Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador libertador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador libertador. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de abril de 2026

COMPANHEIRO DE AMOR

Elias viveu a amargura do medo e da frustração no deserto;

Moisés passou 40 anos acreditando que nada mais iria acontecer na sua trajetória como libertador;

Jó viveu na carne a experiência de se sentir abandonado por Deus;  

Jesus, do alto da cruz, deu um brado: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

O sofrimento e a dor não devem ser entendidos como resultado do nosso afastamento de Deus;

Muito pelo contrário, podemos nos sentir amados mesmo diante da dor e da aflição.

Mas é muito difícil perceber o amor de Deus diante do sofrimento e da aridez espiritual, porque estamos comprometidos com uma falsa ilusão do que seja esse amor por nós.

Coisificamos o nosso amor por Deus, só nos sentimos amados quando a nossa vontade é satisfeita.

Se as nossas orações não são respondidas, pensamos que Deus não nos ama.

Dependemos dos resultados para experimentarmos Deus.

No deserto, somos privados de tudo, dos resultados e da emoção, só restam dúvidas;

Aprendemos a amar a Deus por Ele mesmo, não por aquilo que Ele pode fazer ou deixar de fazer por nós.

O Deus que era o nosso provedor, passa ser também o consolador;

O Deus que servia apenas de alívio para as nossas neuroses do cotidiano, passa ser o nosso companheiro de amor.

Aprendemos a amar a Deus como Ele deseja ser amado.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

VERDADEIRA LIBERDADE

Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.(Gálatas 5.1)

O Novo Testamento apresenta Jesus como nosso supremo libertador e a vida cristã como uma vida de liberdade. O próprio Jesus disse a alguns judeus que creram: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8.31-32).

MAS O QUE SIGNIFICA ESSA LIBERDADE CRISTÃ?
Antes de tudo, ela nos liberta da servidão terrível de ter que obter a salvação por meio da obediência à lei. Ela também nos liberta da culpa e da consciência culpada, e nos dá a inexprimível alegria do perdão, da aceitação e do acesso a Deus, e a incrível experiência da misericórdia sem mérito.

A liberdade cristã, porém, não significa que estamos livres de todas as restrições e limitações.

Em primeiro lugar, liberdade cristã não significa ceder aos desejos da nossa natureza caída e egoísta. “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade”, escreveu Paulo, “mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne” (Gl 5.13).

Assim, a nossa liberdade em Cristo não deve ser usada como pretexto para a satisfação dos nossos próprios desejos, pois se vivemos no Espírito, não podemos satisfazer aos desejos de nossa natureza pecaminosa (v. 16).

Em segundo lugar, liberdade cristã não significa explorar nosso próximo. Antes “sirvam uns aos outros mediante o amor” (v. 13). Temos um maravilhoso paradoxo aqui. Não temos liberdade para ignorar, negligenciar ou abusar de nossos semelhantes, ao contrário, somos exortados a amá-los e, através do amor, servi-los.

De certa forma, a liberdade cristã é um tipo de escravidão, mas não devemos ser escravos da nossa natureza egoísta, e sim do nosso próximo. Somos livres em relação a Deus, mas escravos em relação ao outro.

Por fim, liberdade cristã não significa liberdade para desrespeitar a lei, pois “toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’” (v. 14). O apóstolo não diz que se amamos o nosso próximo não precisamos cumprir a Lei, e sim que estamos cumprindo.

A verdadeira liberdade não significa que somos livres para satisfazer os nossos desejos, mas para controlá-los; não somos livres para explorar nossos semelhantes, mas para servi-los e não somos livres para desobedecer a lei, mas para cumpri-la.

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. … Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. … Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros. Gálatas 5.1-15

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Poder transformador e libertador

E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás; (2 Corintios 2.10)

Conta uma antiga lenda que existia uma cidade onde a palavra perdão nunca existiu.

As pessoas eram, portanto, donas da verdade, arrogantes e sofriam de uma terrível moléstia, complexo de superioridade.

A convivência era bastante complicada porque todos se consideravam perfeitos e com isso não enxergavam, nem admitiam seus defeitos, erros e equívocos.

Nessa cidade reinava a vaidade, a competição e a inimizade, por mais que elas andassem disfarçadas por detrás de sorrisos e manifestações de afeto.

Um dia uma mulher, vinda de outra cidade, foi morar lá.

Todos as tardes, ela ia até a padaria e na volta sempre passava por uma praça onde um grupo de rapazes jogava bola.

Seu trajeto seria bem menor se ela cruzasse a praça, mas para não atrapalhar o jogo deles ela fazia o seu caminho contornando a praça. Claro que nenhum deles nunca percebeu ou deu valor à sua gentileza. Naquela cidade muito poucos entendiam desse assunto.

Certo dia essa mulher estava cheia de preocupações, com a cabeça bastante perturbada e na volta da padaria não se deu conta do caminho que tomou e atravessou a praça no exato momento em que um dos rapazes ia fazer um gol. O jogo parou, todos se olharam e o tal jovem, muito bravo, perguntou à ela:

- A senhora não está vendo o que fez? Que falta de atenção, até mesmo de consideração!

- Custava dar a volta na praça?

E ela respondeu:

- Há cerca de seis meses que todos os dias eu dou a volta na praça para não atrapalhar o jogo de vocês. Hoje, no entanto, eu confesso que me distraí. Estava muito envolvida com meus pensamentos. Peço a todos vocês perdão por isso.

Ninguém entendeu o que ela quis dizer e um dos meninos perguntou:

- Perdão? O que é perdão? Nunca ouvimos essa palavra.

- Perdão é um ato de humildade, embora alguns julguem ser um ato de humilhação.

Os meninos foram para suas casas pensativos e contaram a seus pais sobre o perdão.

Errar, cometer injustiças, tomar atitudes precipitadas que podem prejudicar e magoar terceiros são coisas das quais todo ser humano está sujeito.

Reconhecer seus erros e pedir perdão, no entanto, nem todos os seres humanos são capazes. Para isso é necessária uma enorme dose de humildade, um coração sensato e um espírito elevado.

Só os grandes sabem pedir perdão!

Dizem que aquela cidade anda muito diferente, mais alegre, as pessoas mais amigas, menos rivalidades e que todos além de terem aprendido a pedir perdão, agora também estão aprendendo a perdoar.

Autoria: Silvana Duboc

Adaptado por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.