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sexta-feira, 23 de abril de 2021

COMO IDENTIFICAR UMA SEITA FALSA.

 Existem alguns aspectos muito comuns às seitas falsas:

JESUS NÃO É O CENTRO DAS ATENÇÕES

As seitas falsas, de um modo geral subestimam o valor de JESUS. As orientais têm os seus deuses ou profetas que colocam acima de tudo e os ocidentais ou substituem JESUS por outro "Cristo" ou colocam o Filho de Deus em segundo lugar, tirando-lhe a divindade e os atributos divinos. Exemplo: Ex 20:1-6, Sl 16:1-4, Sl 115:1-11.

TÊM OUTRAS FONTES DOUTRINÁRIAS ALÉM DA BÍBLIA

Creem apenas em partes da Bíblia. Admitem e aceitam como "inspirados" escritos de seus fundadores ou de pessoas que repartem com eles boa dose daquilo em que creem.

Alguns chegam até desacreditar da Bíblia, da qual fazem muitas restrições. II Tm 3:16.

DIZEM SEREM OS ÚNICOS CERTOS

Uma das principais características de uma seita falsa é esta: Pode ter sido fundada há 5, 10, 20 ou 100 anos; isto não importa.

USAM DE FALSA INTERPRETAÇÃO

As interpretações que fazem do texto bíblico, desprezando os princípios auxiliares da Hermenêutica têm levado inúmeras pessoas às vezes bem intencionadas a fundarem uma seita. De um modo geral isso acontece pela total ignorância das regras de interpretação do nosso próprio idioma que são ensinados em nossos colégios.

ENSINAM AO HOMEM A DESENVOLVER SUA PRÓPRIA SALVAÇÃO

Não somente ensinam os homens a se salvarem mas prometem uma salvação inteiramente naturalista em seu conceito.

SÃO PROSELITISTAS

Uma das atividades principais das falsas seitas é "pescar no aquário dos outros". Fazem os seus neófitos não entre os doentes, aflitos, desesperados ou necessitados. Aproveitam a fé de quem já é possuído, aquele que têm em mira e com um pouco de sutileza conseguem desencaminhar até mesmo muitos bons cristãos para o meio deles.

Devemos estar com os nossos olhos bem abertos para com essa gente (I Tm 4:1).

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 28 de abril de 2015

A LIBERDADE VERDADEIRA E A FALSA

Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres. [João 8.36]

EXISTEM DOIS TIPOS DE LIBERDADE. A PRIMEIRA É UMA FALSA LIBERDADE, DOS FALSOS DISCÍPULOS.

Essas pessoas querem liberdade para satisfazer os seus desejos. Elas se tornam cristãs por causa disso, assim como as pessoas dessa passagem, que se tornaram seguidoras de Cristo porque haviam ouvido que seus seguidores eram pessoas devotas, boas, pacientes e gentis, não pessoas sedentas por vingança.

Seus seguidores davam aos pobres com liberalidade e eram generosos. Eles também haviam ouvido que seus seguidores adoravam a um Deus misericordioso, não a um deus irado. Quando eles ouviram tudo isso, gostaram da ideia de que os crentes os ajudariam e os serviriam.

Então disseram: “Eu irei amar que os outros deem algo para mim, que me sirvam e me perdoem. O Senhor Deus também perdoará os meus pecados e me ajudará a entrar no céu”. Eles se alegravam por ser aqueles que receberiam tudo isso.

Contudo, pessoas como essas são salafrárias e não querem deixar suas vidas de pecado e idolatria, nem dar qualquer coisa a alguém. Elas querem viver uma vida de imoralidade sexual e agrado a si mesmas, da forma como viviam antes de chegarem a Cristo.

Porém, elas também querem ser consideradas cristãs. Esses são falsos discípulos, que somente querem liberdade para os seus desejos físicos. Louvam o evangelho e, no princípio, seguem-no com determinação.

Logo em seguida, passam a fazer o que querem, seguindo os seus maus desejos e suas concupiscências. Tornam-se piores e mais indecentes do que antes. Ficam mais presunçosos, rudes e ambiciosos. Eles até roubam mais que outras pessoas.

O SEGUNDO TIPO DE LIBERDADE É A VERDADEIRA LIBERDADE, DOS DISCÍPULOS GENUÍNOS.
Aqueles que se apegam à Palavra de Deus e resistem, sofrem e toleram o que é necessário, esses são aqueles que serão libertos.

Eles se tornarão cada dia mais fortes.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

VERDADEIRA E FALSA SEGURANÇA

Escrevi-lhes estas coisas, a vocês que creem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna. [1 João 5.13 ]

A segurança pode ser considerada um ingrediente legítimo, ou mesmo necessário, ao discipulado cristão?

Os seguidores de Jesus podem afirmar que estão seguros não somente em relação à verdade do evangelho, mas particularmente em relação à salvação pessoal?

Se respondermos afirmativamente a essas perguntas, então como discernir entre a verdadeira e a falsa segurança? Como distinguir uma da outra? Robert Law escreveu um comentário sobre 1 João, em 1885, intitulado Tests of Life [Testes da vida], em que estabeleceu três testes fundamentais, ou três critérios, para discernir entre verdadeiros e falsos mestres.

O TESTE DOUTRINÁRIO.
Estabelecia se os mestres acreditavam na encarnação. “Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne procede de Deus” (4.2).

O TESTE ÉTICO.
Relacionado à prática da justiça e à obediência aos mandamentos de Deus: “Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos” (2.3).

O TESTE SOCIAL.
Revelava se eles estavam ligados em amor à comunidade cristã: “Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos” (3.14).

Parece que o apóstolo João, já em idade avançada e morando em Éfeso, estava sendo contestado por um antigo gnóstico chamado Cerinto. João se refere a ele como mentiroso e enganador porque ele negava as duas naturezas de Jesus, afirmava ter comunhão com Deus, mas andava nas trevas, e demonstrava arrogância espiritual, declarando amar a Deus enquanto odiava seu irmão.

 Ao aplicar os três testes, João pôs por terra a falsa firmeza dos falsos cristãos e reforçou a firmeza correta dos cristãos genuínos.

Se nós, cristãos, não formos marcados pela fé verdadeira, pela obediência piedosa e pelo amor fraternal, seremos uma farsa. Não podemos ter nascido de novo, pois os que nascem de Deus são aqueles que creem, obedecem e amam.

O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada);

O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra.


E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. 1 João 1:1-10


Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato

Por Litrazini:

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.