domingo, 29 de março de 2020

ESCALA DE VALORES: IGREJA EM QUARTO LUGAR


Para muitos parece falta de espiritualidade deixar a igreja depois da família e do trabalho, mas esta é a forma correta de encarar nossas prioridades.

Mas note que estamos falando de valores e sua ordem, e não sobre a escolha de quais destes fatores terão lugar ou não em nossas vidas. Todos eles devem ter lugar em nossas vidas.

O fato da família vir antes que a igreja, não me dá o direito de não ir à igreja. Isto significa apenas que eu não devo negligenciar minha casa por causa da igreja, mas não me dá o direito de abandonar a igreja.

Muitas pessoas não vão aos cultos para passear com a família, e isto é errado. Devemos passear com nossos familiares, mas isto deve ser programado a fim de não coincidir com outros valores, como o horário do culto na igreja. Não podemos deixar de nos envolver com a igreja:

“Não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”. (Hb.10.25)

É necessário que o crente em Jesus seja fiel em frequentar sua igreja. Não apenas porque ali ele é edificado e fortalecido, mas principalmente porque esta é forma de andarmos debaixo de cobertura espiritual.

Precisamos uns dos outros; precisamos do relacionamento com os irmãos!

A Bíblia diz que o que vive isolado insurge-se contra a verdadeira sabedoria (Pv 18.1).

Embora vindo depois da família e do trabalho, a igreja é um valor precioso que deve vir antes de qualquer outra coisa ligada à vida social.

Se dermos o valor devido a cada uma destas atividades, mantendo-as em ordem na escala de valores e respeitando esta ordem em nosso dia-a-dia, deixaremos de ter muitos dos problemas que já tem nos incomodado…

*Trecho extraído do artigo "Ordenando nossa escala de valores", de Luciano Subirá

Pr. Luciano Subirá

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 28 de março de 2020

SEM A PRESENÇA DE DEUS, NÃO DÁ


Moisés, diante das muitas experiências que tivera com Deus, sabia o quão importante era ter sua presença nessa caminhada.

Dado ao grande número de erros que o povo de Israel, recém-liberto da escravidão do Egito, vinha cometendo no caminho rumo à Terra Prometida, Deus, no capítulo 34 de Êxodo, diz a Moisés que ao invés de continuar a caminhada com eles, mandaria em seu lugar um de seus anjos para guia-los e dar-lhes vitória sobre seus inimigos, pois é Deus fiel para cumprir com a promessa que havia feito aos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó.

Moisés, ao ouvir essa afirmativa da parte de Deus, começa a interceder para que o Senhor não se ausentasse do meio deles. Ele chega a radicalizar quando disse: “Sem tua presença não sairemos daqui”. Moisés, diante das muitas experiências que tivera com Deus, sabia o quão importante era ter sua presença nessa caminhada.

Mas, afinal de contas, o que o povo queria não era chegar e possuir a Terra Prometida, e isso Deus havia garantido que faria por meio de seu anjo, então, por que a presença dEle era indispensável?

A presença de Deus era indispensável na caminhada e na conquista, não porque elas corriam risco de não acontecer dada a ausência de dEle, mas porque a presença de Deus lhe daria mais do que a conquista da terra e bem-sucessão numa caminhada de perigos, a presença de Deus era a demonstração real, segundo o que cria Moisés, da Graça que concedia favores sem que houvesse motivos para eles (Ex 34.12–13).

Com a presença de Deus e a manifestação de Sua graça, Moisés sabia que poderia ter conquistas infinitamente maiores que as materiais. Por meio da graça, Deus lhes poderia mostrar o caminho que deveriam seguir para agradá-lo. Foi por meio dessa mesma graça que Moisés conseguiu ver o próprio Deus.

Não diferente da época retratada acima, existem poucas pessoas que valorizam a presença de Deus hoje em dia. O único que ansiava por ela, como visto no texto, foi Moisés. E ele intercedeu por isso. Esse povo que almejava somente a conquista, mais tarde precisou morrer para dar lugar a uma nova geração, porque eles não conseguiram transcender o natural e crer no sobrenatural, por mais que ele se manifestasse a eles todos os dias. Eles creram no relatório amedrontado dos espias, mas não conseguiram crer que o Senhor lhes daria vitória sobre as nações que habitavam a Terra Prometida.

Quando fazemos a opção de viver somente assimilando o natural e crendo através das possibilidades humanas de que as coisas de Deus podem ou não acontecer em nossas vidas, com toda certeza, morrermos no “deserto” sem que alcancemos uma promessa se quer. Precisamos viver o natural, mas saber que Deus, de maneira sobrenatural, pode fazer acontecer muitas coisas em nossas vidas.

