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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

EVANGELHO DA GRAÇA

“... os quais servem de exemplar e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que, no monte, se te mostrou” (Hb 8.5).

“De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios melhores do que estes” (Hb 9.23).

Esses versículos indicam que jamais poderemos conhecer o verdadeiro significado do sacrifício de Cristo sem compreendermos o significado do sistema sacrificial estabelecido por Deus e revelado no Velho Testamento.

É de suma importância observar que Deus nunca salvou ninguém por meio da lei, nem mesmo pelos sacrifícios e ofertas que a Seu povo fora ordenado oferecer. Desde Adão, o único meio de salvação foi e continua sendo a revelação da graça divina.

Deus revelou Sua graça a Adão e Eva, quando os vestiu com as peles dos animais sacrificados. Da mesma forma, Noé “acho graça diante do Senhor” (Gn 6.8). Abraão, o pai da fé (Rm 4), não conhecia as leis judaicas, nem Isaque, Jacó ou José; todavia, todos os nomes desses servos de Deus se encontram na grande galeria dos salvos pela fé, conforme registro no capítulo onze de Hebreus.

O propósito de Deus, ao transmitir a lei por Moisés, foi ensinar o Seu povo a andar em comunhão com Ele, e restabelecê-la cada vez que houvesse ruptura.

Deus deseja comunhão perfeita e ininterrupta com Seu povo. Nesse sentido, encontramos imenso valor no estudo da tipologia do culto judaico. O desejo de Deus é que a Sua Igreja O conheça “na Sua Santidade”, e que leve a sério a advertência registrada em 1 Pe 1.16: “Sede santos porque eu sou santo” (cf. Levítico 11.44-45 e 19.2) (Do livro “A Lei e a Graça”, de Floyd Lee Gilbert, Editora Candeia, 1996, paginas 9 e 10).

Outro dia um leitor me escreveu dizendo da sua convicção de que o crente precisa das duas coisas: da observância da lei e das benesses da graça. É o mesmo que dizer que deseja continuar escravizado pela lei e ao mesmo tempo liberto pelo Evangelho da Graça. A Bíblia diz que essas situações são excludentes. Vejam

“É evidente que, pela lei, ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé” (Gl 3.11). Apesar disso, muitos teimam em tentar, em vão, receber a graça divina mediante o cumprimento irrestrito da lei. Ora, se este fosse meio de salvação, com que finalidade Jesus firmou com Seu sangue uma nova e eterna aliança, conforme está dito em Mateus 26.28 e 1 Co 11.25? “Se dada fosse uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei, mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes” (Gl 3.21-22).

O Apóstolo dos gentios anuncia alto e bom som: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós” (Gl 3.13). Ninguém pôde, nem pode, nem poderá cumprir todos os dispositivos da lei, sem tropeçar em um só. Ninguém pode passar toda a vida sem cometer adultério em pensamento; sem usar o santo nome de Deus em vão; sem cometer qualquer tipo de idolatria, e assim por diante.

A lei escancarou o pecado diante dos homens como se Deus dissesse: “Sem minha graça não conseguirão”. Nada fizemos nem fazemos para merecer o céu. “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). Por mais que nos esforcemos em cumprir toda a vontade de Deus, não conseguiremos. Fomos terrivelmente abalados pela ofensa do primeiro homem. Herdamos a natureza pecaminosa que nos empurra a nos rebelar contra o Criador.

Somos totalmente dependentes da graça: “Pois, pela graça sois salvos, mediante a fé” (Ef 2.8). A fé no Senhor Jesus Cristo (Jo 3.18; Rm 10.9).

“Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, nos livro da lei do pecado e da morte” (Rm 8.2). Estávamos encarcerados pela lei, guardados pela lei, escravizados pela lei, tutelados pela lei até o surgimento da nova e eterna aliança: “Mas antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei e encerrados para aquela fé eu se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, PELA FÉ [e não pelo cumprimento da lei], fossemos justificados. Vindo a fé, a nova aliança, o resgate de Jesus, não mais estamos “debaixo de aio”, sob a tutela da lei (Gl 3.25; 4.4-5).

A Bíblia diz que a “lei do Espírito de vida nos livrou da lei do pecado e da morte”(Rm 8.2). Vamos entender.

“Esta “lei do Espírito de vida” é o poder e a vida do Espírito Santo, reguladores e ativadores operando na vida do crente.

