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segunda-feira, 11 de setembro de 2023

REAÇÕES CRISTÃS ÁS PREVISÕES DO FIM DOS TEMPOS

Como um cristão deve responder às previsões catastróficas e eventos de notícias relacionados?

De uma perspectiva cristã, nossa primeira reação deve ser respirar fundo e relaxar.

Em algum momento, este mundo vai acabar (2 Pe 3:10).

Cristo retornará (Ap 19:11–13) no momento para o qual Ele está preparado (1 Co 15:51–52).

E ainda assim, cada pessoa na terra está agora mesmo a uma fração de segundo de um dia do juízo final pessoal (Sl 39:5).

Ataques cardíacos, guerras, acidentes e coisas assim podem nos deixar cara a cara com nosso Criador mais prontamente do que uma catástrofe global (Tg 4:13-15).

Esteja o fim dos tempos próximo ou muito distante, somos chamados a estarmos preparados (2Cor 6:2), não para entrarmos em pânico.

A grande maioria das previsões do fim do mundo são pura especulação, mito ou histeria desinformada.

Nem mesmo os maias pensavam que seu ciclo de calendário era uma previsão do fim do mundo.

Os especialistas em informática não foram os responsáveis pelo pânico do Y2K.

E virtualmente nenhum teólogo cristão pensa que o fenômeno da lua de sangue é um indicador importante de qualquer evento em particular.

Como acontece com outros modismos e manias, as discussões são motivadas por raciocínios inadequados e fatos ainda piores.

Um cristão nascido de novo pode ter certeza de sua salvação e confiar que Deus pode lidar com tudo o mais também (Mt 6:25–34).

Somos informados de que é possível ler os sinais dos tempos (Mt 16:3), mas também que é impossível saber com certeza quando o fim dos tempos realmente ocorrerá (Mt 24:36).

Em vez de nos concentrarmos em datas, disputas e rumores, devemos nos concentrar em levar o evangelho ao maior número possível de pessoas.

O navio está afundando, mas antes de nos preocuparmos sobre como e quando o fim chegará, precisamos colocar mais pessoas nos botes e coletes salva-vidas!

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 8 de julho de 2012

A Segunda Vinda de Cristo


O Novo Testamento apresenta vasta cópia de previsões da Segunda Vinda de Cristo: cerca de 300 referências têm sido verificadas. A matéria tem dado margens ás mais variadas interpretações, oriundas em grande parte da tentativa de se entrosar as diferentes previsões umas com as outras como se fossem peças de um quebra-cabeça, e assim preparar unta espécie de catálogo bíblico do porvir, uma narrativa histórica escrita com antecipação.

Examinando o Novo Testamento, verificamos que intenção divina das profecias é outra. Ao falar de sua volta, Jesus frisava:

“Vigiai! Porque não sabeis o dia nem a hora…” Seu intuito era o de incutir em seus discípulos a vigilância, para que fossem “semelhantes a homens que esperam” a volta do seu senhor (Lc 12:36).

Nesse caso, para que tantos pormenores nas previsões?

Os cristãos deveriam lembrar as informações que seu Mostre lhes confiava, para que, quando vissem acontece essas cousas, soubessem que estava próximo o reino de Dessa (Lc 21:31).

As profecias não constituíam história escrita com antecedência, como que para satisfazer as curiosidades, e sim, motivo de estimulo à vigilância e confirmação da fé por ocasião de seu cumprimento.

Observado isso, vejamos o que realmente sabemos da futura vinda de Cristo.

a) Como e quando se dará sua Vinda?

1) Será pessoal, “como o vistes subir” (At 1:11);

2) Será visível e inconfundível (Mt 24:20,47; Ap 1:7);

3) Será repentina e inesperada (Mt 24:36-44; Lc 21:34; 1Co 15:52);

4) Poderá dar-se muito breve (Mt 24:42,44; 25:13; Ap 22:20).

b) A que virá Cristo?

1) Paras separação dos homens (Mt 24:40-41).
Sua primeira vinda trouxe divisão (Lc 12:51) e sua segunda vinda concretizará e efetivará essa separação;

2) Para a ressurreição dos mortos (Jo 5:28-29; Jo 6:39-40,44; 1Co 15; 1Ts 4.13-17; Ap 20.13);

3) Para a reunião dos seus consigo no arrebatamento (1Ts 4.17; 2Ts 2.1);

4) Para a transformação dos seus (1Co 15.50-54) à sua própria semelhança (1Jo 3.2; Fp 3.20-21);

5) Para a permanência dos seus consigo para sempre (1Ts 4.17b) e o estabelecimento do Seu Reino (Ap 20.1-7; Is 11);
6) Para o julgamento de todos, tanto dos remidos como dos condenados, de acordo com suas obras (Mt 25.31-46): aqueles para o galardão (1Co 3.10-15; Rm 14.10,12; 2Co 5.9,10); e estes.
Para a execução da sentença já lavrada (Jo 3.18; 2Ts 2.12; Ap 20.11-15);

7) Para a destruição das cousas ora existentes e o estabelecimento de novos céus e nova terra (2Pe 3.10-13; Ap 21.22);

Para que, finalmente, “Deus seja tudo em todos” (1Co 15.28).

Autor: Bíblia Vida Nova

Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.