantes da palavra, devemos buscar cada vez mais o aprimoramento na verdade que é Cristo, para que possamos não apenas crescer em conhecimento, mas também em fé, graça, amor, compreensão, humildade e principalmente nos tornarmos mais quebrantados e cheios do Espírito Santo e assim o adorarmos em espírito e em verdade.

FRUTO DO ESPÍRITO: EXPRESSÃO DO CARÁTER DE CRISTO EM NOSSAS VIDAS
O Espírito Santo efetua no cristão a santificação, inclinando-o para as coisas espirituais (Rm 8:5,8 e 9) e contenda com as coisas da carne, gerando em cada cristão o fruto do Espírito que são expressões do caráter de Cristo em nossas vidas.

A ação do Espírito em favor de cada cristão vai transformando este de glória em glória de valor em valor, fazendo com que cada cristão se torne mais parecido com Jesus, até porque o grande poder do evangelho não é a mudança externa, mas sim a interna, já que a proposta do  evangelho não envolve o legalismo, regras ou dogmas, mas sim o amor, a paz e a justiça, pois a proposta de Jesus vai além do pacotinho da religiosidade, envolvendo a subordinação à vontade de Deus em detrimento da vontade pessoal, ação precedida de arrependimento e eivada de esperança. Todo seguidor de Cristo, deve ficar ciente que será incompreendido por muitos, mas aceito por aqueles que foram alvos da verdade.

ADORAÇÃO COMO ESTILO DE VIDA
Adoração não é apenas um mero conceito, ou um momento de cântico no culto, mas um estilo de vida que desafia os paradigmas impostos pelo legalismo ilógico e pelo dogmatismo árido. Contudo, paradoxalmente do que este ou aquele grupo fala ou defende, devemos nos pautar na Bíblia e ela nos ensina claramente que Cristo riscou a cédula que era contra nós, cravando-a na Cruz (Cl 2:14-21).

Somente em Cristo existe misericórdia, pois no calvário existe completo perdão, salvação e completa vitória. Quando compreendemos a essência de nossa suficiência em Cristo, sabemos que nele, apenas nele temos a nossa vitória, pois nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do entendimento (Cl 1:5)

A MISERICÓRDIA COMO ATO DA GRAÇA DIVINA EM NOSSAS VIDAS
Os escritores bíblicos expressam, o quanto conheciam da misericórdia de Deus apresentando o Senhor como aquele que se compadece, como o pai misericordioso e compassivo (Sl 51 e 103). Como servos de Deus somos desafiados diariamente a usar da mesma misericórdia. “Bem-aventurado os misericordiosos” (Mt 5:14).

Somos discípulos do Senhor porque fomos alcançados um dia pela sua misericórdia: “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas nos vivificou juntamente com Cristo” (Ef 2:4-5).

O discípulo não perdoou para ser perdoado; mas este deve exercer a prática do perdão porque um dia também foi perdoado, reconhecendo o quanto Deus tem sido misericordioso com ele. Segundo o teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer: “O misericordioso empresta a honra própria ao descaído e toma sobre si a sua vergonha, procura a companhia dos publicanos e pecadores, suportando prazerosamente a vergonha de sua companhia”. Assim, que o exercício da misericórdia seja a razão de ser de nossa missão evangelística!

De acordo com os ensinamentos de Cristo, somente quando perco minha vida eu a encontro. Quando me entrego como sacrifício vivo ao Senhor, coloco-me a disposição do meu próximo, sendo que quanto mais eu me aproximo de Cristo, mais exerço minha missão e assim encontro à verdadeira razão de minha existência: O Serviço Cristão.

Referências
– MACARTHUR, John. A Nossa suficiência em Cristo. Editora Fiel. São José dos Campos, 2014.
– MARTINS, Orlando. Diaconia o serviço da mordomia. Editora AD Santos. Curitiba, 2016

Orlando Martins

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 30 de setembro de 2014

É A BÍBLIA VERDADEIRAMENTE A PALAVRA DE DEUS?

Nossa resposta a esta pergunta não irá apenas determinar como vemos a Bíblia e sua importância para nossas vidas, mas também, ao final, provocar em nós um impacto eterno. Se a Bíblia é de fato a palavra de Deus, devemos então estimá-la, estudá-la, obedecer-lhe e nela confiar. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, dispensá-la, então, é dispensar o próprio Deus.

O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidência e exemplo de Seu amor por nós. O termo “revelação” significa simplesmente que Deus comunicou à humanidade como Ele é e como nós podemos ter um correto relacionamento com Ele. São coisas que não poderíamos saber se Deus, na Bíblia, não as tivesse revelado divinamente a nós.

Embora a revelação de Deus sobre Si mesmo tenha sido dada progressivamente, ao longo de aproximadamente 1500 anos, ela sempre conteve tudo que o homem precisava saber sobre Deus para com Ele ter um bom relacionamento. Se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus, é portanto a autoridade final sobre todas as questões de fé, prática religiosa e moral.

A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: como podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único sobre a Bíblia que a separa de todos os outros livros religiosos já escritos? Existe alguma evidência de que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus?

Estes são os tipos de perguntas que merecem análise se formos seriamente examinar a afirmação bíblica de que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática.

Não pode haver dúvida sobre o fato de que a própria Bíblia afirma ser a verdadeira Palavra de Deus. Tal pode ser claramente observado em versículos como 2 Timóteo 3:15-17, que diz: “... desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus.

Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina.

UMA DAS PRIMEIRAS EVIDÊNCIAS INTERNAS DE QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS É A SUA UNIDADE. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.

OUTRA EVIDÊNCIA INTERNA QUE INDICA QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS É OBSERVADA NAS PROFECIAS DETALHADAS CONTIDAS EM SUAS PÁGINAS. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem.

Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade.

Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia.

Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.

UMA TERCEIRA EVIDÊNCIA INTERNA DA ORIGEM DIVINA DA BÍBLIA É NOTADA NA SUA AUTORIDADE E PODER ÚNICOS. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor.

A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus

Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto.

UMA DAS EVIDÊNCIAS EXTERNAS É O CARÁTER HISTÓRICO DA BÍBLIA. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos.

Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.

OUTRA EVIDÊNCIA EXTERNA DE QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS É A INTEGRIDADE DE SEUS AUTORES HUMANOS. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado.

Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos.

A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

UMA ÚLTIMA EVIDÊNCIA EXTERNA DE QUE A BÍBLIA É VERDADEIRAMENTE A PALAVRA DE DEUS É SEU “CARÁTER INDESTRUTÍVEL”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.

Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita.

Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes.

A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.