O Espírito Santo entra no crente e o liberta do poder do pecado (cf. Rm 7.23).

A lei do espírito entra em plena operação à medida que os crentes se comprometem a obedecer ao Espírito Santo (vv.4, 5, 13,14).

Descobrem que um novo poder opera dentro deles; poder este que os capacita a vencer o pecado. A “lei do pecado e da morte”, neste versículo, é o poder dominante do pecado, que faz da pessoa uma escrava do pecado (7.14), reduzindo-a à miséria (7.24)”

(Comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal). / Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 1 de maio de 2016

COMO CONSEGUIR O PERDÃO DE DEUS?

E, entrando no barco, passou para o outro lado, e chegou à sua cidade. E eis que lhe trouxeram um paralítico, deitado numa cama. E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo, perdoados te são os teus pecados. Mateus 9.1,2

Todos nós sem exceção já cometemos algum pecado (Romanos 3.23). Pecado é toda desobediência cometida contra Deus e sua palavra. O pecado nos afasta de Deus e pode enterrar nossa vida na amargura, nosso coração na tristeza e mandar nossa alma para o inferno! Todo pecado tem consequência no mundo físico (aqui na terra) e espiritual (mundo invisível).


I – QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO?
• Nos afasta de Deus (Isaias 59.2);
• Nos torna inimigos de Deus (Tiago 4.4);
• Trás morte espiritual e eterna (Romanos 6.23);
• Condena a alma (Salmo 9.17);
• Impede que prosperemos (Provérbios 28.13);
• Impede que Deus ouça as nossas orações (Salmo 66.18/Provérbios 28.9);
• Atrai maldição (Deuteronômio 28.15-19);
• Nos faz filhos do diabo (I João 3.7-10);
• Trás infelicidade (Salmo 1.1-6 – observe o contraste entre o justo e o ímpio);

Se o pecado é tão ruim e trás resultados tão amargos, como podemos ter o perdão de Deus para eles? Será que todo pecado tem perdão?

II – COMO CONSEGUIR O PERDÃO DE DEUS?
• Crendo que Deus pode perdoar seus pecados, não pelo seu merecimento, mas porque Ele te ama e Jesus levou sobre Ele os seus pecados (Romanos 4.4-8);
• Se arrependendo do pecado, não há como alguém ser perdoado se não arrepender-se dos erros cometidos, o reconhecimento de que erramos nos leva ao perdão, pois a Bíblia diz que o único tipo de pessoa que Deus não desampara são os quebrantados(Sl. 51.17) e ser quebrantado é ser arrependido (Atos 3.19);
• Confessando seus pecados a Jesus e assumindo seu desejo de mudança (Provérbios 28.13/I João 1.9/Salmos 51.2,3/Salmos 32.5);
• Se convertendo ao senhorio de Jesus aceitando viver a vida de Deus. Deus é compassivo e perdoador, mas não é palhaço para desvalorizarmos seu perdão e brincarmos de cai-e-levanta o tempo todo (Atos 3.19/João 5.14);

Deus é a pessoa mais amorosa que há em todo o Universo. A Bíblia não diz apenas que Deus ama, ela diz que Deus é AMOR. Por causa do seu eterno amor Ele nos perdoa se esquecendo (não levando em conta) dos nossos pecados (Miquéias 7.18-19/Salmos 32.5/Salmos 103.3,10,12); O perdão de Deus trás consequências boas e eternas para as nossas vidas.

III – QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DO PERDÃO DE DEUS?
• Nos trás para perto de Deus (Salmo 145.18);
• Nos faz amigos de Deus (Salmo 25.14/Romanos 5.1);
• Trás vida espiritual e eterna (Romanos 5.8,9);
• Salva-nos do inferno (Romanos 8.1);
• Nos faz novas criaturas em Cristo (2 Coríntios 5.17-19);
• Nos torna justos e aptos para termos nossas orações ouvidas. (I Jo. 1.9/Pv. 10.24);
• Nos faz participantes da natureza divina (I Pedro 1.3,4);
• Nos faz alvo das bênçãos de Deus (Efésios 1.3);
• Nos torna filhos e herdeiros de Deus (Romanos 8.14-17);
• Nos faz felizes (Salmo 32.1,2).

