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segunda-feira, 7 de julho de 2025

TURISTA OU PEREGRINO

Não será difícil constatar a presença massiva de pessoas mais parecidas com turistas do que com peregrinos.

Eles estão ali para usufruir do espaço, degustar das informações e, principalmente, experimentar de um ambiente ou clima.

O que muitos cristãos não se dão conta é da completa inviabilidade de desenvolvermos uma espiritualidade biblicamente consistente e sadia nesta cultura gerada pelas demandas dos turistas.

Enquanto turistas estão comprometidos apenas com o seu próprio prazer e seu insaciável desejo por entretenimento;

Peregrinos estão comprometidos com uma jornada na qual possuem uma vocação a ser exercida ao longo do caminho a ser percorrido.

Enquanto turistas consomem lugares e atrações como fins em si mesmos;

Peregrinos estabelecem relacionamentos, caminhando por lugares com reverência e se relacionando com pessoas em cumplicidade, integrando as experiências na construção da maturidade.

Enquanto turistas são movidos pela próxima atração, na constante busca por evitar a constância e o tédio;

Peregrinos são movidos diariamente na mesma direção, tendo na constância uma virtude e na perseverança um elemento imprescindível para o cumprimento de sua jornada.

Enquanto turistas estabelecem relacionamentos frágeis e descartáveis;

Peregrinos descobrem, especialmente na vivência com aqueles com quem caminham lado a lado na jornada, uma grande fonte de consolo, confronto, encorajamento e sabedoria.

Enquanto turistas, de forma geral, não possuem qualquer compromisso para com o mundo a sua volta;

Peregrinos estão numa jornada que os responsabiliza em serem o próximo para aqueles que estão à beira do caminho, bem como “luz” e “sal” na sociedade em que estão inseridos.  

Pensando um pouco sobre tudo isso, temos tido uma postura de “turista” ou de “peregrino”?

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

ENCORAJAMENTOS PARA O PEREGRINO

Cristo está “vivendo sempre para interceder” por nós (Hebreus 7.25).

PRIMEIRO, TEMOS MUITO CONFORTO NA VERDADE DE QUE CRISTO, como nosso Sumo Sacerdote, sempre vive para interceder por nós. Nunca somos esquecidos.

No Antigo Testamento, a lei mosaica requeria que pedras fossem fixadas com outro nas ombreiras do sumo sacerdote. Uma no ombro direito e outra no ombro esquerdo. Nessas pedras eram gravados os nomes das tribos de Israel. A Bíblia chama essas duas pedras de “pedras de memória”. Quando o sumo sacerdote entrava no lugar santo vestindo suas vestes sacerdotais, Deus veria todas as tribos de Israel escritas nos ombros do sacerdote. Isso serviria para que Ele se lembrasse delas e tivesse misericórdia de Seu povo.

Jesus Cristo – como nosso Sumo Sacerdote – está no Santo dos Santos e tem nossos nomes escritos nas palmas de Suas mãos. Estamos para sempre perante Sua face. Ele sempre se lembrará de nós. Em João 10, Ele diz “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas”. Podemos não ser capazes de vê-lo agora, mas isso não significa que ele não nos vê. Podemos não ouvir Sua voz audível dos céus agora, mas ele não está nada em silêncio. Ele está orando por você.

E o que quer que Ele peça ao Pai, está garantido. Como Ele diz em João 11.42, “Pai, graças te dou porque me ouviste. Aliás, eu sabia que sempre me ouves”. O Pai sempre o ouve, sua orações são sempre eficazes e ele está sempre orando por você. Ele é fiel e não deixará Seu posto.

Você tem pecado, Ele sabe. Você tem problemas no casamento, Ele vê. Você parece não ser capaz de superar a morte de um ente querido, Ele ouve. Ele sempre está lá, clamando em seu favor, mostrando Suas marcas em seu favor. Ele é o seu intercessor. Ele é o seu Sumo Sacerdote. Isso deveria nos servir de muito conforto quando as dificuldades parecem demais, o pecado muito grande, a solidão muito presente ou as dúvidas muito reais. Há conforto em saber que Ele está intercedendo por nós.

