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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

A RESSURREIÇÃO DE JESUS

Se a morte de Jesus está coberta de glória, quanto mais a sua ressurreição!

As Escrituras nos mostram vários aspectos da ressurreição e seu amplo significado.

A RESSURREIÇÃO DE JESUS É A SUA VITÓRIA SOBRE A MORTE (I Co 15:54-57)

A morte física ocorre quando o espírito e a alma deixam o corpo.

Para vencer a morte, Jesus precisava de uma ressurreição física, ressurreição do corpo

Um corpo de carne e osso e não um espírito (Lc 24:39-40).

Para provar isso Jesus comeu na presença dos discípulos (Lc 20:20; 24-27). Entretanto era um corpo transformado. Não estava preso a espaço nem ao tempo. Podia aparecer e desaparecer. (Lc 24:31; Jo 20:19;26).

Com a ressurreição física Jesus passou a ter novamente a unidade entre seu corpo, alma e espírito. Desta maneira Ele venceu a morte. (ICo 15:54)

A RESSURREIÇÃO É QUE PRODUZ A FÉ NO SENHOR. (Rm 10:9)

A fé dos discípulos "entrou em parafuso" depois da morte de Jesus (Jo 20:19;25; Lc 24:21-22). Esta fé foi restabelecida quando Jesus ressurreto apareceu aos discípulos (Jo 20:8;20).

Pela sua ressurreição ele foi comprovado como Filho de Deus (Rm 1:4; At 13:33) e como juiz universal (At 17:31)

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É O FUNDAMENTO DE NOSSA UNIÃO COM ELE.

A nossa fé em Jesus não é um simples pensamento de nossa mente, nem é uma mera aceitação mental das coisas que ouvimos sobre Ele. Nossa fé Nele é poderosa porque nos une a Ele. Toda a nossa vida é "em Cristo" (Paulo usa esta expressão 164 vezes)

O pecador só pode ser abençoado pela obra de Cristo quando é unido a Ele

Sem a ressurreição do corpo, Cristo teria deixado de ser humano.

A ressurreição de Cristo é, portanto, aquilo que faz a grande diferença entre a fé cristã e a religião dos homens. Homens como Buda, Maomé, Alan Kardek e outros, fundaram suas religiões. Mas onde estão hoje? Estão mortos.

Isto prova que não venceram o salário no pecado. Os seguidores destes homens não tem nada mais do que um livro de regras e doutrinas.

Nós Temos uma pessoa viva que vive em nós e nós Nele. Esta é a esperança da glória (Cl 1:27)

A RESSURREIÇÃO DE JESUS É A BASE DE NOSSA RESSURREIÇÃO.

A ressurreição do corpo só é possível pela ressurreição do Senhor Jesus. Pela sua ressurreição ele glorificou e transfigurou a humanidade Nele. Ele é "as primícias" (I Co 15:20;23; Cl 1:18).

Sua vitória sobre a morte garante a nossa própria ressurreição (Rm 8:11; ITs 4:14).

Seu corpo de glória é o padrão dos nossos futuros corpos (Fp3:20-21; ICo 15:48:49)

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 27 de outubro de 2019

UMA FÉ EXEMPLAR


Depois de falar sobre os dois fundamentos, da casa sobre a rocha e a casa sobre a areia, Jesus entra em Cafarnaum e encontra-se com alguns anciãos dos judeus enviados por um centurião, que pedem que o acompanhem pois o servo do militar romano estava muito doente, quase morto.

Já próximo à casa do oficial, este manda um recado através de amigos que surpreende a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não mereço receber-te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Faça isto’, e ele faz”.

Que fé era aquela hein? Até o próprio Jesus se admirou com a proporção da fé daquele homem! Mas, e quanto a nós, e quanto ao mundo hoje: ainda existe fé semelhante?

É bem improvável que sim, pois a fé atualmente está presa dentro de um corpo de crenças, e fora disso, o que se vê são julgamentos, “desviados” aos olhos daqueles que se julgam cristãos, “ímpios” simplesmente por não fazerem parte de um clube social, e assim sucessivamente.

