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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

TUDO A RESPEITO DO JEJUM


Quando jejuardes, não vos mostreis contristado como os hipócritas, porque desfiguram o rosto, para que o homem pareça que jejuam em verdade vos digo que já receberam o seu galardão, porem quando jejuares unge a cabeça e lava seu rosto. Para não parecer aos homens que jejuas, mas sim teu pai, que esta oculta; e teu pai, que vê o que esta oculta e te recompensará. (Mt 6.16-18)

No Antigo Testamento o jejum era aplicado por vários motivos, jejuavam pelos mortos, pelo infortúnio e tristeza como expressão da dor pelos pecados os próprios fariseus jejuavam duas vezes na semana.

A oração e o jejum estavam unidos na pratica daqueles crentes que vinham do gentilismo. O apostolo Paulo procura evitar a ideia de dar ao jejum um valor independente.

A palavra jejum não consta nos melhores manuscritos, em síntese, era um sacrifício ao qual se abstém dos alimentos, muito antigo em Israel, é bem provável que seja uma forma de agradar aos deuses dos povos do antigo oriente. Sempre em uma situação de emergência, como guerra, fome ou praga, era proclamado em todo o Israel um jejum como forma de humilhação a Deus no período de socorro.

O jejum em Israel continua por toda sua historia, sendo observado até no exilio babilônico, pelos profetas é visto como nulo, quando não se observa as legislações e memoria comunitária, como o direito e a justiça.

No novo testamento, o jejum também é uma pratica da igreja cristã. Dois textos nos evangelhos citam uma explicação de Jesus que parece ser algo novo sobre a ação do jejum no individuo que o faz.

Vale enfatizar que os jejuns que aparecem nos textos do antigo testamento e que reflete os tempos antigos da historia de Israel mostram algo coletivo, feito por todo o povo, já no novo testamento, vê-se um jejum individual, apenas em algum momento feito por toda comunidade.

Na bíblia, jejuar refere-se a abstenção de alimento por motivos espirituais, embora o jejum apareça frequentemente vinculado á oração, ele por si só deve ser considerado uma pratica de proveito espiritual.

Na realidade, o jejum bíblico pode ser chamado de oração sem palavra.

(1) HÁ TRÊS FORMAS PRINCIPAIS DE JEJUM, VISTA NA BÍBLIA:
(A) JEJUM NORMAL _ a abstinência de todos os alimentos, sólidos ou liquido, mas não de água, 
(B) JEJUM ABSOLUTO _ a abstenção tanto de alimento como de água.
Normalmente este tipo de jejum não deve ir além de três horas por dia, pois a parte daí o organismo desidrata o que é muito nocivo á saúde, Moisés e Elias fizeram jejum absoluto por 40 dias, mas sobre condições sobrenatural,
(C) O JEJUM PARCIAL _ uma restrição alimentar, e não uma abstenção total dos alimentos. O próprio cristo praticava a disciplina do jejum e ensinava que a mesma deveria fazer parte da vida consagrada do cristão, além de ser um ato de preparção para sua volta.

A igreja do Novo Testamento praticava o jejum,

O PROPOSITO DO JEJUM COM ORAÇÃO,
(a) um ato para Deus, visando á sua honra
(b), O crente humilha-se diante de Deus, para receber mais graça e desfrutar da presença intima de Deus;
(c) expressa pensar por causa de pecados e fracasso pessoas cometidos;
(d) busca graça divina para novas tarefas e reafirma nossa consagração a Deus
(e) como um meio de buscar a Deus, e aproximar-nos dele e prevalecer em oração contra as forças espirituais do mal que luta contra nos,
(f) como um meio de libertar almas da escravidão do mal,
(g) demostrar arrependimento e assim preparar o caminho para Deus muda seus propósitos declarados de julgamento;
(h) com o jejum obtivemos a revelação , sabedoria e entendimento no tocante á vontade de Deus,
(i) o jejum faz abrir o caminho para o derramamento do Espirito Santo, e para a volta de cristo á terra para buscar o seu povo.

Alex Souza

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O CRENTE E O GALARDÃO

Não podemos desenvolver a nossa salvação desvinculada de um atitude cristã autêntica. Um dia todos nós (os salvos) prestaremos contas de nossas obras ao nosso Senhor e receberemos os nossos galardões de acordo com as nossas motivações mais íntimas

Geralmente as pessoas nas igrejas compreendem que galardão é uma recompensa por serviços prestados. Uma espécie de compensação, prêmio, um reconhecimento pelo trabalho realizado. Alguns até consideram o galardão como uma espécie de honraria, condecoração, uma homenagem que atribui ao galardoado uma distinção dos demais.

Muitos porém fazem confusão com o conceito do galardão e há bem poucos estudos sérios de interpretação sobre o tema. Vejamos o que podemos extrair da Bíblia sobre galardão?

Existem inúmeros textos bíblicos que sustentam a doutrina do galardão e o apoio escriturístico é suficiente, tanto no Antigo Testamento (2 Cr 15:7; Is 40:10; Is 62:11), quanto no Novo Testamento (Mt 16:27; 1 Co 3:8,14; Ef 6:8; Ap 2:23; 11:18; 22:12).

Existem duas palavras gregas para galardão, uma é misthós , e o seu significado é salário (Rm.4:4) ou recompensa (Mt.5:46), e a outra é antapódosis cujo sentido é de retribuição (Cl 3:24; Lc 14:12). Podemos portanto compreender que galardão está relacionado com as recompensas que os salvos receberão na glória porvir, de acordo com suas obras (2 Co 5:10). Tanto no sentido positivo, como no sentido negativo. (Rm 11:9).

Obviamente precisamos esclarecer que o galardão difere da salvação em nossa relação com Deus. A salvação é uma dádiva, um presente de Deus pra nós, fruto da Graça divina, dom gratuito, recebido pela fé, imerecidamente. O galardão é um reconhecimento, uma recompensa. Isto é, a minha salvação depende totalmente da fidelidade de Cristo na cruz, enquanto que o meu galardão depende da minha fidelidade para Cristo na vida.

Não podemos desenvolver a nossa salvação desvinculada de um atitude cristã autêntica. Um dia todos nós (os salvos) prestaremos contas de nossas obras ao nosso Senhor e receberemos os nossos galardões de acordo com as nossas motivações mais íntimas.

Nas citações de Rm 14:10 e 2Co 5:10 Paulo mostra o que acontecerá quando Cristo reunir todos o redimidos em torno de Si; diante do seu tribunal. Ali haverá uma avaliação do que fizemos, e não fizemos, não no sentido quantitativo, mas qualitativo. Ali serão avaliadas as obras e não o obreiro. Haverá ganhos e perdas de recompensa, não de salvação. Todo o trabalho será avaliado perante a justiça Divina. Jesus Cristo irá julgar os seus.

O apóstolo Paulo também deixa claro que podemos fazer obras individuais de caráter espiritual de grande valor, como “ouro, prata e pedras preciosas”. Mas também podemos executar obras de caráter promocional e pessoal, isto é, que não glorifiquem a Deus, e que são frágeis como “madeira, feno e palha” (1Co 3:12-15).

Porém, Wayne Grudem salienta em sua Teologia Sistemática o seguinte: “É importante perceber que esse julgamento dos crentes será para avaliar e conceder níveis de recompensa" (página 977). Estes níveis de galardão para os crentes não promoverá problemas de inveja, ciúmes e competição porque o pecado não mais existirá no corpo glorificado.

Pontuando que Deus é mais importante do que o galardão. Ele é o "galardoador". A motivação não é o prêmio, mas Aquele que irá premiar.

As Escrituras ensinam que a vida eterna é alcançada pela graça por meio da fé. Porém, o galardão vem como conseqüência das obras realizadas depois da fé. O galardão está relacionado com o comportamento do crente como salvo desenvolvendo o caráter de Deus em si.

Por isso é importante compreender que mesmo o galardão, é consequência e fruto da ação da Graça de Deus em nós, sem o qual, jamais seríamos considerados merecedores de qualquer coisa no céu.

Autoria: Bruno dos Santos


Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 10 de março de 2011

Temor do Senhor, riqueza, honra e vida

O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre (Salmo 111.10)

Deus é amor:

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor (1João 4.8)

Nós somos imagem e semelhança de Deus, logo pela lógica e por fé também somos amor: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança (Gn.1.26 A).

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. (1João 4.16)

Fomos criados com o propósito específico de refletir o amor de Deus pela humanidade, que foi consumado através do sacrifício de seu Filho na Cruz do Calvário.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)

Quando manifestamos o amor e o plantamos nos nossos irmãos, colhemos em Deus as bênçãos esperadas (lei da semeadura).

Ao cumprir a ordenança inequívoca do IDE, propagação das boas novas do Evangelho, estamos sendo obedientes ao Deus da Palavra e, a Bíblia é muito clara com relação às promessas que se seguem à obediência, são 43 versículos dedicados às inúmeras bênçãos decorrentes disso.

Se andardes nos meus estatutos, e guardardes os meus mandamentos, e os cumprirdes, Então eu vos darei as chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua colheita, e a árvore do campo dará o seu fruto... (Lv. 26.3-46)

Sem contar com o mais importante que é glorificar o Nome do Senhor, é o cumprimento do nosso propósito, como diz João 15.8-10: Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.

Mas Deus também é justiça: Por isso o SENHOR vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz (Daniel 9.14).; daí isso implica que devemos ser justos;

Você já percebeu que Deus não obriga ninguém, em uma linguagem bem popular, Deus não estupra ninguém, o que, por vezes, não acontece com o ser humano.

E por ser justo, vemos 53 versículos com maldições que são acometidas àqueles que não obedecem ao Rei dos reis e Senhor dos senhores

Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão... (Dt. 28.15-68)

Portanto, a responsabilidade que nos foi confiada pelo nosso Soberano Senhor determina o futuro de cada um de nós.

Somos livres para escolher o que fazer, mas, também somos responsáveis pelas conseqüências das nossas escolhas

O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, honra e vida (Pv 22.4)

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.