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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Vença o sofrimento através da Persistência

Tornar-se perseverante não é obra do acaso. José aprendeu a lidar com as dificuldades. Suas reações diante do sofrimento revelam que ele foi preparado para enfrentar adversidades. Alguns fatores deram-lhe suporte para que ele soubesse como agir nos momentos difíceis.

Aprendeu cedo.
Ele tinha apenas dezessete anos quando seus irmãos o venderam como escravo aos midianitas. Porém, a força do seu caráter indica que ele deve ter sido educado para fazer o que era correto. Quando Jacó encontrou Deus face a face e foi transformado, no ribeiro de Jaboque, José tinha seis anos de idade.(Gn32.22-32) Seus irmãos já eram homens feitos; tinham convivido durante toda a vida deles com o Jacó enganador. José encontra com um pai totalmente mudado. José foi educado por Israel e não por Jacó. Além disso, José e Benjamim foram os únicos filhos de Jacó que passaram tempo com Isaque, o avô. Os outros filhos de Jacó, por serem homens, tinham muitos afazeres, logo não poderiam ficar aos pés do avô e serem treinados nas veredas da Torah. Uma criança criada com carinho, que cresce ouvindo suas histórias familiares e como Deus a escolheu para seguir um destino de glória, torna-se um adulto melhor.

Sabia o valor do seu destino.
Além da herança histórica do seu avô, Deus deu a José um sonho que iria nortear o seu futuro.( Gn. 37.5-10) José vivia diariamente consciente que sua vida tinha um propósito. Ele estava convencido de que Deus tinha algo grandioso para fazer através da sua vida. Nas horas de trevas, sua alma era iluminada pela brilhante estrela da manhã que guiava o seu destino. Ao acreditar que seus sonhos vinham da parte de Deus, e ao persegui-los, José ganhou uma estável direção. Ele sabia que Deus estava guiando os seus passos.

Quem não sabe para onde vai tem mais chance de se perder pelo caminho. Aquele que não conhece o seu valor tem maior probabilidade de vender-se e negociar a sua honra.

Dedicou sua vida a Deus.
Diante da sedução, José revelou um tipo de caráter que somente tem quem consagra sua vida a Deus. Para conter os avanços da mulher ele disse a ela: “Como cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?”(Gn.39.9)José sabia que, se sua conduta violasse os mandamentos de Deus, ele estaria pecando. Para ele, as conseqüências do pecado eram piores do que o vexame que sofreria. Sua decisão revela que José tinha uma firme âncora que o mantinha seguro em meio às tempestades da vida. Diante do perigo, ele não teve vergonha de correr, abandonar suas roupas nas mãos da mulher e proteger sua alma. Seu corpo foi para a prisão, mas sua alma permaneceu intacta; a essa atitude chamamos integridade.

Venceu as dificuldades porque se recusou a ficar amargurado.
Seria muito fácil e até compreensível que José ficasse amargurado por causa das maldades impostas a ele. Muitas pessoas, quando são alvos de mentira ou injúria, ficam profundamente magoadas com quem as maltrataram. O ressentimento fermenta o espírito e cria uma raiz de amargura. “Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”.(Hb.12.15)

Muitos se tornam amargos quando o sofrimento é prolongado. José se recusou tornar-se amargo. Quando teve dois filhos, deu-lhes os nomes de Efraim e Manassés; seus nomes significam: “Deus me fez próspero na terra da minha aflição”, e “Deus me fez esquecer da minha dor”. Ele perdoou aos irmãos e os sustentou na fome. Não nutriu o ressentimento ou adubou a amargura. Tampouco esperou o melhor momento para vingar-se.

Não se entregou à imoralidade.
Quão fácil é para algumas pessoas se entregarem à imoralidade e ao erro quando as coisas vão mal. Elas usam as tribulações para justificar sua conduta imoral. “Roubei porque não tinha emprego”. “Dormi com ela porque não havia outro jeito, afinal sou homem. A culpa não foi minha, foi ela quem deu em cima de mim”.

Um erro não justifica outro erro. A mulher de Potifar devia ser desejável e sedutora. José poderia dizer: “Apenas obedeci a minha senhora. Fiz o que ela me ordenou”. A casa estava vazia, ela havia preparado todo o ambiente, como alguém iria saber do fato? Todavia, José recusou pecar e fugiu. Há momentos em que não existe outra coisa a fazer, a não ser fugir.

Nenhum de nós pode escapar de ser tentado. Tiago afirma com todas as palavras: “todos os homens são tentados.” (Tg.1.14) Ser tentado não significa pecar. Pecado é ceder à tentação. Até mesmo Jesus Cristo foi tentado. “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.”(Hb.4.15)

A história de José mostra que ele estava preparado para resistir à tentação e não para pecar.  “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam”.(Tg.1.12)

Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Derrube o Golias!