Vale destacar que fé em Cristo, no Filho do Deus Vivo, e crença, são coisas totalmente distintas. A primeira crê no Filho e submete-se à sua consciência (Palavra) e Reinado (domínio de Deus sobre o homem mesmo ainda na terra). A segunda por sua vez não passa de um conjunto de superstições, um aparato de ideias, um emaranhado de informações que ora são coerentes, ora são totalmente contrárias umas às outras; para resumir a coisa, crença é uma derivação de crer, e aqui entra qualquer tipo de crer, inclusive o próprio satanás é crente… Pois ele também crer, e estremece de tamanha crença!

Ter fé segundo a Bíblia é ser cristão, seguidor de Cristo, discípulo, e isso produz muitas coisas boas, inclusive a cura, seja do corpo, seja da alma; por outro lado, crenças de uma maneira geral não produzem cristãos, nem muito menos discípulos, no máximo irão produzir religiosos, supersticiosos, fanáticos, ou até mesmo demônios como afirmou Tiago no capítulo segundo de sua epístola.

Chamar de ímpio alguém, simplesmente por que ainda não se tornou membro de uma instituição registrada em cartório com CNPJ e tudo mais, é distorcer completamente o significado da palavra que tem a ver com maldade, impiedade, e nada a ver com “não membro”. É também trazer para dentro de si mesmo, demônios que são incapazes de reconhecer a graça e a misericórdia de Cristo.

A fé daquele homem era uma mistura de convicção no poder de Deus manifestado no Filho, com uma humildade imensa, pois se reconhecia indigno de recebê-lo em sua casa. E esse tipo de fé sempre trará curas, e salvação, mesmo que a última seja incompreendida por todos!

Senhor, apenas mande uma Palavra e nós seremos salvos pela tua graça, e nós seremos curados pelo teu poder.

Ricardo Brás

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

FUNDAMENTOS DOS VALORES CRISTÃOS


1. OS VALORES CRISTÃOS.

Os valores cristãos estão pautados nas Sagradas Escrituras e são opostos aos do mundo. Enquanto cremos na existência de um só Deus, cujas leis regem não apenas o Universo, mas nossas vidas, planos e vontades, a cultura mundana nega a existência do Altíssimo, e seus adeptos vivem como se o Senhor realmente não existisse (Sl 14.53).

2. OS TRÊS FUNDAMENTOS. Os princípios cristãos possuem, pelo menos, três fundamentos básicos: são universais, absolutos e imutáveis.

A) UNIVERSAIS. Os valores cristãos são universais por estarem fundamentados na moral divina. Nosso Deus é um ser moral. Seus atributos atestam que Ele é santo (Lv 11.44; 1 Sm 2.2), justo (2 Cr 12.6; Ed 9.15), bom (Sl 25.8; 54.6), e verdadeiro (Jr 10.10. Jo 3.33). Portanto, o Senhor é o padrão moral daquilo que é santo – oposto ao pecado -, daquilo que é justo – oposto á injustiça-, daquilo que é bom – oposto ao que é mau, e daquilo que é verdadeiro – oposto à mentira. Tudo o que é puro, justo e verdadeiro têm sua origem no caráter moral de Deus. Por conseguinte, os valores morais são universais, porque procedem de um Legislador Moral universal.

B) ABSOLUTOS. Absoluto é aquilo que não depende de outra coisa, mas existe por si mesmo. Os valores cristãos são absolutos porque procedem de um Deus pessoal que não depende de qualquer outro ser para existir. Ele é eterno (Dt 33.27; Sl 10.16); existe por si mesmo (Êx 3.14), e tem a vida em si mesmo (Jo 5.26). Deus também é absoluto porque não está sujeito às épocas (1 Tm 1.17; 2 Pe 3.8; Jd v. 25). Ele governa eternamente o Universo (Sl 45.6; 145.13), e seu reinado é de justiça (Hb 1.8).

C) IMUTÁVEIS. Imutável é a qualidade daquilo que não muda. Os valores cristãos são imutáveis porque o Senhor Deus é imutável. Ele não muda (1 Cr 29.10; Sl 90.2), é o mesmo em todas as épocas (Hb 13.8; Tg 1.17). Suas leis se conformam cão seu caráter moral, pois ele é fiel (2 Tm 2.13). Portanto, devemos viver conforme a orientação de sua Palavra.

