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terça-feira, 9 de maio de 2023

TRANSFORMAÇÃO PELA PREGAÇÃO

"Que formosos são os pés sobre os montes do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus Reina". Is 52.7

"Quando fui até vocês, anunciei a vocês o testemunho de Deus" 1Co 2.1

A pregação deve anunciar as boas novas.

Anunciar a reconciliação de Deus com a humanidade e palavras de salvação.

Deve anunciar O Reino do Senhor sobre a vida das pessoas.

“... Tornamo-nos ousados em nosso Deus, para vos falar o evangelho de Deus com grande combate.

Porque a nossa exortação não foi com engano, nem com imundícia, nem com fraudulência;

Mas, como fomos aprovados de Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações....

...E não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados;

Antes fomos brandos entre vós, como a ama que cria seus filhos...” (1Tes 2.1-9)

A palavra quando é pregada gera frutos, move o coração das pessoas.

Nossa pregação deve glorificar somente a Deus

O pregador que procura a glória das pessoas não vai conseguir glorificar a Deus.

O gosto das pessoas é amargo para a santidade divina.

Aquele que glorifica o ser humano, não prega transformação, mas acomodação.

Nossa pregação deve provocar transformação nas pessoas

A pregação deve provocar arrependimento, mudança, reflexão e principalmente adoração.

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

O CORAÇÃO DA PREGAÇÃO DE PAULO

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, eu vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20).

Em toda sua vida cristã Paulo jamais perdeu a visão de que ele precisava mortificar a sua própria carne:

“Já estou crucificado com Cristo”

Para que Cristo verdadeiramente vivesse nele e ele vivesse em Cristo:

“Vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim”...

O segredo do ministério bem sucedido de Paulo:

A consciência de que tudo depende de Cristo... “A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus” ...

O segredo de sua fé em Cristo:

A consciência que não era merecedor de nada... Mas era resultado do que Cristo fez... 

“O Filho de Deus, me amou e se entregou a si mesmo por mim”...

O poder motivador de seu ministério e de sua pregação... “Cristo vive em mim”...

O segredo de sua força e vida... “Cristo vive em mim”...

O segredo de sua fé... Por isso ele pode dizer:

Por esta razão sofro também estas coisas, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (2Tm 1.12).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 26 de abril de 2022

INSTRUÍDO E DIRIGIDO PELO ESPÍRITO

“A LETRA MATA, MAS O ESPÍRITO VIVIFICA” (IICo. 3.6)

A pregação e o ensino somente, não conseguem transformar vidas.

Uma doutrina boa não liberta as pessoas.

São necessários a Palavra e o poder de Deus para que haja transformação nas vidas.

Se você não tiver este poder na sua vida, você não poderá fazer com que ele funcione para os outros, pelo simples fato de falar sobre ele aos outros.

Somos tocados pelas vidas dos outros tanto quanto somos tocados pelas coisas que dizem.

O líder eficaz dá de si próprio aos outros. “O discípulo, depois de ser plenamente ensinado, será semelhante ao seu mestre” Lc. 6.40.

O fato de passarmos por experiências duras faz com que a verdade do Livro dos Livros se torne uma verdade em nossa vida.

Sendo cozido no fogão de Deus e assado no forno das tribulações e das experiências, o conhecimento se torna sabedoria.      

Um ministro do Evangelho não será eficaz simplesmente pelo fato de ter aprendido um método viável de preparação de sermões e lições.

Boas “ferramentas” o ajudam a ministrar melhor, mas simplesmente não há nenhum substituto para um ministro ungido, instruído e dirigido pelo Espírito, por mais simples que ele ache que seja o seu ministério.

“ENCHEI-VOS DO ESPÍRITO...” (Ef 5.18)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 27 de fevereiro de 2022

PREGAÇÃO DO EVANGELHO

Os atenienses eram extremamente religiosos. Havia tantos altares e tantos deuses diferentes que Paulo encontrou até um altar ao "DEUS DESCONHECIDO"!

Foi este fato que Paulo aproveitou para servir de elo entre a pregação do Evangelho e a vida daquele povo.

Eis aqui a primeira dica para você anunciar o Evangelho de forma relevante: descubra uma "ponte" entre o que o ouvinte crê e o Evangelho.

