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terça-feira, 11 de novembro de 2025

FAMÍLIA DE DEUS

Quando pomos nossa fé em Cristo, Deus se torna nosso Pai, tornamo-nos seus filhos.

Todo ser humano foi criado por Deus, mas nem todos são filhos de Deus.

A única maneira de fazer parte da família de Deus é nascer de novo e, assim, passar a pertencer a ela.

Você torna-se parte da família humana por meio de seu primeiro nascimento, mas torna-se membro da família de Deus por meio de seu segundo nascimento.

“...Conforme a sua grande misericórdia, Ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos (1Pe 1.3).

“...mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: “Aba, Pai”. O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 5.15b,16).

O convite para fazer parte da família de Deus é universal, mas há uma condição: fé em Jesus.

Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus (Gl 3.26).

Não apenas nascemos de novo por meio da fé para fazer parte da família de Deus, mas a Bíblia diz que Deus também nos “adota”.

Não merecemos ser seus filhos, mas Ele escolheu nos dar esse privilégio porque nos ama.

Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus (Jo 1.12,13).

Assim, você já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro (Gl 4.7).

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 12 de dezembro de 2021

AMOR UNIVERSAL

"O Filho do homem veio salvar o que estava perdido." Mt. 18:11.

"Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento." Lc. 15:7.

Pecamos e nos desgarramos do redil. Ele veio para nos ajudar a viver uma vida longe do pecado. Isso é ser reconduzido ao redil.

A obra de Jesus é buscar aquele que se perdeu. Isso se refere a você, também. Duvidar da possibilidade da salvação é duvidar do poder redentor dAquele que o comprou por preço infinito.

Enquanto Jesus esteve na Terra, mostrou, através de Seus milagres, poder para salvar até os que haviam ido longe demais.

Ao curar as doenças do corpo, mostrou que era capaz de limpar o pecado do coração. Ele fez o coxo andar, o surdo ouvir, e o cego ver. Purificou os miseráveis leprosos, curou o paralítico e os enfermos com todo tipo de doença.

Por Sua palavra até os demônios eram expulsos daqueles a quem subjugavam. Os que presenciavam Seus poderosos milagres maravilhavam-se, dizendo: "Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder, ordena aos espíritos imundos, e eles saem?" Lc. 4:36.

Ao comando de Jesus, Pedro foi capaz de andar sobre as águas; mas, ele deveria manter os olhos no Salvador. Quando desviou o olhar, começou a duvidar e a submergir.  Então gritou: "Salva-me, Senhor!" (Mt. 14:30) e Jesus estendeu-lhe Sua forte mão para sustê-lo.

Assim, ainda hoje, quando alguém clama por auxílio, essa poderosa mão se estende para salvar.

O Salvador ressuscitou mortos. Um destes foi o filho da viúva de Naim. Quando o cortejo fúnebre conduzia o corpo para o sepultamento, Jesus foi ao seu encontro.

Tomou o jovem pela mão e fê-lo levantar-se, devolvendo o filho à sua mãe. Os que ali se achavam, voltaram para casa, gritando de alegria e louvando a Deus.

Assim também Jesus ressuscitou a filha de Jairo, e a Lázaro, que estava morto e sepultado há quatro dias.

Quando Jesus voltar à Terra, Sua voz há de soar poderosa rompendo as paredes dos sepulcros, e os mortos em Cristo hão de ressurgir para uma vida gloriosa e imortal, e estarão "para sempre com o Senhor." I Ts. 4:17.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

ATRAÇÃO UNIVERSAL


O sangue de Cristo foi derramado por todos. Quando Jesus serviu a última ceia para Seus discípulos, pegou o cálice de vinho e disse: "Este é o meu sangue para a nova aliança, que é derramado por muitos para o perdão dos pecados." (Mateus 26:28)

Muitas das religiões do mundo têm atração para uma determinada raça ou nacionalidade. Uma religião atrai principalmente o mundo árabe. Outra atrai principalmente a mente hindu. Ainda uma outra se inclina para a filosofia oriental.

Mas a mensagem da Cruz significa boas novas para toda a humanidade, para todos que a aceitarem. Ao assestar os povos de toda as raças para Cristo, clamamos como João Batista: "Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (João 1:29)

Falando de Sua crucificação, o próprio Jesus disse: "Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos os homens para mim mesmo." (João 12:32) Por "todos os homens", Ele não queria se referir a todos os homens sem exceção, pois existem muitos que se recusam a ser atraídos por Ele.

O que Ele queria dizer era todos os homens sem distinção, quer fosse de classe ou cor ou outra coisa qualquer. O Seu convite para o amor é para os judeus e os gentios, igualmente.
A atração da cruz de Cristo é universal. Conheci gente de toda raça e origem que confiou nos méritos de Jesus Cristo e de Seu sangue derramado para a sua salvação. 

A atração da cruz alcança os antros de ópio do oriente, salvando e redimindo os homens de um inferno em vida. Toca os corações dos favelados e donos de coberturas. Penetra nas mansões da elite, onde homens e mulheres vivem no luxo, trazendo uma paz e uma alegria que o dinheiro não pode comprar. Transforma o caçador de cabeças num salvador de almas. Dá aos homens de todas as nações uma vida dinâmica e cheia de propósito.

