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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

A CERTEZA DA NOSSA VITÓRIA


As vezes o inimigo nos cerca, mas Deus tem um exército de prontidão para nos socorrer.

Basta uma ordem divina e ele age imediatamente.

Ele sabe onde estamos e cuida de cada um de nós com muito amor.

Se vivermos em comunhão com Deus, nos firmaremos nesta promessa:

Sujeitai-vos, pois, a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele se chegará a vós. Lavai as mãos, pecadores, e vós de duplo ânimo, purificai os corações.” (Tg. 4.7,8).

Esta é a certeza da nossa grande vitória na batalha espiritual.

Os demônios não são derrotados por nossas próprias forças.

Não conseguimos purificar a nós mesmos e perdoar os nossos próprios pecados e nem obter o favor de Deus por nossas boas obras.

Tiago diz: Se vocês quiserem vencer o diabo, vocês tem que submeter suas vidas inteiramente a Jesus Cristo. Não há outro caminho para a vitória.

Se vocês quiserem vencer os vícios, as tentações e as forças invisíveis do mal, submetam-se a Deus, vivendo uma vida de comunhão com Ele.

Os planos do Senhor são simples e estão acessíveis a qualquer pessoa.

Tudo o que precisamos fazer é nos entregarmos a Ele.

O Senhor está pronto para nos receber.

E, quando nos aproximamos de Deus, o inimigo foge.

Levante-se Deus, sejam dissipados os seus inimigos” (Sl. 68.1).

Onde quer que nos encontremos, estaremos sempre perto do Senhor.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 26 de outubro de 2014

A SANTIDADE DO CRENTE

VOCÊ SE CONSIDERA SANTO? COMO CRESCER EM SANTIDADE? 

A santidade para aquele que crê é um imperativo, uma ordem divina, uma necessidade. Sem santidade, a salvação se torna inviável. Vejam: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá ao Senhor” (Hb 12.14). 

A ordem do Senhor é para que vivamos em santidade e sejamos santos irrepreensíveis (1 Pe 1.16; v. 1 Co 1.2; Ef 1.4; 4.12; 1 Ts 3.13; Ap 22.11).

O processo da santificação do crente deve ser sem interrupção, contínuo e regular (2 Co 6.17).

A obediência à Palavra e o temor a Deus são caminhos, dentre outros, que aperfeiçoam a fazem progredir nossa santificação. 

POR QUE EXISTEM CRENTES QUE NÃO SE CONSIDERAM SANTOS?
Eles alegam que são pecadores, e apresentam Romanos 3.23: “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”; e Romanos 3.10: “Não há um justo, nem um sequer”. 

Esquecem-se de que tais versículos dizem respeito às pessoas em estado natural, que ainda não experimentaram o “novo nascimento” (Jo 3). Nenhum crente está “destituído da glória de Deus” (Jo 3.18; Rm 10.9, Ef 2.7-9).

Observem o que diz o versículo seguinte, Rm 3.24: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em cristo Jesus”.

A condição para recebermos o perdão divino e escaparmos da condenação eterna é reconhecermos que somos pecadores, nos arrepender de nossos pecados e aceitarmos como nosso Senhor e exclusivo Salvador. 

Outros ainda apresentam Romanos 3.10: “Não há um justo, nem um sequer”. Não atentam para os versículos seguintes: “Não há ninguém que busque a Deus”. Nós buscamos a Deus. “Não há quem faça o bem”. Nós fazemos o bem. “Cuja boca está cheia de maldição; em seus caminhos há destruição e miséria, e não conhecem o caminho da paz”.

Ora, tais descaminhos não nos dizem respeito. Como em Romanos 3.23, tais verdades expressam a situação dos que ainda não aceitaram a oferta divina de salvação e, portanto, não são novas criaturas. 

Em algumas cartas paulinas somos chamados “santos”. Exemplo: “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos” (Rm 1.7; ver Fp 1.15).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini:

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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