Paulo havia passado vários dias em Atenas. Ele não ficou desocupado. Ele ouvia e observava atentamente aquele povo até que descobriu o altar ao DEUS DESCONHECIDO e, também as citações de filósofos gregos que ele usou em seu sermão.

Bem, Paulo estava fazendo uma coisa que hoje parece um tanto estranha para muitos cristãos.

Ao invés de se separar do mundo e das suas filosofias, ele se entrosou na vida dos ímpios atenienses.

De fato, Paulo não era nada amigo da santidade tipo mosteiro - quando a pessoa se afasta do mundo para preservar a sua pureza.

Paulo era adepto de uma santidade tipo fermento. Entra na massa para permeá-la totalmente.

Paulo estava presente no mundo ateniense, mas não se deixou vencer pelo mundo, pelo contrário, venceu o mundo pela fé (1Jo 5.4-5).

Um dos pontos essenciais da estratégia de evangelização é o "envolvimento"

Os estudiosos da missão da igreja chamam esse princípio de "encarnação" - aproveitando a linguagem de João que disse ter Jesus se feito carne e habitado entre os homens (Jo 1.14).

A santidade tem muito a ver com a eficácia na evangelização. Se você pratica uma santidade tipo mosteiro, dificilmente será efetivo na evangelização.

Mas se você seguir o exemplo de Paulo (1Co 9.19-27), certamente será um melhor instrumento nas mãos do Espírito Santo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 13 de julho de 2021

ADORAÇÃO E MISSÕES

Deus não precisa de mim nem de você. Ele é suficiente em si mesmo.

Deus não precisa nem da minha e nem da sua adoração. Antes que nós existíssemos e o louvássemos Ele já era Deus com toda a glória e majestade que tem hoje.

Deus não fica triste ou deprimido se você não o adora. Mas Deus se alegra com o nosso louvor. Mas Deus recebe a nossa adoração. Ele não precisa, mas Ele a recebe e se alegra. Deus nos criou para louvá-lo e bendizê-lo.

Deus nos criou para o louvor da sua glória. O pecado nos desviou desse propósito, mas em Cristo, Deus nos reconcilia como Ele para que nós possamos adorá-lo.

Quando nós adoramos a Deus apesar dele receber e se alegrar nós o enriquecemos ou lhe acrescentamos nada, nós é que somos beneficiados. Nós fomos criados para isso. Deus colocou sal na nossa boca para que tenhamos sede dele. Mas, o propósito de Deus é que na diversidade de povos e línguas, tribos e nações, o seu nome seja adorado. Para que isso aconteça é necessário que nós anunciemos a Cristo.

Deus quer uma adoração de redimidos e lavados no sangue de Cristo. Deus quer uma adoração de regenerados. Deus quer uma adoração de pessoas guiadas pelo Espírito Santo. Para que isso aconteça é preciso que a Igreja anuncie a Cristo.

Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação.

Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Por que: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?

Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos obedeceram ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação?

E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. (Rm 10. 11-17) 

Kleber Nobre de Queiroz

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

A PREGAÇÃO DO EVANGELHO


Eis uma arma eficaz contra o inimigo: a pregação da verdade.

“Todo aquele que invocar o nome do senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de que nada ouviram? E como ouviram, se não há que pregue? E como pregarão se não foram enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos obedecem ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.”( Rm 10:13-17).

Diante desta maravilhosa declaração do apóstolo Paulo, pode-se chegar à conclusão que a pregação do Evangelho é poderosa, por si só, para salvar o perdido. A fé vem pela pregação da Palavra de Deus.

Paulo reitera aqui a mensagem constante nos versículos catorze e quinze, mostrando que a pregação com que os missionários da cruz obtinham convertidos, e que precisava ser ouvida para que pudesse haver fé, é a mensagem de Cristo.”

Em Jo 8:32, está escrito: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” É a verdade de Deus, Cristo, que liberta. e é exatamente por isso que devemos comunicá-lo.

Jesus comissionou-os a pregar o Evangelho: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todo a criatura.” (Mc 16:15); “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações...”(Mt 28:19).

O apóstolo Paulo, quando se converteu foi logo pregar o evangelho na sinagoga (At 9:20); em suas viagens missionárias pregava o evangelho (Rm 15:18-20); exortou ao seu filho na fé, Timóteo, que pregasse a Palavra (2 Tm 4:2), e, no final de sua carreira, quando estava preso, ainda pregava o evangelho (At 28:31).