Fonte: Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

OS FUNDAMENTOS DO SUCESSO

O sucesso não é automático, depende de um conjunto de fatores. E comum encontrar pessoas que estão apenas orando para serem bem-sucedidas. A oração é vital para a vida em todos os sentidos.

Sem oração o cristão é dominado e vencido por tudo aquilo que se origina da soberba. A oração é a respiração da alma, porém, só orar não é suficiente. Além da oração, vamos considerar mais cinco fato­res que são fundamentais para se alcançar o sucesso.

USANDO O TALENTO
O talento é um dom inerente ao ser humano desde o nascimento. É a vocação que determina a área para qual se tem mais aptidão para exercer uma profissão. Descobrir qual a vocação é imprescindível para ser um profissional compe­tente e bem-sucedido naquilo que faz.

É PRECISO DE PREPARO
Só talento não basta, é necessá­rio investir tempo no preparo para alcançar objetivos profissionais elevados. Estudar, não é opcional, é uma necessidade obrigatória por causa das exigências do mercado de tra­balho, que é muito competitivo. Há pessoas que são talentosas, mas, por não terem uma formação acadêmica, um curso técnico e um diploma, perdem as grandes oportunidades dentro da empresa em que trabalham.

APROVEITANDO AS OPORTUNIDADES
A maneira como você lida com as oportunidades que Deus lhe oferece determina o sucesso ou o fracasso em sua vida. O cego de Jericó sai de casa cego e voltou enxergando, porque não desperdiçou a única oportunidade que a vida lhe ofereceu.

Há pessoas que são talentosas, porém, não têm disposição para o trabalho, são dominadas pela preguiça (Pv 19.15). Um conselho aos que de­sejam construir um projeto de vida conjugal marcado pela excelência: “não se casem com uma pessoa que não tenha disposição e prazer para o trabalho”.

Em Provérbios está escrito que a mulher virtuosa não come o pão da preguiça (Pv 31.27)
e o salmista disse que o homem deve comer do fruto do seu trabalho e ser próspero (SI 128.2).
‘‘Vai ter com a formiga, ó preguiçoso: olha para os seus caminhos, e sê sábio! ” (Pv 6.6).

FAZENDO TUDO COM DEDICAÇÃO
Pessoas de sucesso colocam excelência em tudo que fazem.
O apóstolo Paulo tinha esta cons­ciência (Ef 6.7,8).
Quais são as vantagens de colocar excelência em tudo o que se faz?
Constrói-se confiança e acu­mula-se crédito;
Faz-se uma única vez e não se desperdiçam tempo, ener­gia e dinheiro;
Tem-se ou se terá um salário melhor que os outros;
Não há falta de trabalho.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A FÉ CRISTÃ

A fé é um dos principais fundamentos da religião cristã. Todo homem possui a capacidade de crer. A Bíblia define a fé nestes termos: A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das que não se vêem. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho.Hebreus11:2.

1- A FÉ CRISTÃ BASEIA-SE NAS SAGRADAS ESCRITURAS. A BÍBLIA.

a- Jesus Cristo sempre citou a Bíblia.  … E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus… Lucas 4: 1-13

b- Jesus Cristo sempre atestou a superioridade das Sagradas Escrituras. Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Mat. 22:29; Mateus, 24:35; João 5:39; João 10:35; II Timoteo 3:16.

2- JESUS CRISTO É O AUTOR E O CENTRO DA FÉ CRISTÃ.

a- Ele é antes de todas as coisas. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:2-3; Col. 1:15-17

b- Ele é o anunciado pelos profetas. E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; Mat. 1:21-22; Marcos 1:1-2; Lucas. 4: 14-21

c- Ele é o redentor da humanidade. Porque o teu Criador é o teu marido; o Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o Deus de toda a terra. Isaías 54:5; Romanos 3:24; Colossenses 1:14

3- A RESSURREIÇÃO E A VIDA ETERNA SÃO AS MAIORES ESPERANÇAS DA FÉ CRISTÃ.

Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. I Cor. 15:20-22; I Cor 15:17-20

4- A ESPERANÇA CRISTÃ ESTÁ NOS CÉUS.

Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. João 14:1-3; Filip. 3:20; Hebreus 11:16.