Foi através de Abrão e Sara, uma mulher estéril, que Deus começou a constituir a Nação de Israel. Sara chegou a rir quando o Anjo do Senhor disse a Abrão, quando o casal já estava idoso, que ela teria um filho. E foi o que aconteceu.

Com Deus não inexiste possibilidades de cumprimento de suas promessas, por mais que elas pareçam absurdas do ponto de vista da lógica, a não ser que resolvamos nos ater e crer somente de maneira natural.

O natural é superado quando passamos a valorizar a presença sobrenatural de Deus e o enxergamos não somente pelos feitos, mas por aquilo que ele é. Israel viu a Deus somente pelos seus feitos, o que não pode provocar efeitos de fé, mas de insatisfação quando as cosias não ocorriam como eles queriam.

Devemos buscar experiências diretamente com Deus e não com seus feitos. Moisés buscou isso e obteve. Ele viu a Deus. O povo não viu a Deus, senão seus feitos: viram Faraó ser derrotado, o Mar Vermelho se abrir, comeram Maná, viam a Coluna de Fogo que os clareava durante a noite, viram água sair da rocha…

Não busque ou se contente com a intervenção do sobrenatural em sua vida, busque a presença de Deus, pois é ela que traz a graça que nos faz ir além das possibilidades, porque por é por meio dela que nós, meros seres errantes, conseguimos ter e obter mais do que ou simplesmente o que não merecemos

Fernando Pereira

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 27 de março de 2020

CASTIGO OU PROTEÇÃO?

Deus planejou cuidadosamente a nossa vida, desde quando nos criou. Modelou-nos carinhosamente conforme a sua vontade: nossa aparência, habilidades, lugar de nascimento a nossa família; nada foi meramente acidental.

Pelo seu amor, ele estende sua mão e nos atrai para si, através de circunstâncias que ele coloca em nosso caminho, justamente com esse propósito.

Passamos por um novo nascimento através do Espírito Santo, ao aceitarmos Jesus Cristo como nosso Salvador, fomos batizados e cheios do Espírito Santo. Agora, o seu plano é aperfeiçoar-nos. “Pois, devido à nossa fé, Ele nos colocou neste lugar do mais alto privilégio, onde agora nos encontramos e nós confiante e alegremente, ansiamos pelo dia quando realmente nos tornaremos tudo quanto Deus tem em mente que sejamos.” (Romanos 5.2).

Ao recusarmos ver a mão de Deus em todas as situações que nos rodeiam, somos como um vaso de barro discutindo com seu criador. Dizemos: Se eu fosse Deus não agiria assim. Enquanto assim procedermos, não temos paz e a situação não se modifica. Insistimos em entender e aprovar o seu plano antes de nos entregarmos a ele. Essa maneira de ser levanta uma barreira entre Deus e nós. A aceitação do plano divino deve vir antes do nosso entendimento; Precisamos confiar em Sua Palavra.

Deus não criou o mal, porque Deus é amor. Mas criou seres com livre arbítrio e com capacidade de fazer o mal. O mal apareceu como consequência da rebelião do homem, e permanece no mundo com a permissão de Deus, mas sempre sujeito à vontade dele. Nenhum mal pode se aproximar de nós sem a permissão de Deus. Justamente porque o mal existe, Deus mandou seu Filho para morrer na cruz a fim de quebrar o poder do mal na vida dos que crerem nele. “Os maus inclinam-se perante a face dos bons” (Prov. 14.19).

Jesus não foi um pacifista. Quando ele disse: “Não resistais ao perverso”, ele quis dizer que devíamos usar a nossa energia reconhecendo o poder de Deus sobre o mal, e reconhecendo que algumas vezes Deus prefere usar as circunstâncias aparentemente maléficas para realizar o seu plano perfeito. “Sujeitai-vos, portanto a Deus. Mas resisti ao diabo e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus e ele chegará a vós.” (Tiago 4.7,8) “Sede vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor... ficai firmes na fé. ...Deus... vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar” (I Pe 5.8-10).

Precisamos estar vigilantes para perceber o ataque do inimigo, mas a nossa atenção deve ser focalizada em Deus, e não em Satanás. Temos que estar cientes da existência do nosso inimigo, mas a nossa segurança não está em vigiar o inimigo, mas em sabermos que Deus é poderoso. Se deixarmos que o medo, as dúvidas e a preocupação com a presença do inimigo tomem conta de nossa mente, impediremos que o poder de Deus intervenha.

