sábado, 7 de junho de 2014

UM DIA DIFERENTE DE TODOS OS OUTROS

E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota, onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio (João 19:17-18)

O capítulo 15 do evangelho de Marcos nos apresenta o relato cronológico desse dia único na história do mundo: o dia da crucificação do Senhor, que está dividido em fases de três horas.

Pela manhã (v. 1), ao amanhecer, o Senhor foi levado, amarrado, a Pilatos.

Na hora terceira (v. 25) foi crucificado. Os homens O ultrajaram, injuriaram e zombaram dEle.

Quando chegou a hora sexta (v. 33), ou seja, o meio-dia, começaram as três horas de trevas. Então o Senhor Jesus sofreu da parte de Deus o castigo que nossos pecados - os meus e os seus, mereciam.

À hora nona (v. 34), a obra da expiação chegou ao fim. O Senhor Jesus exclamou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”. Logo depois expirou, com um brado tão grande que fez o centurião exclamar: “Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus” (v. 39).

Quando chegou a noite (v. 42), o corpo do Senhor Jesus foi colocado em um sepulcro. Era o final do dia, véspera de sábado, dia em que todas as atividades eram suspensas.

O corpo formado pelo próprio Deus, no qual o Senhor Jesus visitou e atravessou este mundo, corpo que foi golpeado, ferido, ultrajado e crucificado, se achava envolto em um lençol no sepulcro de um homem rico (Isaías 53:9). O Santo não devia ver corrupção, nem mesmo ter contato com ela (Salmo 16:10). Três dias depois, Ele ressuscitou.

Esse dia, diferente de todos os outros, foi o dia em que o Cordeiro de Deus derramou Sua vida na morte por nós. Quem mais fez ou faria tal coisa? Foi o começo de uma história espantosa de redenção e vida eterna em Cristo Jesus.

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini


Graça e Paz