sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

A VITÓRIA DE CRISTO


“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo.” (João 16.33)

Precisamos aprender a sempre trazer à memória a vitória de Cristo. Nele nós já temos tudo de que necessitamos.

Nós vivemos apenas para levar essa mensagem a outras pessoas. Com palavras e exemplos, nós lhes contamos sobre a vitória que Cristo nos deu e garantiu.

Cristo, nosso vencedor, conquistou tudo. Nada há para acrescentar. Nós não precisamos remover os nossos próprios pecados nem tentar conquistar a morte e o Diabo. Tudo já foi feito por nós.

De fato, não é a verdadeira batalha que estamos lutando. Nós estamos sofrendo agora somente para compartilharmos da vitória de Cristo.

A soma de todo o nosso sofrimento, incluindo o sofrimento e sangue dos mártires e dos santos, não pode nos dar a vitória. Ela não é conquistada pelo que fazemos.

Algumas pessoas declaram que nós devemos ser capazes de subjugar o pecado, a morte e o inferno por nós mesmos. Dizendo isso, elas insultam a Cristo.

As nossas lutas chegam muito tarde, pois, para termos algum conforto e paz, a batalha já precisa ter sido vencida. Cristo diz: “Eu já venci. Aceite a minha vitória. Cante sobre ela e glorifique-a. Conforte-se nela”.

Nós sabemos que quando os cristãos foram severamente provados, o Espírito Santo lhes lembrou da vitória de Cristo e os fortaleceu para que eles conseguissem suportar tudo. Assim, eles foram capazes de enfrentar até mesmo o martírio, confiando na vitória de Cristo.

Que Deus também nos ajude a nos agarrarmos à vitória de Cristo durante os problemas e a morte.

Apesar de não entendermos essas palavras de Cristo completamente, ainda podemos crer nelas em tempos de dificuldades e dizer: “Meu Senhor e Salvador falou essas palavras ao meu coração. Em Cristo eu tenho uma vitória sobre o mundo, a morte e o Diabo. Não importa quão pequeno e fraco eu seja. Amém”.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

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