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segunda-feira, 14 de abril de 2025

PORQUE PARTICIPAR DA CEIA DO SENHOR

Anunciar a sua morte, seu sacrifício pelos pecadores, até a sua vinda.

“Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (ICo 11.26)

"Fazei isto em memória de mim" (LC 22:19).

O propósito pelo qual nos reunimos para celebrar a Ceia: trazer à memória tudo quanto Jesus fez pelo homem; sua submissão ao Pai; deixar-se crucificar na cruz e derramar o seu sangue por nós pecadores.

É manter vivo em nossa memória tudo quanto o Senhor fez.

"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha" (ICo 11:26).

Um momento especial no qual os cristãos refletem sobre o Salvador para serem lembrados do alto preço que Ele pagou por nossos pecados.

O pão simboliza o sacrifício que Cristo fez por nós na cruz do Calvário.

Ele deu o seu corpo para ser crucificado.

Um sacrifício que só era imposto ao mais vil dos criminosos, que provocava o maior sofrimento ao ser humano

Ele não deixou dúvida sobre a relação deste sacrifício com nossa salvação

"Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados" (Mt. 26:28).

O vinho simboliza o sangue de Jesus derramado na cruz do Calvário. Sangue que purifica de todo o pecado

O seu sacrifício agora é único e purifica de uma vez por todas todo aquele que nEle crê.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 14 de dezembro de 2024

O CAMINHO DO CALVÁRIO

"Todavia, não seja como Eu quero, e sim como tu queres" (Mt 26.39)

Jamais poderemos avaliar a profundidade dessa oração de Jesus no Getsêmani.

Não que Jesus não quisesse seguir o caminho da morte como Cordeiro de Deus.

Nesse sentido Ele já tinha tomado Sua decisão, que anunciou previamente aos Seus discípulos:

"Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá" (Mt 20.18-19).

A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário.

Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios.

Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído, se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á.

Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque conquistou-a com Seu sangue.

E qual foi a resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: "...todavia, não seja como Eu quero, e sim como tu queres"?

Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta.

Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela. Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "Eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42).

Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida.

Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus.

E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim.

Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

NO MONTE DO CALVÁRIO

"Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como os malfeitores, um à direita, outro à esquerda..." (Lc 23.33-35).

Realmente Ele é o Cristo (o ungido de Javé) e o escolhido de Deus. Oitocentos anos antes da Sua vinda, Ele já foi legitimado por Deus: "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz: pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios" (Is 42.1).

Quando ficamos olhando para o monte do Calvário, uma coisa se torna bem clara: esse Ungido e Escolhido já havia sido predestinado desde a eternidade a levar a própria cruz para a execução no Gólgota como se fosse o maior criminoso.

Pensem no que deve ter custado esse caminho de sacrifício a Jesus e ao Pai!

Não conseguimos avaliá-lo, apenas podemos adorá-lO por isso.

Ele, o puro Filho de Deus, foi entregue nas mãos dos pecadores e ímpios para ser barbaramente executado.

Por quê? O malfeitor arrependido que foi pendurado em uma cruz ao lado de Jesus teve de nos servir de exemplo e confessou na hora da sua morte: "Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez" (Lc 23.41).

"Porque Cristo... morreu a seu tempo pelos ímpios" (Rm 5.6).

"Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados", (Is 53.5).

Essas pisaduras são a prova de Seu sacrifício absolutamente suficiente e de Seu amor salvador insondável.

Foram os nossos pecados que O levaram à cruz. Arrependimento é um presente celestial.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 10 de agosto de 2021

SACRIFÍCIO SUFICIENTE

"Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como os malfeitores, um à direita, outro à esquerda. Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes. O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido" (Lc 23.33-35).

Realmente Ele é o Cristo (o ungido de Deus) e o escolhido de Deus. Oitocentos anos antes da Sua vinda, Ele já foi legitimado por Deus: "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz: pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios" (Is 42.1).

