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sábado, 9 de dezembro de 2017

O QUE FAZER QUANDO NÃO HÁ SAÍDA

Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel que voltem, e que se acampem diante de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baal-Zefom; em frente dele assentareis o campo junto ao mar. Ex 14-1.2

De que forma você reagiria se, em algum momento, tivesse de enfrentar um problema de solução humanamente impossível? Procuraria controlar as suas emoções ou entraria em pânico? Pediria ajuda a alguém ou continua ria indiferente, agindo como se nada houvesse acontecido? Naturalmente, cada um de nós tem uma maneira de agir quando se depara com algum problema.

ADVERSIDADE É: Situação adversa; contrariedade. Infortúnio, desgraça, infelicidade.

I. AO PERCEBEREM QUE ESTAVAM SEM SAÍDA, OS ISRAELITAS:
DESCOBRIRAM QUE ESTAVAM EM UMA SITUAÇÃO DE RISCO
Os carros de Faraó estendiam-se a perder de vista, os arqueiros ansiavam por vingar o nome do Egito. Eles encontraram os israelitas junto ao mar, perto de Pi-Hairote, diante de Baal-Peor (Êx 14.6,7,9).

FORAM DOMINADOS PELO MEDO
Eles tiveram medo do exército de Faraó (Êx l4.l0a).
Nota cultural - O medo não é uma reação patológica, mas um instinto de proteção e auto- preservação. Muitas vezes, no momento em que nossa vida está sob perigo, Deus pode intervir a nosso favor, realizando algum milagre.

PENSARAM EM RECUAR
Os israelitas estavam acampados em Pi-Hairote, quando começaram a murmurar (Éx 14.12).

ATITUDES QUE DEVEMOS TOMAR QUANDO NÃO EXISTEM MAIS SAÍDAS

ENFRENTAR O PÂNICO - O medo é um sentimento muito comum na vida de qualquer ser humano. Contudo, ter medo de sair de casa, de dormir de frente para a janela, de entrar em ônibus, de estar em ambientes escuros ou de permanecer dentro de elevadores caracteriza um tipo de neurose que precisa ser curado por Jesus, mesmo que com a ajuda de um especialista.

NUNCA DESISTIR DE CLAMAR - Quando não encontramos solução para os problemas, devemos clamar a Deus (Êx 14.l0b).

CONTROLAR O MEDO - Moisés ordenou ao povo que não tivesse medo de Faraó. (Êx 14.13a).

FICAR QUIETOS - Moisés ainda falou ao povo convencendo-o a manter-se quieto, calmo, e esperar o tempo de Deus agir em nossas vidas. (Êx 14.13b).

CONFIAR NO SENHOR - Devemos ter fé de que Ele peleja por nós (Êx 14.14).

SEGUIR EM FRENTE - A ordem de Deus para o povo de Israel foi: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem (Êx 14.15b).

USAR A AUTORIDADE ESPIRITUAL - Moisés usou a sua autoridade espiritual quando levantou a vara diante do mar (Êx 14.16).

Os propósitos de Deus para a nossa vida. Ele muitas vezes nos leva em direção às adversidades:

PARA QUE SEJAMOS VITORIOSOS
Nenhuma adversidade acontece na vida do cristão com o propósito de derrotá-lo (Êx 14.17,18).

PARA QUE O INIMIGO SAIBA QUE O SENHOR É O ÚNICO DEUS
O povo de Israel temeu ao Senhor quando viu o exército de Faraó submergir no mar (Êx 14.3 1).

PARA QUE DEUS SEJA GLORIFICADO
Quando somos abençoados, Deus é exaltado em nossa vida. Em Êxodo 14.19, lemos que o anjo se pôs também à frente do povo, mostrando com isso que Deus deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida.

Se você está enfrentando tribulações, se tem algum problema cuja solução seja humanamente impossível, não desista: clame a Deus, siga em frente, não deixe que o medo o domine, confie no Senhor e use a autoridade recebida de Jesus Cristo.

Extraído Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 2 de julho de 2017

O QUE FAZER PARA ENTRAR NO REINO DO CÉU?

E a multidão o interrogava dizendo: Que faremos, pois ?E, respondendo ele, disse-lhes: Quem tiver duas túnicas, que reparta com o que não tem, e quem tiver alimentos, que faça da mesma maneira. Lc. 3.10,11

Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa os pobres desterrados? E vendo o nu, o cubras e não te escondas daquele que é da tua carne.
Então, romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda.


