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sábado, 9 de julho de 2016

CRISTÃOS SÃO O GRUPO RELIGIOSO MAIS PERSEGUIDO, CONCLUI ESTUDO

Estudos recentes realizados pelo Centro de Pesquisas Pew, comprovam que a perseguição aos cristãos tanto pelos governos quanto pela sociedade está aumentando. Há 2,3 bilhões de cristãos em todo o mundo. Estima-se que pelo menos 8.000 são martirizados a cada ano. Em alguns lugares, como zonas de guerra, as estatísticas são imprecisas, o que significa que o número é muito maior.

O estudo da Pew considera perseguição ataques que sejam verbais ou físicos, bem como prisões, detenções e profanação de locais sagrados. Também foi levada em conta a discriminação por motivos religiosos relacionadas com acesso a emprego, educação e habitação.

Baseado em dados de 2014, observa-se que os assédios institucionais (promovidos pelo governo) ocorreram em 79 países, enquanto que o assédio social (por indivíduos), foi registrado em 85. Alguns dados mostram uma variação para baixo, sendo que o “ápice” foi registrado em 2012.

A conclusão dos pesquisadores da Pew é que, de modo geral, ocorreu uma diminuição na perseguição “oficial”, mas um aumento no número de países com atividade terrorista motivada pela religião. Oitenta e dois países foram vítimas, sendo que em 60 deles ocorreram ferimentos e mortes. A maioria dos atentados foram realizados por grupos islâmicos como Boko Haram, al-Qaeda e Estado Islâmico.

O estudo pesquisou o status da religião em 198 países e descobriu que cerca de 75% da população mundial vive em países onde a restrição motivada pela religião é considerada “alta” ou “muito alta”.

Seguidores de Jesus enfrentam dificuldades por causa de sua fé em 108 países. Outro aspecto que chama atenção é o antissemitismo. A perseguição aos judeus teve o maior índice dos últimos oito anos, com seus seguidores passando por isso em 81 países.

Os índices de restrições e hostilidades de fundo religioso nos 25 países mais populosos do mundo – onde vivem mais de 5 dos cerca de 7,5 bilhões de habitantes do globo – variam muito.

Enquanto no Brasil, Japão e África do Sul estão na parte de baixo, com pouca variação, Índia, Paquistão e Indonésia permanecem no topo, com a Nigéria sendo o que teve o maior aumento de todos.

PESQUISA CONTÍNUA
Os dados de 2015 ainda não foram divulgados pela Pew. A Missão Portas Abertas divulgou em janeiro, os dados referentes ao ano passado e concluiu que continuamos em uma escalada histórica de perseguição ao cristianismo. Seus índices que mostram um aumento de mais de 100% em comparação a 2014.

Este é o sétimo ano que o Centro Pew analisa o conflito de governos e indivíduos de todo o mundo contra pessoas por causa de suas crenças religiosas. Os estudos fazem parte do projeto do Global Religious Futures, patrocinado pela Fundação Templeton e que analisa as mudanças religiosas e seu impacto sobre as sociedades em todo o mundo.

Fonte: Gospel Prime

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ser Cristão


NENHUM GRUPO RELIGIOSO pode ser considerado cristão se realmente não seguir a Cristo; 

Se não O tiver como Senhor e Salvador (Lc 2.11; Jo 4.42; Jo 20.28); 

Se não guardar Seus mandamentos (Jo 14.15); 

Se não permanecer nEle e em Suas palavras (Jo 8.31); 

Se seus adeptos não forem realmente discípulos de Jesus (At 11.26); 

Se não crer nEle, na Sua morte e ressurreição corporal (Mc 14.28; Jo 3.18); 

Se não batizar seus seguidores em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.19); 

Se não cumprir a ordenança da ceia – pão e vinho – em Sua memória (Mt 26.26-28); 

Se não crer nas Escrituras e em todas as palavras do Senhor Jesus (Mt 22.29; Jo 2.22; At 17.11); 

Se não crer que Cristo é o Verbo encarnado, o Deus que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1, 14); 

Se não aceitar que Ele é o Criador de todas as coisas (Jo 1.3, 10); 

Se não crer na Sua eternidade (Jo 1.18; 6.57; 8.19; 10.30, 38; 14.7, 9, 10, 20). 

Um grupo não pode ser chamado de cristão se não acreditar na divindade de Cristo (Ap 1.8);

Se não acreditar na Sua segunda vinda, na ressurreição dos mortos e no Juízo Final (Jo 6.40, 47, 54; 10.28. 1 Ts 4.16-17; Ap 19.20. 20.5, 11-15). 

O fato de um grupo religioso fazer o bem, dar esmolas e distribuir alimentos não o caracteriza como genuinamente cristão. Nossas boas obras não nos salvam (Ef 2.8-9). 

Jesus disse que quem O ama guarda todos os seus mandamentos. Ele não falou em “parte” dos mandamentos. 

Quem ama verdadeiramente o Senhor Jesus e o tem como Senhor e Salvador nEle confia e busca o Seu auxílio para aliviar suas dores: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Ouçam: “VINDE A MIM”. A Ele. 

Jesus não sugere a possibilidade de os oprimidos irem a outras pessoas, mortas ou vivas. Que é de Jesus ouve a Sua voz. 

Para que um grupo religioso seja chamado de cristão precisa ensinar o perdão incondicional dos pecados àqueles que se arrependem (Mt 6.12; 9.6; 12.31; At 2.38); 

Ensinar e crer que na morte o espírito se separa do corpo e segue imediatamente para o mundo espiritual; 


Ensinar que os cristãos seguirão para um lugar de paz; os que não são de Cristo, para um lugar de tormentos (Lc 16.19-31). 

Ao ladrão que se arrependeu, disse Jesus: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Referido ladrão não passou por nenhuma estação intermediária; não houve qualquer interrupção na sua subida ao céu; não houve empecilhos, traumas, penitências, trabalho extra, caminhos difíceis. O ladrão foi direto. 

Jesus afirmou: “Quem crê nele {em Jesus] não é condenado; quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18). 

Qualquer grupo que queira seguir a Cristo deve seguir essas premissas na sua totalidade. Do contrário, é apenas uma caricatura do Cristianismo. 

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa 

Por Litrazini 

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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