Quando ficamos olhando para o monte do Calvário, uma coisa se torna bem clara: esse Ungido e Escolhido já havia sido predestinado desde a eternidade a levar a própria cruz para a execução no Gólgota como se fosse o maior criminoso.

Pensem no que deve ter custado esse caminho de sacrifício a Jesus e ao Pai!

Não conseguimos avaliá-lo, apenas podemos adorá-lO por isso.

Ele, o puro Filho de Deus, foi entregue nas mãos dos pecadores e ímpios para ser barbaramente executado.

Por quê? O malfeitor arrependido que foi pendurado em uma cruz ao lado de Jesus teve de nos servir de exemplo e confessou na hora da sua morte: "Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez" (Lc 23.41).

"Porque Cristo... morreu a seu tempo pelos ímpios" (Rm 5.6).

"Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados", já disse Isaías (cap. 53.5).

Essas pisaduras são a prova de Seu sacrifício absolutamente suficiente e de Seu amor salvador insondável.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 3 de novembro de 2018

HÁ CURA NA ADORAÇÃO


O profeta Jeremias perguntou: “Porventura não há unguento em Gileade? Ou não há lá médico? Por que, pois não teve lugar a cura da filha do meu povo?” (Jr 8.22).

Este versículo nos ensina uma maravilhosa verdade que guarda o segredo da nossa saúde. Jeremias pergunta: “Acaso não há bálsamo em Gileade?” A palavra bálsamo em hebraico fala de cura. E a palavra Gileade fala de adoração. Ele está perguntando: “Não há cura na adoração?” Claro que sim. Você precisa agir de acordo com conhecimento de que a sua adoração traz consigo a saúde.

Se você confessar a Palavra e nada acontecer, comece a adorar o Senhor Deus dos céus. Adore-o pelas Suas promessas. Adore e diga: “Jesus, carregaste a minha enfermidade. Não terei de suportá-la. Te dou graças porque a Tua palavra diz: “...Pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53.5). À medida que você começa a adorar o Senhor, verá como a cura vem ao seu ser.

O QUE ACONTECEU NO CALVÁRIO PODE INCLUSIVE PROTEGER-NOS DA DOR.
Nos dias do Antigo Testamento, quando a pessoa ficava doente lhe davam mirra para tirar a dor. “O meu amado é para mim um ramalhete de mirra; morará entre os meus seios” (Ct 1.13).

Quando Cristo estava na cruz, lhe ofereceram mirra. “Deram-lhe a beber vinho com mirra, mas Ele não o tomou” (Mc 15.23). Era costume dar essa bebida à pessoa que estava sendo crucificada, para que não sentisse dor.

Por que Jesus recusou-se a tomá-la? Cristo é o seu “analgésico”, aquele a quem você pede ajuda na hora da necessidade. Ele ficará ao nosso lado nos momentos mais difíceis de nossas vidas, para tirar a dor e trazer a cura. O Senhor é nosso refúgio e nosso escudo. Ele é o nosso muro de proteção.

Extraído do Livro a Grande Casa de Deus de Max Lucado

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 19 de fevereiro de 2017

A CRUZ DO CALVÁRIO

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (1 Coríntios 1:18).

A cruz do Calvário, na qual o Senhor Jesus morreu, é o ponto central da mensagem do evangelho.

No momento em que Ele foi crucificado, toda a corrupção do coração do homem foi manifestada. Ali Alguém, que nunca tinha feito mal a ninguém mas só buscou o bem do homem e realizar a vontade de Deus, foi morto

Que culpa a humanidade acumulou com esse ato hediondo! No entanto, Deus fez dessa sentença de morte e sua execução o meio de revelar todo o Seu amor a nós.

Embora matamos o Filho de Deus e devemos assumir total responsabilidade por isso, ao mesmo tempo Deus deu Seu Filho para ser o sacrifício expiatório na cruz, de modo que “todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Amor assim não podemos compreender, mas pela fé podemos aceitar a salvação oferecida a nós.