EM SEGUNDO LUGAR, DEVEMOS OBTER MUITO CONSOLO EM SABER QUE CRISTO, COMO NOSSO SUMO SACERDOTE, VIVE SEMPRE A INTERCEDER POR NÓS. Não há somente conforto, mas consolo. Ele não está apenas preocupado com nossas lutas terrenas, mas nosso julgamento eterno. Em Hebreus 7.25, imediatamente antes de dizer que Cristo sempre vive intercedendo por nós, há uma afirmação maravilhosa. O autor de Hebreus diz que Ele “também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus”. Se precisamos chegar a Deus, está implícito que estamos naturalmente distantes de Deus. Isso é o que Paulo diz em Efésios 2, “vós, que antes estáveis longe”. Sim, estávamos longe. Éramos pecadores, alienados, separados de Deus. Mas agora, como diz o autor de Hebreus, nós podemos nos achegar.

Podemos nos achegar a Deus. Nossos pecados foram expiados. Ele comparece à presença de Deus em nosso favor, nos diz o autor de Hebreus no capítulo nove. Ele está continuamente afirmando os méritos de Seu sangue, então eu não preciso temer qualquer condenação. Nenhuma. Eu amo aquele glorioso hino And Can It Be [Como pode ser?]. Considere as palavras da última estrofe: “Não temo mais condenação; a obra dEle foi em meu favor. Vivo nEle, o meu cabeça, coberto pela justiça divina”.

Para finalizar, “Com ousadia me aproximo do trono eterno e recebo a coroa, que por meio de Cristo, é minha”. Com ousadia me aproximo do trono eterno. Sim, nós podemos nos aproximar por meio de Sua intercessão. Você não é um intruso, você não é um peso, uma imposição. Você é um filho com total acesso ao Pai, porque Cristo, nosso Sumo Sacerdote, permanece perante o trono de Deus. Que consolo nós temos!

ISSO NOS LEVA AO TERCEIRO ENCORAJAMENTO, A CONFIANÇA. Outra palavra, talvez mais útil, seja certeza. A realidade de que Cristo é nosso Sumo Sacerdote, vivendo sempre para interceder por nós nos deveria dar grande confiança, grande certeza. Ele vive para interceder por nós, então não só podemos viver sem medo, ansiedade ou sem se preocupar com condenação, julgamento, inferno, destruição ou morte, mas viveremos nesse estado de confiança para sempre. A passagem diz “[Ele] pode salvar totalmente” (Hebreus 7.25). A palavra “completamente” pode ser um qualitativo que significa que Ele é capaz de salvar “de forma completa, plenamente”. O que, óbvio, é verdade, mas no contexto está claro que o que está sendo dito é sobre o aspecto temporal. Ele é capaz de salvar totalmente, ou seja, para sempre. Ele não apenas te salvou, ele te salvou para sempre.

Cristo não é um sacerdote que morre e, assim, Sua intercessão cessa. Seu sacerdócio é eterno, logo, sua intercessão é eterna e, assim, nossa salvação é eterna. Você é dEle e Ele é seu. Nós nunca cairemos do céu. Nós nunca perderemos o favor do Senhor. Como João diz em 1 João 2.1, “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo”. Ele sempre estará lá. Ele nunca tira atestado médico, nunca fecha os olhos para dormir, nunca morre. Nossa salvação eterna está assegurada para sempre. Nada pode mudar isso. Nada. Nenhuma tentação, nenhuma tribulação, nenhum argumento, nada.

O QUARTO É A CONSUMAÇÃO. A verdade de que Cristo, como nosso Sumo Sacerdote, vive eternamente para interceder por nós deveria nos levar a esperarmos ansiosamente pela  consumação. Quando o sumo sacerdote entrava no santo dos santos, ele entrava como um representante.  E como um representante, ele não apenas tinha a comunhão com o próprio Deus para si mesmo, para em nome de todo o povo. Então quando Cristo, nosso Sumo Sacerdote, tem comunhão completa com Deus o Pai nos céus,  Ele está nos representando. Na verdade, estamos unidos a Ele de uma forma que é superior ao pacto que os sumos sacerdotes tinham com o povo de Israel. O que é dEle é nosso. Somos co-herdeiros com ele. E ele é a primícias dos ressurretos da morte. Ele habita com Deus unido àqueles que um dia também irão ressuscitar com ele.

Haverá um dia em que Cristo, nosso Sumo Sacerdote, nos conduzirá ao Pai não apenas em oração, mas será um dia em que veremos a consumação de Sua obra salvadora ao nos prostrarmos diante dEle, contemplando Sua glória e gozando de perfeita, doce e contínua comunhão com Deus para toda a eternidade.

Você, caro santo, irá contemplar a glória de Deus. Você habitará com Ele. Não é só que você tem acesso irrestrito a Ele em oração nessa vida, mas um dia você terá acesso irrestrito para se aproximar de Seu trono com ousadia na carne glorificada, quando ressurgir do túmulo.