O perdão de Deus é um dom, um presente, uma grande dádiva para nós. Veja como é fácil tomar posse desse presente. Ele está a sua disposição agora mesmo. Se você quiser pode pedir e Deus lhe dará. Não precisa fazer um sacrifício, contar para outra pessoa ou se autoflagelar. Basta com fé e sinceridade pedir do intimo do seu coração a Deus em nome de Jesus Cristo, Ele lhe perdoará e você sentirá em seu interior a paz de Deus e o consolo do Espírito Santo.

Mis. Rosivaldo Silva Santos

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

VOCÊ NÃO É ESCRAVO, VOCÊ É LIVRE!

“Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra…” Êxodo 20.1-12

Depois que temos filhos, enxergamos a vida de outra maneira. Não adianta querer entender isso se você não tiver filhos.

O filho é um alvo tão importante do amor que o próprio Deus permitirá que entre nos céus, somente as pessoas que amarem Seu Filho – Jesus Cristo. Se você não amar o filho de Deus, não entrará no céu.

Pense: nós imerecedores do amor de Deus, o recebemos através do sacrifício de Cristo em nosso lugar.

A sua alegria, a sua salvação é a vontade de Deus, o Senhor deseja que todos sejam salvos. Jesus foi enviado para salvar a todos. (João 3.16.)

A Palavra de Deus diz que há mais de 2.000 anos, os hebreus estavam tristes, sofrendo, vivendo miseravelmente, não possuíam propriedades, não tinham nada de bom, eram escravos.

Escravos não sonham, não existem feriados para o escravo, o escravo não tem alegria, para ele tanto faz ser segunda-feira ou domingo e diante de toda aquela escravidão, Deus olhou para os seus filhos, para o seu povo, os viu destruídos e determinou libertá-los.

Após a saída do Egito, rumo à Canaã, o Senhor envia 10 mandamentos para que seus filhos cumprissem e fossem bem-sucedidos.

1º) NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM
É muito fácil ter outros deuses. No Egito havia deuses para tudo. Existem pessoas que adoram o namorado, o marido, a si mesmas, os filhos, etc… Um deus não é apenas uma imagem de escultura. Quem sabe seu filho é o seu deus, quem sabe você só pensa nele?

2º) NÃO FARÁS PARA TI IMAGENS DE ESCULTURA
Prestar culto, adoração, a qualquer pessoa, ou coisa constitui-se em ofensa para o Senhor, a prática de adorar objetos, estátuas, era e continua sendo comum para o homem. Deus abomina a idolatria sendo ela a uma pessoa, a um objeto, ou a uma estátua…

3º) NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR TEU DEUS EM VÃO
Ou seja; não diga que Deus aprovou o que Ele não aprovou. Não coloque o nome de Deus onde Ele não autorizou. Não diga o que o Senhor aprovou o que é contrário a Sua Palavra.
É crime usar a carteira de motorista de alguém… é crime usar o nome de Deus no que Ele não aprovou. As leis de Deus são para preservar a família.

4º) LEMBRA-TE DO SÁBADO
A palavra sábado significa descanso, paz. Não somos ‘máquina’, precisamos descansar. Um dos maiores privilégios do homem é poder descansar. Há pessoas que comem mal, e nunca tiram um tempo para o lazer… Se você não quiser ficar louco (a), descanse!

5º) HONRA TEU PAI E TUA MÃE
Esse é um desafio. Há pais que não são fáceis. Muitas pessoas não são felizes porque não honram seus pais, são péssimos filhos. Não reconhecem seus pais como autoridade, não os honram, não os respeitam. Demonstre amor aos seus pais, honre-os, esse é o único mandamento com promessa.

6º) NÃO MATARÁS
O único ser que mata por esporte, por divertimento é o ser humano. Deus não quer isso. Há pessoas que já se levantam pensando em matar. O Senhor não queria que Seu povo fosse conhecido como assassino.

7º) NÃO ADULTERARÁS
Não precisamos ter dinheiro, precisamos ter moral. Se você adulterou, clame o sangue de Jesus.

8º) NÃO FURTARÁS
Não roube, não pegue algo que não é seu. Isso é muito feio, veja o escândalo da Petrobras, a maior empresa brasileira, uma das vinte maiores do mundo.

9º) NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO
Conte para os outros que o Jesus fez na sua vida. Não se venda, não seja propagador de coisas ruins. Se Deus for o Seu Senhor você terá muitos testemunhos para contar.