Jesus Cristo e o apóstolo Paulo, enfatizaram a pregação do evangelho como arma para converter os incrédulos. 

O triunfo dos cristãos acontece como o resultado da proclamação da verdade que liberta (Jo 8:32).

O evangelho de Cristo é, em si mesmo, poderoso para a salvação daqueles que creem. É claro que pode-se variar nos métodos de comunicação deste.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 7 de junho de 2019

A MANEIRA COMO DEUS LIBERA UM LIVRAMENTO


E disse ela: Certamente irei contigo, porém não será tua a honra da jornada que empreenderes; pois à mão de uma mulher o SENHOR venderá a Sísera.  E Débora se levantou, e partiu com Baraque para Quedes.  (Jz 4:9) - O Senhor mesmo quebra tradições e pré conceitos.

Deus não está preso à uma só maneira de agir!

Exemplos: ex-endemoninhado gadareno enviado como evangelista (Não havia ainda sido discipulado)

A Igreja Primitiva iniciando novos trabalhos.

A maneira de agir era sempre imprevisível. Em Jerusalém, após os discípulos serem batizados com o Espírito Santo, uma multidão se converte com uma pregação pública de Pedro.

Ainda em Jerusalém, um homem é curado em público, e uma multidão se converte – E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo. 

At 5:42. O texto  nos mostra que usavam as reuniões públicas e caseiras tanto para o ensino como para a pregação do evangelho.
O  mesmo sucedeu em Cesaréia, na casa de Cornélio, onde ele faz uma reunião com seus parentes e amigos íntimos e chama Pedro para pregar (At 10:24). Filipe, em praça pública realiza sinais e prodígios, prega sobre o Nome de Jesus e sobre o Reino de Deus (At 8:5-8,12) 

No caminho de Gaza, Filipe dá um gancho no Eunuco (8:26-40). Em Salamina (At 13:5) ensinavam numa sinagoga de Judeus. Em Antioquia da Psídia (13:14,44) lotaram o local de reunião dos Judeus para pregar a Palavra de Deus.

Em Derbe (14:20,21) anunciaram o evangelho na cidade e fizeram muitos discípulos.

Em Atenas (17:16,17,19) Paulo sai intercedendo nas ruas da cidade, prega nas sinagogas, prega em praça pública e é convidado para pregar na corte mais alta que havia em Atenas.

Em Corinto (At 18:1-11), Paulo arruma um emprego, evangeliza em seu trabalho e ganha um discípulo (Áqüila), prega numa sinagoga e causa uma divisão na sinagoga, e começa a fazer suas reuniões na casa ao lado da sinagoga.

Em Éfeso (At 19:8-11), Paulo divide novamente uma sinagoga, e passou a fazer suas reuniões numa escola onde Paulo realizava muitos milagres.

Como vimos exaustivamente nos relatos acima, Deus não tem uma maneira padrão de agir.

Vendo isto, não podemos nos fechar para as coisas novas que Deus queira nos mostrar nesse tempo. Assim como nem tudo o que é novo é o melhor, também nem tudo o que é novo é ruim. Por isso, temos que nos abrir para novas formas de Deus agir.

Juntemos os nossos esforços em oração e intercessão.

Ouçamos os novos ministérios que possam surgir nesta época.

Não deixemos passar de nós este mover.

Pr. Anésio Rodrigues de Souza

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 26 de junho de 2018

A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA NA PREGAÇÃO


O NT mostra claramente que o propósito divino para a igreja, coletivamente, e para os cristãos, individualmente, é a maturidade espiritual. Coletivamente, Paulo mostra-nos a necessidade da maturidade, ao declarar que: "O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro" (Ef 4. 14). E, individualmente, também por intermédio do apóstolo Paulo, percebemos que o cristão tem como alvo principal da maturidade espiritual tornar-se semelhante a Cristo.

A vontade de Deus para cada cristão é expressa claramente por meio da declaração que ele faz aos romanos: "Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos" (Rm 8. 29).

