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domingo, 18 de agosto de 2024

PERIGO DE PRÁTICAS SUPERSTICIOSAS

Toda e qualquer superstição é perigosa, pois desagrada a Deus.

Algumas dessas práticas podem parecer inocentes, mas não são.

Por meio dessa sutil tática muitas pessoas são postas em contato com o poder das trevas sem o saber.

A intenção do Diabo é que as pessoas se apoiem em tudo, menos em Deus e, mesmo que falem em Deus, não se submetam ao seu domínio exclusivo;

Não deem importância à sua Palavra, a Bíblia, que deverá ser o guia completo para suas vidas e, sobretudo, não se sujeitem a Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo.

"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. (...) Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8:32,36).

Somente Ele é quem poderá satisfazer todos os anseios humanos de paz, alegria, segurança;

Somente Ele poderá assegurar um futuro melhor, no céu, para todos aqueles que crerem nEle, demonstrando isso por meio de suas vidas

Aqueles que reconhecem a suficiência de Cristo abandonarão práticas antibíblicas que desagradam a Deus.

Servir a Jesus Cristo implica em renunciar também às práticas supersticiosas.

Acredite, nenhum mal poderá nos separar do amor de Deus.

"Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 8:31).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O QUE SÃO ORÁCULOS?


O termo oráculo é muito abrangente e pode significar: Resposta da divindade a quem a consultava; Divindade consultada; Lugar onde se dava o oráculo; Palavra de Deus; Palavras de grande autoridade; Pessoa ou entidade cujas palavras são muito respeitadas.

No livro de Josué 7.6-9, Josué faz uma oração a Deus querendo uma resposta a cerca da derrota de Israel do povo de Ai, e a partir do versículo 10, Deus responde a Josué lhe dizendo o por que de Israel ter perdido a batalha.

Olhando bem para este contexto vemos que a divindade consultada e a resposta vieram do Deus de Israel. Então Deus é o oráculo neste contexto.

Já no livro de 1 Reis 8.6, diz: “Assim trouxeram os sacerdotes a arca da aliança do SENHOR ao seu lugar, ao oráculo da casa, ao lugar santíssimo, até debaixo das asas dos querubins”.

Neste contexto vemos que o oráculo é o Santo dos Santos, uma sala do Templo de Salomão onde ficava guardada a Arca da Aliança. Era aqui que se realizava anualmente uma cerimônia de sacrifício expiatório de um cordeiro sem mácula (Ex 12.5) pelos pecados do povo (Lev 4.35) e era este o único momento em que o Sacerdote podia falar diretamente com Deus. Esta sala ficava separada do templo por uma cortina de linho. E como o lugar era santíssimo, outros não poderiam entrar, somente ele.

A Palavra de Deus também é um oráculo, pois tudo o que nela está escrito se cumpriu, se cumpre e se cumprirá. Tudo o que nela está escrito é de Deus, e Deus fala através dela. Um dos exemplos que podemos citar são: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”. (2 Pedro 1.21). O termo profecia aqui se refere não somente aquilo que foi falado oralmente, mas também tudo aquilo que foi registrado na Palavra de Deus através dos manuscritos.

A Palavra de Deus também é uma palavra de grande autoridade, pois o que Ele fala não são palavras jogadas ao vento, mas são palavras que se cumprem em sua totalidade, por isso que ela também é um oráculo. Um dos vários exemplos da Bíblia é: “Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei". (Isaías 55 : 11). Somente uma pessoa de grande poder e autoridade pode falar desta maneira, a ponto de provar que o que ela fala é verdadeiro e se cumpre de verdade.

Sabemos que oráculo pode ser também uma pessoa ou entidade cujas palavras são muito respeitadas. Quero mostrar agora uma pessoa muito importante, que com certeza é o oráculo mais perfeito que viveu aqui na terra, ele se chama Jesus. Nunca existiu uma pessoa tão importante e especial como Jesus. Ele nunca pecou e só falou a verdade, foi reto e justo, e fez toda a diferença em sua época, razão pela qual Ele e suas Palavras foram e são muito respeitadas ainda hoje.

Um dos exemplos era a quantidade significativa de pessoas que paravam para ouvi-lo falar, fato que vemos no evangelho de Mateus 14.19-21: “E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias. E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças”.

E isso é tão atual, que a própria Palavra de Deus afirma que Deus fala hoje através de Jesus Cristo, o seu Filho, conforme está no livro de Hebreus 1.1: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho”.E isso é tão real na atualidade que contamos com cerca de 2,2 bilhões de cristãos no mundo. Fato que Deus não se calou e que usa seus servos para levar a mensagem salvadora a todas as pessoas em toda a face da terra.

É bom lembrar também que nas religiões antigas e contemporâneas existe a prática oracular. Quando olhamos para a história antiga, vemos que em vários Países havia esta prática, como por exemplo na Grécia. E uma das divindades que eles cultuavam era Zeus, considerado o rei dos deuses.

Existiam também mulheres, que eram sacerdotisas, que faziam seus rituais para receber suas supostas entidades e dar as respostas para o povo. Muitos usavam objetos, tais como cartas (tarô), moedas, búzios, etc...

Mas sabemos que existe um adversário chamado Satanás, que tenta imitar a Deus, e até ser igual a Deus, e ele é mentiroso e pai da mentira, e desde os primórdios ele tem enganado a muitos, e levado as pessoas a se distanciarem de Deus.

Mas vamos ter muito cuidado, pois os oráculos de Deus devem ser santos e devem vir de Deus, única fonte confiável e verdadeira.

