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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

A SENSIBILIDADE DE JESUS

Jesus enxergava as deformidades físicas:

As costas corcundas por 18 anos da mulher encurvada (Lc 13.11);

A mão atrofiada daquele homem que estava na sinagoga (Lc 6.6);

As pernas imóveis por 38 anos do paralítico do tanque de Betesda (Jo 5.5);

Jesus enxergava os transtornos comportamentais:

A nudez e a violência do endemoninhado de Gerasa, que vivia nos sepulcros, gritava sem parar e cortava-se com pedras (Mc 5.1-5).

Jesus enxergava a tristeza interior:

A dor daquela mulher que já havia perdido o marido e agora estava sepultando o único filho (Lc 7.13);

As lágrimas da irmã e dos amigos de Lázaro, sepultado quatro dias antes (Jo 11.33).

Jesus enxergava o vazio existencial:

Ao encontrar-se com aquela samaritana que já havia vivido com cinco maridos e estava ligada ao sexto, o Senhor lhe disse solenemente:

“Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4.13-14).

Este vazio acontece quando a pessoa não sabe de onde veio nem para onde vai, corre atrás de tudo e não tem nada, experimenta tudo e nunca se satisfaz.

Jesus teve compaixão daquela multidão de homens e mulheres famintos “porque eram como ovelhas sem pastor” (Lc 9.10-17).

A sede da alma é mais intensa do que a sede do corpo.

O vazio existencial é mais doloroso do que o vazio estomacal.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

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