Então, clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui; acontecerá isso se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo e o falar vaidade; e, se abrires a tua alma ao faminto e fartares a alma aflita, então, a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia (Is.58.7-10)

Quando o jovem rico interrogou Jesus a respeito da salvação, Jesus Cristo disse: Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe. Lc.18.20)

Jesus Cristo disse que o jovem rico deveria seguir a lei do Sinai. Ao final de suas palavras, Jesus disse: Ainda te falta uma coisa: vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres e terás um tesouro no céu; depois vem e segue-me (Lc.18.22)

Jesus Cristo não pediu as riquezas do jovem rico para si. Jesus Cristo disse que o jovem rico deveria entregar suas riquezas aos pobres.

Para um cristão alcançar a salvação não é necessário que ele entregue todas as suas riquezas aos pobres. A história do jovem rico é uma situação específica.

A Bíblia, porém, deixa claro, que um cristão deve ajudar em muito, de forma rica, as pessoas pobres. Defendei o pobre e o órfão; fazei justiça ao aflito e necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios (Sl. 82.3,4)

Lázaro morreu pobre, mas Lázaro era um homem fiel aos mandamentos da lei do Sinai. Lázaro foi levado pelos anjos ao Céu.

O rico avarento e amante do luxo e das riquezas, que desprezou a lei do Sinai, está no inferno até hoje; atormentado por chamas, fogo e enxofre e atormentado por todos os demônios. (Lc. 16.19-31) 

Jesus ensinou o povo a seguir a lei do Sinai e a ouvir a voz dos profetas. Disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos (Lc 16.29)

Cláudio Ribeiro Melo.

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O que fazer quando a Palavra não te impacta mais?


 “O que você faz quando a pregação da Palavra não te impacta mais como antigamente?”

Essa é a pergunta que me foi feita recentemente por um jovem sincero que aparenta estar buscando honestamente ao Senhor.

Muitos de nós conseguem se identificar com essa questão por já terem estado nessa situação. Nos lembramos do impacto que os sermões tinham sobre nós no passado – impressões fortes, convicções intensas, ilustrações poderosas – mas agora, nos sentimos como estátuas frias e inanimadas enquanto escutamos aos mesmos pregadores pregando os mesmos sermões.

O que deu errado? Isso pode variar para pessoas diferentes, mas deixe-me sugerir algumas possibilidades.

1.     Cansaço
A principal causa para uma escuta improdutiva da Palavra é a fadiga e, até mesmo, a exaustão. Trabalhamos muito e por muito tempo durante a semana. Nos sentamos e nos aquietamos pela primeira vez no Domingo pela manhã e, surpresa, nossas pálpebras começam a pesar como chumbo e nossos corpos começam a escorregar no banco da igreja. Uma hora extra de sono a cada noite pode reviver nossas almas.

2.  Distração 
Sábado à tarde e à noite são bons momentos para resolver pendências da semana e se preparar para a Segunda. Se não fazemos isso no sábado, estaremos fazendo pelo Domingo, mesmo que mentalmente, na igreja.

3. Indisciplina

Se nós não estamos lendo as nossas bíblias e orando de forma regular e disciplinada durante a semana, não podemos realmente esperar que estejamos espiritualmente sintonizados e sensíveis no domingo.

4. Pecado
Como pecados impenitentes formam uma barreira entre nós e Deus, precisamos nos certificar de que não há nada importante em nossas vidas bloqueando a bênção de Deus.

5. O pregador
Pode ser que o pregador esteja pregando uma série de sermões em um livro ou assunto que não se encaixa com as suas necessidades espirituais do momento. Apesar disso testar a nossa paciência, considerar o longo prazo pode mitigar nossa frustração. Não, você não precisa tanto dessas verdades/dessa série agora, mas pode guardar isso na sua mente e coração para quando precisar no futuro. Talvez nós possamos mortificar o nosso egoísmo orando: “Senhor, eu não estou absorvendo nada desse sermões mas estou grato por outros estarem e oro pela sua bênção sobre eles”.

