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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

ALCANÇANDO PERDÃO

"O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia". (Pv 28:13)

Aquele que esconde o seu pecado e o não confessa, nada alcança de Deus.

A confissão nem sempre é fácil.

É necessário coragem moral e humildade para admitirmos que erramos e confessar que pecamos.

Mas, só assim alcançaremos perdão.

"Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça". (IJoão 1:9)

A confissão deve ser específica. Não é bastante dizer: Senhor, perdoa os meus pecados - num sentido geral.

Evidentemente Deus espera que façamos menção de cada pecado, pelo menos dos pecados de que temos consciência.

"Será, pois, que sendo culpado numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou." Lv 5:5.

O exemplo de Davi: "Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei". Sl 32:5.

Todos os nossos pecados e faltas devem ser confessados a Deus.

Se ofendemos ou lesamos o próximo, devemos ir a ele primeiro e confessar-lhe nossa ofensa.

"Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, também vosso Pai celeste vos perdoará". Mt 6:14.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 15 de setembro de 2013

O Acusador e o Advogado

O Acusador e o Advogado
Satanás possui muitos nomes. Satanás tem muitos esquemas. Satanás age de diferentes maneiras. Sataná surge em muitos disfarces. Contudo, uma de suas táticas favoritas e de maior sucesso é ser um acusador. O livro de Apocalipse nos assegura de que, noite e dia, ele permanece como nosso acusador.

acusador (substantivo)
1: aquele que acusa de uma falta ou ofensa.
2: aquele que acusa em uma ofensa judicial ou por um processo público.

Satanás é um Acusador e você conhece suas acusações. Você já o escutou acusá-lo de alguma falta, você já o ouviu proclamando sua culpa. Você o escuta na côrte de seu coração, mente e consciência.

Você comete um pecado. Você cai naquele mesmo velho pecado contra o qual você está lutando, aquele pecado que você jurou que não cometeria novamente. Você descobre um novo pecado e, por um tempo, diverte-se nele. Então, você ouve a acusação. “Você é culpado. Você cometeu uma ofensa e precisa ser punido. Você ofendeu Deus e ele não quer nada com você. Você pecou além da graça de Deus. Desista”.

Satanás fica entre você, o ofensor, e Deus, o ofendido, e grita que você é culpado, ele grita que você deve ser punido, ele grita que você merece ter as consequências desse crime sobre si.

Há um Acusador.
Há também um Advogado.

João, que escreveu as palavras de Apocalipse, também escreveu essas palavras (1 João 2.1-2): “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.”

Advogado (substantivo)
1: aquele que intercede pela causa de outro; especificamente: aquele que defende a causa de outro diante de um tribunal ou corte de justiça.
2: aquele que defende ou mantém uma causa ou proposta
3: aquele que apoia ou promove os interesses de outro

Quando nós pecamos e entramos naquele tribunal, há alguém que grita que somos culpados. E, se ele fosse o único falando sobre nós diante do juiz, nós estaríamos perdidos. Nós estaríamos sem esperança.

Mas, há outro. Quando esse Acusador, esse promotor termina seu pronunciamento, outro homem se levanta. Ele é um advogado, um advogado de defesa. Sua tarefa é defender a causa de outro, ficar entre o ofensor e o juiz.

Ele não pode afirmar que o ofensor não tem culpa. Isso seria uma mentira. Ele não falará o que é falso e não obscurecerá os fatos. Ele não negará o que é irrefutável. Pelo contrário, ele fará somente esse apelo: expiação. Ele virará para o juiz e dirá: “Sim, ele cometeu a ofensa. Sim, ele fez o que o Acusador diz que ele fez. Mas, ele não é culpado. Ele não pode ser culpado porque eu já cumpri a sentença por essa ofensa. Eu cumpri completamente aquela sentença para que sua ira contra essa ofensa fosse expiada. Não há mais culpa. Não há nada a ser punido.”

O veredito é, e deve ser, inocente. Porque a justiça já foi feita.

