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domingo, 21 de junho de 2015

QUAL A RELAÇÃO ENTRE A IGNORÂNCIA E A INVERSÃO DE VALORES?

Além da inclinação natural da carne, o que leva muitas pessoas a inverter valores, a tomar decisões erradas e a praticar pecados terríveis é o fato de elas serem totalmente ignorantes quanto aos princípios que Deus estabeleceu para uma vida saudável, plena e feliz.

Algumas não tiveram sequer uma boa base familiar que lhes permitisse fazer as distinções básicas entre o certo e o errado, o bem e o mal, o precioso e o vil. Elas costumam deixar-se levar pelos padrões do grupo social com o qual mais convivem ou identificam-se, relativizando coisas absolutas (como a verdade, a honra, o bem, o justo) e transgredindo leis morais e até civis.

Resultado: os que são dominados pela ignorância espiritual e moral vivem à margem da sociedade, porque não dão importância aos princípios básicos que regem a vida espiritual e as relações humanas; eles costumam desrespeitar outras pessoas, acarretando danos a si e ao seu próximo.

No passado, antes de o pleno conhecimento de Deus ser manifestado por intermédio de Jesus, os povos pagãos pecavam por ignorância, cedendo à idolatria e à violência porque não conheciam a Lei do Senhor. Contudo, por Sua infinita misericórdia, Ele levantou porta-vozes (profetas) para anunciar a verdade, chamar os pecadores ao arrependimento e à restauração espiritual e moral.

Os habitantes de Nínive, por exemplo, o centro comercial da Assíria, menosprezavam os valores éticos, morais e espirituais, sendo extremamente cruéis para com seus inimigos capturados na guerra. Mesmo sendo considerada a capital da injustiça e da crueldade do mundo antigo, Nínive foi alcançada pela misericórdia de Deus. O Senhor enviou o profeta Jonas lá para pregar uma das mais duras e curtas mensagens proféticas descritas no Antigo Testamento: caso os ninivitas não se arrependessem, ainda quarenta dias, e Nínive seria subvertida. Após essa exortação, eles se arrependeram de suas perversidades, sendo poupados do juízo divino.

Sendo assim, entendemos que o propósito de Deus usar de misericórdia para com as pessoas que invertem os valores espirituais, movidas pela ignorância, é dar-lhes tempo para se arrependerem e mudarem de vida. O Senhor não executa Seu juízo sem antes conscientizar o homem de seus erros.

A população de Nínive quase foi destruída pela ignorância, mas foi alvo da graça, e não da ira, de Deus porque se arrependeu de seus maus caminhos e voltou-se para o Criador.

Até hoje, mesmo na igreja, existem muitas pessoas que invertem os valores espirituais e morais e cometendo pecado porque ignoraram a Lei de Deus, as boas-novas de salvação que lhes são oferecidas em Cristo, e o destino final daqueles que não se arrependerem: o inferno.

Não aja assim. Dê ouvidos ao Senhor e ao chamado que Ele lhe tem feito!

SUGESTÕES DE LEITURA:
Êxodo 34.6; Jonas 1—4; Atos 3.17; 17.30,31; Romanos 2.4; 3.25; Efésios 4.18; 1 Pedro 1.14; 2.15

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 13 de abril de 2014

O QUE SIGNIFICA ARREPENDIMENTO?

Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam (At. 17.30)

O verdadeiro arrependimento começa por reconhecermos nossa natureza pecaminosa e inteiramente corrupta.

Em geral, as religiões e conceitos humanos nos ensinam que o problema é o que fazemos de errado, e temos de nos arrepender dos atos que cometemos. Mas a Bíblia nos mostra algo mais profundo.

A pessoa que se arrepende de fato consegue enxergar além do mal que fez, o que talvez nem tenha sido um pecado particularmente grave, mas é fruto de uma natureza inimiga de Deus. “Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque” (Eclesiastes 7:20); “Desviaram-se todos, e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não, nem sequer um” (Salmo 53:3).

Só podemos nos arrepender por graça divina: “Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?” (Romanos 2:4). E a manifestação dele se dá mediante

1) uma convicção profunda de pecado (Salmo 51);

2) confissão a Deus, por ser Ele o primeiro ofendido, e depois aos que prejudicamos;

3) abandono dos pecados confessados (Provérbios 28:13).

O crente guarda em seu coração a lembrança das faltas que o humilham, porém não é esmagado nem vencido por elas, porque se alegra com a graça imerecida do perdão que lhe foi concedido.

Assim, o arrependimento é o primeiro passo em direção a Deus. E nele já se manifesta a fé, porque o que confessa seus pecados tem a esperança de obter o perdão.

“Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento” (Mateus 3:8). Quem se arrepende muda por completo sua maneira de pensar e de viver. É impossível se arrepender segundo Deus sem que haja uma transformação real interna e externa.

Extraído do Devocional Boa Semente

 

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.