10º) NÃO COBIÇARÁS A CASA, A MULHER, O SERVO, O BOI, O JUMENTO, NEM COISA ALGUMA DO TEU PRÓXIMO.
Deus tem prosperidade para nos dar. Não precisamos daquilo que é dos outros, mas, do que o Senhor nos dá.

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

PORQUE AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA

"Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mt 26.39)

Jesus estava disposto ao sacrifício

Jamais poderemos avaliar a profundidade dessa oração de Jesus no Getsêmani. Não que Jesus não quisesse seguir o caminho da morte como Cordeiro de Deus.

Nesse sentido Ele já tinha tomado Sua decisão, que anunciou previamente aos Seus discípulos: "Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá" (Mt 20.18-19).

Nessa única frase Jesus predisse de maneira compacta todos os acontecimentos da Paixão e da Páscoa. Através da Sua concordância com a vontade de Deus em seu aspecto mais central, Ele mesmo tornou-se o centro da vontade divina.

A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário.

Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios. Mas esse caminho tinha de ser assim tão penoso e horrível para o amoroso, puro e inocente Filho de Deus?

Gostaríamos de tê-lO poupado desses grandes sofrimentos! Seu discípulo Pedro também pensava assim: "E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens." (Mt 16.22-23).

Esta passagem mostra de maneira extremamente nítida o abismo, provocado pela queda, entre a forma de pensar humana, afetada pelo pecado, e os desígnios de Deus. A maneira humana de pensar, que ficou sujeita à influência de Satanás, rejeita caminhos de sofrimento.

Temos de aprender a pensar conforme a maneira de Deus, da forma como ensinam as Escrituras.

Foi a vontade de Deus que Seu Filho bebesse até a última gota o amargo cálice do sofrimento, suportasse o maior escárnio e as mais profundas dores físicas e emocionais.

E Jesus concordou com esse caminho, dizendo "Sim, Pai!" Somente esse caminho levava à nossa salvação e à Sua maior glória e plenitude de poder.

Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído, se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á.

Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque conquistou-a com Seu sangue. E qual foi a resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: "...todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres"? – Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta.

Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela.

Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42).

Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida.

Não podemos avaliar o significado mais profundo desse fato. Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus. E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim.

Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas. Nessa hora, nossa salvação estava em jogo.

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 3 de junho de 2015

TUDO A RESPEITO DO JEJUM

Quando jejuardes, não vos mostreis contristado como os hipócritas, porque desfiguram o rosto, para que o homem pareça que jejuam em verdade vos digo que já receberam o seu galardão, porem quando jejuares unge a cabeça e lava seu rosto. Para não parecer aos homens que jejuas, mas sim teu pai, que esta oculta; e teu pai, que vê o que esta oculta e te recompensará. (Mt 6.16-18)

No Antigo Testamento o jejum era aplicado por vários motivos, jejuavam pelos mortos, pelo infortúnio e tristeza como expressão da dor pelos pecados os próprios fariseus jejuavam duas vezes na semana.

A oração e o jejum estavam unidos na pratica daqueles crentes que vinham do gentilismo. O apostolo Paulo procura evitar a ideia de dar ao jejum um valor independente.

A palavra jejum não consta nos melhores manuscritos, em síntese, era um sacrifício ao qual se abstém dos alimentos, muito antigo em Israel, é bem provável que seja uma forma de agradar aos deuses dos povos do antigo oriente. Sempre em uma situação de emergência, como guerra, fome ou praga, era proclamado em todo o Israel um jejum como forma de humilhação a Deus no período de socorro.

O jejum em Israel continua por toda sua historia, sendo observado até no exilio babilônico, pelos profetas é visto como nulo, quando não se observa as legislações e memoria comunitária, como o direito e a justiça.

No novo testamento, o jejum também é uma pratica da igreja cristã. Dois textos nos evangelhos citam uma explicação de Jesus que parece ser algo novo sobre a ação do jejum no individuo que o faz.

Vale enfatizar que os jejuns que aparecem nos textos do antigo testamento e que reflete os tempos antigos da historia de Israel mostram algo coletivo, feito por todo o povo, já no novo testamento, vê-se um jejum individual, apenas em algum momento feito por toda comunidade.

Na bíblia, jejuar refere-se a abstenção de alimento por motivos espirituais, embora o jejum apareça frequentemente vinculado á oração, ele por si só deve ser considerado uma pratica de proveito espiritual.