A cruz de Cristo é central para a história do mundo e também da eternidade. A vida de todos passa por ela, por assim dizer, pois todo mundo deve decidir por si mesmo se é a favor ou se continua contra Jesus Cristo.

Aqueles que evitam uma decisão, alegando permanecerem neutros, se posicionam contra Ele.

No momento da crucificação diferentes pessoas cercaram a cruz: os líderes religiosos dos judeus, que haviam exigido Sua execução, mas também Seus familiares e conhecidos, aos quais Sua morte causou dor profunda.

Você estava na cruz? Em desprezo e rejeição? Ou com os seus pecados? Ele sofreu e morreu por você.

Você pode dizer: “Ele expiou meus pecados e me perdoou de tudo?”

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 4 de abril de 2016

UMA COLINA CHAMADA CALVÁRIO

JESUS FOI CRUCIFICADO NO CALVÁRIO OU NO GÓLGOTA?
Seria chocante para você ouvir que Ele foi crucificado em ambos? Os dois nomes apontam para o mesmo local do lado de fora de Jerusalém. A palavra Calvário, do Evangelho de Lucas, é um termo latino traduzido da palavra grega que significa “caveira” (Lc 23.33). Os outros escritores dos Evangelhos, Mateus, Marcos e João, usaram a palavra Gólgota. Esta é uma transliteração de um termo aramaico tomado de uma palavra hebraica que significa “caveira” ou “lugar da caveira” (Mt 27.33; Mc 15.22; Jo 19.17).

É o que basta para rebater a acusação de que as Escrituras se contradizem. Jesus foi crucificado no Calvário, que também era chamado de Gólgota.

Não é difícil visualizar o que aconteceu no Calvário: Jesus foi jogado para trás violentamente, Seus ombros bateram contra a pesada trave da cruz que Ele carregou pelas ruas de Jerusalém. Um soldado atravessou cada um de Seus punhos com um grande prego de ferro. A viga da cruz foi levantada e presa à estaca da cruz, já colocada verticalmente. No topo, uma inscrição dizia: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus” (Jo 19.19). 

Com Seus joelhos levemente flexionados e um pé pressionado sobre o outro, um prego foi martelado através dos pés. Uma dor insuportável se espalhou por todo o Seu corpo. Depois de seis horas de agonia, Jesus disse: “Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito” (v. 30). Um soldado perfurou o Seu lado com uma lança e escorreram sangue e água.

Por que tudo isto aconteceu em uma colina chamada Calvário? Porque “Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).

FOI NO CALVÁRIO QUE TRÊS ATOS INVISÍVEIS, PORÉM REAIS, FORAM REALIZADOS:

1. NÓS FOMOS REDIMIDOS
Como Jesus era o Cordeiro Pascal de Deus, Seu sangue derramado comprou nosso resgate e o perdão dos nossos pecados (Ef 1.7; Cl 1.14).

2. NÓS FOMOS RECONCILIADOS
Originalmente, éramos inimigos de Deus. O Calvário mudou esse relacionamento. Agora há uma infinita paz entre Deus e o homem (Rm 5.10; Cl 1.20-21).

3. A JUSTIÇA E A SANTIDADE DE DEUS FORAM SATISFEITAS
A esta doutrina, a Bíblia chama de propiciação, a ira volta-se para longe do homem pela entrega de uma oferta. Deus julgou o derramamento do sangue de Jesus como um sacrifício aceitável pelo pecado (Is 53.10; Hb 2.17; 1Jo 2.2; 1Jo 4.10). Deus recebeu esse sacrifício exatamente como o sangue aspergido sobre o propiciatório no Dia da Expiação.

O sangue de Jesus, entretanto, não cobriu meramente os pecados; ele nos deu graça e redenção: “no qual [em Jesus] temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.7).

Tudo o que resta é que os indivíduos creiam que Ele morreu por cada um deles, pessoalmente, e venham a Ele em arrependimento.

