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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

A AUTORIDADE DA BÍBLIA

O mais importante é o reconhecermos o valor da Bíblia enquanto Palavra de Deus. Para entender esta importante afirmação vamos estudar três palavras chaves:

A - REVELAÇÃO

”Revelação” é o ato pelo qual Deus mostra aos homens a Sua Pessoa, e a Sua Vontade. Deus se fez conhecido.

Salmo 19.1 “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra de suas mãos.

Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho. A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. (Hb 1.1 2) Veja ainda Romanos 2.15;  João 1.1 a 14 e 18.

B - INSPIRAÇÃO

Esta palavra significa sopro, influência. Diz respeito à influência que o Espírito Santo teve orientando os escritores da Bíblia, a fim de que eles registrassem com fidelidade os atos e as palavras da Revelação de Deus.

II Timóteo 3.16 “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.” 

Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. (2Pe,1.20,21) É o Espírito Santo que cooperou com os homens escolhidos por Deus para escreverem a Bíblia.

C - ILUMINAÇÃO

É o poder que o Espírito Santo exerce sobre os que ouvem o e leem as Escrituras Sagradas. Ele Capacita e esclarece o conteúdo da Bíblia. Salmo 119.18: ”Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei.” Veja também ICoríntios 2.10 a 16.

Lidiomar. T. Granatti / Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

domingo, 7 de agosto de 2011

A promessa de Cristo a respeito da inspiração


Jesus nunca escreveu um livro. No entanto, endossou a autoridade do Antigo Testamento e a promessa de inspiração para o Novo Testamento. 

Em várias ocasiões, o Senhor prometeu a concessão de autoridade divina para o testemunho apostólico dele mesmo. 

A comissão dos Doze. 
Quando o Senhor enviou seus discípulos para pregarem o reino dos céus (Mt 10.7), ele lhes prometeu a direção do Espírito Santo. "Naquela mesma hora vos será concedido o que haveis de dizer, pois não sois vós que falareis, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós" (Mt 10.19,20; cf. Lc 12.11,12).A proclamação que os apóstolos fizessem de Cristo teria origem no Espírito de Deus. 

O envio dos setenta. 
A promessa da unção divina não se limitava aos Doze. Quando Jesus enviou os setenta, para que pregassem "o reino de Deus" (Lc 10.9), ordenou-lhes: "Quem vos ouve, a mim me ouve; quem vos rejeita, a mim me rejeita..." (Lc 10.16). Eles voltaram reconhecendo a autoridade de Deus até mesmo sobre Satanás em seu ministério (Lc 10.17-19).

O sermão do monte das Oliveiras.
Em seu sermão no monte das Oliveiras, Jesus reafirmou sua promessa antiga aos discípulos:  

"... não vos preocupeis com o que haveis de dizer. O que vos for dado naquela hora, isso falai, pois não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo" (Mc 13.11). As palavras que pronunciassem viriam de Deus, mediante o Espírito; não viriam deles mesmos. 

Os ensinos durante a última ceia. 
A promessa da orientação do Espírito Santo ficaria mais claramente definida por ocasião da última ceia. Jesus lhes prometeu: "Mas o Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito" (Jo 14.26). Eis por que Jesus não escreveu seus ensinos. 

O Espírito daria nova vida à memória dos discípulos que os aprenderam; seriam orientados pelo Espírito em tudo quanto o Senhor lhes havia ensinado. 

De fato, disse Jesus: "Quando vier o Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade" (Jo 16.13). "Toda a verdade" ou "todas as coisas" que Cristo ensinara seriam relembradas aos discípulos pelo Espírito. O ensino apostólico seria inspirado pelo Espírito de Deus.

A Grande Comissão. 
Quando Jesus enviou seus discípulos — "... ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado" (Mt 28.19,20) — , fez-lhes a promessa também de que teriam toda a autoridade nos céus e na terra para realizar a tarefa. 

A palavra dos discípulos seria a Palavra de Deus. 

Extraído do Livro Introdução Bíblica - Como a Bíblia chegou até nós 

Autoria: Norman L. Geisler ; William E. Nix 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 



sábado, 18 de setembro de 2010

Como ser feliz e vencer a morte?

Vencendo as doenças físicas, emocionas e espirituais

E como vencer essas enfermidades do corpo, da alma e do espírito?

Uma senhora foi a uma consulta médica de rotina e descobriu que estava com uma doença terminal e que teria poucos dias de vida. O médico lhe informou:

- D. Suzana, seu caso é raro e grave. Você só tem 04 meses de vida.

O marido, filhos e netos ao tomarem conhecimento do fato, choraram amargamente a falta antecipada daquela pessoa tão querida. Mas consolando a todos que estavam presentes, como um belo sorriso, D. Suzana disse:

- Não se preocupem. Ainda tenho 04 meses para ser feliz.

- Vou viver intensamente e dar valor a cada segundo que me resta.

- Vou fazer de cada momento uma oportunidade de ser e fazer feliz a quem me cerca.

Todos ficaram pasmos com tal declaração.

E para testificar as palavras de D. Suzana, todos ficaram na espreita para verem sua atitude.

E todos ficaram surpresos, pois ela parecia mais feliz do que antes.

Curtia cada momento, cada detalhe. Ninguém podia ver uma lágrima em seus olhos a não ser sorriso e brilho no olhar.

E assim foi feito em todos aqueles 04 meses e todos os anos há mais que lhe foram acrescentados. Porque D. Suzana viveu muitos outros anos.

Superou a doença e encarou o problema fazendo dele uma solução para rever suas questões e ser feliz. Aliás, muito feliz. (A.D.)

A preocupação supera a inspiração que impede a criatividade, gerando a rotina, o enfado que por sua vez gera a insatisfação, ocasionando o desânimo, a apatia, trazendo a tristeza, enfermidades e por fim a morte.


Esse processo é triste e mais real que se imagina, porém, pode ser revertido, como na ilustração.

Claro que temos que trabalhar para sobreviver, todavia, isso pode ser feito de maneira que não provoque o ciclo acima.

Precisamos traçar uma programação diária, estabelecendo disciplina e determinação para que seja cumprida. Nessa programação é necessário incluir leitura bíblica, oração, envolvimento de trabalho voluntário para o Reino de Deus, entre outros.

Fazendo isso, estaremos ocupando a nossa mente, o nosso tempo, (a Bíblia alerta para não dar lugar para o diabo), com tarefas que edificam que restauram as nossas emoções, pois estaremos alimentando o nosso corpo físico, emocional e espiritual, fazendo com que haja equilíbrio entre eles, eliminando os sentimentos nocivos que seriam originados pelo maligno, por práticas incompatíveis com a Palavra, ou por distúrbios emocionais.

Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo (João 15:11). Repetidas vezes o Senhor disse aos discípulos como um relacionamento com Deus enriquece as pessoas de tal maneira, que elas não somente sentem uma grande satisfação, mas transbordam de alegria e júbilo.

A partir daí, o Espírito Santo passa a gerar em nosso interior o seu fruto que é a alegria, amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio. A alegria restaura o ânimo, que gera satisfação mesmo em pequenas coisas, tirando todo o enfado, afastando a rotina, revelando a cada dia, novidade de vida, estimulando a criatividade, pois o novo foco estará direcionado para as coisas de Deus, O Apóstolo Paulo diz em Filipenses 4.8: que tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

Lembre o texto de Provérbios 17.22 que diz que o coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos. Pv. 17:22

Os problemas e aflições continuarão, a própria Palavra nos conforta em 2 Co.4.8,9, quando diz: Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.

O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu (Jesus) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. (João 10.10)

A escolha é nossa!!

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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