Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador maturidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maturidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

MATURIDADE ESPIRITUAL

A maturidade espiritual não é instantânea nem automática;

É um desenvolvimento que durará o resto das nossas vidas. (Ef.4.13).

Nossa transformação espiritual no que se refere a desenvolve o caráter de Jesus, durará o resto de nossa vida, e mesmo assim não será completada aqui na terra. Ela só estará terminada quando formos para o céu ou quando Jesus voltar.

A Bíblia diz que quando finalmente formos capazes de ver a Jesus em perfeição, nos tornaremos perfeitos como Ele

Porém, sabemos que, quando Ele aparecer, seremos semelhantes a Ele, pois O veremos como realmente é” (1Jo.3.2).

Deus está muito mais interessado em o que nós somos do que no que fazemos.

Nós somos seres humanos e não fazeres humanos.

Deus se preocupa mais com nosso caráter do que com a nossa carreira, porque levaremos o caráter para a eternidade, mas não a carreira.

E não sejais conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rm.12.2).

É preciso que tomemos uma posição contra a nossa formação cultural, para nos concentrarmos em nos tornarmos mais semelhantes a Jesus;

Caso contrário, outras forças, como amigos, pais, colegas de trabalho, filhos e a cultura estabelecida, tentarão moldar-nos à própria imagem.

Jesus não morreu naquela cruz apenas para que pudéssemos levar vidas equilibradas e confortáveis.

Ele quer nos tornar como Ele, antes de nos levar para o céu.

Esse é nosso grande privilégio, nossa responsabilidade direta e nosso destino final.

Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. (2Co 3.18)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 10 de agosto de 2025

MENINOS NA FÉ

O apóstolo Paulo identificou os cristãos imaturos da igreja de Corinto, quando escreveu:

“E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo” (1Co 3.1).

O apóstolo Paulo teve que repreender alguns cristãos imaturos na igreja de Corinto por procederem desta forma. Uns diziam:

“Eu sou de Paulo!”, outros “eu sou de Apolo!”, e ainda outros “eu sou de Cefas!” (1Co 1.12).

É justo dizer que Paulo, Apolo e Cefas (ou Pedro) eram grandes pregadores do evangelho, grandes homens de Deus, mas, apesar disso, eram apenas homens.

Alguns cristãos não tinham maturidade suficiente para entender que Deus é quem trabalha em todos, e que nenhum homem merece o louvor que pertence somente ao Senhor.

Por isso Paulo os classificou como “meninos” na fé.

O cristão espiritual reconhece que o mérito por seus feitos pertence exclusivamente ao Senhor.

O apóstolo Paulo reconheceu a sua limitação humana e de seus companheiros, dizendo: “Pois quem é Paulo e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um?” (1Co 3.5).

Paulo reconheceu que ele e Apolo eram ministros do Evangelho e servos de Deus, e que cada um tinha igual importância para o crescimento da igreja.

Reconheceu que apesar de terem dons diferentes, ambos deveriam trabalhar em conjunto.

Paulo sabia que os dons que ele possuía provinham de Deus, e não dele mesmo, por isso não havia lugar para orgulho (1Co 4.7).

O cristão maduro sabe que nenhum dom espiritual é melhor que o outro, pois todos são operados pelo mesmo Espírito, o Espírito Santo (1Co 12.4).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

DE ONDE SURGIRAM AS SEITAS

Entre muitas razões para o surgimento de seitas falsas no mundo, hoje, destacam-se as seguintes:

A ação diabólica no mundo

Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. (II Co 4:4);

A ação diabólica contra a igreja

Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. (Mt 13:25)

A ação diabólica contra a Palavra de Deus

Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho. (Mt 13:19);

O descuido da Igreja em pregar o Evangelho completo (Mt 13:25);

A falsa hermenêutica (II Pe 3:16);

A falta de conhecimento da verdade bíblica - Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. (I Tm 2:4);

A falta de maturidade espiritual

Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.   (Ef 4:14).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 10 de setembro de 2019

CONCEPÇÕES ERRÔNEAS SOBRE A ESPIRITUALIDADE


Existem algumas concepções errôneas sobre a espiritualidade e a maturidade cristã que simplesmente não são à prova d'água.

Advertência: Elas podem ser uma surpresa para você, talvez até um choque; portanto, fique firme.

Por ser cristão, todos os seus problemas serão resolvidos.
Prestamos um grande desserviço a um incrédulo quando o fisgamos com a frase: "Venha a Cristo e todos os seus problemas vão acabar". A Bíblia nunca diz isso. Ela promete que seremos novas criaturas, garante que teremos um destino seguro, mas não pressupõe uma descida suave ladeira abaixo uma vez que Cristo entre na vida da pessoa.