Existe uma importante conseqüência do drama da colina do Calvário. Jesus foi baixado da cruz. Seu corpo foi preparado de acordo com o costume judaico. Uma enorme pedra foi rolada em frente à entrada do sepulcro. Então, uma unidade especial romana foi designada para montar guarda em frente ao sepulcro. Tudo estava preparado para que uma antiga profecia fosse cumprida: “Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção” (Sl 16.10).

O que aconteceu três dias mais tarde é provavelmente mais bem expresso por meio do refrão de um lindo hino clássico, “Cristo ressuscitou”, escrito por Robert Lowry, no século XIX: Ele Se ergueu do sepulcro, ressuscitou, com um poderoso triunfo sobre Seus inimigos; Ele ressuscitou vitorioso sobre o domínio das trevas e vive para sempre, com Seus santos, Ele reina.

Ele ressurgiu! Ele ressurgiu! Aleluia! Cristo ressuscitou!

Porque Ele vive, nós também viveremos. Em Sua vitória sobre o Diabo e sobre a morte está a gloriosa promessa de ressurreição a todos os que nEle colocam sua fé. (Peter Colón — Israel My Glory — Chamada.com.br)

Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite abril de 2015

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

JESUS CRISTO NA CRUZ

E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito (João 19:30).

Estamos bem familiarizados com esse cenário por meio de muitas figuras e descrições: Jesus Cristo pendurado na cruz do Calvário.

Seus inimigos o arrastaram para lá, querendo tirá-Lo do caminho. Eles viram sua supremacia ameaçada. Agora podiam deleitar seus olhos em Seus sofrimentos, sem saber que, na verdade, estavam testemunhando um evento de importância extraordinária.

Jesus Cristo não foi crucificado, simplesmente pela exigência de uma multidão excitada, sedenta de uma sensação.

Tampouco Sua morte foi o resultado do trabalho sanguinário dos brutais soldados romanos.

Isso aconteceu de acordo com o conselho de Deus, com o qual Jesus Cristo concordou.

Quem ouve tal coisa pela primeira vez provavelmente reage com espanto. Ninguém, nem mesmo os verdadeiros crentes, podem compreender este tremendo fato. É, e continua a ser, um milagre do incompreensível amor de Deus.

O Senhor tinha falado muitas vezes sobre Sua morte. E, por fim, falou disso na instituição da Ceia, Ele daria a Sua vida e o Seu sangue pelos Seus.

Embora ninguém entendesse estas palavras, algumas horas mais tarde elas se tornaram realidade.

Jesus Cristo foi castigado por Deus na cruz por causa do homem culpado. Ele teve de suportar o juízo de Deus no lugar daqueles que haviam se rebelado contra Deus.

O sangue de Cristo fluiu para trazer expiação para os transgressores.

O brado "Está consumado!" é nada menos que o triunfo do Redentor, e tem amplas consequências para quem se apropria da obra de Cristo para si mesmo.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 16 de julho de 2013

Os Perseguidos Devem Viver em Constante Espírito de Perdão

Os cristãos que viviam sob constante perseguição não poderiam sobreviver se não levantassem todo dia 10 pela manhã e dissessem: "Eu perdôo este sistema. Eu perdôo estes soldados. Eu perdôo este governo. Eu per­dôo estas circunstâncias." Eles lhe dirão que um tremen­do movimento de poder do Espírito Santo acompanha um espírito de perdão. É isso que lhes dá a graça de permanecerem firmes e vencerem, não obstante as cir­cunstâncias aparentemente impossíveis.

Quando Jesus Cristo vem para nossa vida, Ele traz consigo o perdão divino. Ele nos prove o poder do per­dão, mas temos de andar em espírito de perdão se quiser andar no poder da força de Deus.

Lembre-se de que o poder mediador sobrenatural de Deus foi liberado para o mundo quando Jesus orou: "Pai, perdoa-lhes...”.