Deus permitiu que Satanás atormentasse Jó porque amava a Jó. Deus permitiu que Cristo fosse pendurado na cruz porque amava o seu Filho, bem com a nós. Deus permitiu que as forças das trevas e do mal ganhassem uma vitória aparente – aparente para o nosso ponto de vista – mas durante todo o tempo o plano perfeito para a salvação do mundo estava sendo posto em ação.

O caminho de Deus pode nos levar a batalhas violentas, à fortes tempestades, ou ao fogo, ou a inundações. Entretanto, onde quer que estejamos, a presença de Deus nos acompanha, e sua mão nos guia

“O caminho de Deus é perfeito. A palavra de Deus é provada; ele é proteção para todos os que nele se refugiam” (salmos 18.30)

Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 26 de março de 2020

DEUS ESTÁ NA CIÊNCIA


A ciência é o caminho que percorremos na busca pelo conhecimento. É, portanto, um caminho infinito, uma trilha em que a todo momento somos ou convidados ou desafiados a pensar, porque é pensando, dedicando nossa atenção a um certo aprendizado, é que conquistamos o saber.

Ao longo da vida, seguimos por essa estrada do conhecimento, que a ciência pavimentou e continua a pavimentar, centímetro a centímetro, a cada nova descoberta.

De saber em saber, o homem avança na construção do conhecimento. Como saber não ocupa espaço, meus amigos, não podemos deixar passar nenhuma das oportunidades que nos surgem pela frente de pavimentar mais um pedaço da estrada que devemos trilhar em nossa longa caminhada.

Para nós cristãos, é ainda mais importante ter a compreesão do mundo e das coisas do mundo sob o ponto de vista científico.

Deus codificou o Universo na linguagem matemática. Foi por isso que o cientista Albert Einstein disse: “Eu quero conhecer a mente de Deus”.

Compreender essa gênese do mundo a partir da ciência é estar mais próximo daquilo que Deus pensou para o homem e para cada um de nós cristãos em particular.

Buscar o conhecimento aproxima o homem de Deus tanto quanto a fé infinita que temos e devemos ao Senhor em nossa plena confiança em Seus desígnios.

É preciso incorporar a compreensão de que ciência e fé são dois lados de uma única moeda, dois dialetos de um mesmo idioma. Esses são pressupostos de um mundo pleno e verdadeiro, de pessoas realizadas em corpo e espírito, de homens completos.

Eis a nossa busca: a plenitude. De corpo e espírito, pela ciência e pela fé.

Robson Rodovalho

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 25 de março de 2020

A IRA DE DEUS


“Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça” (Rm 1.18).

A IRA (grego orge) de Deus é uma expressão da sua justiça e do seu amor. É a indignação pessoal de Deus diante de todo o pecado (Ez 7.8,9; Ef 5.6; Ap 19.15) e sua reação imutável causada pelo comportamento iníquo do ser humano (Êx 4.14; Nm 12.1-9; Sm 6.6,7) e nações (Is 10.5; 13.3; Jr 50.13: Ez 30.15), e pela apostasia e infidelidade do seu povo (Nm 25.3; 32.10-13; Dt 29.24-28)”.

01) NO PASSADO, a ira de Deus e seu ódio ao pecado revelaram-se através do dilúvio (Gn 6-8), da fome e da peste (Ez 6.11ss), do abrasamento da terra (Dt 29.22-23), da dispersão do seu povo (Lm 4.16) e de incêndio através da terra (Is 9.18, 19)”.

(02) NO PRESENTE, a ira de Deus é vista quando ele entrega os ímpios à imundícia e às vis paixões e leva à ruína e à morte todos quantos persistem em lhe desobedecer (Rm 1.18 – 3.18; 6.23; Ez 18.4; Ef 2.3)”.

(03) NO FUTURO, a ira de Deus incluirá a Grande Tribulação para os ímpios deste mundo (Mt 24.21; Ap 6-19) e um dia vindouro de juízo para todos os povos e nações (Ez 7.19; Dn 8.19) – “dia de alvoroço e de desolação, dia de trevas e de escuridão” (Sf 1.15), um dia de prestação de contas para os iníquos (Rm 2.5; Mt 3.7; Lc 3.17; Ef 5.6; Cl 3.6; Ap 11.18; 14.8-10; 19.15). Por fim, Deus manifestará sua ira mediante o castigo eterno sobre os que não se arrependerem”.