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 31 de março de 2015

UMA FÉ EXEMPLAR

Depois de falar sobre os dois fundamentos, da casa sobre a rocha e a casa sobre a areia, Jesus entra em Cafarnaum e encontra-se com alguns anciãos dos judeus enviados por um centurião, que pedem que o acompanhem pois o servo do militar romano estava muito doente, quase morto.

Já próximo à casa do oficial, este manda um recado através de amigos que surpreende a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não mereço receber-te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Faça isto’, e ele faz”.

Que fé era aquela hein? Até o próprio Jesus se admirou com a proporção da fé daquele homem! Mas, e quanto a nós, e quanto ao mundo hoje: ainda existe fé semelhante?

É bem improvável que sim, pois a fé atualmente está presa dentro de um corpo de crenças, e fora disso, o que se vê são julgamentos, “desviados” aos olhos daqueles que se julgam cristãos, “ímpios” simplesmente por não fazerem parte de um clube social, e assim sucessivamente.


Vale destacar que fé em Cristo, no Filho do Deus Vivo, e crença, são coisas totalmente distintas. A primeira crê no Filho e submete-se à sua consciência (Palavra) e Reinado (domínio de Deus sobre o homem mesmo ainda na terra). A segunda por sua vez não passa de um conjunto de superstições, um aparato de ideias, um emaranhado de informações que ora são coerentes, ora são totalmente contrárias umas às outras; para resumir a coisa, crença é uma derivação de crer, e aqui entra qualquer tipo de crer, inclusive o próprio satanás é crente… Pois ele também crer, e estremece de tamanha crença!

Ter fé segundo a Bíblia é ser cristão, seguidor de Cristo, discípulo, e isso produz muitas coisas boas, inclusive a cura, seja do corpo, seja da alma; por outro lado, crenças de uma maneira geral não produzem cristãos, nem muito menos discípulos, no máximo irão produzir religiosos, supersticiosos, fanáticos, ou até mesmo demônios como afirmou Tiago no capítulo segundo de sua epístola.

Chamar de ímpio alguém, simplesmente por que ainda não se tornou membro de uma instituição registrada em cartório com CNPJ e tudo mais, é distorcer completamente o significado da palavra que tem a ver com maldade, impiedade, e nada a ver com “não membro”. É também trazer para dentro de si mesmo, demônios que são incapazes de reconhecer a graça e a misericórdia de Cristo.

A fé daquele homem era uma mistura de convicção no poder de Deus manifestado no Filho, com uma humildade imensa, pois se reconhecia indigno de recebê-lo em sua casa. E esse tipo de fé sempre trará curas, e salvação, mesmo que a última seja incompreendida por todos!

Senhor, apenas mande uma Palavra e nós seremos salvos pela tua graça, e nós seremos curados pelo teu poder.

Ricardo Brás

Por Litrazini
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Graça e Paz

sábado, 20 de setembro de 2014

UMA FÉ EXEMPLAR

Depois de falar sobre os dois fundamentos, da casa sobre a rocha e a casa sobre a areia, Jesus entra em Cafarnaum e encontra-se com alguns anciãos dos judeus enviados por um centurião, que pedem que o acompanhem pois o servo do militar romano estava muito doente, quase morto. Já próximo à casa do oficial, este manda um recado através de amigos que surpreende a Jesus:

“Senhor, não te incomodes, pois não mereço receber-te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Faça isto’, e ele faz”.

Que fé era aquela hein? Até o próprio Jesus se admirou com a proporção da fé daquele homem!

Mas, e quanto a nós, e quanto ao mundo hoje: ainda existe fé semelhante?

É bem improvável que sim, pois a fé atualmente está presa dentro de um corpo de crenças, e fora disso, o que se vê são julgamentos, “desviados” aos olhos daqueles que se julgam cristãos, “ímpios” simplesmente por não fazerem parte de um clube social, e assim sucessivamente.

Vale destacar que fé em Cristo, no Filho do Deus Vivo, e crença, são coisas totalmente distintas.

A primeira crê no Filho e submete-se à sua consciência (Palavra) e Reinado (domínio de Deus sobre o homem mesmo ainda na terra).

