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sábado, 20 de fevereiro de 2016

QUAL A CONEXÃO ENTRE ORAÇÃO E JEJUM?

Apesar de que a conexão entre oração e jejum não é descrita especificamente na Bíblia – nem é um comando – aparenta existir uma ligação entre os dois em todos os exemplos de oração e jejum que nos são registrados. No Velho Testamento, aparenta ser o caso que jejum e oração têm a ver com uma necessidade e dependência e / ou desamparo abjecto à face de calamidade atual ou antecipada.

Oração e jejum são praticados juntos no Velho Testamento em tempos de luto, arrependimento e / ou grande necessidade espiritual.

A oração e jejum de Neemias como descrito no primeiro capítulo de seu livro originaram-se do seu grande sofrimento ao ouvir que Jerusalém tinha sido desolada. Seus muitos dias de oração foram caracterizados por lágrimas, jejum, confissão a favor de seu povo, e súplicas a Deus por misericórdia que ele sabia que o povo não merecia. Suas orações diante de Deus foram tão intensas e sinceras que era quase inconcebível que ele podia “tirar um intervalo” no meio de tais orações para comer e beber.

A devastação que caiu sobre Jerusalém também levou Daniel a agir semelhantemente: “Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza” (Daniel 9:3). Como Neemias, Daniel jejuou e orou para que Deus tivesse misericórdia sobre seu povo ao dizer: “temos pecado e cometido iniqüidades, procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos” (v.5).

Em vários casos, jejum era relacionado à oração suplicatória e intercessória. Davi orou e jejuou por causa de seu filho doente (2 Samuel 12:16), em prantos diante de Deus em intercessão ardente (v. 21-22). Ester pediu a Mordecai e aos judeus que jejuassem por ela enquanto se preparava para aparecer diante de seu marido e rei (Ester 4:16). Claramente, jejum e petição são, pelo menos nesse exemplo, a mesma coisa.

Há exemplos de oração e jejum no Novo Testamento que não estão ligados à arrependimento e confissão. A profetiza Ana “não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (Lucas 2:37). À idade de 84, sua oração e jejum faziam parte de seu serviço ao Senhor em Seu Templo enquanto aguardava o Salvador prometido de Israel.

Também no Novo Testamento, a igreja de Antioquia estava jejuando como parte de seu louvor quando o Espírito Santo falou com eles sobre enviar Saulo e Barnabé ao trabalho do Senhor. Naquele momento, eles oraram e jejuavam, colocaram suas mãos sobre os dois homens e os enviou.

Então podemos ver que esses exemplos de oração e jejum são componentes de louvar ao Senhor e pedir por Seu favor. Em nenhum lugar, no entanto, há uma indicação de que o Senhor vai ser mais inclininado a responder orações se forem acompanhadas de jejum. Na verdade, jejuar e orar aparentam indicar a sinceridade daqueles que estão orando e a natureza crítica das situações nas quais se encontram.

Uma coisa é clara: a teologia de jejum é uma teologia de prioridades na qual os crentes têm a oportunidade de se expressar em uma devoção intensa e por completo ao Senhor e às preocupações da vida espiritual. Os seguidores de Cristo vão poder expressar essa devoção quando escolhem abster-se por um curto período de tempo das coisas boas e normais, tais como comida e bebida, para que possam então gozar de um tempo de comunhão com o Senhor sem nenhum interrompimento. “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus” (Hebreus 10:19), quer seja jejuando ou não, é uma das coisas maravilhosas que podemos experimentar em nossa caminhada espiritual e que é nossa em Cristo.

Oração e jejum não devem ser um fardo ou um tarefa, mas sim uma celebração consagrada da bondade de Deus e de Sua misericórdia para com Seus filhos.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 11 de março de 2014

Deus Quer Renovar os Vasos

A sagrada escritura bíblica em seu capítulo 18 do profeta Jeremias, mostra-nos que o Senhor fala para que Ele descesse a casa do oleiro para ver a sua obra “sobre as rodas” (equipamento de manuseio para criação de vasos). Cumprindo o chamado do Senhor, Jeremias chegou ao exato momento em que o vaso na mão do oleiro lhe estragou, tornando a fazer outro vaso conforme lhe pareceu adequado.

Nesse exato momento Deus falou com o profeta Jeremias:

“não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? – diz o Senhor; eis que, como barro na mão do oleiro, assim sós vós na minha mão, ó casa de Israel”.

Essa passagem Deus está dizendo aos vasos que não importa as circunstâncias que passarmos, Ele que restaura, liberta, perdoa, dá vitória, acrescenta energia aos que não tem força para vencer batalhas que enfrentamos em nosso dia-dia. Adiante no versículo 7 a 10, Deus fala que no momento que ouvirmos a sua voz sobre uma nação ou de um reino que possamos arrancar derribar e destruir, abstendo de todas as maldades contra o que Ele dissera, Ele se arrependerá de tudo em que pensava em fazer.

Eu que vos digo: Aquele que fizer ou continuar pratincando iniquidade sairá da rocha em que se encontra, voltando tono início para conquistar sua vitória. 

Então vamos continuar na rocha buscando sempre a presença do Grande Eu Sou. Não façamos a oração, jejum e adorar como obrigação, mas com Amor à àquele que foi enviado e levou todos os nossos pecados sofrendo por toda humanidade.

Veio a mim a palavra que Jonas levou para cidade de Nínive; que, se por ventura todos se arrependesse dos pecados, desistia o Senhor em destruir esta Cidade que tinha em cerca de 120 mil habitantes. O grande Eu Sou, desistiu em razão do povo se humilhar, ou seja, rasgar o coração como prova de arrependimento, pois de nada adiantaria se não fosse verdadeiramente. Afinal, Ele sonda os nossos corações e sabe de todas as coisas.

Não é diferente nos dias de hoje. Àqueles que se converter de todo mau e proceder aos caminhos retos, serão sempre abençoados pelo Senhor. “E teus inimigos serão levados para a terra que não conheces; porque o fogo se acendeu em minha ira e sobre vós arderá.”  (Jr. 15.14)

Tudo que pedimos em seu nome Ele responderá! Deus quer nos fazer sempre um novo vaso. Ele quem tomas as decisões do que devemos fazer. Não ao contrário. Ele segue na frente pelejando, enquanto, procuramos sua presença cada vez mais. 

Nossa comida é a palavra. Nossa defesa é oração, jejuns e adorá-lo em espírito e em verdade! Quando o teu inimigo tropeçar, não se glorie pela sua queda, para que o Senhor não desvie sua ira. Continuemos sempre intercedendo pelos nossos adversários. Deus mudou o cativeiro de Jó, pela sua fé, temor, lealdade e acima de tudo, amor ao próximo orando sempre pelos seus amigos/inimigos.

Assim, Deus constituiu tudo que Jó perdeu. O que ganhamos e conquistamos não é nosso mais do Senhor que nos dá e tem o direito de fazer o que bem entender. 

Haverá situações que o Senhor nos chama para fazer o que fez com Jeremias, isso sempre ocorre quando estamos cansados, oprimidos na prova (tribulações/problemas) e o Senhor mandando descer (orar) para sairmos cheios de sua presença. Esses empecilhos quanto mais obtiverem – renovaremos nossas forças – subiremos bem alto como uma águia.

TIAGO MELO VIEiRA

Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.