(04) A IRA DE DEUS NÃO É A SUA ÚLTIMA PALAVRA AOS SERES HUMANOS, pois ele proveu um meio de escape ou salvação da sua ira. O pecador pode arrepender-se do seu pecado e voltar-se a Jesus Cristo por fé (Rm 5.8; Jo 3.36; 1 Ts 1.10; 5.9)”.

(05) OS CRENTES UNIDOS A CRISTO DEVEM COMPARTILHAR DA IRA DE DEUS CONTRA O PECADO, não no sentido de vingança, mas por amor sincero à justiça e aversão ao mal. O NT reconhece uma ira santa que aborrece aquilo que Deus odeia.

Ira está evidenciada principalmente no próprio Jesus (Mc 3.5; Jo 2.12-17; Hb 1.9), em Paulo (At 17.16) e outras pessoas justas (2 Pe 2.7, 8)”.

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal / Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 24 de março de 2020

O QUE DÁ PRAZER A DEUS


Os amalequitas, povo nômade, que vivia de pilhagem, se opuseram ao povo de Deus quando ele vinha do Egito depois de libertado pela ação poderosa do Senhor. Esse fato está registrado no livro de Êxodo, capítulo 16.8-16. Israel derrotou os amalequitas numa batalha em que Moisés fez uma intercessão a Deus pelo povo, com o auxilio de Arão e Hur.

No versículo 14 de Êxodo 16, encontramos um decreto de Deus em que Ele disse que riscaria Amaleque do mapa, pelo mal que fizera a Israel.

Depois de aproximadamente 400 anos chegara o dia de juízo sobre esse povo. Deus escolhera Saul, o primeiro rei de Israel, para ser o instrumento desse juízo. O fato está registrado no livro de 1 Samuel 15.1-3. A ordem terrível de Deus era para que todos os amalequitas e tudo que lhe pertencia fossem destruídos (1 Sm 16.3).

Saul organizou a campanha de guerra e Deus lhe entregou os amalequitas e ele os destruiu. Mas, infelizmente, Saul obedeceu em parte às ordens de Deus, pois poupou o melhor do rebanho de Amaleque e poupou também o seu rei, Agague.

Ao voltar Saul da peleja, Deus mandou o profeta Samuel encontrar-se com ele para transmiti-lhe Sua insatisfação por ter ele obedecido parcialmente a Sua vontade. Samuel disse a Saul, o seguinte: “… Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” 1 Sm 15.22,23.

A sentença de Deus sobre Saul, por causa do seu pecado de desobediência, foi ter ele sido rejeitado e ter perdido o direito de ter sucessores de sua família ocupando o trono de Israel.

Tratando-se ainda do pecado de Saul, foi porque ele obedeceu parcialmente uma manifestação da vontade de Deus para a sua vida. Deus mandou destruir tudo dos amalequitas, inclusive o povo, e Saul poupou o rei e o melhor do seu rebanho.

Quando Samuel o arguiu ele disse que tinha poupado o gado para ser usado como oferenda ao Senhor, nos cultos celebrados por Israel. Isso deu ensejo a Samuel de dizer-lhe que Deus tem mais prazer em que a Sua vontade seja obedecida do que em sacrifícios que lhe são oferecidos.

Deus é um ser pessoal e tem uma vontade que é revelada nas Sagradas Escrituras, e que deve ser obedecida por todos, especialmente por aqueles que professam a fé em Cristo. Essa vontade, disse Paulo, é boa, perfeita e agradável. (Rm 12.2).

É preciso que levemos a sério a questão da vontade de Deus, pois o pecado de desobediência é comparado ao pecado de feitiçaria, conforme revelado por Samuel, o profeta. “Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria”.

O que dá prazer a Deus não é tanto as celebrações ou os cultos que apresentamos a Ele, mas em que obedeçamos em tudo a Sua santa vontade. O ideal é que as nossas celebrações ao Senhor sejam misturadas com um profundo sentimento de obediência aos mandamentos de Deus, revelados nas Sagradas Escrituras.

A Bíblia nos diz que Deus abomina as celebrações realizadas pelo seu povo, quando essas são misturadas com a iniquidade, com o pecado (Leia Malaquias capítulos 1 e 2).

Portanto, procuremos em tudo fazer a vontade de Deus para as nossas vidas, inclusive aquela que trata sobre a santificação. “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” 1 Pe 1.15.

Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 23 de março de 2020

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE DOENÇAS PANDÊMICAS?"