A segunda por sua vez não passa de um conjunto de superstições, um aparato de ideias, um emaranhado de informações que ora são coerentes, ora são totalmente contrárias umas às outras; para resumir a coisa, crença é uma derivação de crer, e aqui entra qualquer tipo de crer, inclusive o próprio satanás é crente… Pois ele também crer, e estremece de tamanha crença!

Ter fé segundo a Bíblia é ser cristão, seguidor de Cristo, discípulo, e isso produz muitas coisas boas, inclusive a cura, seja do corpo, seja da alma; por outro lado, crenças de uma maneira geral não produzem cristãos, nem muito menos discípulos, no máximo irão produzir religiosos, supersticiosos, fanáticos, ou até mesmo demônios como afirmou Tiago no capítulo segundo de sua epístola.

Chamar de ímpio alguém, simplesmente por que ainda não se tornou membro de uma instituição registrada em cartório com CNPJ e tudo mais, é distorcer completamente o significado da palavra que tem a ver com maldade, impiedade, e nada a ver com “não membro”.

É também trazer para dentro de si mesmo, demônios que são incapazes de reconhecer a graça e a misericórdia de Cristo.

A fé daquele homem era uma mistura de convicção no poder de Deus manifestado no Filho, com uma humildade imensa, pois se reconhecia indigno de recebê-lo em sua casa. E esse tipo de fé sempre trará curas, e salvação, mesmo que a última seja incompreendida por todos!

Senhor, apenas mande uma Palavra e nós seremos salvos pela tua graça, e nós seremos curados pelo teu poder.

E, depois de concluir todos estes discursos perante o povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um certo centurião, a quem muito estimava, estava doente, e moribundo. E, quando ouviu falar de Jesus, enviou-lhe uns anciãos dos judeus, rogando-lhe que viesse curar o seu servo. E, chegando eles junto de Jesus, rogaram-lhe muito, dizendo: É digno de que lhe concedas isto, Porque ama a nossa nação, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.

E foi Jesus com eles; mas, quando já estava perto da casa, enviou-lhe o centurião uns amigos, dizendo-lhe: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado.E por isso nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz.


E, ouvindo isto Jesus, maravilhou-se dele, e voltando-se, disse à multidão que o seguia: Digo-vos que nem ainda em Israel tenho achado tanta fé. E, voltando para casa os que foram enviados, acharam são o servo enfermo. (Lucas 7:1-10)

Ricardo Braz

Por Litrazini:


Graça e Paz

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Fundamentos para um compromisso integral com Cristo Jesus

Dallas Willard é um pensador cristão e autor da seguinte frase: 
“(…) O custo do descomprometimento é a paz permanente, uma vida repleta de amor, fé que vê tudo na perspectiva do domínio supremo de Deus para sempre, esperança que sobrevive aos momentos mais aflitivos, força para fazer o que é certo e resistir ao poder do mal“.

As razões que o levou a escrever esta mensagem se encontram na importância de um discipulado pessoal na vida do cristão, a busca pelo caráter de Cristo e como essa busca tem se desvanecido nas congregações atuais. A partir do seu profundo e dinâmico estudo sobre essas perspectivas, vamos ressaltar 4 fundamentos daquele que se entrega a um compromisso integral com Jesus.

Paz permanente - Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. (Fp.4:6)
Quando Willard fala sobre descomprometimento diz “que não se pode ser discípulo de Cristo sem sacrificar coisas que costumam ser procuradas na vida humana”, sendo que a entrega plena às coisas do Reino de Deus trará uma paz permanente em um coração atribulado e afoito pelas adversidades na vida.

Fé - E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. (Mc. 9:23-24) 
Busca gera fé e fé gera mais fé. A fé nunca nascerá em um coração que tem medo de experimentar o inalcançável. Para isso ele reforça que devemos ver todas as coisas como domínio supremo de Deus. Uma tarefa difícil para nós que somos tão orgulhosos e cheios de nós mesmos, mas uma tarefa mais simples para um coração humilde.

Esperança - Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus. (Sl. 42:11)
Em tempos de aflição facilmente somos levados à desesperança do tempo. Somos hoje ensinados a ter resultados imediatos o que retira de nós a capacidade de sermos longânimes em nossas emoções. Temos medo de nossas próprias emoções e somos fracos em suportar pressões das adversidades da vida.