Você está à procura de esperança? Você está deses­perado à procura do elo perdido que irá libertá-lo?
Tal­vez você perceba que fora mantido em escravidão e ago­ra esteja pensando: Também mantive outras pessoas em cativeiro. Agora os exércitos do inimigo estão acampados ao meu redor. Como posso dispersa-los?

O Espírito Santo está à sua espera para libertá-lo, se você perdoar. Não deixe que os pretextos de sua carne ou de sua mente desviem sua atenção daquilo que é mais importante neste momento.

Eu errei. Quem não errou?

A vida me passou a perna. E daí? Junte-se ao clube dos lesados.

Mentiram para mim. Você não é o primeiro nem será o ultimo. Mentiram para seu Mestre. Você é melhor do isso?

Aqueles que deviam ser meus amigos me abandona­ram. Junte-se ao grupo dos que tiveram a mesma sorte. Jesus é o presidente. Todos também o abandonaram e fugiram.

Se você precisa de ajuda, peça a Deus que o ajude a perdoar e liberar as pessoas ou circunstâncias que o feri­ram. Peça a Ele que lhe perdoe todos os pecados e falhas em sua vida. Ele é fiel para perdoar aos pecados. Ele diz: "Quem vier a mim, eu jamais rejeitarei" (Jo 6.37).

Você foi perdoado no Calvário, se tão-somente to­mar posse do perdão de Deus. Faça-o agora e experi­mente a doce libertação que vem quando o Deus do céu lhe perdoa de uma vez por todas.

Você duvida de que é um cristão? Ele lhe diz: "Tome a sua cruz e siga-me”. Tudo começa com o mesmo primeiro passo: Experimente o poder do perdão divino.

Extraído do livro Fontes Secretas de Poder de T. E TENNEY e TOMMY TENNEY

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A VOLTA PARA CASA


O caminho mais famoso no mundo, é a Via Dolorosa, «a vereda da tristeza». Segundo a tradição, é a rota que Jesus percorreu do palácio de Pilatos até o Calvário. A rota está marcada por estações usadas freqüentemente pelos cristãos para suas devoções. Uma dessas estações marca a passagem do veredicto de Pilatos.

Outra, a aparição de Simão para ajudar a levar a cruz. Duas estações recordam as quedas de Jesus e outra, as Suas palavras. No total, há quatorze estações, cada uma recordando os acontecimentos da caminhada final de Cristo.

É a rota verdadeira? Provavelmente não. Quando no ano 70 D.C. e mais tarde em 135, Jerusalém foi destruída, as ruas da cidade o foram também. Como resultado, ninguém sabe exatamente qual foi a rota que Jesus seguiu naquela sexta-feira.

Mas nós sabemos onde começa esse caminho.

Começa não no tribunal de Pilatos, mas sim nos salões do céu. O Pai iniciou sua jornada quando deixou seu lar para vir em nossa busca. Iniciou a busca armado com nada mais que paixão para ganhar seu coração. 

Esse é o coração da mensagem cristã.

Deus se fez homem. Nasceu em um estábulo comum, de pais comuns, mas seu propósito era extraordinário.

Veio para nos levar ao céu. Sua morte foi um sacrifício por nossos pecados. Jesus foi nosso substituto. Ele pagou por nossos erros para que nós não tivéssemos que pagar. O desejo de Jesus foi único: trazer seus filhos de volta para casa.

A Bíblia tem uma palavra para esta busca: reconciliação.

 «Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo» 2 Coríntios 5.19

A palavra grega traduzida como reconciliação quer dizer «fazer algo de uma maneira diferente». A vereda da cruz nos diz exatamente quão longe Deus iria para voltar a juntá-lo todo.

A reconciliação torna a unir o que está separado, inverte a rebelião, reacende a paixão que se esfriou. A reconciliação toca o ombro do extraviado e o põe no caminho para o lar.

Extraído do livro Ele Escolheu Você de Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

VIDA PELA MORTE? COMO É ISSO?


"Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção."(Hb.9:12).

Jesus levou Seu próprio sangue para o verdadeiro propiciatório - à presença de Deus, o Santo dos Santos - e ofertou-o para a remissão de todos os pecados, de todos os crentes, de todos os tempos.

A aliança com Moisés, através de sacrifício de animais, trazia alívio temporário, tinha de ser repetido anualmente, entretanto, o derramamento do sangue de Jesus forneceu um sacrifício permanente. Ao aplicar o seu sangue no altar divino, Jesus obteve redenção dos pecados a todos que o recebem através da nova e última aliança.

Jesus asperge Seu próprio sangue quando, pela fé, recebemos sua obra completa no Calvário. Esta não é uma aspersão física; antes, é uma transação legal e espiritual. Ele asperge o sangue nos nossos corações em resposta à nossa fé.

O sangue de Jesus não funciona como um amuleto ou palavra mágica; só produzirá algum efeito nas nossas vidas, se verdadeiramente crermos no poder de Seu sacrifício no Calvário. "A quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação [reconciliação], mediante a fé, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus" Rm. 3:25. 

É através da fé que a humanidade é justificada perante os olhos de Deus. O sangue de Cristo é a única maneira de relacionamento correto com Deus.


Confira algumas passagens bíblicas que mostram o Poder avassalador do Sangue do Cordeiro de Deus:

Destruiu a Satanás
“Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo” (Hb.2.14);

Destruiu o poder da morte
“E livrasse a todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda vida sujeitos à escravidão”. (Hb.2.15);

Purgou-nos a consciência
“Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?” (Hb.9.14);

Purificou o céu

“Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes”.  (Hb.9.23);

Promete-nos a perfeição
“Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do pacto eterno tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em nós o que perante ele é agradável, por meio de Jesus Cristo, ao qual seja glória para todo o sempre. Amém”. (Hb.13.20,21); 

Garante a segunda vinda de Cristo
“assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”. (Hb.9.28).

 "E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte." Ap. 12.11

Por Litrazini:
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz



domingo, 1 de janeiro de 2012

A cruz nos revela um Deus que ama incondicionalmente.


John Stott escreveu, em seu excelente livro A Cruz de Cristo, que precisávamos visitar constantemente o Calvário. Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso não seria de grande proveito. 

John Stott quis dizer que deveríamos, todos os dias, numa atitude devocional, em oração e meditação, trazer a memória e ao coração tudo aquilo que aconteceu no Calvário. 

E este é justamente o convite que eu faço a você nesse momento. Por alguns minutos permita-me te levar até o Gólgota. Recue comigo dois mil anos atrás. Olhe para a cruz. Imagine toda a dor, toda angústia, todo o sofrer de Jesus. Por que ele fez isso? “Por que morrer?” Você já fez essa pergunta a si mesmo? 

Observe seu comportamento até mesmo em sua morte. Veja o que ele faz neste momento. Ele revida? Pragueja? Faz alguma retaliação? Não. Ele intercede por aqueles que o matavam! Pede o perdão do Pai por seus algozes. 

Com o corpo esvaindo-se em sangue e a boca seca e sedenta Ele se esforça para dizer: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Como poderíamos definir este ato de Jesus na cruz? Pacifismo? 

Talvez. Heroísmo? Quem sabe. Loucura? Convenhamos, até que parece. No entanto, a Bíblia nos mostra que a palavra é outra: amor. O mais profundo e perfeito amor! 

O “por que” da cruz é o amor de Deus por você e por mim. Não existe outra razão, não existe outro motivo. Não há outra explicação razoável para tal atitude. A cruz resume-se na verdade mais profunda e sagrada: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
 
Não somos dignos do amor de Deus. Se merecemos algo da parte de Deus, certamente não é amor, mas punição. Isso porque somos pecadores e, de fato, pecamos consciente e deliberadamente contra Ele. Todo pecado é um ato de violência e rebeldia contra Deus. 