6. Soberania
Deus pode estar testando a nossa fé ao nos deixar experimentar um período de frieza para com a Palavra. Nós andaremos pela fé até mesmo quando não há sentimentos nos ajudando no percurso? Nós escutaremos, confiaremos e obedeceremos mesmo quando não estamos sendo inspirados e movidos pela pregação?

7. Humildade
Deus também pode usar esses períodos para humilhar os nossos corações e nos mostrar quanta dureza ainda há em nós. “Estou ouvindo as mais belas verdades e isso me deixa frio como pedra. O pregador está derramando o seu coração nisso e eu nem posso ter certeza de que tenho um coração”. Essas experiências dolorosas revelam como ainda precisamos trabalhar a santificação dos nossos corações.


8. Encorajamento
O fato de estarmos incomodados com a nossa frieza espiritual é um sinal tranquilizador. Se estamos indiferentes sobre estarmos indiferentes, despreocupados com a nossa falta de preocupação, isso é, de fato, preocupante. Entretanto, o próprio fato de sentirmos e lamentarmos isso no mostra que Deus tem trabalhado em nossos corações. Podemos nos lembrar de quando olhávamos para a Palavra sem um mínimo de vida espiritual e isso não nos incomodava nem um pouco. Que isso nos incomoda agora e nos faz orar por uma transformação de coração revela um coração que já foi soberanamente transformado.

David Murray / Traduzido por Kimberly Anastacio | iPródigo

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ser grande é um privilégio! O que fazer?


Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo (Mateus 20.26)

Era uma vez um menino que sentia vontade de ser bem grande e resolveu procurar alguém que pudesse lhe ensinar como fazer para ser grande.

Foi andando, andando e, de repente, parou diante de uma árvore enorme e perguntou:

- O que você faz para ser tão grande? A árvore respondeu:

- Eu dou frutas, flores, sombra, purifico o ar, agasalho as aves e minha madeira é muito útil ao homem. Eu sirvo.

O menino continuou sua caminhada, encontrou um grande rio e perguntou:

- E você, o que faz para ser grande? O rio disse:

- Eu levo barcas, abasteço de água as populações, irrigo as terras e forneço várias espécies de peixe. Eu sirvo.

Aquele menino continuava perguntando e prestando atenção às informações e ia crescendo com todas as respostas que ouvia:

Da professora, ele ouviu: - Para que a geração jovem aprenda ética, cidadania e tenha educação e instrução. Eu sirvo.

Do médico, ele ouviu: - Para que o homem seja saudável na mente e no corpo. Eu sirvo.

Do religioso, ele ouviu: - Para construir uma comunidade de irmãos, filhos de Deus, que saibam repartir o pão. Eu sirvo.

Do policial rodoviário, ele ouviu: - Na orientação aos motoristas, na disciplina e na segurança do trânsito e na prevenção do acidente. Eu sirvo.

Dos animais ele também obteve respostas:

O urubu disse: - Elimino da superfície da terra todo cadáver não sepultado. Eu sirvo.

A Abelha disse: - Eu espalho pólen nas flores e fabrico o gostoso mel. Eu sirvo.

E o menino não parou, foi perguntando, perguntando e pensando chegou às conclusões:

- Tudo só é grande quando serve;

- Tudo só é importante quando é útil;

- Tudo só é necessário e essencial quando, de alguma forma, constrói um mundo melhor.

Ele entendeu e ficou feliz com o que conheceu.

- Quando eu crescer também quero ser grande, vou começar hoje a servir, seja em casa, na escola, na rua, porque para Deus grande é quem serve.

Como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Mt. 20.28)

Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. (João 13.16)

Servir não é privilégio de muitos. Servir é para gente grande. Servir é para gente que se conhece, e está seguro de sua identidade, a tal ponto que nada nem ninguém o diminui.

Servir é para gente que conhece o coração das pessoas, a ponto de não se deixar decepcionar o suficiente para que o serviço seja abandonado.

Servir é para quem conhece o amor, de tal maneira que desconhece preço elevado demais para que possa continuar servindo.

Servir é para quem conhece o fim a que se pode chegar servindo e amando, de tal maneira que não é motivado pelo reconhecimento, a gratidão ou a recompensa, mas pelo próprio privilégio de servir.

Servir é para poucas pessoas, só para os parecidos com Jesus.

Lidiomar T. Granatti - Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.