Vários surtos de doenças pandêmicas, como o Ebola ou o coronavírus, têm levado muitos a perguntar por que Deus permite - ou mesmo causa – essas doenças e se são um sinal do fim dos tempos. A Bíblia, particularmente o Antigo Testamento, descreve inúmeras ocasiões em que Deus trouxe pragas e doenças sobre o Seu povo e os Seus inimigos "para mostrar a você o meu poder" (Êx. 9:14, 16).

Ele usou pragas no Egito para forçar o Faraó a libertar os israelitas da escravidão, ao mesmo tempo poupando o Seu povo de ser afetado por elas (Êx. 12:13; 15:26), indicando assim o Seu controle soberano sobre doenças e outras aflições.

Deus também alertou o Seu povo sobre as consequências da desobediência, as quais incluíram pragas (Lv. 26:21, 25). Em duas ocasiões, Deus destruiu 14.700 pessoas e 24.000 pessoas por vários atos de desobediência (Nm. 16:49 e 25:9).

Depois de dar a Lei Mosaica, Deus ordenou que o povo a obedecesse ou sofresse muitos males, incluindo algo que se parecia com o Ebola: “O Senhor os ferirá com fraqueza, febre e inflamação… e isto os perseguirá até que vocês pereçam” (Dt 28:22). Estes são apenas alguns exemplos de muitas pragas e doenças que Deus causou.

Às vezes é difícil imaginar nosso Deus amoroso e misericordioso demonstrando tanta ira e raiva em relação ao Seu povo. Mas os castigos de Deus sempre têm o objetivo de arrependimento e restauração. Em 2 Cr 7:13–14, Deus disse a Salomão: “Se eu fechar o céu de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo, se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, me buscar e se converter dos seus maus caminhos, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” Aqui vemos Deus usando o desastre para atrair o Seu povo para Si mesmo, a fim de causar o arrependimento e o desejo de vir a Ele como filhos de seu Pai celestial.

No Novo Testamento, Jesus curou “todo tipo de doenças e enfermidades”, bem como pragas, nas áreas que visitou (Mt 9:35; 10:1; Mc 3:10). Assim como Deus escolheu usar pragas e doenças para mostrar o Seu poder aos israelitas, Jesus curou como uma exibição do mesmo poder para comprovar que era verdadeiramente o Filho de Deus.

Ele deu o mesmo poder de cura aos discípulos para autenticar o ministério deles (Lc 9:1). Deus ainda permite a doença para os Seus próprios propósitos, mas, às vezes, as doenças, até mesmo as pandemias mundiais, são simplesmente o resultado de vivermos em um mundo caído.

Não há como determinar se uma pandemia tem ou não uma causa espiritual específica, mas sabemos que Deus tem controle soberano sobre todas as coisas (Rm 11:36) e as usa para o bem daqueles que O conhecem e amam (Rm 8:28).

A disseminação de doenças como o Ebola e o coronavírus é um antegosto de pandemias que farão parte do fim dos tempos. Jesus Se referiu a pragas futuras associadas aos últimos dias (Lc 21:11). As duas testemunhas de Apocalipse 11 terão poder "para ferir a terra com todo tipo de flagelos, tantas vezes quantas quiserem" (Ap 11:6). Sete anjos causarão sete pragas em uma série de julgamentos finais e severos, assim como descritos em Apocalipse 16.

O aparecimento de doenças pandêmicas pode ou não estar ligado a algum julgamento específico do pecado por parte de Deus. Também pode ser simplesmente o resultado de vivermos em um mundo caído.

Como ninguém sabe a hora da volta de Jesus, devemos ter cuidado ao dizer que as pandemias globais são uma prova de que estamos vivendo no fim dos tempos. Para aqueles que não conhecem Jesus Cristo como Salvador, a doença deve ser um lembrete de que a vida nesta terra é tênue e pode ser perdida a qualquer momento.

Por pior que sejam as pandemias, o inferno será pior. O cristão, no entanto, tem a certeza da salvação e a esperança da eternidade por causa do sangue de Cristo derramado na cruz por nós (Is 53:5; 2 Co. 5:21; Hb 9:28).

Como os cristãos devem responder a doenças pandêmicas? Primeiro, não entrem em pânico. Deus está no controle. A Bíblia diz o equivalente a "não tema" mais de 300 vezes.

Segundo, sejam sábios. Tomem medidas sensatas para evitar a exposição à doença e para proteger e prover para a sua família.

