domingo, 16 de maio de 2021

A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO PARA O CRISTIANISMO

Ele ressuscitou! Essa é a diferença abissal que sempre permanecerá entre Cristo e os demais fundadores históricos das religiões.

Muitos opositores do cristianismo aventam que não é um ato extraordinário ou inaudito sofrer martírio em prol de uma causa, pois há registros históricos de outros homens que assim fizeram.

Entretanto, a diferença está aqui: no túmulo. Jesus não está mais lá! Isso o torna singular.

Os evangelhos atestam um Cristo que esteve morto e está vivo, não um Cristo que esteve vivo e está morto.

Veja que a diferença de enfoque é franca. Metaforicamente, podemos dizer que o cristianismo foi concebido de uma tumba vazia.

Foi esta evidência que levou os discípulos a entregarem suas vidas ao martírio.

Eles não morreram por algo que havia sido inventado por eles próprios e que reconheciam não ser verdadeiro, mas por terem vivenciado as circunstâncias que evidenciaram a ressurreição de Cristo. Como diz James Stewart: “O cristianismo é essencialmente uma religião de ressurreição”.

Se ignorarmos a ressurreição de Cristo, o surgimento da igreja será inexplicável.

O evento histórico da ressurreição é a coroação dos fatos e motivos que permearam a vida de Jesus entre os homens.

Pela narrativa bíblica, entendemos que: assim como somos compelidos a aceitar a veracidade da encarnação, assim também somos em relação à veracidade da ressurreição.

O apóstolo Pedro declara a impossibilidade de Jesus não ter ressuscitado no plano divino da redenção: “Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” (At 2.24).

Uma vez que Cristo morreu para ressuscitar — “Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos” (Rm 8.34) — reconhece-se uma lacuna indisfarçável, o fator ressurreição, quando nos propomos falar sobre a morte de Cristo.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

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