Sendo a maturidade espiritual o desenvolvimento do caráter de Cristo no cristão, pergunta-se: como acontece o crescimento espiritual? Ou, como o cristão pode tornar-se maduro, adulto na fé? A resposta para essas questões não pode ser outra senão aquela que aponta à aceitação, ao estudo e à prática da Bíblia como Palavra de Deus, como o meio por intermédio do qual todos os cristãos, individual e coletivamente, podem se tornar maduros espiritualmente.

A BÍBLIA É UM LIVRO EXTRAORDINÁRIO
As Sociedades Bíblicas afirmam que bilhões de pessoas têm pelo menos um exemplar da Bíblia disponível em suas mãos. Mas, certamente, uma pequena porcentagem delas reconhece claramente o que a Bíblia é. A Bíblia, por ser a Palavra de Deus, é um livro único, pois além de termos, em seu conteúdo, o registro de fatos memoráveis do relacionamento Deus homem, o fato de termos ainda hoje, no início do século XXI, esse livro nas mãos de tantas pessoas, comprova que ela é um livro extraordinário.

A ORIGEM
A Bíblia é um livro extraordinário porque sua origem é especial. Deus revelou-se ao homem de maneiras diversas (Hb 1.1-3). Revelou-se audivelmente, comunicando-se com o primeiro casal, no Éden (Gn 1.27-31, 2.18-25 e 3.8-19); revelou-se por meio da criação, dando oportunidade para que todo ser humano reconhecesse sua glória (Sl.19.1-6, Rm1.19-20); revelou-se por meio dos profetas que indicavam a vinda de uma nova época em que o homem poderia de novo ter plena comunhão com Ele (Jr 31.31-33; Ml 3.1-4); revelou-se plenamente por intermédio da encarnação, quando em Jesus Cristo mostrou o único caminho de volta a Ele (Jo 1.14, 14.6); e, por fim, revelou-se ao inspirar homens separados (2 Tm 3.16-17; 2 Pe. 1.19-21) para registrar a sua vontade para nós, suas criaturas.

A UNIDADE
A Bíblia é um livro extraordinário, porque sua unidade é perceptível, embora tenha sido escrita durante um período de aproximadamente mil e quinhentos anos por um grupo de cerca de quarenta escritores. Esses escritores produziram sessenta e seis livros, em diferentes épocas e contextos, reconhecidos como inspirados, os quais formam um só volume, um só livro. Um único livro que contém uma única mensagem: a salvação que Deus oferece, por intermédio de Jesus Cristo, ao ser humano que, por causa do pecado, foi separado do Senhor. .

A TRANSMISSÃO
A Bíblia é um livro extraordinário, porque sua transmissão, por meio de milhares de cópias, foi preservada até nossos dias. Escrita em hebraico, grego e, em pequena quantidade, em aramaico, pelos escritores originais divinamente inspirados, a pureza de seu conteúdo pode ser comprovada pelo estudo de sua transmissão. Somente o supremo controle de Deus, sobre os autores e os escribas que copiaram esse material, pode explicar esse fenômeno.

A SUA SOBREVIVÊNCIA
A Bíblia é um livro extraordinário, porque sua sobrevivência através desses trinta e tantos séculos pode ser comprovada pela história. Depois de ter enfrentado a ordem do imperador Diocleciano, em 303 d.C., de ser destruída pelo fogo, ela se mantêm para todos que procuram em suas páginas a orientação divina que o homem tanto necessita. Ela ainda enfrenta ameaças e proibições de governos e de regimes totalitários. Os regimes passam e se desfazem, mas a Bíblia tem permanecido como a poderosa Palavra de Deus.

Itamir Neves de Souza

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A PREGAÇÃO DO EVANGELHO

Eis uma arma eficaz contra o inimigo: a pregação da verdade.

“Todo aquele que invocar o nome do senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de que nada ouviram? E como ouviram, se não há que pregue? E como pregarão se não foram enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos obedecem ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.”( Rm 10:13-17).

Diante desta maravilhosa declaração do apóstolo Paulo, pode-se chegar à conclusão que a pregação do Evangelho é poderosa, por si só, para salvar o perdido. A fé vem pela pregação da Palavra de Deus.

Paulo reitera aqui a mensagem constante nos versículos catorze e quinze, mostrando que a pregação com que os missionários da cruz obtinham convertidos, e que precisava ser ouvida para que pudesse haver fé, é a mensagem de Cristo.”

Em Jo 8:32, está escrito: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” É a verdade de Deus, Cristo, que liberta. e é exatamente por isso que devemos comunicá-lo.

Jesus comissionou-os a pregar o Evangelho: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todo a criatura.” (Mc 16:15); “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações...”(Mt 28:19).

O apóstolo Paulo, quando se converteu foi logo pregar o evangelho na sinagoga (At 9:20); em suas viagens missionárias pregava o evangelho (Rm 15:18-20); exortou ao seu filho na fé, Timóteo, que pregasse a Palavra (2 Tm 4:2), e, no final de sua carreira, quando estava preso, ainda pregava o evangelho (At 28:31).

Jesus Cristo e o apóstolo Paulo, enfatizaram a pregação do evangelho como arma para converter os incrédulos. 

O triunfo dos cristãos acontece como o resultado da proclamação da verdade que liberta (Jo 8:32).

O evangelho de Cristo é, em si mesmo, poderoso para a salvação daqueles que crêem. É claro que pode-se variar nos métodos de comunicação deste.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 27 de dezembro de 2014

BOMBEIROS DE DEUS

“E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida; salvai-os, arrebatando-os do fogo; quanto a outros, sede também compassivos em temor, detestando até a roupa contaminada pela carne” (Judas 1: 22-23)

A Palavra de Deus nos mostra que no final dos tempos haverá um grande incêndio que infelizmente, levará à morte muitas pessoas. Que incêndio será esse? Mateus 25:41diz: “Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”.

Esse incêndio é o lago de fogo e enxofre onde as pessoas que não obedecem à Bíblia, à Palavra de Deus, serão lançadas, pois  “ Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus” (Salmo 9:17).

Muitas pessoas se preocupam, para o pesar de Deus, somente com a destruição do corpo, apenas com a morte física e se esquecem de que a alma também será condenada. Em Mateus 10.28, esta escrito: Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode perecer no inferno tanto a alma como o corpo

Ou seja, temos que temer não apenas a morte do corpo,  a morte física, mas temos que temer também a morte espiritual, a morte eterna, a separação final de Deus. É por isso que o Senhor nos convoca para sermos bombeiros de Deus.

É nossa missão como bombeiros de Deus, como nos diz o apóstolo Judas, meio-irmão do nosso salvador Jesus e do apóstolo Tiago, nos apiedarmos das pessoas que estão na dúvida, duvidando se Deus existe ou não, se o inferno existe ou não, das pessoas que duvidam se ficam na igreja ou no mundo que jaz no maligno.

Como bombeiros de Deus, temos que alertar os nossos familiares, amigos, colegas de trabalho, as pessoas da nossa cidade, do nosso estado, do país e do mundo, do grande incêndio que virá após a morte física dessas mesmas pessoas, pois os seres humanos só morrem uma única vez, vindo depois disso o juízo, a condenação final no lago de fogo e enxofre, como está escrito; “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hebreus 9:27).

As pessoas só nascem e morrem uma única vez. Depois da morte, dependendo do que fizeram em vida, o destino dessas pessoas já estará selado para sempre. Depois de mortas, essas pessoas não podem fazer mais nada e por isso precisamos avisar do grande incêndio que virá no dia do julgamento final, arrebatando, tirando essas pessoas das estradas que levam para esse incêndio

Os bombeiros  usam duas ferramentas principais: o machado e a água. O machado, para destruir as portas que impedem as pessoas de saírem dos lugares onde há incêndios. Nós,como bombeiros de Deus, devemos usar o machado do evangelho que produz bons frutos, o machado do evangelho do arrependimento, já que: “está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo” (Mateus 3:10)

E usar a pregação da Palavra de Deus para destruir as portas largas que conduzem as pessoas à perdição, portas largas que estão registradas nas Sagradas Escrituras, como podemos ver:“ Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mateus 7:13-14)

QUE PORTAS LARGAS SÃO ESSAS? São as portas da mentira, da fofoca, da maledicência, do roubo, da hipocrisia, do assassinato, dos vícios, do adultério, da idolatria, enfim, são as portas largas do pecado.

Os bombeiros também usam a água para apagar o fogo dos incêndios. Como bombeiros de Deus, temos que usar a água da vida, a água do evangelho da salvação, para apagar as chamas de fogo do futuro incêndio que ameaça constantemente as pessoas.