De fato, em alguns casos os problemas aumentam e a estrada fica mais difícil!

Todos os problemas que terá de enfrentar estão mencionados na Bíblia.
Não estão. É bem pouco sábio fazermos declarações amplas, abrangentes, em relação a pontos sobre os quais as Escrituras não falam.

Muitas vezes não encontramos uma resposta explícita na Escritura para o nosso problema específico. Nessas ocasiões, somos forçados a andar pela fé, confiando no Senhor para mostrar-nos o próximo passo conforme necessário. 

A Bíblia simplesmente não oferece uma resposta específica para cada problema da vida.

Se você está tendo problemas é porque lhe falta espiritualidade.

Não é triste que essa ideia seja anunciada em muitos lugares hoje? A existência de um problema simplesmente mostra que você é humano! Todos, temos problemas e você não deixa de ser espiritual porque luta com um dilema. Na verdade, muitos dos homens e mulheres mais espirituais que conheço enfrentaram alguns dos mais difíceis problemas que a vida oferece.

Pense em Jó e no seu sofrimento. Ele não tinha uma resposta. Ele não compreendia o porquê. Seus conselheiros, com suas declarações rígidas e precipitadas, estavam totalmente enganados; eles também não sabiam as respostas. Embora Jó fosse espiritual, tinha problemas enormes.

A exposição a ensinamentos bíblicos sólidos resolve automaticamente os problemas.

A instrução bíblica por si só não resulta em soluções instantâneas dos problemas. Por mais confiável que seja o ensino, ou quão talentoso o professor, a declaração da verdade não proporciona a remoção das dificuldades.

Pense nas Escrituras como um mapa absolutamente exato. O mapa lhe diz como chegar a um determinado destino. Mas o fato de apenas olhar um mapa não irá transportá-lo automaticamente ao Arizona, à Inglaterra ou ao Peru. Para chegar a esses lugares você terá de se esforçar... pagar o preço... arranjar tempo para a viagem... permanecer nela até chegar ao destino.

O mesmo acontece na vida cristã. O mapa de Deus é confiável e está disponível. Ele também é claro e direto. Não há, porém, nenhum artifício em suas páginas que envie automaticamente o leitor ao seu destino por meio de um tapete mágico.

Extraído do Livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll / Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Igreja rumo à maturidade

Warren Wiersbe, insigne comentarista bíblico, diz que o apóstolo Paulo oferece-nos três retratos da igreja em sua Primeira Carta aos Coríntios, capítulo três: a igreja é uma família cujo alvo é a maturidade; a igreja é um campo cujo propósito é a quantidade; e, a igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade. Vamos considerar essas três figuras.

1. A igreja é uma família, cujo alvo é a maturidade (1Co 3.1-5).

Na igreja de Corinto o processo de maturidade espiritual estava atrasado. Os crentes ainda eram crianças em Cristo, imaturos e, estavam bebendo leite, quando deveriam ser pessoas adultas e maduras na fé.

Por serem crianças espirituais estavam andando segundo o homem e criando partidos dentro da igreja, promovendo o culto à personalidade. Na igreja de Corinto havia quatro partidos: o partido de Paulo, de Cefas, de Apolo e de Cristo. Não que esses líderes contribuíssem para essa atitude carnal; ao contrário, combatiam-na com tenacidade.

Um crente imaturo tem sempre a tendência de seguir um líder e tornar-se dependente dele, em vez de ter um relacionamento pessoal com Jesus. Um crente carnal sente-se mais seguro sob a sombra de alguém do que caminhar resoluto com os olhos fitos em Deus.

Um crente carnal é um crente a reboque como Ló; se a corda que o prende a seu líder se romper, ele fica à deriva. Paulo diz que a igreja é uma família, onde essas crianças espirituais precisam crescer rumo à maturidade.

2. A igreja é um campo, cujo propósito é a quantidade (1Co 3.6-9a).

Paulo muda a metáfora da família para o campo e passa da linguagem doméstica para a faina da agricultura. Se o alvo da família é a maturidade, o alvo do campo é a quantidade.

Num contexto de disputas e invejas dentro da igreja, Paulo afirma que um planta, o outro rega, mas o crescimento vem de Deus. Quem deve receber a glória pelos resultados da colheita não é o que planta nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Quem planta ou quem rega, ambos devem ter o mesmo propósito. Eles visam o mesmo resultado.