Na realidade, o jejum bíblico pode ser chamado de oração sem palavra.

(1) HÁ TRÊS FORMAS PRINCIPAIS DE JEJUM, VISTA NA BÍBLIA:
(A) JEJUM NORMAL _ a abstinência de todos os alimentos, sólidos ou liquido, mas não de água, 
(B) JEJUM ABSOLUTO _ a abstenção tanto de alimento como de água.
Normalmente este tipo de jejum não deve ir além de três horas por dia, pois a parte daí o organismo desidrata o que é muito nocivo á saúde, Moisés e Elias fizeram jejum absoluto por 40 dias, mas sobre condições sobrenatural,
(C) O JEJUM PARCIAL _ uma restrição alimentar, e não uma abstenção total dos alimentos. O próprio cristo praticava a disciplina do jejum e ensinava que a mesma deveria fazer parte da vida consagrada do cristão, além de ser um ato de preparação para sua volta.

A igreja do Novo Testamento praticava o jejum,

O PROPOSITO DO JEJUM COM ORAÇÃO,
(a) um ato para Deus, visando á sua honra
(b), O crente humilha-se diante de Deus, para receber mais graça e desfrutar da presença intima de Deus;
(c) expressa pensar por causa de pecados e fracasso pessoas cometidos;
(d) busca graça divina para novas tarefas e reafirma nossa consagração a Deus
(e) como um meio de buscar a Deus, e aproximar-nos dele e prevalecer em oração contra as forças espirituais do mal que luta contra nos,
(f) como um meio de libertar almas da escravidão do mal,
(g) demostrar arrependimento e assim preparar o caminho para Deus muda seus propósitos declarados de julgamento;
(h) com o jejum obtivemos a revelação , sabedoria e entendimento no tocante á vontade de Deus,
(i) o jejum faz abrir o caminho para o derramamento do espirito santo, e para a volta de cristo á terra para buscar o seu povo.

Alex Souza

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A OFERTA DE PAZ

“Depois oferecerá, do sacrifício pacífico, a oferta queimada ao SENHOR” (Lv. 3.3)

A oferta de paz era uma oferta de comunhão, na qual Deus e o ofertante se alimentavam da mesma comida: o sacrifício que havia sido morto.

Primeiro o sangue deveria ser aspergido no altar; caso contrário, o ofertante não poderia se aproximar de Deus. Isso indica que hoje a morte de Cristo é a base de todas as nossas bênçãos e da comunhão que temos com Deus.

Por Sua morte, o Senhor Jesus expressou Sua devoção a Deus de maneira perfeita; Deus, portanto, tem um único e insondável deleite no Filho. E assim como o ofertante, mediante a imposição de mãos, se faz um com o animal que será sacrificado, nós também aparecemos perante Deus mediante a aceitação de Cristo. E não apenas isso: o Senhor Jesus é nosso tesouro e alegria diante de Deus. Por meio dEle e pela contemplação de Seu sacrifício, os crentes têm comunhão com o próprio Senhor, com o Pai e uns com os outros.

Contudo, antes que qualquer pedaço da oferta de paz pudesse ser comido, a gordura tinha de ser queimada como oferta de aroma suave. Deus recebia a melhor parte. A gordura indicava a preciosidade de Cristo, a qual apenas Deus pode apreciar na totalidade. Ao aceitá-la, o adorador hoje se aproxima do Pai e O louva com gratidão.

Somente então o ofertante poderia comer do sacrifício, cujo aroma já havia subido às narinas de Deus. Na ceia do Senhor, um maravilhoso senso de dignidade enche nosso coração quando temos comunhão com o Pai e compartilhamos de Sua alegria em Seu amado Filho; e também quando contemplamos o amor e a devoção do Filho para com o Pai.

“Porém, se alguma pessoa comer a carne do sacrifício pacífico, que é do SENHOR, tendo ela sobre si a sua imundícia, aquela pessoa será extirpada do seu povo” (Lv.7.20)

A oferta de paz significa a comunhão do adorador com Deus. Aqui o ofertante come do sacrifício que pertence ao Senhor. Portanto, para um israelita, era uma questão muito séria estar com qualquer tipo de impureza neste momento, pois traria profanação à presença de Deus!

Essa é uma lição para os redimidos: se quiserem ter comunhão com o sacrifício de Cristo na ceia do Senhor, eles têm de se guardar de qualquer forma de mal. Em Israel quem não se encaixasse nos requisitos da lei no tocante à pureza, incluindo comer da carne do sacrifício de paz, era “extirpado do povo”.