Os bombeiros também resgatam as pessoas acidentadas, feridas em acidentes. Como bombeiros de Deus, temos que cuidar das e restaurar pelo poder de Deus, as pessoas que foram feridas pelo diabo e por outras pessoas usadas pelo inimigo.Nós somos o corpo de bombeiros de Cristo. A nossa missão é tirar as pessoas dos caminhos que as levam para esse futuro, terrível e cruel incêndio !!!

Daniel Ferreira da Silva

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O que fazer quando a Palavra não te impacta mais?


 “O que você faz quando a pregação da Palavra não te impacta mais como antigamente?”

Essa é a pergunta que me foi feita recentemente por um jovem sincero que aparenta estar buscando honestamente ao Senhor.

Muitos de nós conseguem se identificar com essa questão por já terem estado nessa situação. Nos lembramos do impacto que os sermões tinham sobre nós no passado – impressões fortes, convicções intensas, ilustrações poderosas – mas agora, nos sentimos como estátuas frias e inanimadas enquanto escutamos aos mesmos pregadores pregando os mesmos sermões.

O que deu errado? Isso pode variar para pessoas diferentes, mas deixe-me sugerir algumas possibilidades.

1.     Cansaço
A principal causa para uma escuta improdutiva da Palavra é a fadiga e, até mesmo, a exaustão. Trabalhamos muito e por muito tempo durante a semana. Nos sentamos e nos aquietamos pela primeira vez no Domingo pela manhã e, surpresa, nossas pálpebras começam a pesar como chumbo e nossos corpos começam a escorregar no banco da igreja. Uma hora extra de sono a cada noite pode reviver nossas almas.

2.  Distração 
Sábado à tarde e à noite são bons momentos para resolver pendências da semana e se preparar para a Segunda. Se não fazemos isso no sábado, estaremos fazendo pelo Domingo, mesmo que mentalmente, na igreja.

3. Indisciplina

Se nós não estamos lendo as nossas bíblias e orando de forma regular e disciplinada durante a semana, não podemos realmente esperar que estejamos espiritualmente sintonizados e sensíveis no domingo.

4. Pecado
Como pecados impenitentes formam uma barreira entre nós e Deus, precisamos nos certificar de que não há nada importante em nossas vidas bloqueando a bênção de Deus.

5. O pregador
Pode ser que o pregador esteja pregando uma série de sermões em um livro ou assunto que não se encaixa com as suas necessidades espirituais do momento. Apesar disso testar a nossa paciência, considerar o longo prazo pode mitigar nossa frustração. Não, você não precisa tanto dessas verdades/dessa série agora, mas pode guardar isso na sua mente e coração para quando precisar no futuro. Talvez nós possamos mortificar o nosso egoísmo orando: “Senhor, eu não estou absorvendo nada desse sermões mas estou grato por outros estarem e oro pela sua bênção sobre eles”.

6. Soberania
Deus pode estar testando a nossa fé ao nos deixar experimentar um período de frieza para com a Palavra. Nós andaremos pela fé até mesmo quando não há sentimentos nos ajudando no percurso? Nós escutaremos, confiaremos e obedeceremos mesmo quando não estamos sendo inspirados e movidos pela pregação?

7. Humildade
Deus também pode usar esses períodos para humilhar os nossos corações e nos mostrar quanta dureza ainda há em nós. “Estou ouvindo as mais belas verdades e isso me deixa frio como pedra. O pregador está derramando o seu coração nisso e eu nem posso ter certeza de que tenho um coração”. Essas experiências dolorosas revelam como ainda precisamos trabalhar a santificação dos nossos corações.


8. Encorajamento
O fato de estarmos incomodados com a nossa frieza espiritual é um sinal tranquilizador. Se estamos indiferentes sobre estarmos indiferentes, despreocupados com a nossa falta de preocupação, isso é, de fato, preocupante. Entretanto, o próprio fato de sentirmos e lamentarmos isso no mostra que Deus tem trabalhado em nossos corações. Podemos nos lembrar de quando olhávamos para a Palavra sem um mínimo de vida espiritual e isso não nos incomodava nem um pouco. Que isso nos incomoda agora e nos faz orar por uma transformação de coração revela um coração que já foi soberanamente transformado.

David Murray / Traduzido por Kimberly Anastacio | iPródigo

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.