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terça-feira, 14 de junho de 2016

COMO POSSO PERDOAR ÀQUELES QUE PECARAM CONTRA MIM?

Em algum momento da vida, todos já sofreram injustiças, ofensas e pecados. Como devemos reagir quando tais ofensas acontecem? De acordo com a Bíblia, devemos perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

Da mesma forma, Colossenses 3:13 proclama: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” A chave nos dois versículos das Escrituras é que devemos perdoar aos outros, como Deus nos perdoou. Por que perdoamos? Porque já fomos perdoados!

O perdão seria simples se nós tivéssemos que concedê-lo somente àqueles que vêm pedir com tristeza e arrependimento. A Bíblia nos diz que devemos perdoar incondicionalmente àqueles que pecaram contra nós.

Recusar-se verdadeiramente a perdoar a uma pessoa demonstra ressentimento, amargura e raiva: e nenhuma dessas características são próprias de um cristão. Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que nos perdoe de nossos pecados, assim como perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12).

Jesus disse em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” À luz de outras Escrituras que falam do perdão de Deus, compreende-se melhor Mateus 6:14-15 como dizendo que as pessoas que se recusam a perdoar ainda não experimentaram, elas mesmas, o perdão de Deus.

Sempre que falhamos desobedecendo a um dos mandamentos de Deus, contra Ele pecamos. Todas as vezes que fazemos mal a outra pessoa, pecamos não somente contra ela, mas também contra Deus.

Quando olhamos a vastidão da misericórdia de Deus em nos perdoar de TODAS as nossas transgressões, nos damos conta que nós não temos o direito de reter esta graça para com os outros.

Pecamos contra Deus infinitamente mais do que qualquer pessoa poderia algum dia pecar contra nós. Se Deus nos perdoa de tanto, como podemos recusar perdão a outros por tão pouco?

A parábola de Jesus em Mateus 18:23-35 é uma poderosa ilustração desta verdade. Deus promete que quando viermos a Ele pedindo perdão, Ele livremente o concede (I João 1:9). O perdão que estendemos não deve ter limites, da mesma forma que o perdão de Deus é ilimitado (Lucas 17:3-4)

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

“E depois?”

Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo ( Hebreus 9.27).


Certo jovem que pretendia fazer carreira na área jurídica visitou um professor que conhecia e lhe falou sobre seus planos e projetos com uma dose de orgulho.


O velho mestre escutou pacientemente. Por fim, ele perguntou:


- “E o que você pretende fazer depois de terminar os estudos?”


– “Eu serei um advogado!”, respondeu o jovem de pronto.


- “E depois?”, continuou o professor.


– “Então eu lidarei com muitos casos difíceis e farei um nome para mim como advogado.”


- “E depois?”, repetiu o mestre. Surpreso, o jovem pensou por um momento e disse:


- “Talvez eu pegue mais casos lucrativos e fique rico”.


– “E depois?”


– “Então terei uma boa vida e vou curtir uma bela aposentadoria.”


– “E depois?”


– “Ah, no fim de tudo vou morrer como todas as pessoas.”


O professor se levantou, e perguntou mais uma vez:


- “E depois?”


O jovem ficou calado, pois não esperava por uma pergunta que se estendesse além desta vida.


Como responder a isso?


Esse assunto não estava em seus planos.


Após se despedir, o jovem ficou pensativo. O último “E depois?” não saía de sua cabeça.

Isso o incomodou tanto que o fez mudar de vida.


A pergunta do professor sobre o que se espera depois da morte é plenamente justificada.


Como poderemos respondê-la?


Que existe uma vida após a morte é um fato que o versículo de hoje deixa bem claro. E que também depois se segue o julgamento divino, do qual ninguém escapa, pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”(Romanos 3:23).


Apenas os que, nesta vida, se refugiaram em Jesus, o Salvador, não serão condenados (João 5:24).


Extraído do devocional Boa Semente


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.