Quando um financista famoso faleceu, há alguns anos, descobriu-se que, no ano anterior à sua morte, ele fizera o seu testamento, que consistia em umas dez mil palavras e 37 cláusulas. A cláusula mais importante no seu testamento era a sua prioridade na vida. Disse ele: "Entrego a minha alma nas mãos do meu Salvador, cheio de confiança em que, tendo me redimido e lavado com o Seu precioso sangue, Ele me apresentará impecável diante do trono de meu Pai celeste.

Roga a meus filhos que mantenham e defendam, diante de qualquer perigo e a todo o custo pessoal, a abençoada doutrina da completa expiação do pecado através do sangue de Jesus Cristo que foi oferecido, e tão-somente através dEle."

Este homem sabia que a sua imensa fortuna era tão impotente quanto a pobreza do mendigo para lhe dar a salvação.

Neste aspecto, ele era tão dependente quanto o ladrão que agonizou no Calvário, dependente da misericórdia de Deus e do sangue derramado de Cristo, assim como todos nós somos, não importa qual seja a nossa situação na vida.

Extraído do livro a  Segunda  Vinda  de  Cristo de Billy Graham / Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 31 de março de 2014

O dilúvio de Noé foi global ou local?

Quando se examina as passagens bíblicas, fica claro que o dilúvio foi global. Gênesis 7:11 afirma que “se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram”. É aparente, a partir de Gênesis 1:6-7 e 2:6 que o ambiente pré-dilúvio era muito diferente do que o que temos hoje.

Baseados nesta e em outras descrições bíblicas, assim como em registros fósseis e achados geológicos atuais, é razoavelmente especulado que outrora a terra se encontrava coberta por algum tipo de toldo de água. Este toldo poderia ser um toldo de vapor ou consistir de anéis, de alguma forma parecidos com os anéis de Saturno. Isto, em combinação com a grande camada de água subterrânea, ambas jorrando sobre a terra, (Gênesis 2:6) teria resultado em um dilúvio global.

Os versos mais claros que mostram a extensão do dilúvio são Gênesis 7:19-23: “E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos. Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos. E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem. Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu. Assim foi destruído todo o ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.”

Na passagem acima, não apenas encontramos a palavra “todo” (e suas derivadas) usada repetidamente, mas também encontramos expressões como “e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos”, “Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos” (o suficiente para permitir a passagem da arca com segurança acima deles), e “E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem. Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu”. Se estas descrições não forem para descrever um dilúvio universal cobrindo toda a terra, não sei como Deus poderia tê-lo feito de forma mais clara.

Além disso, se o dilúvio foi somente localizado, por que Deus instruiu Noé a construir uma arca ao invés de simplesmente fazer com que os animais migrassem e dizer a Noé para fazer o mesmo? E por que Ele instruiu Noé a construir uma arca grande o suficiente para abrigar todos os diferentes tipos de animais terrestres encontrados na terra nos dias de hoje?

Pode-se notar que até os dinossauros começam pequenos, e não teria sido necessário que Noé tivesse trazido para dentro da arca animais já crescidos.

Deus instruiu Noé a colocar dois de cada animal terrestre (vida aquática estava excluída) para dentro da arca (Gênesis 6:19-22) com exceção de “animais limpos”, e em relação a todas as aves, deveria haver sete de cada tipo na arca (Gênesis 7:2-3).

Pedro também descreve a universalidade do dilúvio em II Pedro 3:6-7, onde afirma: “Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio, Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios.” Nestes versos Pedro compara o julgamento “universal” vindouro ao dilúvio do tempo de Noé e afirma que o mundo que outrora existia foi inundado com água.

Também, a promessa de Deus (Gênesis 8:21; 9:11; 15) de nunca mais mandar tal dilúvio já teria sido quebrada se se tratasse apenas de uma inundação local. Além disso, todos os homens no mundo de hoje, segundo Gênesis 9:1,19, descendem dos três filhos de Noé, e muitos escritores bíblicos posteriores aceitaram a historicidade do Dilúvio mundial (Isaías 54:9; I Pedro 3:20; II Pedro 2:5; Hebreus 11:7).

Por último, o Senhor Jesus Cristo creu no Dilúvio universal e o tomou como o tipo de destruição vindoura do mundo, quando Ele retornar (Mateus 24:37-39; Lucas 17:26-27).

Há muitas evidências fora da Bíblia que apontam para uma catástrofe mundial como um dilúvio global. As várias sepulturas fósseis encontradas em todos os continentes, a grande quantidade de depósitos de carvão que exigiriam que grandes quantidades de vegetação fossem cobertas rapidamente, o fato de que fósseis oceânicos foram encontrados em topos de montanhas ao redor do mundo, as mais de 270 histórias de dilúvios vindas de todas as partes do mundo, e a grande extensão de formações geológicas mostrando vastas camadas de depósitos de sedimentos (incluindo aqueles encontrados no Grand Canyon (Estados Unidos), tudo isto validando a ocorrência de uma inundação global.

Fonte: GotQuestion

Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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