A Bíblia nos diz que “o salário do pecado é a morte”. É isso o que merecíamos! Mas Deus, ao invés de nos punir com a morte, decidiu, por meio de seu Filho Jesus, morrer em nosso lugar. Ele decidiu sofrer a punição dos nossos pecados, mostrando sua justiça em punir o mal (em si mesmo) e seu amor em nos perdoar. 

Enquanto não reconhecermos que somos miseráveis pecadores, não poderemos jamais reconhecer o grande amor de Deus. 

Nossos olhos estarão vendados para o incomensurável amor de Jesus. Se você ainda não o ama talvez seja porque se considere bom de mais – talvez ainda não tenha se visto como um deplorável pecador. 

Diante do Calvário não existe orgulho; não existe pessoas boas por si mesmas, santarrões, seres de moral elevada; ali, o pecador se assombra e extasiado afirma: Deus me ama! 

Segundo Stott: Apenas um ato de amor puro, não manchado por alguma nuança (resquício) de segundas intenções, foi praticado na história do mundo, a saber, o amor de Deus que se deu a si mesmo em Cristo na cruz por pecadores que não mereciam. É por isso que, se estamos procurando uma definição de amor, não devemos ir ao dicionário, mas ao Calvário.

O calvário foi o palco da maior demonstração de amor de todos os tempos. 

A Bíblia nos diz em I Jo 4.9-10: “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou se Filho como propiciação pelos nossos pecados”. 

É necessário que o coração seja duro demais para não se comover diante de tamanho amor. 

Quem levou Jesus para morrer na cruz do calvário não foram os fariseus por inveja, não foi Pilatos por temor nem Judas pela sua cobiça, mas o Pai, somente o Pai por amor. 

Como escreveu Yancey: “A cruz, o evento mais público da vida de Jesus nos prova a enorme diferença de um Deus que prova a sua existência pelo poder e de um Deus que prova a sua existência pelo amor”. O nosso Deus optou pelo amor! 

Autoria; Kassio F. P. Lopes – sou da Promessa 

Por Litrazini 

Graça e Paz


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Verdades que não podem ser ignoradas

Eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar (Números 32.23).

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).

A primeira palavra dos versículos acima nos mostra que Deus deseja chamar nossa atenção para certos fatos importantes. São verdades que não podemos ignorar sem sofrer as conseqüências. Vamos analisá-las.

Todos pecaram contra Deus. Poucas pessoas irão se recusar a admitir que erraram em algum momento da vida e são culpadas por algo que fizeram. Porém como é fácil menosprezar o assunto com a desculpa de que “todos são pecadores”. Generalizações não têm efeito para com Deus, que espera de nós uma admissão de culpa pessoal: “Eu pequei!”

O “Deus de amor” que fecha os olhos para as “pequenas ofensas” e leva em consideração as “boas intenções”, como muitos imaginam, definitivamente NÃO existe. A Bíblia mostra Deus como Aquele que nos julga de acordo com Seu imparcial senso de justiça. “Sabei que o vosso pecado vos há de achar.”

Jesus Cristo é o Salvador dos pecadores. Ele é o meio pelo qual podemos escapar do juízo divino. Como Cordeiro de Deus Ele sofreu o justo castigo do pecado.

Cristo, o Único que não pecou, morreu na cruz do Calvário no lugar dos que pecaram. Isso se aplica a todos os que confessam diante dEle que são pecadores e O recebem como Salvador e Senhor.

Jesus Cristo voltará como Juiz. Esse é o significado do último versículo. Nesse dia então não haverá mais qualquer oportunidade para as pessoas O receberem como Salvador.

Agora só resta uma pergunta: diante de tais verdades, qual é a sua posição?


Você já pertence ao grupo dos que crêem e têm um relacionamento íntimo com esse Senhor e Salvador ou ainda se esconde atrás de uma infinidade de desculpas?

Extraído do Devocional boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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