Ele disputa a posição ao lado da cama, esperando ser a primeira voz que você ouve. Cobiça seus pensamentos quando você está acorda­do, aquelas primeiras emoções que nascem no travesseiro.

Ele o desperta com palavras de preocupação, incita-o com pensamentos de tensão. Se você tiver medo do dia antes de começar seu dia, tenha certeza: seu gi­gante ficou ao lado de sua cama.

E ele está simplesmente se aquecendo. Ele sopra em seu pescoço enquanto você toma seu café da manhã, sussurra em seu ouvido enquan­to você sai pela porta, sombreia seus passos e se agarra ao seu quadril.

Ele checa sua agenda, lê suas correspondências e fala mais besteira do que jogadores em uma partida de futebol no centro decadente. "Você não vai conseguir o que precisa." "Você vem de uma longa linha de perdedores." "Junte suas cartas e saia da mesa. Você não teve sorte." Ele é seu gigante, seu Golias. Tendo uma colher de chá, ele trans­formará seu dia no vale de Elá dele, insultando, provocando, gabando-se e fazendo suas reivindicações ecoarem de um lado a outro da montanha.

Você se lembra de como Golias se portou mal? "Durante 40 dias o filisteu aproximou-se, de manhã e de tarde, e tomou posição" (1 Samuel 17:16).

Os Golias ainda vagam por nosso mundo. Dívida. Desastre. Diálise. Perigo. Engano. Doença. Depressão. Grandes desafios ainda andam com ar arrogante e altivo, ainda roubam o sono, tiram a paz e fazem uma lipoaspiração na alegria. Mas eles não podem dominá-lo.

Você sabe lidar com eles. Você se põe diante dos gigantes pondo-se, primeiro, diante de Deus.

Concentre-se nos gigantes — você tropeçará. Concentre-se em Deus — seus gigantes cairão.

Você sabe o que Davi sabia e faz o que ele fez. Você escolhe cinco pedras e toma cinco decisões.


1. A pedra do passado
Enquanto todos os outros tremiam, Davi se lembrava. Deus deu-lhe força para lutar contra um leão e atacar um urso. Não faria o mesmo com o gigante?

Uma boa memória faz heróis. Uma péssima memória faz covardes.

Escreva as preocupações de hoje na areia. Grave as vitórias de ontem na pedra.

2. A pedra da oração
Antes de subir, Davi desceu; antes de subir para lutar, Davi desceu para se preparar. Não enfrente seu gigante sem, primeiro, fazer o mesmo. Dedique tempo à oração.

O apóstolo Paulo escreveu: "Orem no Espírito em todas as ocasi­ões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração" (Efésios 6:18).

3. A pedra da prioridade
Lembre de sua prioridade mais importante: a reputação de Deus. Davi, zelosamente, a preservou. Ninguém difamaria seu Senhor. Davi lutou para que "toda a terra [saiba] que há Deus em Israel. Todos os que estão aqui saberão que não é por espada ou por lança que o SENHOR concede vitória; pois a batalha é do SENHOR" (1 Samuel 17:46,47).

4. A pedra da paixão
Ouvir mágoas não irá curá-las. Detalhar problemas não irá resolvê-los. Classificar rejeições não irá removê-las. Davi anestesiou o gigante porque provocou o Senhor.

5. A pedra da persistência
Imite Davi. Nunca desista. Talvez uma oração seja suficiente. Talvez uma desculpa não resolva. Talvez um dia (ou mês) de decisões não seja suficiente. Talvez você seja derrubado uma ou duas vezes... mas não de­sista. Continue a carregar as pedras. Continue a balançar a funda.

Davi apanhou cinco pedras. Ele tomou cinco decisões. Faça o mes­mo. Passado. Oração. Prioridade. Paixão. E persistência.

Da próxima vez em que Golias acordar você, pegue uma pedra. É provável que ele saia do quarto antes que você ponha a pedra na funda.

Baseado no Livro DERRUBANDO GOLIAS de Autoria de Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz



sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Desanimado??? Ponha um tubarão no seu tanque!!!

Os japoneses sempre gostaram de peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.


Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.

Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.

Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.

Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os.

Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista.

Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.

Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.

"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

E aplique isto na sua vida cristã, lendo a bíblia, jejuando, orando, fazendo listas de objetivos para serem apresentados a Deus, buscando junto ao Senhor Jesus um novo desafio. Erguer uma igreja?! Sustentar um missionário no campo?! Culto evangélico no trabalhou ou na faculdade?! Semeie com oração no Senhor Jesus, que você com certeza colherá frutos maravilhosos. Faça do seu 2011 um ano diferente junto ao Senhor Jesus.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus.



Moacir Neto

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.