Adriano José Ursulino Isidro

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 2 de agosto de 2016

GAMBIARRAS ESPIRITUAIS

GAMBIARRA: Extensão ilegal para levar eletricidade a algum ponto ou remediar improvisadamente uma passagem de corrente elétrica; GATO. Pop. P.ext. Qualquer solução improvisada para resolver um problema, ger. do ambiente doméstico (Dicionário Aulete). 

Gambiarra é, portanto, um arranjo, uma improvisação, algo que foge aos padrões estabelecidos. O termo é muito usado para definir a prática desonesta de fazer ligações elétricas clandestinas, para escapar do pagamento da taxa de energia consumida. 

Na religião, há também gambiarras, improvisações, atalhos. São métodos usados para facilitar, com o menor esforço possível, a obtenção de benesses divinas.

Os exemplos são muitos. Para ser abençoado, é muito mais fácil caminhar alguns metros sobre pedras de sal; tomar um copo d’água ungida, usar um amuleto no pescoço, que pode ser um crucifixo ou uma medalha, ou amarrar fitas coloridas no braço. Fácil, rápido, objetivo. Melhor usar alguma coisa material que se vê do que falar com um Deus invisível, que não se vê. 

Nesse rol de gambiarras estão as correntes milagrosas, uma modalidade que está em moda. Um atalho para conseguir milagres apenas com o uso do celular. Muito prático. O único esforço é retransmitir a mensagem para determinado número de pessoas. E pronto. Lamento dizer que muitos que se dizem crentes, ou religiosos, caem nessa heresia. Que se danem os pobres que não possuem celulares, e nem amigos para lhes retransmitir a corrente do milagre. 

Outra gambiarra espiritual é a prática usada por muitos de, em vez de fazer petições a Deus, recorrem aos mortos. Acreditam que este é o caminho mais curto. Não precisa nem crer no Senhor. Basta crer na gambiarra, isto é, no morto intermediário. É um atalho mais cômodo. Falar diretamente com Deus requer arrependimento, vida no altar. Os falecidos, iguais a nós, são mais compreensíveis, conhecem nossas fraquezas, são menos exigentes. 

Para os gambiarristas, o véu do templo ainda não foi removido (Mt 27.51). Continuam sem acesso direto ao lugar “Santo dos Santos” (Hb 4.16; 9.7). Em Cristo Jesus, temos acesso direto ao trono da graça (Jo 14.6). Este é o único Caminho, porque Ele é o Mediador da Nova e Eterna Aliança (1 Tm 2.5).

Apelar aos mortos com a intenção de chegar-se a Deus é uma gambiarra espiritual abominável ao Senhor. Vejam: 

“Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam [tagarelam] e murmuram entre os dentes; não recorrerá um povo ao seu Deus? A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?” (Isaías 8.19). E o Senhor Jesus confirma: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).

A Bíblia arremata: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Cr 7.14). Para muitos, fazer uma gambiarra e recorrer aos mortos se torna muito mais fácil. 

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 21 de junho de 2011

Compreendendo a diferença entre religião, seita e heresia


Segundo a Nova Enciclopédia Internacional de Webster, religião é a crença e culto praticados por um grupo social, no qual uma força sobrenatural é objeto de reverência e devoção, tendo em comum as seguintes características: o reconhecimento de uma força sobrenatural, a mediação sacerdotal, o uso do ritual para estabelecer uma relação com o sagrado, e um senso comunitário.

De um modo geral, os dicionaristas definem a religião como um conjunto de práticas e princípios que governam as relações entre o homem e a divindade. Dessa forma, levando em conta apenas os aspectos meramente lingüísticos, pode-se afirmar que os evangélicos também fazem parte de uma religião, ou seja, a religião cristã.

Em relação à palavra seita, o dicionário Lello Universal afirma que é a reunião de pessoas que professam a mesma doutrina, mas que é diversa da geralmente seguida.

Etimologicamente, tal palavra vem do latim secta, que significa “linha de conduta, princípios, maneiras de viver, escolha filosófica” etc. Diz-se, especificamente em teologia, daqueles que se separaram de uma comunhão principal.

Foi por isso que os judeus tachavam o cristianismo de seita, uma vez que os cristãos desligaram-se do judaísmo, que era a religião “principal” da época: “Mas confesso-te isto: que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas” (At. 24:14). Já a palavra heresia é de origem grega (haíresis) que quer dizer ato de tomar, escolha, gosto particular etc.

No latim haeresis significa opinião, sistema, doutrina. Nos dicionários, heresia é definida como uma doutrina contrária aos dogmas de uma igreja ou religião.

Teologicamente, indica um erro voluntário e persistente, oposto a uma doutrina biblicamente estabelecida. Convém lembrar que a existência da Inquisição esteve diretamente relacionada à figura do herege e da heresia.

Todos os esforços empreendidos pela Igreja Católica mediante o Tribunal Inquisitorial, não tinha outro objetivo senão o aniquilamento da heresia e a eliminação do herege.

Mas, quem a Igreja considerava um herege? 


Veja a definição do Manual dos Inquisidores, que foi escrito naquela período: “Conclui-se que herege é quem se apega intransigentemente ao erro, pertinácia essa cuja expressão é a recusa de abjurar”*. O “erro”, segundo os inquisidores, podia ser sintetizado num único ponto: discordância ou contestação das “verdades” estabelecidas pela Igreja.

Dessa modo, os excomungados, os que se opunham aos dogmas da religião dominante, os que cometiam “erros” na interpretação dos livros canônicos, os que tinham opiniões divergentes às da igreja, os que não aceitavam suas doutrinas e sacramentos etc. eram igualmente chamados de hereges, os quais - invariavelmente - eram condenados às penas estabelecidas pela Inquisição, dentre as quais, a fogueira.                                                                    

Autor: Jaime Nunes Mendes

Por Lidiomar

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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