Você será fisicamente recebido em Sua presença. Estará consumado. A presença dEle perante o Pai agora é uma garantia de que essa uma dia também será a nossa consumação.

 JASON HELOPOULOS / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Morando na aldeia do arrependimento e na Rua da Frustração


Uma vez que você decidiu abandonar o seu lugar fixo no banco da igreja ou sair do confortável assento acol­choado no fundo da igreja para persegui-lo, Deus envia um aviso de mudança de endereço para você. Desse momento em diante, você se torna um viajante, um peregrino em eterna peregrinação ao lugar da presença de Deus.

O problema é que aquele que você está perseguindo nunca fica imóvel o suficiente para que o homem o coloque em uma caixa permanente (embora finjamos que consegui­mos). É quase como escolher partir do Egito para caçar a Deus em meio ao Mar Vermelho. O encontro inicial com o Deus da nuvem que se move ou da coluna de fogo é apenas o começo.

O ato de cruzar um capítulo da vida é miraculoso e inesquecível. Mas, há outro cruzamento a sua frente, do lado mais distante de um deserto que tem um teste de fé anexado a ele. (E não há retorno para os confortos e iguari­as do Egito do passado).

— Mas eu não gosto de viver com este... este, este sentimento de intranqüilidade. Algum dia deixarei de sentir que preciso de mais dele?

Ajudaria se lhe dissesse que todas os luminares espirituais do passado viveram no endereço da frustração? Eles moram na rua Sede Santa, na aldeia do Arrependimento e o código postal deles é o Desespero Divino. A sede é maior do que aquilo que recebem, e o descontentamento divino os levam a fazer uma ora­ção parecida com esta: "Mostre-nos a tua glória". Eles não base­aram a sua fé no sucesso de sua busca; mas basearam a sua bus­ca na força de sua fé.

O arrependimento pode acelerar o processo de entrada na presença dele. O arrependimento é como "adorar sobre esteróides". O verdadeiro arrependimen­to produz uma tristeza piedosa que é uma ponte sobre a fenda do pecado que nos separa dele. Deus também dá à luz o desespero e o quebrantamento.

Se a adoração suplica pela presença de Deus, parece que o arrependimento coloca uma exigência pela presença dele, pois Ele disse que não desprezará um espírito quebrantado e um co­ração quebrantado e contrito.


O papel moeda ou nota de dólar americano são conhecidos como notas de demanda. Toda a fé dos governantes dá garantia a elas, e isso exige um valor em troca. Toda a fé de Deus em si mes­mo dá suporte as suas afirmações so­bre arrependimento. Isso faz surgir uma demanda legítima pela presença dele; e a abastece como o apertar do acelera­dor de um carro.

Nosso problema é que consideramos o arrependimento "uma visita ocasional à aldeia do Arrependi­mento". Deus nos chama a um estilo de vida de arrependimento, o que signi­fica morar na aldeia.

Você sente como se não conse­guisse mais suportar o peso de sua sede? Sua frustração o faz sentir-se como se estivesse à beira da depres­são?

Pode parecer assim, mas o pro­blema é que você está desiludido com o homem (provavelmente nenhum ho­mem em particular) e está cansado daquilo que chamamos de igreja (em­bora você ame a sua igreja local).

Pode parecer assim, mas você nunca esteve em lugar melhor que esse! Por quê?
A frustração é o ende­reço para onde Deus envia os ungi­dos.

Seja grato por todos os dons e bênçãos, mas não é uma "bênção de Deus" agir como se você "tivesse o suficiente dele". Deus dá à luz uma frustração em seu coração que o compele a caçá-lo para obter cada vez mais de sua presença. Isso faz com que você queira muito mais dele! Esse é verda­deiramente o único "casamento feito nos céus".

A nossa fé não se baseia em sentimentos, mas é abastecida pela paixão. Nós ancoramos a nossa fé nas coisas que Deus disse e prometeu em sua Palavra inspirada, mas a paixão fornece a coragem, dirige a busca e serve ao Deus da Palavra.

As Escrituras dizem que Deus efetua em nós tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele/Sua vontade vai atrair todos os homens para Ele.

Nós vive­mos como se o primeiro mandamento dissesse: "Reconheça a existência do Senhor nosso Deus e vá a encontros com ele, em respeito ao seu poder de nos enviar para o inferno". Na verdade ele diz: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimen­to".

Extraído do Livro Os Descobridores de Deus de Tommy Tenney

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.