terça-feira, 6 de outubro de 2015

AMOR E OBEDIÊNCIA

Se obedecemos aos ensinamentos de Deus, sabemos que amamos a Deus de todo o nosso coração. (1Jo 2.5a)

Podemos provar aos outros e a nós mesmos que não somos mentirosos nem hipócritas. Essa certeza pessoal nos fará muito bem e nos ajudará a repelir as setas da desconfiança e da dúvida que o causador inescrupuloso e mentiroso atira contra o nosso peito (Ap 12.10).

No que diz respeito ao nosso relacionamento com Deus, o amor e a obediência precisam estar sempre juntos.

A desobediência nega o amor e a obediência afirma o amor. A ordem correta é o amor antes da obediência. Isso porque é ele que vai produzir e proteger a obediência.

O amor é a força motriz da obediência.

O mandamento do amor supera o mandamento da obediência.

O amor está subentendido nas tábuas da lei, porque ela só seria cumprida se houvesse amor.

Mesmo no regime da lei, Moisés já falava em amor: “O Senhor, nosso Deus, vai pôr vocês à prova, para ver se, de fato, o amam com todo o coração e com toda a alma” (Dt 13.3).

No discurso de despedida, no limiar da Terra Prometida, Moisés, aos 120 anos, associou os verbos amar e obedecer: “Se vocês obedecerem aos mandamentos do Senhor…e o amarem…” (Dt 30.16).

Muitos anos depois, quando um de seus ouvintes, por sinal um fariseu, perguntou-lhe qual era o mais importante mandamento da lei, Jesus responde: “Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma e toda a mente” (Mt 22.37). E ainda acrescenta: “Toda a lei de Moisés e os ensinamentos dos profetas [isto é em todo o Antigo Testamento] se baseiam nestes dois mandamentos” (v. 40; o primeiro é o amor a Deus e o segundo, parecido com o primeiro, é amar os outros).

Portanto, João tem toda razão quando diz que “se obedecemos aos ensinamentos de Deus, sabemos que amamos a Deus de todo o nosso coração”.

A prova que Deus mais requer é o amor!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz