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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

HÁ ESPERANÇA PARA AQUELE QUE PECOU

“Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas quem as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).

Não há homem que não peque. Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. A inclinação do nosso coração é para o mal. O pecado é uma isca que nos seduz e uma armadilha que nos atrai. O pecado é maligníssimo. Seu salário é a morte. Mas, será que há esperança para aquele que peca? O texto em tela nos dá a resposta.

EM PRIMEIRO LUGAR, HÁ ESPERANÇA PARA AQUELE QUE PECA, QUANDO HÁ UMA DISPOSIÇÃO DE CONFISSÃO. Encobrir o pecado é subestimar seu poder devastador. Mantê-lo escondido é tornar-se seu escravo. Onde o pecado é escondido, aí ele exerce sua tirania. O caminho do transgressor fica bloqueado, sempre que seu pecado é mantido sob o manto do silêncio. Encobrir o pecado é abrir no peito uma dor sem cura, é ver alastrar no corpo uma doença contagiosa, é ser derrotado por um mal fatal.

Davi chegou a dizer que enquanto ele calou o seu pecado, o seu vigor tornou-se em sequidão de estio e a mão de Deus pesava sobre ele de dia e de noite. Os cânticos de alegria foram substituídos pelos constantes gemidos. A alma em festa foi coberta de luto e a exultação em Deus foi transformada em total desespero. Oh, quão terrível é o pecado! Quão devastador são seus efeitos! Quão perturbador é para a alma encobri-lo.

EM SEGUNDO LUGAR, HÁ ESPERANÇA PARA AQUELE QUE PECA, QUANDO HÁ UMA CONFISSÃO SINCERA. Mas, o que é confessar o pecado? É concordar com Deus que houve a transgressão. É não se justificar nem buscar evasivas apenas para continuar na sua prática. A confissão é a disposição de reconhecer a culpa. É espremer o pus da ferida. É fazer uma assepsia da alma e uma faxina da mente.

A confissão deve ser a Deus, uma vez que só Deus pode perdoar pecados. Nenhum homem, por mais consagrado ou por mais alta posição que ocupe tem essa autoridade. Quando pecamos contra o nosso próximo, devemos, também, confessar a ele nossa transgressão. A palavra de Deus nos ensina a confessarmos os nossos pecados uns aos outros para sermos curados. A Escritura ainda nos diz que se confessarmos os nossos pecados Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça. Quando confessamos, Deus perdoa e quando Deus perdoa, ele apaga completamente as nossas transgressões e nos torna mais alvos do que a neve.

Oh, que glorioso perdão podemos receber de Deus! Oh, quão gracioso é o nosso Deus que nos dá o seu perdão, que não merecemos e quão misericordioso é ele que não aplica em nós o seu justo juízo que merecemos! Se Deus observasse os nossos pecados estaríamos consumidos. Mas, porque ele é perdoar, nisso consiste nossa esperança!

EM TERCEIRO LUGAR, HÁ ESPERANÇA PARA AQUELE QUE PECA, QUANDO DEPOIS DA CONFISSÃO DO PECADO HÁ UM ROMPIMENTO COM SUA PRÁTICA. O ensino da palavra de Deus não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento. Não é confissão e mais confissão do pecado, mas confissão e abandono do pecado. É confessar as transgressões e deixá-las.

A confissão e o abandono do pecado implica no recomeço de uma nova vida. É lembrar de onde se caiu e voltar à prática das primeiras obras. É sair do deserto existencial que o pecado produziu e entrar no jardim de Deus, onde os aromas da graça exalam com exuberância. É sacudir o jugo pesado da tristeza que o pecado produziu e celebrar com vívida alegria a restauração.

A promessa segura de Deus é que aquele que confessa e deixa suas transgressões alcança misericórdia. Oh, graça maravilhosa! Oh, Deus perdoador! Oh, esperança bendita! Há esperança para você, há esperança para mim, há esperança para todos nós, pecadores!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Erro de cálculo

“Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim” (Isaias 45.21)

Na última aula do ano, uma das turmas persuadiu o diretor do colégio, que estava escalado para dar uma aula de matemática, a responder questões sobre a vida em geral.

Um aluno perguntou:

- “Senhor, nos diga quanto a vida vale a pena; afinal, o senhor teve uma carreira bem-sucedida.”

O diretor sorriu e falou:

- “Senhoras e senhores, se ignorarem o Deus vivo, vocês cometerão um erro de cálculo na vida.”

Milhões de pessoas incorrem nesse mesmo erro e, no final da vida, não têm nada a apresentar para o Deus vivo. Correm e procuram em vão.

Alguns se refugiam nas teorias humanas, crendo que a humanidade se desenvolveu por princípios evolutivos.

No fundo, tais teorias proclamam que não precisamos de Deus e negam totalmente a existência dEle.

Muitas religiões, por outro lado, falam do “Deus de amor”, concebendo-O como um pai amoroso e permissivo, que fecha os olhos a todo e qualquer pecado e transgressão em nome de um “amor” que não existe na realidade.

Ambos os grupos estão no caminho errado.

Quem quiser realmente conhecer o Deus vivo, necessariamente tem de crer na “palavra da verdade”, a Bíblia. Ela nos diz o que é preciso saber sobre Deus, sobre nós mesmos, sobre os outros, a vida, a morte, e tudo o mais.

O Deus todo-poderoso é o Senhor de toda a criação e também o Salvador. Por causa de Sua santidade e justiça, Ele tem de condenar o pecador; mas por causa de Seu amor, abriu o caminho para que os pecadores se cheguem a Ele.
Deus enviou Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, para morrer na cruz por nossos pecados.

Quem crê nEle e na obra que o Cordeiro realizou é salvo.

Quem não crê incorre no maior e eterno erro de cálculo possível!

Extraído Devocional Boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.