Terceiro, procurem oportunidades para o ministério. Muitas vezes, quando as pessoas têm medo de perder as suas vidas, elas estão mais dispostas a ter conversas sobre a eternidade. Sejam ousados e compassivos ao compartilhar o Evangelho, sempre falando a verdade em amor (Efésios 4:15).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 22 de março de 2020

FAZEI DISCÍPULOS


“E, tendo-o achado, o levou para Antioquia. E durante um ano inteiro reuniram-se naquela igreja e instruíram muita gente; e em Antioquia os discípulos pela primeira vez foram chamados de cristãos”. (Atos 11:26).

A igreja primitiva era uma igreja de discípulos. E esta igreja nos trás um exemplo de como conquistar. Nosso papel é ensinar a guardar os mandamentos de Cristo. Enquanto a igreja não guardar estes mandamentos ela terá problemas.

É preciso a igreja voltar ao início de tudo, resgatar o mover do Espírito. Tudo que aconteceu na igreja primitiva deve fazer parte da igreja atual.

Discípulos são pessoas comprometidas com o Reino e que tem aliança com o Senhor. “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”, (Atos 1: 8), observe bem, “ser Suas testemunhas”, e isso só é possível quando somos discípulos.

Ser discípulo é seguir o mestre, é saber de fato quem é Jesus. Discípulo é ser aprendiz, aquele que segue os ensinamentos de um mestre. Todo discípulo é…:

CHAMADO: É ser chamado para estar com Ele. Jesus só tem discípulos chegados. E somos chamados a caminhar com Ele. Ele não ensina à distância. E em Seus ensinamentos há descanso.

Jesus não perdeu tempo em chamar os seus discípulos e isto é uma dica importante para nós. E o caminho desse chamado começa no monte da Oração. “E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus. E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos...”, (Lucas 6:12-16). Jesus orou, e depois chamou os doze.

FEITO: Discípulo é feito, não é “pego” pronto. Discípulo não se encontra pronto, é feito. Quando estamos dispostos a sujeição, aí vemos as coisas acontecerem. Servir é mais que obediência. E o discípulo só sabe fazer porque foi “feito” para fazer.

O discípulo nasce pela oração. Sem oração não acontece o chamado verdadeiro. Ser discípulo é ser chamado e designado.

Discípulo chamado e escolhido tem um propósito. E a “Coroa da Vida é para aqueles que investem no reino”, não só financeiramente. “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”, (Mateus 28:19-20).

Deus nos confiará pessoas para cuidar. Você é um discípulo, e está pronto para fazer discípulos parecidos com Jesus?

Pr Wanderley D Aparecida

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 21 de março de 2020

NÃO FALE PALAVRAS TORPES


“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.” Efésios 5.29

É preferível falar errado, não ter uma conjugação verbal perfeita, não ser um erudito com as palavras, do que ser uma alguém que fala muito bem e usa a língua para ferir os outros.

Conheço pessoas que têm uma capacidade enorme de oratória e ao mesmo tempo usam a boca para ferir, para machucar.

Existem coisas que é preferível não falarmos para não ferirmos as pessoas. Precisamos entender que temos que usar a nossa boca para abençoar as pessoas.

A Bíblia diz para refrearmos a língua. Não podemos falar tudo que vem a nossa mente. 99% de problemas com casais estão intimamente ligados com a língua. “Ah, meu marido me chamou de fria” ou “ Minha esposa falou que não presto.”

Nossa vitória começará quando entendermos o valor das palavras. Um dos nomes de Jesus é “A Palavra” – todas as coisas que existem, o Senhor criou através da palavra.

Podemos nos tornar matadores des sonhos, quando usamos a nossa boca para depreciar a conquista dos outros.

Imagine uma situação em que você vai viajar com a família, faz uma oração, pede a proteção de Deus e vai embora. No meio do caminho, um amigo que foi com vocês na viagem, começa a mostrar os caminhos nos quais ele já tinha visto acidentes terríveis. Um clima de opressão tomaria conta do ambiente – porque aquela pessoa usa sua boca para derrubar.

Maldição é maldizer, é praguejar! “Filho não presta, casamento não está com nada…”

Que Provérbios 25.11 seja uma verdade na nossa vida: “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.”

Quando alguém contar a você um problema, não é para você liberar palavras de desestímulo, de fraqueza, de derrota e sim para liberar palavras de edificação.

Tome cuidado com o que você diz em determinados ambientes. A palavra de bênção anula a palavra de maldição. Mas quem não conhece a Palavra de Deus morre. “Prega a Palavra a tempo e a fora de tempo.” “Examinai as escrituras porque ela é o poder de Deus.”