Por fim, força motivadora - ... Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (Rm. 8: 36-39)

Como discipulador de vários jovens tenho visto que suas juventudes estão regradas de motivações instantâneas. Fatores da vida, adversidades, alegrias, emoções e toda carga de sentimentos para produzir conduzir e concretizar sonhos são como fogo em palha: uma chama que se ascende rápido, mas que se desvanece ainda mais rápido.

Nesse sentido, os olhos fitos em Jesus, o alvo da salvação, aprendendo a ser como ele e aprendendo do seu caráter nos dá a força que motiva nossas decisões. Se ouvimos uma disciplina, um ensino ou se recebemos uma tarefa, devemos ter em Cristo a força para agir sobre o que é ensinado e disciplinado: “força para fazer o que é certo e resistir ao poder do mal”.

Autoria: Calebe Aires

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 12 de março de 2012

Quem tem o controle das nossas emoções?


Aprender a dominar nossas emoções é algo que precisa ser trabalhado dia a dia. Quantas vezes em sua vida você toma decisões equivocadas sem pensar, por pressões ou ansiedades?

Quantas pessoas você feriu com palavras e atitudes nas mesmas circunstâncias emocionais cujas consequências dificilmente foram restauradas?

Emoções são forças poderosíssimas e muitas vezes determinantes de uma vida. Mas a bíblia nos ensina que quem deve controlar a nossa vida e nossas emoções é o Espírito Santo como diz em Gálatas 5.22 “Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”.

Mas o que realmente é a emoção? De acordo com a wikipédia emoção significa uma experiência subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivação. A palavra em inglês ‘emotion’ deriva do francês émouvoir. Que é baseada do latim emovere, onde o ‘e- (variante de ex-) significa ‘fora’ e movere significa ‘movimento’.

Emoções positivas: Bondade, compaixão, misericórdia, amor e assim por diante, são boas emoções e nos afetam positivamente e também aos que nos rodeiam.

Emoções negativas: Ansiedade, depressão, ira, raiva, rancor, orgulho, culpa, solidão, são estados de espírito egoístas que não afetam apenas você, mas também as pessoas em torno de você e sua família, amigos e colegas de trabalho.

Baixa auto-estima, pecados não confessados, recordações, falta de perdão, problemas econômicos, familiares e de saúde são circunstâncias pela qual surgem esses sentimentos negativos.

A palavra de Deus fala da importância dos sentimentos humanos, mas no exorta a sabedoria e conhecimento para controlarmos nossas emoções.

Deus prometeu dar-nos descanso, paz e liberdade por nossas cargas emocionais. Cristo promete descanso para aqueles que estão cansados e oprimidos (Mt 11.28). O Espírito Santo nos ajuda a controlar as emoções, cultivando os frutos do Espírito (Galatas 5:22-23).

Aprender a controlar as nossas emoções é algo que deve ser trabalhado em nossa vida todos os dias. Para alcançar esse objetivo, existem fundamentos que devem estar presentes:

Intimidade com Deus: A partir do momento em que abrimos o nosso coração e deixamos que o Pai nos conforte, nunca mais seremos o mesmo. Sua confiança é facilmente influenciada por Sua Palavra e pelo Seu Poder então já não importa mais o que está por vir, pois a sua confiança está que Ele fará a sua perfeita vontade em sua vida.

Domínio próprio: Deus nos deu um espírito de domínio próprio porque sabe que precisamos para poder viver em santidade e crescer espiritualmente (2Tm 1:7) “Porque Deus não nos deus o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”.



Para termos vitória sobre as emoções negativas e nos tornarmos cheios da alegria e da paz do Senhor, dependemos do Espírito Santo e de nosso domínio próprio.

Deus te chama para fazer mudanças em sua vida. Nem sempre a culpa é dos outros. Peça para ele te ajudar a identificar os problemas emocionais em sua vida e suas causas.

Se pecar, confesse ao Senhor e receba o seu perdão!

Se é rancor ou amargura, peça para que ele te ajude a perdoar!

Se é ansiedade, confie que o Pai está no controle de sua vida!

Se você não está em comunhão com o Pai, diante a tanto bombardeio emocional, permita que hoje mesmo ele controle a sua vida.

Autor: Gabriel Félix

Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.