Por isso, vão receber sua recompensa. Porém, precisamos entender que somos apenas cooperadores de Deus e lavoura de Deus. Ao mesmo tempo em que somos cooperadores de Deus, ou seja, semeadores que cuidam da semente para que ela brote, cresça e tenha condições de frutificar, também, somos a própria lavoura de Deus que deve produzir muito fruto, a fim de que Deus seja glorificado.

3. A igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade (1Co 3.9b-17).

Ao tratar da igreja, mais uma vez Paulo muda a metáfora. Agora faz uma transição do campo para o edifício, da quantidade para a qualidade. A igreja é um edifício. Esse edifício tem um fundamento, que é Cristo.

Ninguém pode lançar outro fundamento. Edificar nossa vida espiritual sobre outra base é consumada insensatez. É como construir sobre a areia. É construir para o desastre. Sobre o fundamento que é Cristo precisamos construir com materiais nobres e duradouros como ouro, prata e pedras preciosas.

O uso de materiais perecíveis como madeira, palha e feno não suportaria a prova de fogo e o resultado é que essa obra pereceria irremediavelmente. Esse edifício precisa ter qualidade. A vida cristã é uma vida de excelência e não de incúria e descuido espiritual.

Paulo usa esta figura para mostrar que esse edifício é o próprio santuário de Deus, e esse santuário não é um monumento morto, mas um edifício vivo, pois nós somos o santuário de Deus e ele habita em nós. Porque Deus habita em nós, esse santuário é sagrado e não pode ser destruído.

Esse santuário é o nosso corpo e devemos glorificar a Deus nele, sabendo que se nos dedicarmos a uma construção com qualidade receberemos de Deus o galardão.

Pr Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Alcançando a maturidade em Cristo

Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo. Colossenses 1.28

Temos a tendência de pensar em Paulo como um missionário pioneiro que pregava o evangelho, plantava igrejas e estava sempre indo de um lugar a outro. Porém, ele mesmo nos diz que o propósito do seu ministério, mais do que a conversão e o discipulado, era apresentar “todo homem perfeito em Cristo”, desfrutando de um relacionamento com Cristo em adoração, amor, confiança e obediência a ele.

Como os cristãos se tornam maduros?

O texto de hoje nos dá uma resposta direta: através da proclamação de Cristo.

Se a maturidade cristã diz respeito à nossa maturidade no relacionamento com Cristo, então quanto mais clara a nossa visão dele, mais nos convencemos de que ele é digno da nossa confiança.

J. I. Packer escreveu em seu livro Knowing God [Conhecendo a Deus]: “Somos cristãos pigmeus porque temos um Deus pigmeu”, ou melhor, “um Cristo pigmeu”. A verdade é que há muitas ofertas de “cristos” nos supermercados religiosos do mundo, caricaturas do Jesus autêntico. Há o Jesus acético, o Jesus palhaço de Godspell e o Jesus Cristo Superstar; o Jesus capitalista e o Jesus socialista; o Jesus empresário e o Jesus guerrilheiro urbano. Todos são imagens imperfeitas do verdadeiro Cristo, e nenhum deve ganhar nossa sincera lealdade.

Ao contrário, precisamos ver Jesus como Paulo o apresenta nos versículos 15 a 21.O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades.

Tudo foi criado por ele e para ele.E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou”

Esta é uma das mais sublimes passagens sobre Cristo no Novo Testamento.

Jesus é retratado aqui como a imagem visível do Deus invisível, o agente e o herdeiro da criação.

Ele é também o primogênito dentre os mortos, de modo que em todas as coisas deve ter a primazia.

Na verdade, nele habita a plenitude de Deus, que reconciliou todas as coisas em Cristo.

Assim, Jesus Cristo tem uma dupla supremacia, como cabeça do universo e cabeça da igreja. Ele é o Senhor de ambas as criações.

Quando o enxergamos assim, somos levados a nos prostrar diante dele.

Precisamos deixar de lado nossas imagens de um “cristo” insignificante, franzino e pigmeu!

Precisamos ficar livres de nossos “Cristos” palhaços e popstars, nossos messias políticos e revolucionários.

Se essa é a imagem que temos de Cristo, não é de estranhar que nossa imaturidade persista.

Se tirarmos o véu dos nossos olhos, poderemos então ver a Jesus como ele realmente é, na plenitude de sua pessoa divino-humana e de sua obra salvadora.

Então daremos a ele a honra que é devida ao seu nome, e desenvolveremos um relacionamento maduro com ele.

Leitura recomendada: Colossenses 1.15-29

Retirada de A Bíblia Toda, o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007).


Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.