Davi conhecia a Deus e a Sua Palavra, o gigante Golias não conhecia nem um nem outro. Sempre leia a Palavra de Deus, ela o fortalecerá e o instruirá para proferir palavras de vida! Deus tem me dado a graça para discernir as maçãs servidas por Deus e as maçãs servidas por satanás.

Quando Golias veio contra Davi o chamou de verme e disse que o mataria, mas Davi respondeu que ele é quem o mataria e cortaria sua cabeça. Por quê Davi falou isso? Porque ele conhecia o Senhor! Ele tinha intimidade com Deus e conhecia a Sua Palavra.

Nem sempre todas as coisas que profetizo para minha vida acontecem, mas nem por isso Deus deixa de ser Deus! A Palavra de Deus diz: “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.” Habacuque 3:17-18

Estamos sujeitos a todo o tipo de mazelas – a chuva cai sobre justos e injustos, mas que da nossa boca satanás não ouça palavras de maldição! Se acontecer algum problema conosco, que não seja porque proferimos maldições, mas porque o Senhor permitiu!

Davi confiava em Deus! Ele sabia que a vitória dele não viria pela força de suas mãos, mas pelo poder do Senhor. O gigante tomou uma pedrada na testa, e ele caiu para frente – Deus derrubou o gigante!

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.”

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 20 de março de 2020

O BICHO TÁ PEGANDO


Nossa alma acumula feitos em cima dos quais procura levantar seus vôos. Investimos no futuro construindo capacitações, aprimoramentos nossas mentes, fortalecendo o corpo e convencendo a nós mesmos e aos outros, daquilo que merecemos.

Estas moedas podem nos ajudar a comprar espaço na Terra, mas não é assim que ganhamos o Céu. Sabemos que nas regiões celestiais em Cristo, as escadas e alavancas, que nos fazem subir na terra, se transformam em pesos que afundam nossa alma no mar do ostracismo eterno.

Convém que ele (Jesus) cresça e que eu diminua. Quando somos fracos é que nos tornamos fortes.
Jesus nos ensinou que diante de Deus ganhamos notoriedade quando confessamos nossos pecados e não quando maquiamos nossas almas com nossos feitos.

No Reino de Deus voamos no vácuo das nossas inutilidades e crescemos, expondo nossas fraquezas e cortando nossas asas.

No Reino de Deus a fraqueza é o degrau que nos conduz à Fortaleza. Lá, o único lugar onde vale à pena sermos aprovados, conseguimos uma boa posição quando confessamos pecados e não quando expomos realizações.

Abdicação, humilhação, admissão dos erros e lavar os pés alheios, são chaves que abrem a porta para o crescimento espiritual e constroem a grandeza da alma.

O Céu concede notoriedade somente àqueles que se assentam nos últimos lugares, servem mais e sabem que a soberba precede a ruína.

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho?” Mateus 7:3.

"Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!” Mateus 7:22-23

Ubirajara Crespo

Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 19 de março de 2020

O DOM DA PROFECIA - SIGNIFICADO E OBJETIVOS


O dom da profecia é a manifestação sobrenatural do Espírito mediante expressão vocal em línguas conhecidas para exortar, edificar e consolar (1 Co 12.10, 14.3).

Consiste na transmissão à igreja ou a uma determinada pessoa de uma mensagem recebida do Espírito Santo.

O apóstolo Paulo adverte para que não desprezemos as profecias, o que poderá extinguir o fogo do Espírito.

Reprimir ou rejeitar o uso correto e ordenado da profecia, ou de outros dons espirituais, resultará na perda em geral da manifestação do Espírito (1 Co 12.7-10, 28-30)”.

Esse dom é muito usado nas igrejas pentecostais, as que acreditam na atualidade dos dons espirituais, isto é, que acreditam na continuidade da ação sobrenatural como ocorreu no passado (Atos 2.1-13). 

A não ser que haja recomendação expressa do Espírito, a profecia deve ser dada particularmente à pessoa envolvida, em particular. São os casos em que a exortação possa causar algum constrangimento público.

O objetivo do Espírito será sempre levantar o ânimo do crente, dar-lhe forças para conseguir vencer os obstáculos e fazê-lo saber de que Deus está no controle de tudo e acompanhando a sua vida. 

O Espírito tem liberdade – e não podia ser diferente – para transmitir à Igreja o que achar conveniente; transmitir a toda a congregação ou a um determinado membro.

