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quarta-feira, 2 de abril de 2014

É enorme a força da oração!

A oração de uma pessoa obediente a Deus tem muito poder. (Tg 5.16c)

É perfeitamente possível sentir-se relaxado durante a oração e depois dela, mas a oração é muito mais do que um exercício mental. Ela tem um valor enorme em muitos aspectos da vida cristã.

Tiago afirma que a oração tem muito poder. Muitos crentes têm na lembrança a versão mais conhecida: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”.

Foi por causa da oração de Abraão que Deus se dispôs a poupar Sodoma e Gomorra caso houvesse pelo menos dez pessoas arrependidas (Gn 18.30).

Foi por causa da oração de Isaque que Rebeca engravidou e deu à luz os gêmeos (Gn 25.21).

Foi por causa da oração de Jacó que Esaú e seus quatrocentos homens armados não tocaram nem num fio de cabelo dele, de suas quatro esposas e de seus doze filhos (Gn 33.4).

Foi por causa da oração que Ana obteve a mesma bênção de Sara, Rebeca, Raquel e a mulher de Manoé (1Sm 1.17).

Foi por causa da oração que o rei Ezequias escapou da morte avisada e viveu mais quinze anos (2Rs 20.5).

Foi por causa da oração da igreja que as correntes que mantinham Pedro preso se soltaram e ele pôde sair da prisão (At 12.5-8). E assim por diante: ontem, hoje e amanhã.

A oração tem muito poder, muita força, muita eficácia, mas não é uma coisa tão fácil como pode parecer.

Tiago toma todo cuidado para não baratear a oração. Ele não diz simplesmente: “A oração tem muito poder” omitindo as palavras “de uma pessoa obediente a Deus” ou “de um justo”.

O segredo da oração que Deus ouve não é mencionado apenas por Tiago. O salmista recorda: “Se eu tivesse guardado meus pensamentos no coração, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66.18).

A oração bem-sucedida depende de uma estreita comunhão com Cristo: “Se vocês ficarem unidos comigo, e as minhas palavras continuarem em vocês, vocês receberão tudo o que pedirem” (Jo 15.7).

Tiago destaca ainda outros elementos da oração: ela precisa ser assídua, fervorosa, insistente e perseverante.

– A oração força o exercício da piedade e da disciplina pessoal!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Perigoso apagão

Você costuma ouvir o conselho secreto de Deus? Jó 15.8

“Você sufoca a piedade e diminui a devoção a Deus”
(Jó 15.4). À luz do contexto, esta acusação de Elifaz ao amigo Jó foi severa, injusta e inoportuna. Mas ela pode ser justa e necessária em outros casos.

Quem não dedica tempo para ouvir a voz de Deus está depreciando a devida devoção a ele.

O cristão não consegue sobreviver sem os exercícios devocionais.

Assim como uma adolescente que não come para não engordar pode morrer de anorexia, também aquele que não satisfaz sua fome de Deus acaba perdendo o interesse por ele.

Elifaz interroga o amigo: “Você costuma ouvir o conselho secreto de Deus?” (Jó 15.8). Aquele que sufoca a piedade diminui a devoção, e não tem como ouvir a voz de Deus.

Deixar de ouvir o conselho de Deus é loucura. Por meio de sua voz, ele consola quando há tristeza, mostra o caminho quando há confusão mental, anima quando há desânimo, acusa quando há pecado, perdoa quando há arrependimento.

Há uma correlação entre a palavra de Elifaz e a parábola do semeador.

No caso da semente lançada entre espinhos, foram “a preocupação desta vida e o engano das riquezas” que sufocaram a semente do evangelho, tornando-a infrutífera (Mt 13.22).

Essas mesmas coisas sufocam também a piedade religiosa.

A correria é tal que não há tempo nem para ouvir a voz de Deus nem para falar com ele. E, por absurdo que pareça, às vezes é a correria eclesiástica que atravanca o exercício da piedade, dando lugar a mero ativismo.

Retirada de Devocionais Para Todas as Estações (Editora Ultimato, 2009)

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.