Um cristão que participa da mesa do Senhor ocultando pecados se expõe ao julgamento de Deus. Alem disso, se não se submete a uma auto-análise, condenando o mal que estiver em si, pode ser excluído da comunhão. “Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo” (1 Coríntios 5:13). Se isso não acontece, toda a congregação se abre à disciplina divina.

Em Corinto, muitos participavam da ceia de maneira indigna, portanto, Paulo declarou em sua primeira epístola que “por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem”(ou seja, morreram) (11:30). É mais que necessário para o adorador examinar a si mesmo diante da ceia do Senhor - e não apenas só ali – para verificar se sua vida se alinha com os ensinos bíblicos. “Se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (v. 31).

Viver em pecados, pelos quais Cristo sofreu e morreu, e ainda participar da ceia do Senhor como se tudo estivesse em ordem é provocar Deus!

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 17 de junho de 2012

O Valor do Sangue de Jesus


O sangue de Jesus é o tema central da Bíblia

De Gênesis a Apocalipse esse fio escarlata, o sangue de Jesus, é o tema principal. No Antigo Testamento, o sangue de Jesus é prefigurado no derramamento do sangue dos animais sacrificados nos holocaustos. No Novo Testamento o sangue de Jesus é derramado para a nossa redenção.

Você não é reconciliado com Deus por suas obras, méritos ou religiosidade, mas por meio do sangue de Jesus.

O sangue de Jesus é o fundamento da sua salvação
A sua salvação depende do sangue de Jesus. Se você não estiver debaixo do sangue de Jesus não haverá esperança para você. Sem derramamento de sangue não há remissão de pecado. Suas obras não são suficientes para levar você ao céu. Sua igreja não pode levar você ao céu.

Fora do sangue do Cordeiro de Deus ninguém pode entrar no céu.

O sonho de João Wesley: “Aqui no céu só há aqueles que foram remidos e lavados no sangue de Jesus”.

O VALOR DO SANGUE DE JESUS
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, 1 Pedro 1:18-19

Seu valor é incomparável
Pedro seleciona dois metais preciosos usados para comprar bens: o ouro e a prata. Mas Quando Deus foi nos comprar, nos redimir, ele não empregou o ouro nem a prata, mas o precioso sangue de Cristo. Você vale mais do que ouro!

Hoje muitas pessoas pensam que podem comprar a graça de Deus com dinheiro, com obras. Mas foi Deus quem nos comprou. Ele não usou os tesouros do mundo, mas o sangue do seu Filho: “…a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue” (At 20:28).

Seu valor é indispensável
A Palavra de Deus é clara e insofismável em afirmar que “sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados” (Hb 9:22).

a) Gênesis 3:21: “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu”. Essa é a primeira indicação de sangue. Aqui é o inocente sacrificado a favor do culpado.

b) Gênesis 4:4 – Abel leva o sangue e é aceito; Caim leva o fruto da terra e é rejeitado.

c) Êxodo 12:13 – Deus pôs toda a nação de Israel sob o sangue. Deus não disse: “quando eu vir suas obras, suas lágrimas, seu sofrimento, passarei por vós, mas quando vir o sangue.


Não foi o Cordeiro, foi o sangue – O Cordeiro precisou ser imolado. Não somos salvos pela vida do Cordeiro, mas por sua morte!

Os bons e os maus pereceram igualmente se não estavam debaixo do sangue – Todo aquele que estava sem a proteção do sangue do Cordeiro pereceu.

3. Seu valor é infinito
Pedro destaca aqui duas coisas preciosas:

a) O caráter sacrificial do Salvador
- Ele é o Cordeiro de Deus (Is 53:7) – A suprema submissão de Jesus até a morte e morte de cruz é um dos grandes aspectos da sua obra redentora.
- Ele não morreu como mártir – Ele entregou-se voluntariamente por você (Jo 10:18).

b) O caráter santo do Salvador
- Ele é o Cordeiro sem mácula – Por isso sua morte pôde ser vicária, substitutiva. Só Cristo poderia morrer por nós!
- Ele não conheceu pecado – 2 Co 5:21
- Nele não havia pecado – 1 Jo 3:5
- Nenhuma culpa foi encontrada em sua boca – 1 Pe 2:22.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz




Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.