O objetivo da profecia será sempre o de EXORTAR, isto é, animar a pessoa a tomar um curso diferente, mudar de atitude, de modo que se amolde à vontade do Senhor e siga crescendo na graça; de EDIFICAR, isto é, promover o crescimento espiritual da igreja, mediante a prática de atos consentâneos com a vontade de Deus, deixando os que são nocivos à vida cristã; CONSOLAR, isto é, transmitir à igreja ou individualmente ao crente uma palavra de conforto e de esperança, fazendo-os lembrar das infalíveis promessas de Deus para seu povo. 

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 18 de março de 2020

O TESOURO CHAMADO RESSURREIÇÃO


Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. 1 Coríntios 15:20-22

Não ficaremos no céu apenas com as nossas almas, mas após o retorno de Cristo, seremos ressuscitados (corpo + alma) para vivermos com Jesus fisicamente no novo céu e nova terra.

[1] A MORTE E A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO SÃO O CENTRO DO EVANGELHO, v.1-4. O Evangelho é a mensagem central da fé cristã, é o que pregamos, é o conteúdo que só a igreja pode proclamar ao mundo. Podemos afirmar que o Evangelho é a mensagem do cordeiro que morre pelos pecadores, mas triunfa sobre a morte ao terceiro dia.

[2] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NÃO É UMA FANTASIA, MAS UMA REALIDADE CONCRETA, v.5-11. Algumas pessoas não acreditam que mortos podem ressuscitar e, de fato, é algo totalmente contra a natureza. Contudo, a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo é um milagre real. Paulo testifica que em seu próprio tempo, além dele mesmo e dos demais apóstolos, mais de 500 pessoas viram Jesus ressuscitado diante de seus olhos.

[3] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A GARANTIA DA NOSSA ESPERANÇA DE RESSURREIÇÃO FUTURA, v.12-13. A partir daqui Paulo começa a descrever quais são os resultados práticos da ressurreição de Jesus para a vida do seu povo. A primeira delas é justamente a de que, por causa da ressurreição de Cristo, temos a promessa de viver eternamente.

[4] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A MOTIVAÇÃO DA NOSSA PREGAÇÃO, v.14. A segunda implicação da ressurreição é missiológica. Porque Jesus venceu a morte nós temos o privilégio e a missão de anunciar a todo mundo que Ele vive. Jesus é o salvador do mundo que tem toda autoridade no céu e na terra sobre si. Em outras palavras, o mundo é dele. Ir em missão nada mais é que comprar de volta aqueles que são dele por direito.

[5] A RESSURREIÇÃO É A CERTEZA DE QUE NÓS SOMOS LIVRES DO PECADO, v.17. A terceira implicação prática da ressurreição é que o pecado pode ser vencido, pois o poder da ressurreição também está dentro de nós, seguidores de Jesus. Não devemos jamais render-nos ao conformismo que tenta paralisar a obra de santificação que o Espírito Santo opera em nós; Jesus vive dentro de nós!

[6] A RESSURREIÇÃO É A GARANTIA QUE OS NOSSOS IRMÃOS QUE MORRERAM PERMANECEM VIVOS DIANTE DE DEUS, v.18. A quarta implicação desta doutrina é consoladora: todos os nossos irmãos que faleceram estão com seus corpos dormindo nesta terra, sim, mas suas almas estão alegres e vivas diante do Deus Triúno. Só há razões para ter esperança de um breve reencontro.

[7] A RESSURREIÇÃO É A MOTIVAÇÃO PARA VIVERMOS INTENSAMENTE, v.32. A quinta implicação da ressurreição é encorajadora. Por sabermos que Jesus venceu a morte, nós também lutamos com todas as nossas forças para destruirmos as obras do mal que nos assolam diariamente. Todo cristão, por isso, deveria viver uma existência vibrante nesta terra. Não há motivos para viver desanimado.

[8] A RESSURREIÇÃO É A NOSSA ESPERANÇA DE VITÓRIA CONTRA A MORTE, v.54. E finalmente, a sexta implicação da ressurreição de Jesus é que toda a igreja, indivíduo por indivíduo, irá provar em sua própria carne a ressurreição dos mortos no último dia. Não ficaremos no céu apenas com as nossas almas, mas após o retorno de Cristo, seremos ressuscitados (corpo + alma) para vivermos com Jesus fisicamente no novo céu e nova terra.

Aqueles que mereciam morrer foram substituídos pelo único que merecia viver. Mas a morte não conseguiu dete-lo, Jesus ressuscitou! E hoje, todos os que mereciam morrer, crendo nele, podem também ressuscitar.

Jean Francesco

Por Litrazini
Graça e Paz