Entretanto, dia após dia, ano após ano, o Acusador continua naquele tribunal e fala da sua culpa. E dia após dia, ano após ano, o Advogado faz um discurso mais poderoso.

Mas, um dia, esse tribunal será desnecessário. Ele será desmantelado. Pouco depois, Satanás como Acusador já não existirá. Satanás, o Acusador, será lançado fora e destruído. “E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite”.

Você anseia por esse dia?
Tim Challies / Traduzido por Josaías Jr | iPródigo

Por Litrazini

Graça e Paz


sábado, 15 de dezembro de 2012

Como perdoar quem não demonstra arrependimento?


A morte vicária e expiatória de Jesus foi o preço que Ele pagou para que o ser humano fosse perdoado e restaurado à comunhão com Deus.

Perdoar implica cancelar ou remir uma dívida. O sacrifício de Jesus na cruz foi o preço pago por Deus para perdoar-nos; a cédula, o escrito da dívida, que era contra nós foi cancelada (Colossenses 2.14).

Uma vez que recebemos o perdão de Deus, quando merecíamos a morte, devemos demonstrar gratidão e disposição para perdoar aquele que nos ofendeu, até porque, na oração modelo do Pai-Nosso, Jesus pediu que Deus perdoasse as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6.12), e advertiu-nos de que, se perdoarmos nossos ofensores, seremos perdoados pelo Pai celestial; se não os perdoarmos não seremos perdoados (v. 14,15).

Contudo, quem já foi ofendido ou injustiçado sabe que não é fácil perdoar. Aliás, quanto maior for o dano a nós causado e a nossa proximidade com aquele que pecou contra nós, mais difícil será perdoá-lo.

Nessas horas, devemos lembrar o quanto somos pecadores, quão bondoso e misericordioso o nosso Deus é para conosco, perdoando nossas transgressões e restaurando a nossa comunhão com Ele. Devemos, pois, demonstrar misericórdia e graça aos nossos ofensores, perdoando-os

É indispensável que entendamos e pratiquemos o perdão, cancelando a dívida que nosso próximo tem para conosco, a fim de que a nossa dívida com Deus também seja cancelada, não haja resquício de ódio e amargura em nosso coração, tenhamos paz, equilíbrio, alegria, e vivamos em harmonia com o Senhor, com nós mesmos e com nossos semelhantes. 

Ainda que alguém não reconheça o erro e não demonstre arrependimento genuíno pelo mal que nos causou, devemos perdoá-lo. Devemos fazer a nossa parte, e deixar o resto com Deus.

Há pessoas que não perdoam porque quem as ofendeu não pediu perdão formalmente, reconhecendo seu erro, e há aquelas que não perdoam por acreditarem que a ofensa é grande e grave demais para ser apagada ou esquecida após um simples pedido de perdão. É difícil perdoar gente assim, mas devemos perdoar e saber pedir perdão.

Em alguns casos a ofensa é patente; em outros, é uma questão de pontos de vista diferentes. Independente da situação, ainda que o ofensor não dê o braço a torcer, façamos a nossa parte, a fim de que a paz e a harmonia em nosso relacionamento com ele e com nós mesmos sejam restabelecidas. Se for preciso, deveremos até tomar a iniciativa de pedir perdão ao outro, mesmo que estejamos com a razão.

O perdão é algo tão sério, que pode causar enfermidades emocionais, destruir relacionamentos e até impedir que Deus atenda às nossas orações e abençoe as nossas ofertas. Foi isso que Cristo ensinou em Mateus 5.23,24:

Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta.
Em suma, como cristãos obedientes à Palavra de Deus, devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos e perdoá-lo diariamente, quantas vezes for necessário, em qualquer situação. Só assim, estaremos aptos a desfrutar de todas as bênçãos espirituais em Cristo.

SUGESTÕES DE LEITURA:
Mateus 18.21,22; Marcos 11.25,26; Lucas 11.4; 17.3,4; 2 Coríntios 2.10; Efésios 4.32; Colossenses 3.13

Autor: Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini:

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.